Boicote Contra o Nacional-Socialismo – Ontem e Hoje

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Há 85 anos, a Judeia declarava guerra econômica à Alemanha. A prática em pressionar políticos de Estados altamente endividados (exploração imoral pelos juros) com o boicote econômico não é nova. Hoje em dia, o termo boicote está em desuso. Mais adequado é o termo “sanções econômicas”.

Em 28 de março de 1933, o Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, o NSDAP, clama a população alemã a boicotar as lojas dos judeus a partir de 1º de abril de 1933, com a alegação de que existia uma campanha difamatória da cúpula judaica do estrangeiro contra a Alemanha.

De fato, o que poucos sabem, alguns dias antes, exatamente a 24 de março do mesmo ano, o jornal inglês Daily Express trazia em sua primeira página a convocação de todos os judeus para participarem de uma guerra econômica contra a Alemanha. A mobilização foi intensa e isto provocou a reação do governo alemão. 

Conclamação ao boicote das mercadorias alemãs

 

No artigo do Daily Express, a Judeia(?) declara guerra à Alemanha e clama pelo boicote das mercadorias alemãs em Londres e Nova Iorque. Entre outras, destaca-se: “Israelitas em todo o mundo estão unidos para declarar a guerra econômica e financeira contra a Alemanha”. E segue: 

“Alemanha terá de pagar um alto preço pela hostilidade de Hitler contra os judeus. O Reich está a beira de um completo boicote no comércio, nas finanças e indústria. Na Europa estão maduros os planos para um contragolpe contra a Alemanha hitlerista. Resoluções em todo o mundo comercial judaico objetivam o rompimento das relações comerciais com a Alemanha. A Alemanha é devedora no mercado financeiro internacional, onde a influência judaica é considerável. Medidas persuasivas dos bancos judeus já estão em marcha“.

Em um programa da televisão alemã 3SAT, em 2005, apareceu uma “contribuição” do campeão de homenagens, o “caçador de nazistas” Simon Wiesenthal, sobre o boicote aos produtos alemães daquela época.

“Eu desenhei outrora caricaturas. Eu tenho ainda uma caricatura sobre o boicote. E ao invés de escrever “Heil Hitler” (Salve Hitler), eu escrevi “Heul Hitler” (Chora Hitler). E lá pode se ver as fronteiras da Alemanha e por toda parte estão os judeus que não deixam as mercadorias passarem“.

Alemanha, país exportador, sofre sanções econômicas fomentas pelo Sionismo Internacional

Mesmo que Hitler quisesse pelo menos “exportar” os judeus alemães como reação, já que as mercadorias produzidas pelos novos 6 milhões de postos de trabalhos eram boicotadas, a maioria dos países não estava naquela época preparada para esta “importação”! Vários países do mundo se negaram a acolher estes refugiados políticos, inclusive o Brasil.

Não é de se espantar que provocativas caricaturas levem a (previstas) reações, principalmente quando envolve símbolos religiosos. Como por exemplo, a recente polêmica em torno da caricatura do profeta Maomé com o propósito de provocar os muçulmanos. 

Movimentação em Londres contra produtos alemães

 

Reação do governo alemão ao boicote sionista
Em Berlin, em 31 de março de 1933, o governo do Reich e do NSDAP soltou o seguinte comunicado sobre o boicote, através do ministro Dr. Goebbels:“O governo do Reich constatou com satisfação que a campanha difamatória do estrangeiro esmoreceu.


Ele vê nisso o sucesso da ameaça de boicote feita pelo movimento Nacional-Socialista nos últimos dias.


Ele vê, entretanto, que a judiaria unida na Alemanha tem a possibilidade de limitar e cessar completamente estas campanhas difamatórias. Ele está convencido de que a campanha difamatória já atingiu seu ponto mais alto.


O Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães determina à vista destes fatos o seguinte:

Um SA em frente a uma loja de judeus

Sob essas condições, o boicote será levado a cabo amanhã de manhã com todo o ímpeto e disciplina de ferro. Ele começa, como anunciado, às 10:00hs. Caso a campanha difamatória no estrangeiro seja encerrada absolutamente, o NSDAP declara disposto a restaurar o estado de normalidade. Porém, caso não seja este o caso, o boicote entrará em vigor novamente, mas com um ímpeto e veemência ainda inéditos, até então que os manipuladores das campanhas difamatórias no estrangeiro reflitam melhor.

Basicamente, o governo do Reich espera da execução do boicote, amanhã de manhã, o seguinte:


O boicote será efetuado pelas coligadas organizações com disciplina férrea e sem infringir a lei. Ninguém será ameaçado com violência física neste boicote. As organizações que levarão a cabo o boicote terão a responsabilidade de que nenhum inocente seja atingido. Nenhum banco será fechado, pois desta forma os pagamentos entrariam em colapso.


É esperado pelo NSDAP e seus dirigentes que nenhum membro da SA, SS e vigilantes entrem nas lojas. Qualquer infração será punida com rigor. É esperado que a imprensa divulgue um aviso de lideranças comunistas e provocadores. Estas devem ser comunicadas imediatamente para a polícia caso resulte em atos de violência e desrespeito à lei. Elas serão então punidas com o rigor da lei vigente.”



NT: Estranhas diretrizes para quem que “exterminar sistematicamente” todo um povo através de um processo industrial de genocídio.
E como é feito hoje em dia?
A prática em pressionar políticos de Estados altamente endividados (exploração imoral pelos juros) com o boicote econômico não é nova. Hoje em dia, o termo boicote está em desuso. Mais adequado é o termo “sanções econômicas”.
Conforme anunciado pela ORF1 em 1º de setembro de 1999, às 7:38hs, o “Congresso Mundial boicota o Bank Austria”.

“Em protesto contra as baixas indenizações do Bank Austria para as vítimas do Holocausto®, segundo sua opinião, o Congresso Mundial Judaico quer boicotar a instituição bancária a partir de 1º de janeiro de 2000. Planejado é iniciar o boicote nos EUA e depois alastrá-lo pelo mundo”.

Como é possível que a liderança de uma minoria de 0,2% da população mundial possa conduzir o poderoso EUA a um boicote?
A dívida pública federal no Brasil é de cerca de  R$ 3,98 trilhões de reais. Somente em dezembro de 2007, pagamos quase 13 bilhões de juros! Isso segundo o Ministério da Fazenda esse ano em sua projeção
NT: Ou seja, o equivalente a quase metade do PIB, enquanto aquela choradeira a respeito da CPMF foi gasta em apenas um mês para premiar o não-trabalho, ou seja, os juros sagrados.
A dívida pública federal na Alemanha era ao final de 2007 cerca de 1,49 trilhão de euros. Segundo www.steuerzahler.de, foram pagos somente em 2007 cerca de 65,8 bilhões de euros em juros!
A dívida pública federal nos Estados Unidos era de 9,23 trilhões de dólares no início de janeiro deste ano, para os quais são pagos anualmente cerca de 460 bilhões em juros (considerando 5% ao ano).
Aqui qualquer jornalista ainda livre das amarras dos editores poderia se perguntar, investigar e escrever sobre a seguinte questão: Para quem todos os países devem dinheiro? Com a anuência por parte de políticos e inocentes úteis a favor da farra financeira, também conhecida como “Globalização”, não há mais diferença prática entre dívida interna e externa. Ou seja, o fantasma da dívida externa se travestiu de “pequeno investidor” e atua inescrupulosamente nos dias de hoje como credor dos títulos públicos de todos os países ocidentais.
Ao contrário do que a maioria pensa, o FED (Federal Reserve Board) dos EUA é uma organização privada, iniciada em 1910, em Jekyll Island, pelos representantes da plutocracia mundial: Rothschild, Kuhn-Loeb, Rockfeller e Morgan. Eles têm desde 1914 o direito de determinar a quantidade de dólar mundo afora e “emprestar” dinheiro a juros ao governo norte-americano. É compreensível que os “poderosos” presidentes norte-americanos sejam fruto do resultado da simbiose entre capital e chantagem política.
Até o momento foram conduzidas guerras contra todos aqueles que não se submeteram à “nova ordem mundial”, “em nome da humanidade e liberdade”. Esse países foram libertados de seus líderes através de bombas, para serem então apoiados com “empréstimos para a reconstrução”, que coincidentemente têm um pequeno aporte de juros. Naturalmente, tais “ajudas humanitárias” são concedidas somente se a nova liderança corresponder ao conceito de “democracia” do credor.

 

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