É Hora de Agirmos Com Lealdade, Irmandade e Camaradagem!

Estamos cada vez mais sozinhos. Mas muitos ainda não perceberam isso. Um dos problemas mais graves e recorrentes entre os brasileiros de hoje é a confusão psicológica e ideológica causada inicialmente pela disputa de poder nacional entre velhas facções de burocratas conhecidas. Uma disputa que ressurgiu com maior vigor nessa última década, mais não é nova… Os liberais conservadores e a “esquerda” progressista.

 

A novidade na nossa geração são as estratégias mais sofisticadas usadas por ambas as facções para angariar influencia e controle, mas oque não é novidade são seus meios e finalidades de conquistas. A velha plataforma das facções liberal-conservadora e da “esquerda” progressista, tal como sempre, elaboradas no interior das sinagogas e nas salas das grandes Lojas e convenções de gigantes do mercado global cabalista-numerológico, lançou-se com fervor e ferocidade sobre a imprensa, a política, a sociedade e os meios produtivos como um todo, criando para ambas, inimigos perfeitos. 
 
O peculiar é que, em outros tantos momentos da história dos povos diversos e unidos que compõe o nosso colossal país, é que quando o voto e as decisões restringiam-se a um número menor de pessoas e classes, essa disputa de “facções irmãs” era mais direcionada a essas classes político-financeiras medias e altas que possuíam o poder de voto da massa, mas como nas últimas décadas, o mundo tornou-se mais terrível e exageradamente universalista, onde o poder de “voto de cabresto” das democracias-liberais faz-se impor a todos que se encontram no espaço territorial da nação, em suas diferentes formas de entendimento, conhecimento e visão de mundo, a estratégia das facções tornou-se também mais universal…
Quanto mais fácil e decorativo o discurso, influência corporativa midiática e político-financeira, patrocínio interesseiro se possui, aproveitando-se da mísera educação que nos é dada a séculos – que causa nosso despreparo e uma fácil imersão na ilusão da mesma democrática-liberal – mas se está na frente desse páreo para o poder, onde o prêmio é uma subserviência privilegiada.
Não importa deles quem ganha ou perca. Quem perde na realidade já sabemos... É o povo. Todo ele! Esse mesmo povo que não é somente alguém estranho do outro lado do país ao qual você não conhece nem se identifica por se achar diferente, mas é constituído também por você, eu, seu camarada de ideias e nossas famílias, por exemplo.
Pois a finalidade de ambas é, basta dar uma rápida olhada na história do Brasil e dos outros países da América latina, ou mesmo aquilo é considerado por “Eles”, o terceiro mundo (quintal de cartéis político-econômicos parasitários transnacionais): a venda total do patrimônio nacional, a dominação total do espaço político e representatividade, o esmagamento de qualquer oposição por qualquer meio possível, o julgo da dependência e apresamento econômico completo das finanças públicas e privadas, escravização pela dívida interna e externa, a drenagem dos recursos naturais e o principal trunfo sem o qual hoje, nada disso seria possível, a alienação ideológica completa. 
Tudo isso já é feito, tudo isso já ocorre. Nesse momento, nem a União, nem os 3 poderes, ou Brasília tem real autonomia de quase nada que se possa decidir de real importância para o povo.
Mas o que essa sinarquia – aqui um mostro com duas cabeças – sabe, e que a maioria de nós ainda não quer saber, é que os tempos estão mudando. A importância geopolítica do Brasil servirá de muito para sustentar seus planos ao redor do globo terrestre. É necessário elevar uma besta mais poderosa sobre nós, e seus tentáculos precisam alcançar raízes mais profundas, localizadas nas nossas mentes, chave para o nosso espírito. Pois a ideologia verdadeira vem do espírito.
Tal como qualquer força materialista e destrutiva, é necessário para que ela possa levantar-se, o “sacrifício” e o “cultivo” de uma degeneração daquilo que é mais sagrado e intangível no ser, sua essência, da qual o moral íntimo e consciência, assim como a pureza de suas crenças faz parte. Nada melhor para isso, em nosso país, do que a discórdia.
Para tanto, existem aqueles que penetram desde cedo no nosso meio. Dentro dos círculos de confiança, dentro da sensibilidade do despertar de ideias. Sua missão é influenciar, mas não para a elevação do indivíduo como um todo, como para além dos aspectos materiais e estagnados de ideias cuja prática são um labirinto sem saída, como o velho pensamento “esquerda x direita”, “comunismo x capitalismo”, “Liberal-progressista x conservador”, como dizem defender, mas ao contrário, causam a discórdia, dúvida e desconfiança.
Oque é mais importante? Você saber mais do que seu camarada ou unir-se  para compartilhar conhecimento e alcançar cada vez mais outros brasileiros que precisam ter as vendas arrancadas dos olhos?
