As Origens da Segunda Guerra Mundial

Os pontos de vista inesperados de quatro importantes diplomatas que presenciaram tudo de perto. Apenas considere o seguinte:

Joseph P. Kennedy, embaixador Americano na Grã-Bretanha durante os anos que precederam a Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945) foi o pai da famosa dinastia Kennedy. James Forrestal, o primeiro Secretário de Defesa americano atribuiu a ele a seguinte frase: “Chamberlain (O Primeiro Ministro Britânico) disse que os Estados Unidos e os Judeus Internacionais forçaram a Inglaterra a entrar na guerra.” – (The Forrestal Diaries, Editoria Millis Cassel 1952, pag. 129)
Conde Jerzy Potocki, nobre, embaixador e militar polonês em Washington, em um relatório para o Escritório Estrangeiro Polonês em Janeiro de 1939 é citado pelo respeitado historiador britânico, Major-General JFC Fuller pelo seu parecer sobre a opinião pública nos Estados Unidos, ele diz: 

“Acima de tudo, a propaganda aqui é totalmente dominada por Judeus… quando o assunto é enfiar ignorância na cabeça do público, a propaganda é tão efetiva que as pessoas não têm a menor ideia do verdadeiro cenário na Europa… é interessante observar, que nesta campanha cuidadosamente pensada… nenhuma referência é feita à Rússia Soviética. Se este país é mencionado, ele é referido de maneira amigável e que passe a impressão que a Rússia é parte do grupo de países democráticos… Os Judeus conseguiram não apenas estabelecer um centro de disseminação do ódio e inimizade no ‘Novo Mundo’, como também obtiveram sucesso em dividir o mundo em dois campos hostis… O Presidente Roosevelt recebeu o poder… de criar uma imensa reserva armamentística para uma futura guerra que os Judeus estão deliberadamente caminhando para começar.” – (Fuller, JFC: The Decisive Battlers of the Western World, volume 3, páginas 372-374).

Hugh Wilson, o Embaixador Americano em Berlim até 1938, o ano anterior ao início da guerra, achou o anti-semitismo alemão “entendível”. Isso ocorreu, pois antes da ascensão do NSDAP: 

“O cenário, a mídia, a saúde e a justiça estavam cheias de Judeus… entre os poucos com dinheiro para gastar, uma grande porção eram Judeus… os líderes do Movimento Bolchevista na Rússia, um movimento desesperadamente temido na Alemanha, era Judeu. Qualquer um podia sentir o ressentimento e o ódio se espalhando.’’ – (Hugh Wilson, Diplomata entre as Guerras, Longmans, 1941, citado em Leonard Mosley Lindbergh, Hodder, 1976).

Sir Nevile Henderson, Embaixador Britânico em Berlin, “Foi dito, além disso, que as atitudes hostis na Grã-Bretanha eram o trabalho de Judeus e inimigos dos nazis, isso foi exatamente o que Hitler já havia concluído por si só.” – (Taylor, AJP: The Origins of the Second World War Penguin, 1965,1987, etc. Página 324)
Isso tudo é meramente atribuído ao anti-semitismo?

Antes de formar um julgamento destes pontos de vista, o cenário econômico do pré-guerra é necessário para o entendimento completo dos mesmos.

O professor Sydney B. Fay relata em seu estudo:

“Ao fim da Primeira Guerra Mundial, a Alemanha foi essencialmente enganada [ver Paul Johnson, History of the Modern World (1983), pág. 24 e H. Nicholson, Peacemaking – 1919, (1933), págs. 13-16] a pagar indenizações massivas para a França, outros competidores econômicos e antigos inimigos de guerra nos termos do Tratado de Versalhes, graças ao presidente liberal americano Woodrow Wilson. A Alemanha foi declarada “única culpada pela guerra”, apesar do fato da “Alemanha não ter tramado uma Guerra na Europa, não querer uma, e de ter feitos esforços consideráveis (apesar de muito tardiamente) para reverter a tal guerra.” – (Sydney B. Fay, The Origins of the World War, vol. 2, pág. 552)

“Como resultado destas imensas indenizações, por volta de 1923 a situação Alemã se tornou desesperadora e a inflação em escalas astronômicas se tornou a única saída para o governo. Dinheiro era impresso 24 horas por dia. Em 1921, a taxa de câmbio era de 75 marcos por dólar. Em 1924, esta quantia já havia se tornado 5 trilhões de marcos por dólar. Isso destruiu virtualmente a Classe Media Alemã, reduzindo qualquer poupança a um zero virtual.” – (Koestler, The God that Failed, pág. 28).

