Horst Mahler: A Guerra e os Seus Objetivos

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É consenso que o mundo tenha mudado após a Segunda Guerra Mundial. A derrota do Nacional-Socialismo alemão levou consigo um ideário que, levianamente, vem sendo exorcizado desde então. O mundo tenta – em vão – tirar suas lições sobre aquela época, porém, sob a ótica dos vencedores da guerra. Tal procedimento tem demonstrado que certos assuntos não são mais discutidos e acabaram virando tabu. O receio do poder da imprensa, com suas intrigas e sensacionalismos, e a preponderância do materialismo, traduzido pelo medo da perda do padrão de vida, impedem que o mundo evolua, pois a história não é reconhecida amplamente e conscientemente sob outros diferentes prismas.
Ponto de partida para uma avaliação correta das medidas aplicadas pelos vencedores sobre o Reich alemão, são os objetivos de guerra posteriores à derrocada militar do mesmo Reich.
O verdadeiro entendimento dos objetivos de guerra dos inimigos do Reich alemão pressupõe o conhecimento do principal inimigo, o qual está na condição e tem os meios de criar aqueles que irão atuar em seu lugar para se atingir determinados objetivos.
O sionista Bernard Lazare, que atuava em Paris ao final do século XIX, escreveu palavras libertárias:

“Se a hostilidade e aversão contra o judeu tivessem acontecido num único país e numa determinada época, seria fácil determinar as razões desta raiva. Mas ao contrário, essa raça é desde muito o alvo do ódio de todos os povos, no seio dos quais ela viveu. Como os inimigos dos judeus pertenceram às mais diversas raças, as quais habitavam regiões distantes entre si, tinham diferentes leis, dominadas por valores antagônicos, nem tinham os mesmos costumes, nem os mesmos hábitos e possuídos de espíritos distintos, então a origem comum do Anti-semitismo deve recair mesmo sobre Israel, e não naqueles que o combateram.”  – Bernad Lazare [1]

Todas as grandes personagens do Ocidente perceberam isso – mas não reconheceram realmente. O filósofo alemão Gottlieb Fichte, já no ano de 1793, tocou no ponto central:

“Quase em todos os países da Europa alastra-se um poderoso e mal-intencionado Estado, o qual permanece com todo os despojos nas contínuas guerras, e que pressiona terrivelmente os cidadãos: é o Judaísmo. Direitos Humanos eles devem ter, embora eles não os aplique a nós; pois eles são humanos e sua injustiça não nos autoriza sermos iguais a eles… Mas lhes conceder a cidadania, aqui não vejo outro meio do que esse: em uma noite lhes cortar todas as cabeças e colocar outras, as quais não contenham uma ideia judaica. Para nos proteger deles não vejo outro meio do que conquistar para eles a sua Terra Prometida e mandá-los todos para lá.” – Johann Gottlieb Fichte [2]

Fichte não vê o perigo no fato dos judeus formarem um Estado dentro do Estado. É o fato deste Estado se fundamentar no ódio contra todos os povos que o torna perigoso.
Fichte critica a conversa mole sobre tolerância, denomina-a conversa de “palavras açucaradas de tolerância e direitos humanos e direitos do cidadão”. Muitos podem ficar com o braço arrepiado ao ler esse texto. Mas não poderia ser que o autor dos “Discursos à Nação Alemã” não compreendeu claramente os fundamentos do século XX, que também é chamado o século judaico?
Finalmente, nós teremos que incorporar o que o líder do judaísmo mundial revelou ao mundo. No manifesto de inauguração da primeira aliança judaica mundial, a qual é voltada para conquistar o domínio político mundial, os participantes ainda ousavam falar às claras.
O manifesto editado pelo judeu Isaac Adolphe Crémieux, da fundada Alliance Israélite Universelle, para a união dos judeus de todos os países, no ano de 1860, em Paris, tinha o seguinte conteúdo:

“A Aliança que queremos formar não é nem francesa nem inglesa, nem suíça nem alemã, ela é judaica, ela é universal. Os outros povos estão divididos em Nações; nós não temos qualquer cidadão, mas sim companheiros de religião. O judeu não se tornará amigo do cristão ou do muçulmano antes que a Luz da religião judaica, a única religião razoável, ilumine todos os lugares. Espalhados no meio dos povos, os quais são inimigos de nossos direitos e interesses, nós permaneceremos, sobretudo, judeus. Nossa nacionalidade é a religião de nossos pais, nós não reconhecemos qualquer outra. Nós moramos em países estrangeiros e nós não podemos nos interessar pelos diferentes interesses desses países, enquanto nossos interesses morais e materiais estarem em perigo.