Sua estratégia coloca-os confortavelmente numa posição onde podem “massagear” seu ego, enquanto seus recém-adeptos defendem incansavelmente suas ideias, impondo-as contra quem antes o chamava de amigos, camaradas, irmãos, por qualquer motivo mínimo que seja.
Essas mesmos, conscientes ou não, estão pouco interessados em mudar ou articular nada, mesmo tendo reais condições para isso. Muitos não pensam em uma reforma ideológica para melhor na mente dos brasileiros. Por trás deles, estão as mesmas forças de sempre, caladas, totalmente “fora do radar”. É irrelevante se essas pessoas um dia foram leais à uma causa nobre, pois caso sim, preferiram terem-se sido voluntariamente “fisgados” por seu ego inflado e uma mente cheia de informações desconexas que parecem bem articuladas à primeira vista, mas só parece.
Quase todas as frentes que dizem agrupar, reunir ou organizar ideias originais contra o poder mundial, o globalismo, establishment político-financeiro internacional, etc., no Brasil, estão, em suas matrizes, infectadas com esse tipo de pessoas, conscientes e inconscientes, mas não se pode generalizar a maioria dos que os escutam, pois na esmagadora maioria dos casos, elas buscam apoio e alívio para suas ideias e anseios.
A finalidade é desarticular e cultivar a briga entre os conscientes das nações e do país. Esse sentimento alimenta o caos vindouro, que irá realizar as mudanças e reajustes necessários a uma reforma de alinhamento total que está a nossas portas e que infelizmente é uma realidade.
(Ilustração da Batalha de Barnet (14 de abril de 1471) no manuscrito de Ghent)
A Guerra das Rosas (1455 e 1485) pelo trono inglês em meio a crises político-financeiras entre duas mais nobres casas familiares da aristocracia anglo-saxão e normandina, os Lancaster (rosa vermelha) e os York (rosa branca), resultou num saldo de morticínio tremendo para a nobreza tradicional medieval inglesa e marcou o início da derrocada dos valores aristocráticos e tradicionais da terra para aqueles povos, sendo aquela época imediatamente posterior – a dos Tudor -, seu apogeu. Uma luta fratricida cega.
(O arquétipo perfeito da maçonaria e do sionismo sobre as rosas de Lancastar e York em ilustração). Quando existe a maldição da extinção gradativa dos melhores,
esse é o resultado final. A grande sinarquia, trabalhada desde sempre a séculos nas grandes lojas e sinagogas do país se sobressairá por cima da flor dos homens e mulheres despertos (oque é há de melhor) do nosso país. Não devemos aceitar isso. É hora de diálogo e união! É hora de enxergar quem trabalha para essa finalidade e rejeitá-los. É hora de juntar-se aos seus, e é hora de agarrar os símbolos de libertação, rechaçando os do aprisionamento ideológico!
Qual o remédio para isso? Parar e enxergar que não são os nossos camaradas os inimigos, mas os dirigentes conscientes de tais planos. É hora de apoiar nossos camaradas, organizar ideias, reunirmos com os nossos e confraternizar com os guerreiros de causa, mesmo que não façam parte de nossa comunidade étnica, pois o importante é a ideologia e a luta comum. Esses sim, são sentimentos verdadeiros e reais genuinamente nossos e que devem ser cultivados. 
Somente assim, teremos força para enfrentar o futuro caótico que está reservado para nós, num mundo onde os inimigos dos povos estão presentes até mesmo dentro de causas das quais antes eram defendidas somente pelos justos.
A chave da esperança está no entendimento de que a maior das guerras que enfrentamos hoje é o conflito interno. Aceitação a tentativa sincera de querer enxergar as coisas não só como realmente são, mas aquilo que está por trás de tudo é essencial. 
Isso destrói por si qualquer coisa que queria nos neutralizar. Mas nós somos os detentores da escolha, se vamos ou não emanar tais sentimentos ou se vamos querer ser maiores que isso.
Conscientize-se. Desperte, solidarize-se com teu irmão de luta e rejeite a mente por trás da discórdia. É hora de irmandade, lealde e camaradagem!
Somos livres e só devemos responder a liberdade e a honra de fato!

IMPRIMA ESSE ARTIGO EM PDF 

O SENTINELA.ORG é de fato um projeto de mídia informativa de viés nacionalista e tradicionalista brasileiro mantido pela própria equipe, escrevendo, editando e atualizando de forma pontual, além dos nossos leitores e seguidores de nossas mídias sociais.
O conteúdo sempre será livre e de forma gratuita, mas se você quiser incentivar esse projeto, poderá fazer com qualquer valor.  Assim, estará sendo VOCÊ o financiador daqueles que acreditam na causa nacional.
 
 

 

(outras formas de doação através do contato: osentinelabrasi@gmail.com)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *