Há 43 Anos, ONU Considerou o Sionismo Como Uma Forma de Racismo

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Embaixador israelense na ONU em 1975, Chaim Herzog rasga uma cópia da Resolução 3379
que reconhecia o sionismo como uma forma de racismo na Assembléia Geral da ONU.
(Audio em inglês. Legendas em inglês e hebraico.)
Um caso curioso e muito ocultado. Em 10 de Novembro de 1975, há 43 anos, a Resolução 3379 da Assembleia Geral das Nações Unidas, por uma votação de 72 votos contra 35 (com 32 abstenções) pela Assembleia Geral das Nações Unidas, considerou que o sionismo equivalia a racismo.
A resolução afirmava na sua conclusão que:
“O Sionismo é uma forma de racismo e discriminação racial.”
A resolução tomou nota de várias afirmações prévias em encontros internacionais pela eliminação do Sionismo.
  1. A Declaração do México sobre a Igualdade da Mulher e seu Contributo para o Desenvolvimento e Paz, afirmava que …“a cooperação e paz internacionais requeriam […] a eliminação do […] Sionismo.”
  2. A Resolução 77 da Assembléia de Chefes de Estado e do Governo da Organização da Unidade Africana considerava que “o regime racista na Palestina ocupada e o regime racista no Zimbábue e na África do Sul (Apartheid) tinha uma origem imperialista comum, formando um todo e tendo a mesma estrutura racista e sendo organicamente ligados na sua política destinada à repressão da dignidade e integridade do ser humano”.
  3. A Declaração Política e Estratégia para Fortalecer a Paz Internacional e Segurança e Intensificar a Solidariedade e Assistência Mútua entre Países Não Alinhados, na conferência de ministros dos negócios estrangeiros dos Países não alinhados, em Lima, Peru, condenou o Sionismo como racismo, imperialismo e uma ameaça para a paz e segurança mundiais.

 