O ensinamento judaico deve preencher, um dia, todo o mundo. Israelitas! Não obstante espalhados por todos os pontos da Terra, considerem-se sempre como parte do Povo Eleito. Se vocês acreditam que o credo de seus antepassados seja o único patriotismo; se acreditam que apesar de suas nacionalidades exteriores vocês sejam um único povo; se vocês acreditam que somente o judaísmo representa a verdade religiosa e política, se vocês acreditam em tudo isso, Israelitas de todo o mundo, ouçam nosso apelo, comprovem seu apoio.

A obra é grande e sagrada. O catolicismo, nosso inimigo secular, definha, golpeado no crânio. Cada dia cresce a rede que irá colocar Israel sobre o chão e as sagradas profecias de nossos livros sagrados irão se realizar. O dia chegará, quando Jerusalém torna a casa das orações para os povos unidos, onde a bandeira do monoteísmo judaico tremulará nas costas mais distantes.

Utilizemos todos os percalços. Nosso poder é grande, que aprendamos a utilizá-lo. O que nós temos a temer? O dia não está longe, onde as riquezas da Terra pertencerão exclusivamente aos judeus.” – Adolphe Crémieux

Na ocasião da escolha de Adolphe Crémiuex para presidente da Alliance no ano de 1861, apareceu nos Archives Israélites de 1861, Nr. 25, pág. 514 até 520, um artigo com a seguinte programática passagem:

“Um messianismo do novo tempo deve eclodir e se desenvolver, uma Jerusalém da nova Ordem, fundada no sagrado entre o Oriente e o Ocidente, deve tomar o lugar do duplo império do Imperador e do Papa. A Alliance Israélite mal começou sua atuação e já deixa sentir sua influência a distância. Ela não se limita somente aos nossos cultos, ela se volta para todos, ela quer penetrar nas religiões, como ela entrou em todos os países.

As nacionalidades devem desaparecer! As religiões devem perecer! Israel, porém, não parará, pois este pequeno povo é o escolhido por Deus.”

Antes até da tomada de poder por Hitler, o Presidente da Liga Mundial judaica, Bernard Lacache, escreveu contra o antissemitismo: “A Alemanha é nosso inimigo número 1. É nossa intenção declarar sem misericórdia guerra contra este país.”
A execução desta intenção não tardou muito. Em 24 de março de 1933, o mundo judaico declara guerra ao Reich alemão e clama pelo boicote contra as empresas alemãs. Ele organiza em escala mundial um eficiente boicote econômico e financeiro contra o Reich. [O sempre lembrado boicote aos produtos judaicos dentro da Alemanha foi a resposta a essa iniciativa. Elas datam do início de abril de 1933 e foram combatidas poucos dias depois pelo governo do Reich.
Em seu retorno da Conferência Internacional pelo Boicote, em Den Haag, em agosto de 1933, seu Presidente, Samuel Untermeyer, declarou nos EUA, na rádio WABC, a “guerra santa” contra a Alemanha, caracterizando-a como a “guerra santa para a humanidade”, guerra esta que o mundo judaico aderiu.

“É uma guerra que deve ser levada a cabo incansavelmente… Quando nosso navio entrou hoje na baía junto à nossa estátua da liberdade, eu orei em agradecimento que este país da liberdade tenha se livrado da maldição que aflige a Alemanha dos cavaleiros, que transformou uma nação cultural em um verdadeiro inferno de terríveis bestas selvagens…

Eu encontrei vários destes refugiados aterrorizados […] e eu gostaria de lhes dizer que o que passou pela forte censura e propaganda de mentiras, […] é apenas uma fração da história de torturas infernais, crueldade e perseguição, ou do terror vivido dia após dia por esses homens, mulheres e crianças, e que era pior que a morte […]

Eles ignoraram a opinião mundial e permanecem ignorando-a e desafiando-a. Nós judeus somos os aristocratas do mundo […] Nós sugerimos e organizamos a opinião mundial para se expressar da única maneira que a Alemanha entende… Da mesma maneira Judeu ou não-judeu, que já não participam desta guerra santa, e ainda não se decidiram, devem fazê-lo aqui e agora.” – Samuel Untermeyer

O ponto culminante fica por conta de Chaim Weizmann, Presidente da Agência Judaica (Jewish Agency), o governo das sombras de Israel e, posteriormente, o primeiro Presidente de Israel, em seu discurso na Conferência Sionista Extraordinária, Baltimore Hotel, Nova Iorque, em 09 de maio de 1942.

