Emissora Sueca Finalmente Admite: Maioria dos Estupros São Praticados Por “Não-Suecos”

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A Sveriges Television AB (SVT), emissora de TV nacional pública da Suécia, foi finalmente forçada a admitir que a grande maioria dos estupros naquele país é levada a cabo por criminosos “nascidos no exterior” – embora eles ainda não especifiquem sua origem.
De acordo com um documentário da SVT – provavelmente criado com a intenção de refutar as alegações frequentemente repetidas de que a invasão imigrante da Suécia resultou em uma praga de estupro – pelo menos 58% de todos os condenados por estupro “nascem no exterior”.
Esses números produzidos mostraram que quase 40% dos condenados nasceram no Oriente Médio ou na África. Os demais supostamente nasceram na Suécia – e, como toda evidência anedótica mostraram que, quase todos esses estupradores também são imigrantes “não-suecos” ou mesmo “brancos”.
Os investigadores examinaram todas as condenações nos tribunais distritais da Suécia por violação sexual e tentativa desse tipo de violação nos últimos cinco anos. Suas descobertas revelaram que, nos casos onde as vítimas não conheciam ou não sabiam quem eram seus estupradores, 97 dos 129 condenados haviam nascido fora da Europa. Esses números produzidos mostraram que quase 40% dos condenados nasceram no Oriente Médio ou na África.
A nacionalidade mais comum de aparecer em tribunais eram os “requerentes de asilo” do Afeganistão, com 45 homens presos ou enviados para um centro de detenção juvenil porque tinham menos de 18 anos.
O documentário também revelou que o número de casos de estupro registrados aumentou em 35% nos últimos dez anos, mas não teve uma taxa de condenação igual. Em 2016, foram notificados 6.175 estupros à polícia, mas resultando apenas em 142 condenados.
Como parte do documentário, uma vítima de estupro que foi agredida por três imigrante não-europeus – em dois incidentes separados na mesma noite – renunciou a seu direito ao anonimato.
Sofia Naslund foi atacada em 2015 em sua cidade natal de Strängnäs, a cerca de 100 km da capital, Estocolmo. A polícia prendeu dois de seus agressores, enquanto um terceiro ainda não foi capturado.
Ambos os homens – um argelino e um sírio – negaram o ataque, mas foram condenados com a ajuda de provas de DNA.
O argelino foi preso por dois anos e meio, enquanto o cidadão sírio recebeu uma sentença de cinco anos. Ambos serão deportados depois de completarem a sentença.
Naslund disse que o ataque mudou sua vida.
 

Para tentar sobreviver, tentamos esconder essas memórias. Acabei em um caos completo de sentimentos e o corpo reagiu […] Eu ainda estou pensando sobre isso e essa é uma das razões pelas quais escolhi sair da minha cidade natal Strängnäs. Antes tinha uma vida social e saía com meus amigos. Eu não faço isso hoje.

O documentário causou uma tempestade na Suécia, onde a imigração e a integração são questões-chave na próxima eleição, que acontece no dia 9 de setembro. Os eleitores disseram que a imigração é sua maior preocupação na eleição do mês que vem, seguida por saúde, lei e ordem.
O nacionalista-conservador anti-imigração Partido Democrata Sueco (SD) parece destinado a se tornar o maior partido, mas se isso acontecer, os conservadores, socialistas, verdes e comunistas provavelmente se unirão em uma aliança para mantê-los fora do governo.
Fonte: The SVT documentary  report “Dömda för våldtäkt” está disponível para assistir no SVT Play.
 
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