Cartunista é Demitido do Süddeutsche Zeitung Por Caricatura de Benjamin Netanyahu

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O jornal alemão Süddeutsche Zeitung disse ter encerrado sua colaboração de décadas com o cartunista Dieter Hanitzsch depois que ele descreveu o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu usando, segundo a imprensa “clichês antissemitas”.
O editor-chefe Wolfgang Krach disse que publicar o desenho animado, publicados na edição de 15 de maio do diário, foi um erro e pediu desculpas aos leitores.
Mais tarde, Krach disse que o cartum usava “clichês antissemitas” quando mostrou Netanyahu no traje do participante israelense do Eurovision, Netta Barzilai, que venceu o concurso de 2018 no último sábado (12).
Segurando um foguete com a Estrela de Davi sobre ele em uma mão e um microfone na outra, Netanyahu é mostrado no desenho dizendo: “No próximo ano em Jerusalém”.
O cartunista de 85 anos disse que queria criticar a exploração de Netanyahu do concurso da Eurovision para seus próprios propósitos e acusou Netanyahu de abusar da vitória da cantora.
Netanyahu usou a frase, o brinde tradicionalmente dado a cada ano durante a festa judaica da Páscoa, em um tweet de congratulações: “Você trouxe muito respeito ao Estado de Israel”, escreveu ele. “Ano que vem em Jerusalém!”. 
Como um chefe, parece que seu pedido não pode ser contrariado. Os alemães ajoelham-se para todos os mandos e desmandos dos genocidas sionistas de Israel.
 
De fato, esse episódio só mostra o quanto a Alemanha é um país ocupado, com filosofia de vida e sistema político fantoche onde os censores do politicamente repreendem fortemente qualquer tipo de manifestação que não seja simpática a qualquer política israelense (judaica) que seja. E esse mesmo episódio não é restrito somente a esse país mas a todos os outros das democracias ocidentais.
Isso lembra o caso dos cartunista do francês Charlie Rebdo, que ao publicarem uma caricatura do profeta do islã, Maomé, sofreram pesadas críticas das comunidades árabes e tornaram-se alvo de um ataque terrorista efetuado pelos “inimigos fabricados” do Ocidente, fomentando assim a comoção pública para a liberdade de expressão. Mas quando se trata de sionistas, aonde fica a liberdade de expressão?
Somente pelo evento da transferência da embaixada estadunidense em Israel para Jerusalém, o Estado artificial de Israel matou covardemente mais de 60 pessoas, e onde está a crítica?
 
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