Eles Não Tem Vergonha! Reajuste do STF e PGR Apenas Comprova a Existência de Uma Casta de Parasitas!

Nos ajude a espalhar a palavra:
Em relação ao que é desviado de recurso do país todo dia via Dívida Pública, de forma oficial pelos gigantes transnacionais, via Banco Central e agentes financeiros internacionais faz com que o atual aumento de salários do STF e PGR seja mero “roubo de ladrão de galinha”. Ainda sim, teremos que ter reformada a Previdência, os Direitos Trabalhistas e uma PEC 241/55Mas para a “Casta nobre” que está acima de tudo e de todos que representa o atual Regime Democrático brasileiro, a coisa é bem diferente. Entre eles existe justiça, mas com seu dinheiro. 
 
Falaremos de forma clara e precisa, com o exemplo mais recente dos principais órgãos de lesa-pátria da atualidade devido as atuais gestões dentro da casta imperial.  É impossível ficar enojado quando compreender.
Em Brasília, o Senado aprovou nesta quarta-feira, 7, com 41 votos favoráveis e 16 contrários, além de uma abstenção, o reajuste de 16,38% no salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e dos membros da Procuradoria-Geral da República (PGR, que se faz em outra votação, porém simbólica). Considerado o teto do funcionalismo, a remuneração passará de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil mensais. Os dois projetos de lei que previam os aumentos já haviam sido aprovados na Câmara dos Deputados e agora seguem para a sanção presidencial.
Incluído na pauta sem acordo com os líderes, após dois anos parado no Senado, o reajuste passou no fim do mandato de uma série de senadores que são investigados ou processados judicialmente e perderão o foro privilegiado, porque não conseguiram se reeleger – a renovação no Senado foi recorde, de 85%.
Foi o então presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, que enviou ao Congresso Nacional um projeto de lei em 2015 aprovada na Câmara em 2016 e desde então, estava parado, esperando a melhor hora para aprovação. Sim, isso não é presunção. Veja porque…
COMO FOI FEITO?
Dias Tofolli
A decisão de Eunício de pautar o projeto do reajuste depois de uma conversa na terça-feira, 6, com o presidente do STF, ministro Dias Toffoli. Eunício não convocou a reunião de líderes para tratar do assunto, o que é praxe. Então, a matéria, que estava parada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado com parecer contrário do relator, Ricardo Ferraço (PSDB-ES), passou a ter outro relator, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), a mando de Eunício, que deu parecer favorável ao aumento.
Eunício Oliveira
O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, mantiveram contato com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), político investigado que apesar de negar ter atendido as pressões da Corte ou do MPF e incluir os projetos na pauta,  para articular apoio à votação dos reajustes, houve mobilização nos bastidores e a votação, na véspera, de um requerimento para que fossem incluídos em pauta, mesmo sem consulta de praxe aos líderes de bancada, porque o prazo de análise na Comissão de Assuntos Econômicos havia expirado. A votação surpreendeu associações de classe de magistrados e procuradores.
Raquel Dodge
Eunício afirmou em plenário que Dias Toffoli e Raquel Dodge garantiram que não haveria aumento no teto de gastos do Judiciário e do Ministério Público, além do previsto na emenda constitucional 95, aprovada ainda na gestão Michel Temer (a atual).
Raquel é a mesma que barrou o voto impresso e a Audição da Dívida Pública.
A base do governo votou majoritariamente favorável! Partidos de oposição a Temer foram contra, embora houvesse divergências em bancadas como a do PT.
COMO FICA NAS CONTAS PÚBLICAS?
O STF e o MPF então incluíram os reajustes na para a partir do orçamento Geral da União (você) de 2019. Orçamento esse que ainda está em fase de discussão no Congresso Nacional (sobre quanto será).
Cálculos das consultorias de Orçamento da Câmara e do Senado apontam que o “efeito cascata” para os demais Poderes da União e os Estados pode ser de cerca de R$ 4,1 bilhões. Segundo o senador Ricardo Ferraço, que votou contra o projeto, o impacto nas contas pode chegar a R$ 6 bilhões.