“Nós não desmentimos” – assim ele explicava – “e não tenham medo em reconhecer a verdade, que esta guerra seja nossa guerra e levará à libertação do judaísmo… Mais forte do que todos as frentes juntas é a nossa frente, a frente do judaísmo. Nós não damos apenas nosso apoio financeiro a esta guerra, na qual gira toda a produção bélica, nós não colocamos à disposição desta guerra somente nosso poder propagandístico que é o combustível moral para a continuação dela. A certeza da vitória se constrói principalmente na fraqueza das forças contrárias, na destruição da resistência em seus próprios países e no interior de suas próprias fortalezas. Milhares de judeus que vivem na Europa são o fator principal na extinção de nosso inimigo. Lá, nossa frente é uma realidade e a mais valorosa ajuda para a vitória.” – Chaim Weizmann

Chaim Weizmann confirma com isso a citação mencionada acima do filósofo alemão Johann Gottlieb Fichte, do ano de 1973.
Fichte tinha alertado seus contemporâneos

“que os judeus, sem vocês, são cidadãos de um Estado, o qual é mais sólido e grandioso do que todos os seus, se vocês ainda lhes conferem a cidadania em seus Estados, seus cidadãos serão totalmente pisoteados.”

O ensino do Direito Internacional ainda não reconheceu até os dias de hoje o fenômeno do Judeu Internacional (Henry Ford) e a tática de guerra da Pan judeia contra os povos. Para a infelicidade de todos os envolvidos!
A linha-mestre para a conquista do domínio mundial pelos judeus está descrita nos Protocolos dos Sábios de Sião – alegadamente uma falsificação. De peculiar interesse é o capítulo 7 dos Protocolos. Lá temos:

“Em toda a Europa, bem como nos outros continentes, devemos suscitar agitações, discórdias e ódios […] A qualquer oposição, deveremos estar em condições de fazer declarar guerra pelos vizinhos da nação que ousar criar-nos embaraços; e, se esses próprios vizinhos se lembrarem de se aliar contra nós, devemos repeli-los por meio duma guerra geral […] se todos se revoltarem contra nós, responderemos com os canhões americanos, chineses e japoneses.”

Qual jurista a serviço da “República Federal Alemã” já sabe qual era o objetivo de guerra nr. 1 que tinha sido combinado pelos EUA e a União Soviética como fundamento de sua aliança contra o Reich alemão? E quem eram os autores da determinação deste objetivo de guerra?
Wendell Willkie, mandatário especial do presidente Franklin D. Roosevelt, escreveu sobre esta negociação especial com Josef Stalin, que o Objetivo de Guerra Nr. 1 era a “Abolição da exclusividade racial” (“Abolition of racial exclusivness“).
Nos relatos sobre a conversação entre o Presidente F. D. Roosevelt e o Marechal Stalin na ocasião da conferência de Teerã, em 28 de novembro a primeiro de dezembro de 1943, encontra-se a seguinte anotação:

“[A conversação mudou para a questão do tratamento para a Alemanha] O Presidente disse que para ele é muito importante que a concepção do Reich não permanecesse no consciente dos alemães e esta palavra fosse eliminada do idioma. Marechal Stalin retrucou que não seria suficiente eliminar a palavra, muito mais o Reich deveria ser colocado numa posição que nunca mais leve o mundo a uma guerra. Ele disse que os aliados iriam fracassar no cumprimento de seu dever, se eles não conservassem em suas mãos aquelas posições estratégicas que sejam necessárias para evitar qualquer levante do militarismo alemão.” – Franklin Delano Roosevelt

Em um memorando para o Ministério do Exterior, em 6 de abril de 1945, F. D. Roosevelt confirmou mais uma vez sua intenção de eliminar do idioma alemão a palavra “Reich”.