O embaixador israelita, Chaim Herzog, imediatamente condenou a resolução das Nações Unidas afirmando: “Para nós, o povo Judeu, esta resolução baseada no ódio, falsidade e arrogância é destituída de qualquer valor moral ou legal”.
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Registo das votações
Patrocinada por: (25 países) Afeganistão, Argélia, Barein, Cuba, Daomê, Egito, Guiné, Iraque, Jordânia, Kuwait, Líbano, Líbia, Mauritânia, Marrocos, Iêmen do Norte, Omã, Qatar, Arábia Saudita, Somália, Iêmen do Sul, Sudão, Síria, Tunísia e Emirados Árabes Unidos.
Votaram sim (72): Os 25 países patrocinantes e adicionalmente 47 nações: Albânia, Bangladesh, Brasil, Bulgária, Burundi, Cambodja, Camarões, Cabo Verde, Chade, República Popular da China, Congo, Chipre, Checoslováquia, Guiné Equatorial, Gâmbia, República Democrática Alemã, Granada, Guiné-Bissau, Guiana, Hungria, Índia, Indonésia, Irão, Laos, Madagáscar, Malásia, Maldivas, Mali, Malta, México, Mongólia, Moçambique, Níger, Nigéria, Paquistão, Polônia, Portugal, Ruanda, São Tomé e Príncipe, Senegal, Sri Lanka, Tanzânia, Turquia, Uganda e União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.
Votaram não 35: Austrália, Áustria, Bahamas, Barbados, Bélgica, Canadá, Costa Rica, Dinamarca, El Salvador, Estados Unidos, Fiji, Finlândia, França, Haiti, Honduras, Islândia, República da Irlanda, Israel, Itália, Costa do Marfim, Libéria, Luxemburgo, Malawi, Nova Zelândia, Nicarágua, Noruega, Países Baixos, Panamá, Reino Unido, República Centro-Africana, República Dominicana, República Federal Alemã, Suazilândia, Suécia e Uruguai.
Abstiveram-se 32: Alto Volta, Argentina, Butão, Bolívia, Botswana, Birmânia, Chile, Colômbia, Equador, Etiópia, Filipinas, Gabão, Gana, Grécia, Guatemala, Jamaica, Japão, Quênia, Lesoto, Maurícia, Nepal, Papua-Nova Guiné, Paraguai, Peru, Serra Leoa, Singapura, Tailândia, Togo, Trinidad e Tobago, Venezuela, Zaire e Zâmbia.
Anulação
Essa resolução foi anulada pela Resolução 4686 da Assembleia Geral das Nações Unidas de 16 de Dezembro de 1991, e é frequentemente referenciada nos debates que decorrem das acusações de racismo ao sionismo.
Isso aconteceu porque com o fim da Guerra Fria quase todos os países não árabes mudaram suas posições dando uma mudança mais alinhada com as propostas do Novo Regime unitário do neoliberalismo. Alguns países árabes e muçulmanos, com eles Cuba, Coreia do Norte e Vietnã mantiveram posições comparando racismo e sionismo.
Comissão de Durban
Em setembro 2001, na Comissão de Durban, na África do Sul sob regime democrático do partido de Mandela, novamente os países árabes questionaram a imagem de Israel na tentativa de comparar o sionismo ao racismo na comissão nacional das Nações Unidas contra o racismo em Durban, na Africa do Sul. Os EUA apoiaram a Israel no boicote da comissão, afirmando que “em vez de se concentrar sobre os males do racismo, antissemitismo e xenofobia, que deveriam ser os temas de discussão, a conferência se transformou em uma plataforma condenando Israel”.
No final, devido ao tamanho lobby e pressão, a Comissão reconheceu ao Holocausto e não condenou a Israel.
Algumas citações do Talmud Judaico
Seguido pelo judaísmo ortodoxo sionista
Moed Kattan 17a. “Se um judeu tiver que fazer o mal deve ir a uma cidade onde não seja conhecido e fazer o mal lá. Bater num judeu é o mesmo que bater em Deus.”
Sanhedrin 58b. “Se um gentio bater num judeu, o gentio deve ser morto.”
“É CORRETO enganar um não-judeu.”
Sanhedrin 57a. “Um judeu não precisa pagar a um gentio (samaritano) os salários que lhe deve por seu trabalho.”
Baba Kamma 37b. “Se o boi de um israelita matar um boi de um cananita não haverá qualquer responsabilidade; mas se o boi de um cananita matar o boi de um israelita, o pagamento deve ser integral.”
Baba Mezia 2â. “Se um judeu encontrar um objeto perdido por um gentio não terá de devolvê-lo.” (afirmado também no baba Kamma 113b).
Sanhedrin 7ã. “Deus não poupará um judeu que case sua filha com um homem velho ou procure uma esposa para seu filho na infância ou devolva um objeto perdido a um gentio” “Os judeus podem roubar e matar os não judeus.”
Sanhedrin 57a. “Quando um judeu assassinar um gentio (“ samaritano”), não haverá nenhuma pena de morte. Que judeu que roubar um gentio pode ser absolvido.”
Baba Kamma 37b. “Os gentios estão fora da proteção da lei e Deus tem colocado seu dinheiro a disposição de Israel.”
Baba Kamma 11á. “Os judeus podem usar mentiras (subterfúgios) para convencer um não-judeu.”
Yebamoth 9å. “Todas as crianças gentias são animais.”
Abodah Zarah 36b. “Os gentios estão em um estado de niddah (imundice) desde o nascimento.”
Abodah Zarah 2à-22b. “Os gentios preferem fazer sexo com vacas.”
Sanhedrin 10a. Diz que a mãe de Jesus era uma prostituta: “que era descendente de príncipes e legisladores, e que se prostituía com carpinteiros”.
Também na segunda nota de rodapé da Shabbath 104b da edição de Soncino, afirma-se que no texto “não-censurado” do Talmude está escrito que a mãe de Jesus, “Maria, a cabeleireira” praticou sexo com muitos homens.
Fonte de citação sobre o Talmud:
HOFFMAN II, Michael A.; CRITCHELEY, Alan R. “The Truth About The Talmud – A documented exposition of rabbinic supremacist Hate literature”. Independent History & Research, Box 849, Coeur d’Alene, Idaho 83816, Estados Unidos da América.

Versão traduzida por Jean Marie Le Pen (pseudônimo) aquiVEJA TAMBÉM

Fatos históricos

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🔺BENJAMIN FREEDMAN: EXPONDO O SIONISMO ORGANIZADO NA HISTÓRIA,1961
🔺SIONISMO “PROGRESSISTA” NÃO EXISTE!
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