De acordo com Sir Arthur Bryant, historiador britânico (Unfinished Victory, 1940 Pág. 136-144):

“Foram os Judeus com suas afiliações internacionais e seu jeito hereditário para finanças que foram mais capacitados para abocanhar tais oportunidades. E eles o fizeram com tamanha efetividade que mesmo em novembro de 1938, depois de cinco anos de perseguição e legislação anti-semita, de acordo com o corresponde da Times em Berlim, eles ainda eram donos de um terço das propriedades no Reich. A maior parte destas propriedades foi parar em suas mãos durante a inflação. Mas para aqueles que perderam todas suas confusas transferências parecia uma tremenda injustiça. Após o prolongado sofrimento eles agora foram privados de seus últimos pertences. Eles os viram passar pelas mãos de estranhos, dos quais maioria não dividiram os sacrifícios e se importavam poucos ou nada com seus padrões nacionais e tradições. Os Judeus conseguiram uma maravilhosa ascensão nas políticas, negócios, e nas profissões que exerciam (apesar de constituírem menos de 1% da população). Os bancos, incluindo o Reichsbank e os grandes bancos privados eram praticamente todos controlados por eles. E assim acontecia também com as editoras comerciais, com o cinema, com os teatros e com grande parte da mídia, que normalmente forma a opinião pública em países civilizados. A maior combinação de Jornais de circulação diária no país, que era de quatro milhões de cópias, pertencia a um monopólio Judeu. Todo ano ficava mais difícil para uma pessoa normal ganhar ou manter-se com firmeza em qualquer posição de privilégio. Neste período não eram os ‘arianos’ que exerciam a descriminação racial. Esta era uma descriminação que ocorria sem violência. Era exercida por uma minoria contra a maioria. Não havia perseguição, apenas eliminação. Era um contraste entre a riqueza gozada e suntuosamente mostrada por estrangeiros de gostos cosmopolitas, e a pobreza e miséria dos alemães nativos, que fizera o anti-semitismo tão horrendo e forte na nova Europa. Pedintes montados em cavalos raramente são populares, pelo menos não com aqueles que eles acabaram de derrubar do selim […]

Meu Deus, Sir Arthur! O que te fez levantar do lado errado da cama? Como se não fosse estranho o bastante, em um livro inesperadamente publicado pela Editora da Universidade de Princeton em 1984, de Sarah Gordon (Hitler, Germans and the “Jewish Question”) confirma essencialmente o que Bryant disse. De acordo com ela:

“Judeus nunca compuseram uma grande porcentagem da população total da Alemanha, eles nunca sequer excederam 1% da população entre 1871 e 1933.” E ela adiciona ainda: “Judeus eram ‘super-representados’ nos negócios, comércio e nos serviços públicos e privados. Isso eram visível especialmente nos bancos privados de Berlim, que em 1923 tinha 150 bancos privados Judeus e apenas 11 não-Judeus. Eles controlavam 41% dos negócios de ferro e 57% dos negócios de outros metais. Os Judeus eram muito ativos na bolsa de valores, particularmente em Berlin, onde em 1928 eles compunham 80% dos maiores membros das trocas de ações. Em 1933, quando os nazistas começaram a eliminar os Judeus de posições de destaque, 85% dos corretores na Bolsa de Berlim foram demitidos por causa de sua ‘raça’. Pelo menos um quarto dos professores e instrutores (nas universidades Alemãs) tinham origens Judaicas. Em 19056, estudantes Judeus compunham 25% dos estudantes de direito e medicina. Em 1931, 50% dos 234 diretores de teatros na Alemanha eram Judeus, e em Berlim o número era de 80%. Em 1929 era estimado que a renda per capita dos Judeus em Berlim era duas vezes maior que a dos outros residentes.”

Arthur Koestler confirma o envolvimento exagerado dos Judeus nas editoras Alemãs.