Muito bem citado! A questão aqui são as medidas contra o Reich alemão com objetivo de exterminá-lo completamente, as quais somente após a derrocada militar poderiam ser levadas a cabo contra um povo agora indefeso. Trata-se aqui de uma forma totalmente diferente de condução da guerra, a qual tem como pré-condição a dominação uniforme da nação em questão através do poder internacional combinado do dinheiro e da mídia, um Meta-Poder, supranacional. Fichte compreendeu este Meta-Poder como “um Estado, o qual é mais sólido e grandioso do que todas as nações juntas.” O rei dos automóveis, Henry Ford, denominou-o em um estudo minucioso, intitulado “O judeu internacional”. Nele temos:

“[…] e este Estado, existente dentro dos demais Estados, chama-se, na Alemanha, Pan judeia . Os meios de dominação deste Estado pan judaico são capitalismo e imprensa, isto é, dinheiro e difusão ou propaganda. Entre todos os Estados do mundo, o único que exerce realmente um domínio universal é a Pan judeia; todos os demais podem e querem exercer somente um domínio nacional.

O principal propulsor do pan judaísmo é seu domínio da imprensa. As produções técnicas, científicas e literárias do judaísmo moderno são exclusivamente de índole jornalística, e têm por base a admirável faculdade do judeu de assimilar as idéias alheias. Capital e jornalismo reúnem-se no produto imprensa, que constitui o verdadeiro instrumento dominador do judeu.

A administração do Estado Pan judaico está admiravelmente organizada. Sua sede primitiva foi Paris, mas hoje ocupa essa cidade o terceiro lugar. Antes da guerra, Londres foi a primeira, e Nova Iorque a segunda capital da Pan judeia. Temos de esperar para verificar se Nova Iorque chegará a vencer Londres, mas a tendência geral marca o rumo para a América.

Se é certo que a Pan judeia não está em condições de sustentar constantemente uma força de mar e terra, outros Estados cuidam de tal serviço. Sua esquadra hoje é a britânica, cuja tarefa consiste em rechaçar todo o ataque que possa ser dirigido contra os interesses marítimo-econômicos pan judaicos, seja de que origem for. Em troca, a Pan judeia garante à Grã-Bretanha um desenvolvimento tranqüilo de seu poderio e territorial; a Pan judeia sujeitou a Palestina ao cetro britânico. Onde quer que existisse um núcleo militar pan judaico, fosse qual fosse o uniforme ou bandeira sob os quais combatessem, colaborava sempre intimamente com o poderio naval britânico.

A Pan judeia entrega a administração das diversas zonas de influência a governos indígenas, exigindo para sai inspeção geral sobre esses governos. O judaísmo não se opõe a uma distribuição nacional permanente do resto do mundo não-israelita. Os judeus não se unificarão nunca com outra nação, pois de per si representam a nação que sempre foi e continuará a ser impossível de encontrar.

A Pan judeia pode fazer a guerra e pode fazer a paz, recorrendo em casos de resistência a soltar as rédeas da anarquia, após a qual também pode, se quiser, tornar a implantar a ordem. Em todo o caso, a Pan judeia faz vibrar a musculatura e o sistema nervoso de outros povos como melhor convém aos interesses financeiros pan judaicos. Como a Pan judeia dispõe a seu talante das fontes de informação do mundo inteiro, está sempre em condições de ir preparando a opinião pública mundial para seus fins mais imediatos. O maior perigo consiste na maneira em como se fabricam as notícias e como se vai moldando o pensamento de povos inteiros no sentido pan judaico. Mas quando alguém dá tento dessas manipulações e desperta a atenção pública, revelando a mão hebreia nessas cartadas, levanta-se imediatamente um grande clamor da imprensa mundial contra o iníquo anti-semitismo . A verdadeira causa de qualquer perseguição, sempre derivada de uma prévia escravidão dos povos pelo domínio financeiro do judeu, jamais chega se saber em público.

A Pan judeia possui seus vice-governos em Londres e Nova Iorque. Apagada a sede de vingança contra a Alemanha, esforça-se para subjugar outras nações. A Grã-Bretanha já está nas suas garras. Na Rússia, ela ainda está lutando pelo poder, e os auspícios não são desanimadores. Os Estados Unidos, por sua excessiva tolerância com todas as raças, oferecem-lhe um campo de experiência favorável. O cenário da ação varia, mas o judeu permanece sempre o mesmo através de terras e séculos.”

Idêntico permanece também a relação especial desta comunidade religiosa perante seu Deus, o qual nos deixa saber:

“Porque a indignação do Senhor está sobre todas as nações, e o seu furor sobre todo o exército delas; ele determinou a sua destruição, entregou-as à matança.

