Imigração desenfreada na Europa recebeu 7 milhões de requerentes desde 2006

Mais de sete milhões de imigrantes querendo o título de “refugiados” (ou não) desembarcaram na Europa entre 2006 e 2018 – o equivalente a um país do tamanho da Bulgária se deslocando para a Europa Ocidental, revelaram números do Gabinete Europeu de Apoio ao Asilo (EASO).

 

De acordo com a EASO EU no “Asylum Trends Overview 2018 “, no ano passado, pelo menos 634.700 “pedidos de proteção internacional” foram recebidos dentro das fronteiras da União Europeia. Lembrando que para requerer asilo como refugiado é necessário provar que a região em que você vive está sob conflito e que você corre risco de vida na pátria onde vivia ou nasceu.

Estes números, quando somados aos totais de 2018, significam que há exatamente 7.095.190 invasores que se registraram como “solicitantes de asilo” na Europa desde 2006 – um número que, obviamente, não inclui os ilegais.

O relatório do EASO de 2018 disse que cerca de 4% dos as candidatos em 2018 eram “menores não acompanhados (UAMs)” e cidadãos de origem incluindo Gâmbia e Vietnam – uma indicação do natureza falsa da imigração em massa na Europa.

Os dez principais países de origem para 2018 foram a Síria, Afeganistão, Iraque, Paquistão, Irã, Nigéria, Turquia, Venezuela, Albânia e Geórgia.

O relatório prossegue listando os últimos status de pedidos de visto – mas estes são irrelevantes porque nenhum estado da Europa Ocidental tem atualmente a força de vontade política para deportar esses milhões de usuários independentes, mesmo que seus pedidos sejam rejeitados.

É claro que essa invasão em massa está se acelerando, e a menos que seja detida e revertida, vai invadir completamente a Europa Ocidental nas próximas décadas causando seu declínio inerente.

Força de Trabalho – um fiasco na Alemanha

Na Alemanha, os sonhos de “força de trabalho de refugiados” desaparecem. A ilusão liberal amplamente difundida de que a imigração em massa desenfreada na Europa “aumentaria a força de trabalho e salvaria as pensões” foi mais uma vez rudemente destruída por novos números oficiais que mostram que mais de 95% dos requerentes ainda são dependentes do “fundo de reserva de refugiados” do Estado, que é de um total de 32,5 bilhões de euros, a passo que será falido nos próximos dois anos.

De acordo com a edição de janeiro de 2019 do “Bundesamt für Migration und Flüchtlinge, BAMF” (“Monitor de Migração: Pessoas no Contexto da Migração de Refugiados” do Ministério Federal Alemão para o Trabalho e Assuntos Sociais), o número total de “candidatos a emprego” que são reconhecidos como requerentes de asilo na Alemanha a partir daquele mês ficou em 454.527.

No entanto, em um discurso burocrático enganoso – tão típico do establishment liberal -, o relatório oficial admite que há ainda 374.619 requerentes de asilo “subempregados” e pelo menos 38.299 em “treinamento” patrocinado pelo Estado (e, portanto, não incluídos nos valores “desempregados”). Oque faz um total de cerca de 867.445 desempregados ou “subempregados” requerentes de asilo na Alemanha.

Ao mesmo tempo, os números mais recentes divulgados pelo Escritório Federal Alemão para Migração e Refugiados mostram que, desde 2015, pelo menos 558.549 “requerentes de asilo” receberam o status de refugiado até o momento. E ainda mais 278.536 receberam “proteção subsidiária” e outros 75.363 foram autorizados a permanecer porque sua deportação supostamente representa um risco para suas vidas. Isso dá um total de 912.448 “requerentes de asilo” vivendo legalmente na Alemanha.

Portanto, representando tudo isso um total de 95,07% de todos os “refugiados” que atualmente residem legalmente na Alemanha.

Esses números também significam que a população de “refugiados” representa quase 10% de toda a taxa de desemprego da Alemanha.

Como o próprio Ministério do Trabalho e Assuntos Sociais observou, os “refugiados” que têm empregos, geralmente são de “limpeza” e “ajudante de cozinha” – que não contribuem quase nada para os cofres do Estado e portanto, não são capazes de realizar contribuições mais imediatas.

De acordo com um relatório do jornal Wochenblick, o governo federal alemão admitiu que terá um déficit de quase € 25 bilhões até o ano de 2023, “como resultado de altos aumentos de gastos”.

Esses aumentos de gastos incluem o esgotamento total da citada “reserva de refugiados” , que está sendo usada para pagar acomodação, refeições, cursos de idiomas e de integração de bem-estar geral.

Finalmente, as estatísticas do Ministério do Trabalho e dos Assuntos Sociais mostram que havia 598.685 requerentes principais de “refugiados” registrados em outubro de 2018.

Dado que, em média, há pelo menos quatro dependentes para cada requerente – e muitas vezes mais -, o impacto financeiro total das regras de “reagrupamento familiar” também está rapidamente esgotando a generosidade alemã.

Grandes problemas de deportação

As deportações seguem a regra de Dublin III da UE (União Europeia), que afirma que o país onde um “refugiado” entrou pela primeira vez na Europa é responsável por lidar com sua aplicação.

De acordo com a Süddeutsche Zeitung, a Alemanha fez 51.558 pedidos nos primeiros 11 meses de 2018 para outros países da UE que fazem parte do acordo de Dublin III. Destes, cerca de 35.375 foram aceitos.

Cerca de 8.658 requerentes de asilo que foram obrigados a deixar a Alemanha o fizeram entre janeiro e o final de novembro de 2018. No ano anterior, 7.102 foram deportados para outros estados.

A Itália foi o primeiro destino dos “requerentes de asilo” deportados, com quase um em cada três sendo enviados para lá. Por outro lado, a Hungria não recebeu nenhum dos “refugiados” deportados em 2018.

A Grécia aceitou apenas cinco e rejeitou a grande maioria dos pedidos que foram feitos. O Ministério do Interior da Alemanha emitiu opiniões de que as razões  de Atenas para não aceitar mais refugiados eram “predominantemente infundadas”.

Mais o problema que já se esperava começou a acontecer. Um em cada cinco (20%) dos requerentes de asilo em 2018 (185.853) eram bebês que nasceram na Alemanha, disse o ministro do Interior da Alemanha, Horst Seehofer, em Berlim.

O “Relatório de Migração” 2016-2017, emitido pelo Bundesamt für Migration und Fluchtelinge (BAMF, ou Escritório Federal para Migração e Refugiados) disse que cerca de 1,5 milhão de pessoas se mudaram para a Alemanha em 2017 sozinho.

No entanto, desse número, 67% das chegadas vieram de outro país europeu, com a Romênia liderando o grupo. Quantos destes são ciganos é impossível dizer, como nenhuma instituição do governo acompanha esses números.

Ao mesmo tempo, em 2018, mais “refugiados” foram transferidos da Alemanha para outros estados membros da UE do que nunca, de acordo com um relatório do Ministério do Interior, obtido pelo jornal alemão Süddeutsche Zeitung.

Fonte: The New Obserser

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