Hitler – esquecido candidato ao Nobel da Paz

No ano de 2014, em Israel e Grã-Bretanha aconteceu um grande debate na mídia sobre um novo livro surgido na Inglaterra, enquanto nos Estados Unidos e Alemanha reina o completo silêncio sobre esta obra extraordinária e que desvenda alguns paradigmas da Segunda Guerra, como conta Michael Collins Piper ao National Journal.

Tratava-se do livro do renomado historiador inglês da Marinha, Peter Padfield, que comprova em mais de 480 páginas todos os esforços de Adolf Hitler para selar a paz com a Grã-Bretanha em 1941. Padfield constata que a oferta de paz de Hitler foi sabotada pelo primeiro-ministro Winston Churchill.
A agência de notícias israelita – Ynet, assim como ambos os periódicos ingleses – The Daily Telegraph e o The Daily Mail reportaram abalados sobre estas revelações sensacionais. Trata-se de revelações que levarão à necessidade de reescrever a historiografia “oficial” da Segunda Guerra Mundial. Este livro comprova aquilo que historiadores revisionistas independentes já escreveram e afirmaram há vários anos.
Em seu livro Hess, Hitler e Churchill – Um real divisor de águas da Segunda Guerra Mundial. Uma história secreta, o renomado autor Padfield reforça a tese de que a “lendária missão de paz” do fiel substituto de Hitler, Rudolf Hess, em maio de 1941, de fato foi aprovada por Hitler. Em seu voo até a Escócia, Hess tinha consigo uma oferta de Hitler, a qual previa que as tropas alemãs seriam retiradas das áreas ocupadas na Europa Ocidental e, em contrapartida, a Inglaterra apoiaria o iminente ataque alemão contra a União Soviética. O momento exato do ataque, ou seja, cinco semanas após o voo da paz de Hess, foi declarado abertamente na oferta de paz de Hitler à Inglaterra.
A oferta de Hitler foi redigida na linguagem formal de um tratado de paz e datilografada no papel de carta da chancelaria. Ela garantia a independência da Grã-Bretanha e previa uma amistosa neutralidade entre as duas nações. Exatamente aquilo que Hitler já propunha há muito tempo.
Embora, como salientou o Telegraph, a viagem de Hess tenha sido estampada como a “missão solitária de um homem perturbado mentalmente”, mas que já foi refutada há anos por autores independentes (fato este, como de costume, ignorado e boicotado pela grande mídia de massa, além do boicote às informações através da não publicação de documentos secretos). Hitler decidiu pelo silêncio ao invés de revelar que tinha ciência da missão de paz, caso ela fracassasse. Isso ele tinha combinado com Hess.

Livro “Hess, Hitler & Churchill – the real turning point of the second world war – a secret history” (Hess, Hitler e Churchill – o verdadeiro ponto de virada da segunda guerra mundial – uma história secreta). Hess foi atraído por Churchill a uma armadilha, pois Hitler queria a paz com a Inglaterra. Este livro é boicotado na Alemanha.
Após Hess ter deixado seu avião após o pouso forçado, ele aguardava algum enviado do governo que, como supunha Hess, o levasse para as negociações de paz. Mas vieram apenas os agentes de Churchill que o levaram como prisioneiro. Desde então, Hess passou 46 anos em uma solitária como preso de guerra dos aliados. O conteúdo da proposta de paz que Hess carregava consigo foi classificado como altamente secreto pelo governo de Churchill.
Padfield comprova que Hess foi vítima de uma operação secreta britânica, que foi aprovada não apenas por Churchill, mas também concebida para atrair o ativista da paz para a Grã-Bretanha.
Cada alemão que se tornou culpado difamando o povo alemão, certamente ele prestará contas diante do tribunal. Aqui segue um exemplo para engrossar a lista de culpados para elaboração da peça de acusação, assim que retornarmos a viver em um Estado de Direito:

Quando ele esteve em Hamburgo há um ano e meio atrás, Joe Sacco iniciou uma busca por algum memorial das vítimas do ataque aéreo durante a Segunda Guerra Mundial. Ele não encontrou nenhum. Isso surpreendeu o americano nascido em Malta, em 1960, pois ele sabia que esta cidade sofreu muito com um ataque aéreo, em julho de 1943. A explicação de seu amigo alemão que, à vista do assassinato bem pior dos judeus, raramente encontrar-se-ia na Alemanha um memorial de destaque para as poucas vítimas do bombardeamento aéreo, não foi aceita por Sacco. Devemos lembrar todos aqueles que caíram vítimas da loucura do século vinte.” [FAZ, 31/12/2013, pág. 32]

Padfield descreve aquilo que outros caracterizam como “crucificação”, uma operação planejada e executada pelo serviço secreto britânico. O serviço secreto britânico pode apresentar uma longa e bem sucedida tradição em tais complôs.
Segundo Padfield, sua fonte é um acadêmico inglês cujo nome não foi mencionado, e que teve que traduzir a proposta de paz para Churchill, embora Hess possuísse também uma tradução para o inglês. Todavia, Churchill queria uma tradução proveniente de seu círculo de operações.
Como relatou o Telegraph, “não existe qualquer indicação nos arquivos oficiais sobre a proposta de paz de Hitler, embora esse assunto seja conhecido há muito tempo”. Padfield acredita que a proposta de paz de Hitler não foi ainda liberada, apenas para que a reputação de personalidades históricas não seja prejudicada. Importante: Padfield apresentou também outras provas que comprovam a existência da proposta de paz de Hitler. Padfield está de posse da instrução que ordena manter sob sigilo tal proposta de paz.
Padfield aponta que Churchill teria que tomar “uma decisão moral”, recusando a proposta de paz de Hitler. Ele conclui que Churchill estava possuído de uma vontade ardente em conduzir uma guerra contra Hitler e envolver os Estados Unidos no conflito.
Ao contrário desta tese, críticos de Churchill apontam que a vontade deste em promover uma guerra contra Hitler – ao contrário do desejo do povo inglês e da família real, que eram contrários à guerra – é explicado pelo fato de Churchill estar falido anos antes e até mesmo chegado ao ponto de ter perdido a tradicional casa familiar, mas teria sido libertado de suas dívidas por um grupo financeiro judaico, conhecido como “der Focus”. Por isso Churchill foi obrigado a fazer a política deste grupo.
Caso a missão de Hess fosse revelada, escreve Padfield, os planos bélicos de Churchill teriam desmoronado.
Diante do Tribunal de Nuremberg após o final a guerra, Hess foi condenado como “criminoso de guerra”, embora ele não pudesse ter cometido qualquer crime de guerra, pois se encontrava no cativeiro britânico durante a guerra.
Condenado à prisão perpétua, Hess morreu na prisão de Spandau em 1987. Oficialmente a causa de sua morte foi declarada como suicídio, embora novas provas mostrem que (aquilo que muitos já sabiam há muito tempo) o ancião foi na realidade assassinado por agentes do serviço secreto britânico.
Hitler – candidato ao Nobel da Paz
Hitler deveria ser agraciado com o Prêmio Nobel da Paz póstumo, como uma forma de corrigir injustiças. Ele não foi a causa da Segunda Guerra Mundial e ele não queria guerra alguma. Ele era um homem de paz e ele trabalhou para a paz em todos os sentidos que podia.
O que seria da “história oficial” sem o monopólio da informação?
Se alguém mereceu ganhar o prêmio Nobel da Paz, foi Adolf Hitler. Ele não queria a guerra. A Segunda Guerra Mundial foi imposta à Alemanha. A Polônia foi encorajada a atacar a Alemanha pelas promessas do embaixador britânico Sir Howard William Kennard e do embaixador francês Leon Noel. Eles prometeram que a Inglaterra e França iriam ajudar a Polônia imediata e incondicionalmente, se esta assim necessitasse em caso de guerra contra a Alemanha; portanto, não importava se a Polônia provocasse o ataque alemão. Com esta garantia nas mãos, a Polônia começou a agir implacavelmente. Além disso, Kennard e Noel lisonjeavam a Polônia, fazendo com que esta pensasse ser uma grande potência. Como diz um provérbio chinês: “Você pode lisonjear um homem a pular do telhado”. Eles sabotaram os esforços daqueles líderes poloneses que queriam uma política de amizade com a Alemanha. [1]

Hitler faz seu ultimo apelo à razão (‘A last appel to reason by Adolf Hitler‘). Este panfleto foi jogado sobre Londres pelos aviões alemães a 2 de agosto de 1940. Ele trazia no verso a tradução do discurso de Adolf Hitler realizado no Reichstag, clamando à Inglaterra a abandonar as animosidades contra a Alemanha e evitar a guerra no continente, juntando-se então os esforços contra as hordas bolcheviques de Stalin. Pela expressão na face do homem, pode-se assumir que este britânico já tinha sua cabeça feita: a guerra contra a Alemanha era inevitável e a paz “uma piada”. O Primeiro-ministro Churchill ignorou diversas vezes as ofertas alemãs em prol da paz, e com isso condenou à morte cerca de 60 milhões de pessoas.

