Conquistas sociais e Altas Finanças no Nacional-Socialismo

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O grande capital especulativo e imoral através da exploração pela escravidão dos juros tornar-se-á novamente o alvo da luta nacionalista para o restabelecimento do ideal de justiça social e irmandade entre os homens.
A derradeira frente de combate contra a Plutocracia
A principal estratégia das grandes oligarquias internacionais sempre foi desviar a atenção das pessoas no que diz respeito a “uma das mais importantes pré-condições para a fundação” do partido nacional-socialista, conforme o próprio Adolf Hitler escreveu em sua obra “Mein Kampf”, página 229.
Cerne desta estratégia é levar toda ideia sobre o nazismo à questão racial. Qualquer outra abordagem sobre as diversas políticas (educacional, econômica, social, cultural etc) praticadas outrora pelo governo alemão tem sua interrupção sumária determinada pelos porretes linguísticos como “teoria nazista” ou “racista” ou “anti-semita”. A intenção aqui é impedir o desenvolvimento intelectual a cerca do tema. Pudemos verificar a aplicação desta tática em setembro de 2007, quando uma das mais famosas apresentadoras no “Jornal Nacional” da TV alemã, Eva Herman, elogiou publicamente a política de Hitler no que concerne a família. A reação foi de espanto total. Eva Herman foi demitida e linchada publicamente.
Uma das principais obras sobre a luta contra as altas finanças foi escrita por Gottfried Feder, em 1932, chamada “Kampf gegen die hohen Finanzen” (Luta contra as Altas Finanças).
Nesta obra, Feder descreve como a economia de um país pode sobreviver sem o sistema financeiro baseado na exploração dos cidadãos através da escravidão dos juros. Sua explanação sobre a criação dos Bancos Sociais da Construção Civil para intensificar este setor da economia é de gigantesca genialidade. Basta aqui citar que em plena crise financeira do início da década de 30, da qual os países aliados somente conseguiram sair graças à guerra contra a Alemanha, esta conseguiu reduzir o número de desempregados de 5,2 milhões em 1933, para menos de 1 milhão em 1937.
Vejamos o que Feder escreve no prefácio de seu livro, em 1932:
“Nós estamos no décimo ano após o memorável 9 de novembro de 1923. Na véspera deste dia, em 8 de novembro, nosso Führer escreveu o prefácio para meu livro “O Estado alemão sob bases nacionais e sociais” e ali a frase: “O acervo bibliográfico de nosso movimento recebe aqui sua catequese”. Um pequeno período na vida de nosso povo ao longo do tempo, mas observando o desenvolvimento de nosso Movimento e a história de nosso povo neste espaço de tempo, é um período dos mais importantes e decisivos. Pois estes poucos anos levaram a maioria dos nacionalistas alemães a reconhecer a salvação no Nacional-Socialismo e, passo-a-passo, o resultado do desalmado Tratado de Versalhes comprovaram o direito e a legitimidade de nossas reivindicações. Nosso Führer permaneceu nestes decisivos anos à nossa frente numa exemplar retidão. Os objetivos programáticos do Movimento que foram postulados inicialmente, permanecem válidos e inalteráveis.”  (…)
“Em maio de 1919, logo após a publicação de meu artigo “Der radikale Weg” (A vida radical), eu proferi uma palestra em um curso para soldados, entre os quais se encontrava Adolf Hitler. Adolf Hitler escreveu sobre isso em seu livro “Mein Kampf” (I, pág. 229):
“Pela primeira vez na minha vida, assisti a uma exposição de princípios relativa ao capital internacional, no que diz respeito a movimentos de bolsa e empréstimos. Depois de ter ouvido a primeira preleção de Feder, passou-me imediatamente pela cabeça a ideia de ter então encontrado uma das condições básicas para a fundação de um novo partido.”
“Aos meus olhos o mérito de Feder consistia em ter pintado, com as cores mais fortes, o caráter especulativo, assim como econômico, das bolsas e dos empréstimos internacionais e ter mostrado a sua eterna condição prévia de aplicar juros. As suas exposições eram tão certas em todas as questões fundamentais, que os críticos desde logo combatiam menos a veracidade teórica da ideia do que a possibilidade prática de sua execução. Assim, o que aos olhos dos outros era considerado o lado fraco das idéias de Feder, consistia aos meus o seu ponto mais forte.”
E segue com:
“Quando assisti à primeira conferência de Gottfried Feder sobre o ‘rompimento da escravidão dos juros’, percebi imediatamente que se tratava aqui de uma verdadeira teoria destinada a imensa repercussão no futuro do povo alemão. A separação acentuada entre o capital das bolsas e a economia nacional, oferecia a possibilidade de se enfrentar a internacionalização da economia alemã, sem ameaçar o princípio da conservação da existência nacional independente, na luta contra o capital. Eu via com bastante clareza o desenvolvimento da Alemanha, para não perceber que a maior luta não seria contra os povos inimigos, e sim contra o capital internacional. Senti na conferência de Feder o formidável grito de guerra para a próxima luta.”
“Nas páginas seguintes serão tratadas as principais questões a cerca da política nacional-socialista financeira e econômica. Este livro não substitui meu artigo “O Estado alemão sob bases nacionais e sociais”, que permanece antes de tudo ao seu lado como coletânea básica dos assuntos tratados, e não quer suprimir uma representação detalhada e sistemática desta área econômica. (…)” – Murnau, em outubro de 1932.
Prefácio da quinta edição
“Em 30 de janeiro de 1933, o presidente do Reich, von Hindenburg, nomeou Adolf Hitler como chanceler do Reich. Em 5 de março, o povo alemão ratificou que acredita no Führer. O Reich Alemão é nacional-socialista. Foi possível, passo-a-passo, cumprir as preposições que nós reivindicamos durante 14 anos.”
“Este livro, que foi concebido para ser um registro documentário, tornou-se agora um documento do Movimento, fruto da esperança e de uma realidade segura. Por isso ele reaparece aqui sem alterações.” – Murnau, em setembro de 1934
CLIQUE PARA AMPLIAR. 6 anos antes do início da guerra!!
Fica claro que a maior luta para libertação dos povos é aquela contra o capital internacional. No caso alemão, logo que Hitler assumiu a posição de chanceler do Reich, aqueles grupos oligárquicos que tinham influência ou detinham os meios para tal empreitada, já clamavam em 24 de março de 1933 para o boicote econômico contra o jovem governo nacional-socialista, apenas cerca de 50 dias após a posse de Hitler.
Obra de Gottfried Feder, “Kampf gegen die hohen Finanzen” (Luta contra as Altas Finanças), obra de Adolf Hitler,”Mein kampf” (Minha Luta) e selo com o aval estatal “Esta empresa está unida à Frente de Trabalho Alemã”, o qual veremos sobre logo a seguir.
 
O verdadeiro Socialismo 
Vamos mostrar a prática numa breve descrição das conquistas sociais durante os poucos anos do regime nacional-socialista. Afinal de contas, os assuntos em torno desta época não se resumem somente ao suposto Holocausto Judeu.
Quais foram as conquistas do Nacional-Socialismo na área de política social, além da eliminação do desemprego?
Em primeiro lugar ele eliminou a luta de classes, deu ao termo Socialismo um novo conteúdo e substituiu palavras e promessas por ações.
E por isso mesmo ele é combatido até hoje. Tentam confundir as pessoas em torno da questão racial, desviando as atenções deste evento único na história, onde um grande povo procurou eliminar dois parasitas: a luta de classes e a escravidão dos juros.
A 2 de maio de 1933, o NSBO (‘Nationalsozialistische Betriebszellenorganisation’  – Organização nacional-socialista das câmaras trabalhistas) assume os sindicatos. A 3 de maio de 1933, a Frente de Trabalho Alemã ocupa o lugar dos sindicatos, uma grande frente unida de todas as forças produtivas alemãs, a primeira e maior organização do mundo, onde empregador e empregado foram incorporados numa unidade trabalhista comunitária.
“Somos camaradas na frente do partido alemão”
Após meses de intenso trabalho, é aprovado a 20 de janeiro de 1934 a Lei para regulamentação do trabalho nacional, a base para criação de uma política social nacional-socialista, sem contrapartida em qualquer lugar do mundo. Pela primeira vez, os termos “honra social” e “utilidade pública” (‘Soziale Ehre’ e ‘Gemeinnutz’) foram fixadas por meio de lei. Ela se baseava nos três pilares nacional-socialistas: princípio da liderança, uso comunitário e honra.
A lei tinha sete subdivisões, onde as cinco mais importantes são:
– Líder do Conselho da fábrica e da confiança mútua
– Representante trabalhista do Reich
– Regulamentação trabalhista e tarifária
– Justiça da honra social
– Proteção contra demissão
Com a promulgação destas diretrizes, o trabalhador alemão daquela época conquistou:
1. Justiça
Anteriormente, as relações trabalhistas estavam submetidas aos chamados “livres” contratos de trabalho e ao regateio do sindicato e associações do trabalho.
Com a lei, acima das livres decisões do diretor da fábrica está o poder do Estado, que através do Representante trabalhista do Reich pode fiscalizar se justiça e uso público prevalecem ante despotismo e interesse pessoal.
