Guararapes: O Verdadeiro Significado de Nossas Forças

Só podemos sentir amor, ódio ou orgulho de fato por aquilo que conhecemos. Não é de ficar surpreso pelo fato de que um povo, ou as nações, como muitos definem o conjunto dos brasileiros, e mesmo muitos patriotas e nacionalistas tenham esse dessabor ao examinar o passado de nossas forças armadas questionando-se: “comemorar oque?” Mas você sabe o que devemos comemorar de fato no 19 de Abril e porque? 

Afinal de contas, tantos tipos de governos diferentes já definiram eras da nossa história, quase sempre entreguista, quase sempre anti-povo, anti-pátria, em pró de interesses alheios…e sendo assim até hoje em dia, fica difícil entender o que seria motivo de orgulho nesse dia, uma vez que tantas e tantas vezes, nossas forças armadas serviram e servem interesses imperialistas estrangeiros na própria América Latina e hoje até mesmo fora dela. É fácil pensar assim, mas não é fácil perceber que o Exército, Marinha e Aeronáutica são  o conjuntos de forças militares que servem aos interesses do país, e quem governa o país deve representar seus interesses. Caso não (o nosso), então todas as nossas instituições que deveriam ser sagradas estarão fadadas ao mesmo vício, pois em vez de depositar as esperanças nacionais neste ao naquele instituto (que não tem função nem capacidade de operar como um todo tais mudanças), a maioria se esquece que quem forma todo esse corpo, do começo ao fim é o próprio povo. Por tanto, a mudança tem que vir dele e de mais ninguém.

O dia do Exército (19 de Abril), nos lembra que já fomos capazes de expulsar o verdadeiro inimigo com base de apoio na força de um colosso nacional. E veremos agora como essa história fascinante aconteceu, cujo ponto crucial foi a Batalha dos Guararapes, em 1648.lembremos que a “invasão holandesa” ao Brasil foi fruto da guerra promovida por uma das primeiras multinacionais do mundo, a Companhia das Índias Ocidentais, que contou com a formação de capital judaico-sionista para patrocinar a nobreza e por consequência o comércio mais rico e lucrativo da era auge do mercantilismo, a pirataria e o corso a custa das coroas Ibéricas.

Essa guerra, levada a conquista do Norte (hoje Nordeste) do país, o então um dos maiores pólos exportador do açúcar da época, foi a guerra entre uma multinacional e uma nação, cujo esforço principal e majoritário de vitória foi feito pelo primeiro sentimento de nacionalidade brasileiro, onde negros, brancos e índios lutaram lado a lado, contra os exércitos mercenários vindos de todos os lugares, pagos pela multinacional parasitária através da coroa holandesa, à qual financiava.

Esse episódio mostra o quão é possível mudar, o quão é possível a saída das amarras das Altas Finanças. Esse dia deve ser lembrado com uma das raras ocasiões em que a nacionalidade venceu o poder parasitário mundial.

 

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