 

E os seus mortos serão arrojados, e dos seus cadáveres subirá o mau cheiro; e com o seu sangue os montes se derreterão.” – Isaías 34,2-3

Devemos refletir sobre as dimensões deste cenário de guerra, o qual encobre todo o século XX com milhões de soldados tombados e milhões de civis assassinados. Especial atenção ganha a situação onde os alemães, que em primeira linha são as vítimas deste genocídio, foram considerados culpados e por isso, abre-se livremente para os reais assassinos o caminho para sua câmara de tesouro e permitem, sem resistência, o assassinato do espírito do povo.

 

A justiça da atual “Alemanha” ocupada condenou a prisão o advogado, jornalista e escritor Host Mahler – aos 80 anos, cadeirante e saúde frágil (o mesmo possui diabetes, por exemplo) -,  no ano passado mais uma vez por crime de opinião, pois é vedado em seu território qualquer opinião contrária ou que mesmo questione o suposto holocausto judaico ou que faça jus a qualquer coisa que envolva o Nacional-Socialismo. Mas é claro que os Direitos Humanos fundamentais previstos nas Constituições do Ocidente não parecem se aplicar nesses “casos especiais”, onde na Alemanha, por exemplo, a única opinião consultada pela imprensa são das entidades Sionistas e dos agentes de um governo lacaio da ocupação.

Fica notório que ainda temos um problema com os judeus. Quem poderia duvidar depois de tudo isso? A questão é que nos é proibido falar a esse respeito. Problemas que não podem ser discutidos, não podem ser resolvidos – pelo menos não de forma satisfatória.

Graves problemas que não podem ser resolvidos, são como tumores cancerígenos que matam o organismo debilitado. Nosso problema é que o fundamentalismo religioso pode levar à conclusão de que seus adeptos querem se tornar nossos senhores. Nós experienciamos isso através de uma personagem famosa. Para seu povo, Yahwé falou em Isaías 60 – e graças a Martinho Lutero nós podemos ouvi-lo:

E estrangeiros edificarão os teus muros, e os seus reis te servirão; porque na minha ira te feri, mas na minha benignidade tive misericórdia de ti.

As tuas portas estarão abertas de contínuo; nem de dia nem de noite se fecharão; para que te sejam trazidas as riquezas das nações, e conduzidos com elas os seus reis.

Porque a nação e o reino que não te servirem perecerão; sim, essas nações serão de todo assoladas.

A glória do Líbano virá a ti; a faia, o olmeiro, e o buxo conjuntamente, para ornarem o lugar do meu santuário; e farei glorioso o lugar em que assentam os meus pés.

Também virão a ti, inclinando-se, os filhos dos que te oprimiram; e prostrar-se-ão junto às plantas dos teus pés todos os que te desprezaram; e chamar-te-ão a cidade do Senhor, a Sião do Santo de Israel.

Ao invés de seres abandonada e odiada como eras, de sorte que ninguém por ti passava, far-te-ei uma excelência perpétua, uma alegria de geração em geração.

E mamarás o leite das nações, e te alimentarás ao peito dos reis; assim saberás que eu sou o Senhor, o teu Salvador, e o teu Redentor, o Poderoso de Jacó.

Por bronze trarei ouro, por ferro trarei prata, por madeira bronze, e por pedras ferro; farei pacíficos os teus oficiais e justos os teus exatores.” – Isaías 60,10-17

Nós sabemos agora qual a intenção de Yahwé para conosco.

Leis que proíbem tratar de um problema tão grave e vital não podem ser de direito. Pois Direito é a vontade de viver de uma comunidade. Através do Direito, vive-se livre. O Direito faz nascer suas forças criadoras para que elas se desenvolvam livremente.

Quem ordena um povo a não incomodar um inimigo que penetrou em seu seio, seja simplesmente através do anúncio de sua presença, torna-se inimigo deste povo e merece ser expulso dele.

Fonte: “Splitterbombe nr. 2, de Horst Mahler. Disponível em voelkische-reichsbewegung.org
 
Artigo publicado primeiramente em novembro de 2009
 
Notas
 
[1] – LAZARE, Bernard. “Antisémitisme, son histoire et ses causes“, Paris 1934, Tomo I, pág.32.
 
[2] – FICHTE, Gottlieb . Obras Completas, Volume VI, Berlin 1845. pág. 149.
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