2. Eliminação da exploração
Anteriormente, o abuso de poder por parte do empresário, exploração maldosa da força produtiva e condições insalubres, eram combatidas através do longo caminho da ação judicial particular, que não estava ao alcance da maioria dos trabalhadores alemães.
Com a lei, os Representantes trabalhistas do Reich agem como procuradores do Estado para dirimir problemas também relacionados quanto à honra social. Um diretor que abusa na empresa de sua posição sobre os empregados ou viola a honra destes, se coloca sob as penas do tribunal social da honra (Ehrengericht). Casos particularmente mais graves podem destituir o diretor de sua função na empresa. Uma vez imposta a lei, culminou em 1935 na absolvição de somente 4 casos dentre os 156 processos de honra social.
3. fim da pressão sobre o salário
Obrigações e benefícios não são mais negociados agora no contrato de trabalho entre associações de classe em luta e conformados segundo a relação de força entre as partes, mas sim de forma razoável, onde o Representante trabalhista do Reich promove como órgão estatal a remuneração justa dos trabalhadores. Caso seja exigida a proteção do empregado, ele estipula condições mínimas trabalhistas para regulamentação das condições de trabalho, que não podem ser ignoradas. Peritos juramentados são convocados. Um diretor que não cumpre as condições mínimas fica sujeito às penalidades jurídicas. Os colaboradores podem exigir a qualquer momento o pagamento da diferença entre remuneração paga e o mínimo estipulado. Uma renúncia à remuneração mínima, por princípio, não tem efeito.
4. Pagamento do salário em caso de incapacidade
Anteriormente, em casos de doença ou acidente de trabalho, o pagamento ao trabalhador era raramente feito além dos primeiros três dias.
Com a nova lei, a continuação do pagamento continuava na maioria dos casos. Em cerca de 25% dos casos, já existia em 1937 até o pagamento de auxílio aos dependentes em caso de morte do empregado.
5. Proteção contra demissões
Grande esforço para manter o lugar de trabalho através de longos prazos de demissão. Até 1933, os trabalhadores tinham um prazo de 1 dia, em casos especiais, uma semana. Após 1933, em inúmero casos o prazo era de 2,3,4 e 6 semanas, até o fechamento do trimestre e no caso de longas relações trabalhistas, prazo de demissão de três meses.
6. dentro do possível, supressão da demissão em massa
O Representante trabalhista do Reich tem poder procurador para alterar o prazo de demissão. Dentro deste prazo, as demissões só poderão ocorrer com a permissão do Representante trabalhista. Com isso o colaborador tem uma ampla proteção diante de fechamentos.
7. proteções extras para os trabalhadores alemães
Anteriormente existia a exploração desmedida e o despotismo nas regras para remuneração. Após a lei, fixação da remuneração através do Representante trabalhista do Reich. Mais de 400 classes salariais. Os Representantes especialistas fixam uma justa remuneração do trabalhador nacional.
8. Regulamentação das férias
Anteriormente: férias do trabalhador eram totalmente ignoradas. Em contrapartida, desde 1934, em toda relação trabalhista as férias são consideradas. O prazo de direito às férias foi do anterior um ano, ou mais, reduzido em seis meses.
9. Gratificações de Natal, ajuda de férias e outros
Antes: comum somente para funcionários mais graduados
Após a lei: em muitas empresas, introduzido também para todos os colaboradores da empresa.
Independente do posicionamento político individual, o símbolo da suástica em apologia ao Nacional-Socialismo é proibido/censurado pela legislação brasileira, numa verdadeira afronta à liberdade de expressão (LEI Nº 9.459, DE 13 DE MAIO DE 1997). Aqueles que alegam a suposta morte de milhões pelo governo de Hitler, se silenciam diante do símbolo comunista da foice e do martelo, cujos influenciados governos comprovadamente trouxeram a morte a mais de 100 milhões de seres humanos. A política hipócrita de “dois pesos, duas medidas” tornou-se, infelizmente, o norte de nossos tempos.
Fontes: 
FEDER, Gottfried. Kampf gegen die hohen Finanzen. eBook Kindle edição alemã. 1935.
HITLER, Adolf. Minha Luta – Mein Kampf. 1ª edição Centauro, São Paulo: 2016.
CASTAN. Siegfred Ellwanger. Holocausto judeu ou alemão – nos bastidores da mentira do século. 26ª edição, ed. Revisão. Porto Alegre: 1998.
INACREDITÁVEL. Luta contra as Altas Finanças. Disponível em:(http://inacreditavel.com.br/wp/luta-contra-as-altas-financas). Consultado em 27 de agosto de 2018.
INACREDITÁVEL. Socialismo no Terceiro Reich. Disponível em:(http://inacreditavel.com.br/wp/socialismo-no-terceiro-reich). Consultado em 27 de agosto de 2018.
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