Tem mais… Com o aumento dos vencimentos aprovado pelo Congresso, os funcionários públicos que ganham mais do que um ministro do STF (em razão do acúmulo de benefícios, por exemplo) passariam a ter um corte menor. A estimativa é de que o aumento salarial gere, pelo menos, R$ 4 bilhões de despesas extras nas contas públicas.
COMO O EXECUTIVO SE POSICIONOU
Auxiliares de Temer até agora dizem que ele não sinalizou veto ao aumento. Ontem, 8, Ele aformou que vai esperar o próprio STF definir como ficará a questão do auxílio moradia, previsto para os juízes.
VOTO CONTRA E AFIRMAÇÃO
O senador Roberto Requião (MDB-PR) declarou voto contrário ao reajuste dos ministros do STF e afirmou que há o risco de o Parlamento “votar sob pressão e ameaça de retaliação” do Judiciário, já que vários parlamentares são investigados ou réus em ações no STF. Mas uma vez, na cara dura, Eunício Oliveira respondeu a Requião dizendo que o projeto do reajuste do STF não tem nenhum efeito sobre o Parlamento.
PORQUE BOLSONARO E APOIADORES SÃO CONTRA?
“Mito”
Bolsonaro manifestou preocupação com a votação em momento de ajuste de contas, porque tenta mobilizar o parlamento e aproveitar a popularidade das urnas para emplacar a reforma da Previdência.
“Acho que estamos numa que fase todo mundo tem ou ninguém tem. Sabemos que o Judiciário é o mais bem aquinhoado entre os poderes, a gente vê com preocupação… Obviamente que não é o momento (de aumentar gastos)”, disse o presidente eleito.
Antes da votação, o presidente eleito havia dito que “obviamente não é momento” para provocar o reajuste, segundo ele próprio. Bolsonaro conversou com o presidente Michel Temer sobre o tema nesta quarta-feira. Oficialmente, no entanto, a assessoria nega que o assunto tenha sido discutido entre os dois no encontro fechado que tiveram.
O general Augusto Heleno, que vai chefiar o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) no governo Bolsonaro,  disse que a aprovação do reajuste traz “preocupação”, mas negou que seja considerada uma “derrota” pelo futuro governo.
DESCULPA ESFARRAPADA
“Reposição não é aumento?”.
Ricardo lewandowisk
Faz-me rir. Os ministros Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmaram nesta quinta-feira (8) que o reajuste de 16,38% nos salários dos integrantes da Corte –aprovado na véspera pelo Senado – representa apenas uma recomposição de perdas inflacionárias, e não um aumento salarial!
O presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, defendeu o reajuste na manhã desta quinta durante encontro com presidente de tribunais de Justiça. Na sua avaliação, o aumento salarial aprovado pelos congressistas é uma recomposição “justa e correta” das perdas inflacionárias do período entre 2009 e 2014.
Ele também pretende acelerar o julgamento que analisará a legalidade do auxílio-moradia pago aos magistrados. A eventual extinção do benefício é uma das alternativas para reduzir o impacto do reajuste aprovado pelo Congresso.
Outro Ministro, Marco Aurélio, concordou com tudo e disse mais: “Eu, por exemplo, sustentarei que há de estar previsto em lei. O administrador público só pode fazer o que está autorizado em lei. O particular não pode fazer tudo, desde que não esteja proibido”, enfatizou.
Questionado sobre se esse seria o momento adequado para reajustar os vencimentos dos magistrados da Suprema Corte, na medida em que o país está com mais de 10 milhões de desempregados, Marco Aurélio ironizou a ministra Cármen Lúcia.
“Eu admiro o voto de pobreza da ministra Cármen Lúcia”, referindo-se ao fato de que a magistrada se manifestou contra o aumento por conta do momento econômico do país.
ENQUANTO ISSO
OQUE NÓS SOMOS:
Fontes: G1 / Estadão / O Globo

VEJA TAMBÉM

🔺ENÉAS CARNEIRO: DISCURSO PELA SOBERANIA NACIONAL

Confira nossa Loja da Livraria Virtual

 

Outras formas de doação? Entre em contato: osentinelabrasil@gmail.com

Nos ajude a espalhar a palavra:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.