Ullstein’s era um tipo de super-truste, a maior organização do seu tipo na Europa e provavelmente no mundo. Eles publicavam quatro Jornais diários apenas em Berlim, entre estes o venerado ‘Vossiche Zeitung‘ fundado no Século XVIII, e o ‘B.Z. am Mittag‘, um Jornal noturno. Além destes, o Ullstein’s publicava mais de uma dúzia de jornais semanais e mensais, operavam seu próprio serviço de notícias, sua própria agência de viagens, etc. Eram também um dos publicadores de livros de liderança no país. A firma era propriedade dos irmãos Ullstein, que eram cinco, como os irmãos Rothschild, e como eles também… eram Judeus.” – (The God that Failed,- 1950. Editora RHS Crossman, Pág 31)

Edgar Mowrer, correspondente do Chicago Daily News em Berlin, escreveu um texto anti-Germânico chamado “Germany Puts the Clock Back” (publicado como um ‘’Penguin Special‘ e impresso cinco vezes entre dezembro de 1937 e abril de 1938). Todavia, ele aponta: 

“Nas partes importantes da administração da Prússia, um número grande de posições estratégicas estava nas mãos de hebreus. Uma conversa pelo telefone entre três Judeus em escritórios Ministeriais poderia resultar na suspensão de qualquer jornal no estado. Os Judeus vieram para a Alemanha para conseguir nas políticas e na administração, o mesmo controle significativo que eles haviam anteriormente conseguido nos negócios, nas trocas, nos bancos, na mídia, nas artes, nas ciências e vida intelectual e cultural do país. E assim a impressão que a Alemanha, um país com seus próprios objetivos, havia caído na mão de estrangeiros foi reforçada.”

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Mowrer também diz: 

“Ninguém que viveu durante o período de 1919 a 1926 esquece facilmente a promiscuidade sexual que reinava. Em uma cidade como Berlin, hotéis e pensões ganhavam enormes fortunas alugando quartos por hora ou dia para visitantes sem bagagem e não registrados. Centenas de cabarés, resort´s do prazer e derivados serviam para finalidades de se familiarizar e adquirir a devida atmosfera para tais coisas.” – (Págs 144-5). 

Bryant descreve o quão grande era a prostituição infantil nas portas dos grandes hotéis e restaurantes Berlinenses. Ele adiciona ainda: “A maioria deles (clubes noturnos e resort´s) eram propriedade e administrados por Judeus. E foram os Judeus, entre os promotores destes negócios, que foram lembrados anos após.” – (ob. citada, págs. 144-5).

Douglas Reed, correspondente-chefe na Europa Central antes da Segunda Guerra Mundial para o London Times, era um profundo anti-alemão e anti-Hitler. Mas, todavia ele reportou: 

“Eu assisti os camisas-pardas indo de loja em loja com as latas de tinta e escrevendo nas vitrines a palavra ‘Judeu’, em letras escorrendo em vermelho. O ‘Kurfürstendamm’ foi pra mim uma revelação. Eu sabia que Judeus eram bem sucedidos nos negócios, mas eu não sabia que eles praticamente monopolizavam divisões importantes do mesmo. A Alemanha tinha um Judeu para cada cem pessoas comuns de acordo com as estatísticas, mas de acordo com as letras vermelhas, havia cerca de uma loja de um cidadão comum para noventa e nove lojas de Judeus.” – (Reed Insanity Fair, 1938, págs. 152-3).

No livro de Reed do ano seguinte, “Disgrace Abounding”, ele escreve: 

“Na Berlim (dos anos pré-Hitler), a maioria dos teatros eram de propriedade Judaica ou alugados por Judeus, os atores de liderança no cinema e nos palcos eram em sua maioria Judeus, as peças realizadas eram comumente escritas por Judeus Alemães, Austríacos ou Húngaros e eram rodados por produtores Judeus de filmes, aplaudidos por críticos Judeus em jornais Judeus. Eles não são mais espertos que os cidadãos comuns, se por espertos você quer dizer bons no que fazem. Eles rudemente exploram o sentimento comum entre os Judeus. Primeiro eles se alojam em uma área em particular e depois tiram todos os não-Judeus dela. Não é verdade que jornalistas judaicos são melhores que os jornalistas comuns. Eles ocupavam todos os postos nos jornais de Berlim, porque os proprietários e editores eram Judeus também.” – (Págs. 238-9)