Mr. Alex Perry Jr., membro da “greatest generation” e combatente veterano da Segunda Guerra Mundial e escritor sobre a 2ª GM e tornou-se um leitor regular da The Barnes Review, que atualmente reside no Mississipi. Em 2004, ele escreveu sobre o assunto:
A Polônia derramou o primeiro sangue, e Hitler proclamou, “desde hoje de manhã, nós estamos atirando de volta”, quando fez seu discurso no Reichstag a 1º de setembro de 1939. “Atirando de volta” não é a declaração de um agressor. [2] Se Hitler atacou, diz Donald Day, a Polônia recebeu exatamente o que merecia. Nenhum dos vizinhos diretos da polônia sentiu pena. A Polônia praticava uma política de terror. Os alemães étnicos, vivendo em solo alemão doado à Polônia ao final da Primeira Guerra Mundial pelo Tratado de Paz de Versailles, foram tão maltratados que dois milhões deixaram a região e foram para a Alemanha e outros países. [3] Eles foram expulsos de onde tinha sido sua pátria antes da Primeira Guerra Mundial. Leon Degrelle, um jovem líder político belga dos anos 30, e que se juntou mais tarde às mais valentes unidades de combate de Hitler, as Waffen SS, com mais de 400.000 voluntários europeus não-alemães, disse: 

“De todos os crimes da 2ª Guerra Mundial, nunca se ouve falar nos massacres que ocorreram na Polônia antes da guerra. Milhares de homens, mulheres e crianças alemãs foram massacrados da forma mais horrível possível pela massa incitada pela imprensa. Hitler decidiu parar o massacre e se lançou para o resgate.” [4] 

Jovens alemães, quando capturados pelos poloneses, eram castrados. [5]
NT: Aqueles que se interessam pelos detalhes do período, imediatamente anterior à deflagração do conflito, deveriam assistir à palestra do general Gerd Schultze-Rhonhof 

Outro escritor, pesquisador industrial brasileiro, Siegfried Ellwanger Castan (1928 – 2010), falou em pormenores sobre a questão teuto-polonesa nesse período em sua obra “Holocausto judeu ou alemão – nos bastidores da mentira do século“. Em capítulo sobre a “questão polonesa”, ele diz, citando o também escritor, jornalista e pesquisador mexicano Salvador Borrego (1915 – 2008):
O nacional-socialismo, sem um tiro, havia reunido o povo alemão do Sarre, da Áustria, da Boêmia e da Morávia, dos Sudetos e do Memel, antes desmembrados, agora dentro da Alemanha. Pelo tratado de Versalhes a Polônia recebera, às custas da Alemanha, uma faixa de terras, para ter acesso ao mar Báltico, porém com isso a Prússia ficara isolada da Alemanha e a cidade de Dantzig, totalmente alemã, foi declarada cidade livre, sob administração polonesa.
A Alemanha achava certo a Polônia ter uma saída marítima, porém reivindicava um corredor ferro-rodoviário que a ligasse a Dantzig, e à província da Prússia.
Vamos ler o que escreve, a respeito, Salvador Borrego, em Derrota Mundial, pgs. 141/142: 

“O movimento político judeu decidiu converter esse obstáculo em causa para desencadear a guerra contra a Alemanha, pois a Polônia tinha tratados militares de ajuda mútua com a Inglaterra e com a França!”

“Mediante propaganda, agitação e influências secretas, a opinião pública polonesa foi desorientada e se induziu à desordem, como a forma mais segura de evitar todas as possibilidades de um acordo pacífico entre a Polônia e a Alemanha. No dia 3/5/39 houve um desfile polonês, durante o qual a turba gritava: ‘A Dantzig e Berlim…!’ Espalhou-se aversão de que as tropas alemãs estavam mal alimentadas e que não resistiriam”.

“A população alemã anexada à Polônia em 1919 sofreu SANGRENTA HOSTILIDADE em 1939. No dia 21 de agosto desse ano o número de fugitivos alemães que cruzavam a fronteira germano-polonesa chegava a 70.000. Segundo se pôde estabelecer posteriormente, 12.857 cadáveres de alemães foram identificados como vítimas da perseguição, enquanto havia mais 45.000 alemães desaparecidos. Representantes de agências informativas internacionais, como Mr. Oechsner da UNITED PRESS, foram convidados pela Alemanha a testemunhar esses fatos!!! A provocação desses acontecimentos deu os nefastos frutos que deles se esperavam”.

As negociações da Alemanha com a Polônia foram interrompidas em julho, quando a Polônia se mobilizou contra a Alemanha. No dia 28 de agosto a Inglaterra aconselhou que a Alemanha reiniciasse as negociações interrompidas em julho. Hitler explicou que estava com a melhor intenção de aceitar a mediação inglesa: 

“O governo do Reich queria dar com isso ao governo da Sua Majestade Britânica e ao povo inglês uma prova de sua sinceridade, e do propósito alemão de chegar a uma amizade duradoura com a Grã-Bretanha. Nessas condições, está de acordo em aceitar a proposta de mediação do governo de Sua Majestade enviando a Berlim uma personalidade polonesa que tenha plenos poderes. Espera que dita personalidade chegue até o dia 30 de agosto de 1939”.

William Joyce, apelidado como Lord Haw Haw pela propaganda britânica, tornou-se cidadão alemão e tomou parte da causa germânica. Ele descreveu as condições dos alemães que habitavam na Polônia devido ao Tratado de Versailles:

Homens e mulheres alemães foram caçados como bestas pelas ruas de Bromberg. Quando eram apanhados, eles foram mutilados e despedaçados pela massa polonesa… A carnificina aumentava diariamente… Milhares de alemães fugiram de suas casas na Polônia com nada mais do que as roupas que vestiam. Cada vez mais não restam mais dúvidas que o exército polonês estava fazendo planos para o massacre de Danzig… Nas noites de 25 até 31 de agosto inclusive, ocorreram simultaneamente a inúmeros ataques contra civis de sangue alemão, 44 atos de violência perfeitamente documentados contra cidadãos e propriedades alemães. Estes acidentes aconteceram junto à fronteira ou dentro do território alemão. Na noite de 31 de agosto, um bando de facínoras poloneses ocupou de fato a estação de rádio alemã em Gleiwitz. Agora estava claro que, a menos que as tropas alemãs marchassem de uma vez por todas, nenhum homem, mulher ou criança de sangue alemão dentro do território polonês poderia esperar evitar perseguição e abate. [6]

Devido às atrocidades polonesas contra os alemães, Hitler declarou ao embaixador britânico Sir Nevile Henderson, a 25 de agosto de 1939: “As provocações polonesas tornaram-se intoleráveis”. [7]
Portanto, a Polônia derramou sangue primeiro, não a Alemanha. O primeiro derramamento de sangue foi importante para que os EUA declarassem guerra contra o Japão. Isso deu aos Estados Unidos a justificativa correta daquilo que era necessário fazer para se defender dos japoneses. Mas os alemães não tiveram este direito com a Polônia, mesmo depois da Polônia ter derramado sangue primeiro. Qual crítico imparcial, se ele soubesse a verdade dos fatos envolvidos na situação polonesa, poderia culpar Hitler por seu ataque de retaliação contra a Polônia? A Polônia, se alguma nação já tenha o feito, mereceu exatamente aquilo que a Alemanha deu a ela em troca. Mas Hitler nem quis fazer o que ele tinha que fazer. Não antes de Hitler ter começado a proteger o povo alemão dentro da Polônia, ele já estava pronto a parar com todas as hostilidades e iniciar as negociações de paz. Príncipe Sturdza narra:

Apenas algumas horas após o início das hostilidades entre Alemanha e Polônia, Mussolini, renovando seus esforços pela paz, propôs a todos os interessados uma imediata suspensão das hostilidades e a convocação imediata de uma conferência entre as grandes potências, na qual a Polônia também iria participar. A proposta de Mussolini foi aceita imediatamente por todos os governos, exceto o britânico. [8]

Antes da deflagração da guerra, o embaixador britânico em Berlim, Sir Nevil Henderson, disse a 30 de agosto de 1939, em seu relatório final sobre a proposta da Alemanha como base para as negociações, “aquelas propostas não são em geral tão irracionais.”
Mesmo Pierre e Renee Gosset, em seu raivoso livro anti-alemão, declara: “Foi uma proposta de moderação extrema. Foi de fato uma oferta que nenhum estadista aliado poderia ter rejeitado em boa fé”. [9]

Já em janeiro de 1941, Hitler estava fazendo esforços extraordinários para chegar a um acordo de paz com a Inglaterra. Ele ofereceu a Inglaterra termos generosos. Ele ofereceu, se a Grã-Bretanha assumisse uma atitude de neutralidade, a se retirar da França, a deixar a Holanda e Bélgica… a evacuar a Noruega e Dinamarca, e a apoiar as indústrias britânicas e francesas, comprando seus produtos. Sua proposta tinha muitos outros pontos favoráveis à Inglaterra e Europa Ocidental. Mas as autoridades da Inglaterra não queriam a paz. Eles queriam a guerra. Eles não tinham comemorado a sua declaração de guerra, rindo, brincando e bebendo cerveja? [10]
Ele permitiu que os ingleses escapassem em Dunquerque. Ele não queria lutar contra a Inglaterra. O general Blumentritt declarou por que Hitler permitiu que os britânicos escapassem:

Ele [Hitler], em seguida, surpreendeu-nos, falando com admiração do Império Britânico, da necessidade de sua existência, sobre a civilização que a Grã-Bretanha tinha trazido ao mundo. Ele comentou com um encolher de ombros, que a criação do Império havia sido alcançada por meios que eram muitas vezes duros, mas ‘onde há planejamento, há lascas a voar’. Ele comparou o Império Britânico com a Igreja Católica, dizendo que ambos eram elementos essenciais da estabilidade no mundo. Ele disse que tudo que ele queria da Grã-Bretanha, era seu reconhecimento da posição da Alemanha no continente. O retorno de colônias perdidas da Alemanha seria desejável mas não essencial, e ele mesmo ofereceu apoiar a Grã-Bretanha com as tropas, se ela se visse envolvida em quaisquer dificuldades em qualquer lugar. [11]

A declaração de Blumentritt não é a única nota sobre a esperança de paz e amizade de Hitler junto à Inglaterra. O renomado explorador sueco Sven Hedin observou o espanto de Hitler frente à recusa britânica em aceitar suas ofertas de paz: Hitler “sentiu que havia estendido repetidamente a mão da paz e amizade para os britânicos, e a cada vez eles fecharam seus olhos como resposta”. Hitler disse, “a sobrevivência do império britânico está nos interesses da Alemanha porque se a Grã-Bretanha perder a Índia, nós nada ganhamos”. [12] Harry Elmer Barnes disse que Hitler perdeu a guerra porque era uma pessoa boa demais.

Enquanto a teoria do Hitler diabólico é aceita amplamente, existem pessoas muito bem informadas que sustentam a tese dele ter falhado e levado a Alemanha à ruína por ter sido muito brando, generoso e honrado, ao invés de ser duro e cruel. Eles apontam as seguintes considerações: ele realizou uma oferta de paz genuína e liberal aos britânicos a 25 de agosto de 1939; ele permitiu que os britânicos escapassem em Dunquerque, tentando assim encorajar os britânicos a fazer a paz. O que lhe custou posteriormente a guerra na África do Norte; ele falhou em ocupar toda a França, em tomar todo o norte da África, e dividir o Império Britânico, ele perdeu a Batalha da Inglaterra ao não aprovar a selvageria da barbárie militar que desempenhou um papel tão grande na vitória dos aliados; ele adiou o ataque contra a Rússia e ofereceu pródigas concessões a Molotov em novembro de 1940 para manter a paz entre Alemanha e Rússia; ele perdeu a guerra contra a Rússia, atrasando a invasão, a fim de socorrer Mussolini em seu ataque idiota contra a Grécia; e ele declarou guerra contra os Estados Unidos para manter sua palavra com o Japão, que demonstrara claramente que não merecia tal consideração e lealdade de Hitler. [14]

Cada vez mais se torna óbvio que a história que nos contam não é aquela que realmente aconteceu. O conhecido político conservador norte-americano e conselheiro de três presidentes (Nixon, Ford, Reagan), Patrick J. Buchanan, também afirmou que Adolf Hitler não queria uma guerra contra a Polônia. O comunicado de Hitler ao Primeiro-Ministro britânico que foi entregue ao embaixador a 23 de agosto de 1939 não deixa qualquer dúvida sobre as relações alemãs para com a Inglaterra – NT.
A descrição detalhada de David Irving sobre o amor de Hitler pela Grã Bretanha confirma o que outros disseram do seu desejo de não prejudicar a Inglaterra:

Por 20 anos, Hitler sonhou com uma aliança com a Grã Bretanha. Até mesmo após início da guerra, ele se agarrou ao sonho em vão, com aquela quase ridícula tenacidade de um amante disposto a admitir que seus sentimentos não são correspondidos. Como Hitler disse a Quisling, em 18 de agosto de 1940: “Depois de fazer uma proposta após o outra aos britânicos sobre a reorganização da Europa, agora eu encontro-me forçado contra a minha vontade a lutar essa guerra contra a Grã-Bretanha […] Este foi o dilema que Hitler se confrontou naquele verão. Ele hesitou em esmagar os ingleses. Assim, ele não poderia colocar seu coração no planejamento da invasão. Mais fatidicamente, Hitler interferiu na Luftwaffe, e proibiu qualquer ataque a Londres sob pena de corte marcial; o bombardeio de saturação total de Londres, que seus conselheiros estratégicos Raeder, Jodl e Jeschonnek sugeriram a ele, foi vetado por uma série de razões implausíveis. Embora seus funcionários tenham sido orientados a examinar cada posição periférica britânica – Gibraltar, Egito, o Canal de Suez devido a sua vulnerabilidade a ataques, foi permitido ao coração do Império Britânico nos bater sem ser molestado, até que fosse tarde demais. Nestes meses, um ajudante ouviu Hitler acaloradamente gritando ao telefone da Chancelaria, “Nós não temos nenhum negócio para estar destruindo a Grã Bretanha. Estamos absolutamente incapazes de assumir seu legado”, que significa o império, e ele falou das “consequências devastadoras” do colapso deste império […] [14]

Hitler disse ao subsecretário de Estado Sumner Welles a 02 de março de 1940, que tinha sido a favor do desarmamento, mas não recebeu nenhum incentivo da Inglaterra e da França; ele era a favor do livre comércio internacional; a Alemanha não tinha outro objetivo senão o retorno do “povo alemão à posição territorial que historicamente foi sua por direito”, ele não tinha desejo de controlar os povos não-alemães e ele não tinha nenhuma intenção de interferir em sua independência, e que queria a devolução das colônias que foram roubados da Alemanha em Versailles. [15]

Dois policiais britânicos e uma multidão de espectadores observam o relógio do Big Ben, em Londres, quando ele tocou 11 horas. Este momento marcava o final do ultimato dado à Alemanha para se retirar da Polônia e assim começava a Segunda Guerra Mundial. De acordo com Adolf Hitler, a Alemanha apenas avançou pela Polônia para conter as atrocidades e expulsões dos alemães étnicos isolados naquele país – irmãos alemães ceifados da Alemanha desde a assinatura do Tratado de Versailles. Analisando este fato nos dias de hoje, Hitler agiu para evitar uma limpeza étnica – a mesma razão que a OTAN e os EUA usaram recentemente para invadir a Bósnia – agora considerado por muitos uma obrigação de um responsável líder mundial.

Churchill queria a guerra. Churchill era um criminoso de guerra. Churchill não queria a paz. Ele queria que a guerra se prolongasse o máximo possível.
A 1º de janeiro de 1944, em carta a Stalin, Churchill disse: 

“Nós nunca pensamos na paz, nem mesmo naqueles anos quando estávamos completamente isolados e poderíamos ter feito a paz sem sérios prejuízos ao Império Britânico, e extensivamente no seu custo. Por que devemos pensar nisso agora, quando a vitória se aproxima de nós três?” [16] 

Esta é uma clara confissão de Churchill, confirmando que Hitler nunca quis uma guerra com a Inglaterra.
Em seu discurso no Guildhall em julho de 1943, Churchill declarou muito claramente: “Nós entramos na guerra segundo nosso livre arbítrio, sem nós mesmos termos sido atacados”. [17]
Quando Churchill estava saindo de Londres para encontrar Roosevelt em uma conferência em Quebec, Canadá, no final do verão de 1943, um repórter perguntou se eles estavam planejando para oferecer condições de paz à Alemanha. Churchill respondeu: “Céus, não. Eles aceitariam de imediato”. [18]
Assim, a guerra continuou entre agosto de 1943 até maio 1945 – por 22 meses apenas porque os termos de paz não foram oferecidos. Churchill queria que a Inglaterra entrasse em guerra contra a Alemanha já em 1936. [19]
Roosevelt era um criminoso de guerra. Ele também queria a guerra e ele queria a Segunda Guerra Mundial para durar o maior tempo possível.
Hitler e o povo alemão não queriam guerra, mas Roosevelt queria a guerra. Ele trabalhou para que a Segunda Guerra Mundial começasse. Ele queria a guerra por razões políticas. Jesse Jones, membro do gabinete de Roosevelt por cinco anos, afirma: “Independentemente de sua declaração frequentemente repetida, ‘Eu odeio a guerra’, ele estava ansioso para entrar na luta desde que garantam um terceiro mandato.” [20]
Enquanto o presidente repetiu que não queria a guerra e não tinha a intenção de enviar uma força expedicionária à Europa, os secretários militantes da Marinha e do Departamento de Guerra, Knox e Stimson, denunciaram a legislação de neutralidade em discursos e declarações públicas, e defenderam uma intervenção americana na Batalha do Atlântico. Como membros do gabinete, eles não poderiam fazê-lo sem o consentimento do presidente. [21]
Quando a imprensa citou Frank Knox dizendo: “A única esperança de paz para os Estados Unidos seria o espancamento da Alemanha”, o presidente Franklin Delano Roosevelt não o repreendeu. [22]


Churchill, Roosevelt e Stalin, vencedores e criminosos. Perpetradores da Nova Ordem Mundial

