Eleições Suecas: Nacionalistas ficam em terceiro apesar de coalização contrária dos outros partidos

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As eleições suecas aconteceram neste último domingo (9), agitaram o país com o medo do establishment contra os partidos nacionalistas, dirigindo contra eles sua campanha difamatória.

O Democratas Suecos (ou da Suécia), força política que agrega nacionalistas e social-conservadores, assim como os que são contrários a políticas globalizante terceiro mundista da UE através da imigração em massa forçada e proposital, ficou em terceiro lugar nas eleições nacionais. Isso é muita coisa. E aqui, você vai entender porque.

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Coalizão partidária e midiática
Os partidos Comunista, Verdes, Socialista e Centristas, fizeram nessas eleições uma espécie de agrupamento, uma coalizão de bombardeamento político contra os Democratas da Suécia. O resultado mais provável ou previsível das eleições parlamentares. A mesma tática mantém Angela Merkel como chanceler a décadas no parlamentarismo alemão, por exemplo. 
Manifestação política do SD
Todos unindo forças contra o crescente popular Partido Democrata Sueco, cujo grande pecado é quererem impedir a falsa invasão de refugiados daquele país.
Até então, o governo sueco estava formado por uma aliança conhecida como “Gabinete de Löfven”, composta pelos social-democratas e pelo Partido Verde. Estes dois partidos juntos ganharam 37,9% do voto popular e 138 dos 349 lugares no Riksdag (parlamento sueco) na eleição nacional de 2014.
Agora, os Democratas Suecos (SD) – que conquistaram 12,9% dos votos em 2014 e 49 cadeiras, tornando-se o terceiro maior partido – devem aumentando substancialmente seu apoio nessas eleições (17,6%), apesar de ainda continuar em terceiro.
O aumento no apoio ao SD – que a mídia controlada ridiculamente insiste em rotular “de extrema direita” e até “neonazista” (mas na verdade não é, e tem representantes não brancos como porta-vozes da imprensa) – significa que o apoio aos outros partidos declinou, e de fato, nenhum partido saiu com maioria governante após a eleição.

Lobby midiático… com Bono Vox
Bono Vox, líder da banda U2, fez uma saudação ibérica (referencia ao NSDAP Alemão) enquanto zombava os Democratas Suecos num show  em Paris.

Atuando como seu mal alter ego Mr. MacPhisto, em Paris, no domingo das eleições (9), o roqueiro irlandês jogou seu braço direito para cima e fez o gesto duas vezes enquanto ele gritava “Åkesson!” – referindo-se ao líder dos Democratas da Suécia, Jimmie Åkesson.

“Parece que os suecos estão começando a descobrir seu potencial ariano. Ah, sim ”. “Eu amo eleições. Eu amo balões. Eu amo… festas que saem do controle,”, o alter ego de Bono demorou durante o show. “Acabei de voltar da Suécia”, acrescentou o cantor de 58 anos. “Eu não sabia o quanto gostava do sueco. Alto, loiro, de olhos azuis… chato.” Disse o personagem palhaço do demônio, de acordo com a Suécia local.

O partido anti-imigração de Åkesson, que tem raízes no movimento nacional-socialista, ganhou terreno em uma eleição no domingo, deixando a nação escandinava em um impasse político. – (Page Six)

Prévias eleitorais
Uma pesquisa do Instituto Skop, publicada no domingo anterior a eleição (2), havia creditado aos social-democratas 23,8% de apoio, em comparação com 31% nas eleições de 2014; SD com 20%, acima dos 13% em 2014; e os moderados com 17%, abaixo dos 23% anteriores. 
De acordo com um relatório da AFP, tradicionalmente na Suécia após as eleições, o presidente do parlamento consulta os líderes do partido para nomear um candidato a primeiro-ministro encarregado de formar um governo. O Parlamento vota a escolha do orador e podem rejeitar a sua proposta até quatro vezes, após o que devem ser convocadas novas eleições.
Benefícios de aliança contra o partido Nacionalista
Se o atual governo tentasse permanecer no cargo, portanto, eles teriam que contar com o apoio do Partido de Esquerda “ex-comunista” e todos os membros da chamada Aliança “de centro-direita”, que consiste no Partido de Centro, e os liberais, para aprovar qualquer legislação.
Jimmie Åkesson, líder dos Democratas suecos