O escritor Judeu Edwin Black escreve: “Por exemplo, apenas em Berlin, cerca de 75% dos advogados e quase a mesma quantidade dos médicos eram Judeus.” (Black, The Transfer Agreement, 1984, pág. 58)
Em resumo, Judeus eram percebidos como inimigos perigosos da Alemanha, após Samuel Untermeyer, líder da Federação Mundial Judaica da Economia declarar guerra à Alemanha no dia 6 de agosto de 1933. (Edwin Black, The Transfer Agreement: The Untold Story of the Secret Pact between the Third Reich and Palestine,1984, págs. 272-277). De acordo com Black: “O homem que melhor incorporava o golpe de misericórdia à Alemanha era Samuel Untermeyer” (Pág 369). Isso culminou em um boicote mundial de bens alemães, liderado por organizações judaicas internacionais. O London Daily Express em 24 de Março de 1933 tinha como manchete “Judea Declares War on Germany”. O boicote foi motivado particularmente pelas imposições alemãs das Leis de Nuremberg, que eram ironicamente similares, em intenção e conteúdo ao exclusivismo cultural Judaico tão visivelmente praticado atualmente em Israel. (Hannah Arendt: Eichmann em Jerusalem, pág. 7)

Hitler percebeu o tremendo perigo que o comunismo representava para a Alemanha. Ele compactuava com a necessidade desesperadora de se eliminar esta ameaça, um fato que o fez ser extremamente odiado e repudiado pelas organizações Judaicas, mídia e políticos do oeste e também por qualquer um que eles pudessem influenciar. Afinal, de acordo com o escritor Judeu Chaim Bermant, apesar dos judeus formarem menos de 5% da população russa, eles formavam mais de 50% dos revolucionários. De acordo com o escritor Judeu Chaim Bermant no seu livro “The Jews” (1977, Capítulo 8):

“Deve- se adicionar que a maior parte da liderança revolucionária que eclodiu na Europa nas últimas décadas do Século passado (XIX), e nas primeiras décadas deste (XX), surgiu de prósperas famílias Judaicas. Provavelmente eles foram despertos pelo pai da revolução, Karl Marx. Então quando, após o caos pós-Primeira Guerra Mundial, revoluções apareceram por toda extensão do território europeu, Judeus estavam por todo lado guiando-as. Trotsky, Sverdlov, Kamenev e Zinoviev na Rússia, Bela Kun na Hungria, Kurt Eisner na Bavária, e a mais improvável de todas, Rosa Luxemburgo em Berlim.”

“Para muitos que observavam de fora, a Revolução Russa parecia uma conspiração Judaica, principalmente pelo fato de que muitas revoluções que a seguiram foram lideradas por Judeus. A liderança do Partido Bolchevique tinha uma quantia enorme de Judeus. Dos sete membros do Politburo, o gabinete central do país, quatro eram Judeus. Trotsky (Bronstein), Zinoviev (Radomsky), Kamenev (Rosenfeld) e Sverdlov.” 

Outros autores concordam com estas colocações:

“Uma tendência de camuflar ou ignorar a importante função dos intelectuais Judeus no Partido Comunista Alemão vem acontecendo, e assim ocorre uma seria negligência das reais razões do aumento do anti-semitismo durante e após a Primeira Guerra Mundial. O sucesso dos Judeus na revolução, e nos primeiros anos da República de Weimar é indiscutível. Fica bem claro que o esteriótipo do Judeu como um Comunista ou Socialista fez com que muitos alemães desconfiassem da minoria Judaica e que a rotulasse de inimigos da nação Germânica.” – (Sarah Gordon, “Hitler, Germans and the Jewish Question”, Editora da Universidade de Princeton, 1984, Pág 23)

“O Segundo auge do anti-semitismo veio após a importante atuação de Judeus no Comunismo Internacional e na Revolução Russa e durante a crise econômica dos anos 20 e 30… O anti-semitismo se intensificou pela Europa e América do Norte após a percepção que estes povos tiveram da importância Judaica na Revolução Russa. Tais sentimentos não se restringiram à Alemanha ou a extremistas como os Nazistas. Por todo o norte da Europa e América do Norte, o anti-semitismo se tornou norma entre a ‘sociedade agradável’, e isto inclua as universidades.” – (Martin Bernal, Black Anthena, Volume 1, Págs. 367,387).

“A Função majoritária que os Judeus tiveram na Revolução Russa foi, provavelmente, mais importante que qualquer outro ocorrido para firmar as crenças anti-semitas de Hitler.” – (J&S Pool, Who Financed Hitler, Pág 64).