Dr. Milton Eisenhower, irmão do general Eisenhower, disse: “O presidente Roosevelt achou necessário levar o país para a Segunda Guerra Mundial afim de salvar suas políticas sociais.” [23]
Clare Booth-Luce chocou muitas pessoas dizendo na Convenção do Partido Republicano em 1944, que Roosevelt “mentiu para nós [os EUA] na guerra”. No entanto, após esta declaração ter sua veracidade confirmada, os seguidores de Roosevelt deixaram de negá-la, mas elogiaram-na afirmando que ele foi “obrigado a mentir” para salvar seu país e, em seguida, a Inglaterra e “o mundo”. [24]
O republicano Hamilton Fish fez o primeiro discurso no Congresso a 8 de dezembro de 1941, pedindo uma declaração de guerra contra o Japão. Em seu livro, “FDR: O Outro Lado da Moeda“, Fish diz que tem hoje vergonha daquele discurso e se soubesse o que Roosevelt tinha feito para provocar um ataque do Japão, ele nunca teria pedido uma declaração de guerra. [25] Fish disse que Roosevelt foi o principal agitador para acender o pavio da guerra, tanto na Europa e quanto no Pacífico. [26]
A verdadeira política de Roosevelt foi revelada quando os alemães foram capazes de pesquisar os documentos poloneses e encontrados nos arquivos em Varsóvia “os despachos dos embaixadores poloneses em Washington e Paris que demonstraram claramente os esforços de Roosevelt para incitar a França e a Grã-Bretanha a entrarem na guerra”. Em novembro de 1938, William C. Bullitt, seu amigo pessoal e embaixador em Paris, tinha indicado aos poloneses que o desejo do presidente foi para “Alemanha e Rússia [que] entrassem em luta, quando então as nações democráticas atacariam a Alemanha e forçá-la-iam à submissão”; na primavera de 1939, Bullitt citou Roosevelt como alguém determinado a “não participar na guerra desde o início, mas estar presente em seu término”. [27]
Oliver Lyttelton, gerente de produção em tempo de guerra britânico, foi inegavelmente correto quando declarou: 

“A América nunca foi verdadeiramente neutra. Não há dúvida onde estava sua simpatia, e é uma paródia sobre a história dizer sempre que os Estados Unidos foram obrigados a entrar na guerra. América provocou os japoneses a tal ponto que eles foram obrigados a atacar.” [28]

Os japoneses estavam implorando pela paz antes que as bombas atômicas fossem lançadas, e MacArthur recomendara a negociação baseando-se na abertura japonesa. Mas Roosevelt liquidou esta sugestão com a observação: “MacArthur é a nosso maior general e nosso pior político” [29] Estas declarações contam toda a história da Segunda Guerra Mundial desde seu começo até o fim. A guerra foi iniciada para manter Roosevelt em seu cargo e ela foi permitida durar mais do que o necessário – poderia ter-se encerrado em qualquer dia de 1943. Ao mesmo tempo que os rapazes americanos estavam lutando para acabar com a Segunda Guerra Mundial, os políticos americanos estavam fazendo de tudo por razões políticas para continuar o conflito.
Hitler tinha apenas um objetivo no que diz respeito às suas relações com outras nações. Esse objetivo foi a paz. Em 17 de maio de 1933, Hitler dirigiu-se ao Reichstag sobre suas intenções:

Alemanha estará perfeitamente pronta para dissolver todo seu aparato militar e destruir toda a pequena quantidade de armas restantes para ela, se os países vizinhos fizerem a mesma coisa com idêntico rigor. A Alemanha está inteiramente pronta para renunciar às armas agressivas de toda espécie, se as nações armadas, por sua vez, destruírem suas armas agressivas dentro de um período determinado, e se seu uso for proibido por uma convenção internacional. A Alemanha está sempre preparada a renunciar às armas ofensivas, se o resto do mundo fizer o mesmo. Alemanha está disposta a concordar com qualquer pacto solene de não-agressão, porque ela não pensa em atacar ninguém, mas apenas garantir sua segurança. [30]

Hitler é ovacionado em seu país. Muitas das reformas sociais realizadas por Hitler tiveram como alvo o trabalhador alemão. Através de férias remuneradas em estâncias climáticas, Hitler tentava amenizar a dura vida do trabalhador. Atualmente seus feitos ainda são escondidos da opinião pública mundial por um simples motivo: conhecendo-se os detalhes do Nacional-Socialismo, iremos conhecer imediatamente um de seus fundamentos principais: a luta contra as Altas Finanças. Combater este câncer deveria ser obrigação de qualquer líder comprometido com o bem-estar do povo, pois este combate tem como alvo primário o fim da escravidão pelos juros bancários.