Nenhuma das partes considerou uma aliança com o SD para formar um governo, apenas por causa da política de imigração desse partido, que se lê oficialmente da seguinte forma:

“A Suécia precisa de uma fronteira segura e protegida para impedir a criminalidade organizada, o tráfico de pessoas e o terrorismo. Congratulamo-nos com aqueles que contribuem para a nossa sociedade, que respeitam as nossas leis e respeitam as nossas práticas. Em contraste, aqueles que vêm aqui para aproveitar nossos sistemas, cometer crimes ou colocar nossos cidadãos em perigo não são bem-vindos. Sentimos que a Suécia deve ajudar os necessitados, e isso deve ser feito onde as necessidades são mais agudas. Queremos deixar de receber requerentes de asilo na Suécia e, em vez disso, procurar ajuda real para os refugiados. Queremos permitir que mais imigrantes voltem para seus países de origem”.

Essa política eminentemente sensata é, no mundo invertido da elite política globalista dominante, “nazista” e “racista” e, portanto, deve ser evitada.
Política expressa dos Democratas Suecos
A liderança do SD tem se distanciado repetidamente do que chama de “extremismo” e, mais recentemente, expulsou vários membros da ala juvenil que foram acusados de “racista”, prejudicando ainda mais o partido. Esses membros formaram um novo partido chamado a Alternativa para a Suécia (AfS).
Em um desenvolvimento relacionado ao vínculo atual entre a imigração e o crime cometido pelas massas imigratórias populacionais na Suécia, foi anunciado que um dos líderes de um recente incêndio criminoso naquele país foi preso enquanto tentava fugir para a Turquia.
O Resultado das Eleições
De acordo com os números finais divulgados pelas autoridades eleitorais suecas, um total de 6.328.643 votos foram dados na eleição. Desse número: 
1.Social-Democratas (esquerda progressista):      28,4% (1.797.334 votos); 
2.Moderados Centristas:                                        19,8% (1.253.071 votos); 
3.Democratas Popular da Suécia                        17,6% (1.113.841 votos);
4.Partido do Centro:                                                 8,6% (544.263 votos); 
5.Partido da frente comunista:                                 7,9% (499.962 votos); 
6.Democratas Cristãos:                                            6,4% (405.033 votos);
7.Liberais:                                                                 5,5% (348.075 votos);
8.Partido Verde (cripto-comunista):                          4,3% (272.131 votos).
Os 10% do eleitorado de imigrante não-ocidental na esquerda pesou para eleições
Um local de votação em Estocolmo, capital da Suécia, nas eleições do último dia 9
Pelo menos 10% de todos os votos nas eleições parlamentares sueca vieram de imigrantes não-brancos ou não-ocidentais – e sem este voto, os social-democratas teriam tido o mesmo número de votos que os democratas populares da Suécia, uma análise dos resultados eleitorais revelou.
Embora o governo sueco não mantenha estatísticas sobre a composição étnico-racial da população do país, é possível fazer estimativas aproximadas com base em dados que eles disponibilizam.
Por exemplo, a estatística do governo da Suécia  controla os “suecos” que não nasceram na Suécia, e de acordo com a sua última tabela da “População por país de nascimento, 2017”, havia 1.047.923 “suecos” – não nascido na Suécia nem sendo descendentes desses – vivendo naquele país, mas que nasceram em países subdesenvolvidos da Ásia e África por exemplo. 
Este número não inclui os de origem do Terceiro Mundo que nasceram na Suécia, dos quais deve haver várias centenas de milhares. Juntamente com o recente falso fluxo de refugiados de quase 180.000 imigrantes afro-asiáticos, isso significa que a população total não-branca da Suécia deve agora ser de pelo menos 1,4 ou 1,5 milhão – ou provavelmente mais.