Hitler chegou ao poder na Alemanha com dois objetivos principais, a retificação do injusto Tratado de Versalhes e a destruição da Ameaça Comunista/Soviética na Alemanha. Se já não fosse estranho o bastante, ao contrário do que pregam os que não comungam com ideais germânicos, ele não tinha plano algum ou mesmo desejo de começar uma grande guerra de conquistas. Para a lamentação geral dos políticos ocidentais, o professor AJP Taylor mostrou tudo isso em seu livro “Origins of the Second World War”. Taylor diz: “o estado armamentístico alemão em 1939 nos dá a prova decisiva que Hitler não desejava guerra generalizada, e provavelmente não desejava guerra alguma” (Pág 267), e “mesmo em 1939, o Exército Alemão não estava equipado para uma guerra prolongada; e em 1940, as forças terrestres alemãs eram inferiores às francesas em tudo, exceto liderança.” (págs. 104-5). O que aconteceu na Europa de 1939-41 foi o resultado de fraquezas imprevistas e o equilíbrio das forças, Hitler era também um oportunista “que tirava vantagem sempre que elas se mostravam atingíveis” (Taylor). 

A Inglaterra e a França declararam guerra à Alemanha, e não o contrário. Hitler queria paz com a Grã-Bretanha, como os generais alemães admitiram (Basil Liddel Hart, The Other Side of the Hill, 1948, Pan Books, 1983) com pesar sobre a tal “ordem para cessar” em Dunquerque, onde Hitler teve a oportunidade de capturar o exército Inglês inteiro mas escolheu não fazê-lo. Liddel Hart, um dos historiadores militares mais respeitados do Reino Unido, cita o General Von Blumentritt (alemão) sobre as considerações da “ordem de cessar fogo”.

“Ele (Hitler) então nos espantou, falando com admiração sobre o Império Britânico, da necessidade de sua existência, e da civilização que a Grã-Bretanha trouxera ao mundo. Ele comentou que a criação do Império se deu com a utilização de meios muitas vezes duros, mas ‘onde há planejamento há conquista’. Ele comparou o Império Britânico à Igreja Católica, dizendo que ambos eram elementos essenciais para a estabilidade mundial. Ele disse também que tudo que queria da Inglaterra era que ela respeitasse a posição da Alemanha no continente. A devolução das colônias Germânicas eram desejadas, mas não imprescindível, e ele iria até oferecer ajuda com tropas para a Grã-Bretanha se ela se envolvesse em dificuldades em algum lugar.” – (Pág 200).

De acordo com Liddel Hart: 

“Naquele tempo nós acreditávamos que a contenção da Luftwaffe na ‘Batalha pela Inglaterra’ a tinha salvo. Isso é apenas parte da explicação, a última parte dela. A causa original se aprofunda muito mais no assunto, e a verdade é que Hitler não queria conquistar a Inglaterra. Ele demonstrou pouco interesse no preparo para a invasão, e por semanas não fez nenhum esforço para mantê-la; então após um breve impulso para a invasão, ele pensou um pouco mais e mais uma vez suspendeu os preparos. Ao invés disso, Ele estava se preparando para invadir a Rússia.” – (Pág 140)

David Irving, no prefácio do seu livro “The Warpath” (1978) se refere ao “Descobrimento, de que em nenhum momento este homem (Hitler) representou uma ameaça real ao Império Britânico.”
Isso mostra uma compreensão completamente diferente não só da guerra, mas também do ocultamento destas informações durante e depois dela. Os historiadores atualmente sabem muito bem quais são os limites que eles não devem ultrapassar ao colocar seu ponto de vista sobre a guerra e o pós-guerra, e também as conseqüências de se aventurar além destes limites, ignorando as evidências. Infelizmente, pouquíssimos estão preparados ou tiveram a coragem de se libertar desta camisa-de-força da censura oficial e silenciosa.

Winston Churchill disse: 

“Você deve entender que essa guerra não é contra Hitler ou contra o Nacional Socialismo, mas contra o fortalecimento do povo Alemão, que deve ser esmagado de uma vez por todas, independentemente de estar nas mãos de Hitler ou de um Padre Jesuíta.” – Emrys Hughes, Winston Churchill – His Career in War and Peace, pág 145.

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