Nestes dias de crise econômica, podemos observar mais uma vez os efeitos deste sistema usurário que aniquila qualquer organismo nacional saudável. Cada vez mais temos as riquezas geradas pelo suor do trabalhador sendo desviadas para o pagamento dos “rendimentos” das aplicações dos plutocratas. Como os juros aumentam exponencialmente, chega-se a um ponto onde é necessário contrair mais dívidas para o pagamento dos juros. Um círculo vicioso, uma espiral sem fim, até quando o Dia X chegar. 
Nenhuma das “democracias amantes da paz” prestou atenção à oferta de Hitler. A única razão pela qual o rei Edward não permaneceu no trono britânico, foi porque ele deixou que todos soubessem que enquanto ele fosse o rei, a Inglaterra não iria para a guerra contra a Alemanha.
Na verdade, a paixão “democrática” pela paz pode ser observada no rastro de sangue deixada por seus representantes ao longo das últimas décadas. Não deixando nada a desejar em relação aos países comunistas, o governo dos EUA praticam o mais bárbaro terrorismo de Estado, atacando e invadindo qualquer país que atrapalhe seus planos de estabelecer sua Nova Ordem Mundial. – NT
Hitler se expressou sobre os resultados caso a Alemanha ganhasse a guerra: “A guerra europeia poderia ser o fim de todos os nossos esforços, mesmo se ganhássemos, porque o desaparecimento do Império Britânico seria uma desgraça que não poderia ser feito de novo” (Michael McLaughlin, Por aqueles que não podem falar, página 10). Com base no exposto, Hitler deveria ser agraciado com o Prêmio Nobel da Paz póstumo, como um acerto de contas. Ele não foi a causa da Segunda Guerra Mundial e ele não queria guerra alguma. Ele era um homem de paz e ele trabalhou para a paz em todos os sentidos que podia.
Notas:
[1] Day, Donald, Onward Christian Soldiers, 68-9. Donald Day was The Chicago Tribune’s only correspondent in northeastern Europe before and during WorldWar II.
[2] McLaughlin, Michael, For Those Who Cannot Speak, 9.
[3] Onward Christian Soldiers, 55.
[4] The Journal of Historical Review, winter 1982, 454-5.
[5] Fish, Hamilton, FDR: The Other Side of the Coin, 86.
[6] Twilight Over England, 125-6.
[7] The Suicide of Europe (memoirs of Prince Michel Sturdza, former foreign
minister of Romania), 1.
[8] Ibid., 145.
[9] Ibid., 11.
[10] McLaughlin, op cit., 10.
[11] Barnes,Harry Elmer, PerpetualWar for Perpetual Peace, 162.The last sentence
in the paragraph just quoted should put an end to any claim that Hitler
wanted to capture the world.
[12] Irving, David, Hitler’s War, paperback edition, Avon History, 236.
[13] The Barnes Trilogy, section “Revisionism and Brainwashing,” 33.
[14] Irving, op. cit., 236.
[15] Tansill, Charles Callan, Back Door to War, 577.
[16] Walendy, Udo, The Methods of Reeducation, 3.
[17] Martin, James J., The Saga of Hog Island, 42.
[18] Martin, James J., Revisionist Viewpoints, 75.
[19] Neilson, Francis, The Churchill Legend, 350.
[20] Jones, Jesse H., with Edward Angly, Fifty Billion Dollars: My Thirteen
Years with the RFC: 1932-1945, New York: the Macmillan Company, 1951, 260.
[21] Fehrenbach, T.F., F.D.R.’s Undeclared War 1939 to 1941, pages 135, 189.
[22] Walendy, Udo, The Methods of Reeducation, 3.
[23] Grieb, Conrad, American Manifest Destiny and the Holocaust, 124-5.
[24] Walendy, op. cit., 3
[25] Ibid., 144.
[26] Ibid., 149.
[27] Irving, op. cit., 235.
[28] The Saga of Hog Island, op. cit., 63.
[29] Chamberlin,William Henry, America’s Second Crusade, 219.
[30] Neilson, Francis, The Churchill Legend, 278.

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One thought on “Hitler – esquecido candidato ao Nobel da Paz”

  1. Por isso que a Inglaterra de Churchill vai pra o inferno! Os ingleses já sã minoria em Londres(!!!!!!!) e os muçulmanos em mais uns 25 anos e vão dominar a terra do criminoso de guerra Churchill! Assim Inglaterra vai fazer "Brexit" e da história! Europa virou Eurogay e uma Ditadura Holocau$tica criminosa! Então que enham os muçumanos para limpar Europa desse lixo globalista-holocau$tico!

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