Dado que a população total do país era de 10.142.686 em 31 de março de 2018, isso significa que pelo menos 13% da população é de origem do Terceiro Mundo. Na realidade, é provável que a cifra seja ainda maior do que isso, mas não há uma maneira precisa de determinar o valor real nesse estágio.
Isso, por sua vez, significa que dos 1,4 a 1,5 milhão de não-brancos da Suécia, pelo menos a metade seria elegível para votar, o que significa que cerca de 700 mil teriam votado na eleição de 9 de setembro.
Esse número de 700.000 se traduz em mais de 10% do total de votos – o que também é precisamente o número de votos que o Partido Social Democrata teve de vantagem sobre os democratas da Suécia.
O fato de os imigrantes não-nativos terem votado nos democratas suecos era óbvio em pesquisas e testemunhos, como quando o jornal de esquerda progressista local, mostrado numa agência de língua inglesa destinada a expatriados de língua inglesa na Suécia mostrou, ao entrevistar vários eleitores no país durante o dia de votação.
A lição a ser aprendida com a eleição sueca é, portanto, que a porta para uma solução democrática do problema da invasão do Terceiro Mundo está se fechando rapidamente. Um partido que visa parar e reverter a invasão terá que pesquisar uma esmagadora maioria dos votos (dos nativos, pelo menos) para ter uma chance de ganhar o poder.
Uma falha em fazer isso deixará pouca alternativa, a não ser procurar a criação de um etno estado, povoados por populações nativas menores, mas ideologicamente coerentes.
As 1.047.923 pessoas listadas provenientes em sua maioria do Terceiro Mundo Econômico Global pela “Estatística Sueca” vieram especificamente desses países:
Afeganistão, Argélia, Angola, Antígua e Barbuda, Argentina, Armênia, Azerbaidjão, Bahamas, Barein, Bangladesh, Barbados, Belize, Benin, Bermuda, Butão. Bolívia, Botsuana, Brasil, Ilhas Virgens Britânicas, Brunei Darussalam, Burkina Faso, Burundi, Camboja, Camarões, Cabo Verde, República Centro-Africana, Chade, Chile, China (excluindo Hong Kong), Colômbia, Comores, Congo, República Democrática Congo, República da Costa Rica, Costa do Marfim, Cuba, Djibuti, Dominica, República Dominicana, Equador, Egito, El Salvador, Guiné Equatorial, Eritreia, Etiópia, Fiji, Gabão, Gâmbia, Geórgia, Gana Granada, Guatemala, Guiné, Guiné-Bissau, Guiana, Haiti, Honduras, Hong Kong Região Administrativa Especial da China, Índia, Indonésia, Irã (República Islâmica do), Iraque, Israel, Jamaica, Japão, Jordânia, Cazaquistão, Quênia, Kiribati, Coreia, Republica Popular Democrática Coréia do Sul, Coreia, Kosovo, Kuwait, Quirguistão, República Democrática Popular do Laos, Líbano, Lesoto, Libéria, Jamahiriya Árabe Líbia, Madagascar, Malaui, Malásia, Maldivas, Mali, Ilhas Marshall, Mauritânia, Maurício, México, Micronésia, Mônaco, Mongólia, Marrocos, Moçambique, Myanmar, Namíbia, Nauru, Nepal, Nicarágua, Níger, Nigéria, Omã, Paquistão, Palau, território palestino, ocupado, Panamá, Papua Nova Guiné, Paraguai, Peru, Filipinas, Catar, Ruanda, São Cristóvão e Névis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Samoa, São Tomé e Príncipe, Arábia Saudita, Senegal, Seychelles, Serra Leoa, Cingapura, Ilhas Salomão, Somália, África do Sul, Sri Lanka, Sudão, Suriname, Suazilândia, Sudão do Sul, República Árabe Síria, Taiwan, Tajiquistão, Tanzânia, República Unida da Tailândia, Timor-Leste, Togo, Tonga, Trindade e Tobago, Tunísia, Turquia, Turcomenistão, Uganda, Emirados Árabes Unidos, país de nascimento desconhecido, Uruguai, Uzbequistão, Vanuatu, Venezuela, Vietnã, Iêmen, República Popular Democrática do Iêmen, Zâmbia e Zimbábue.

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