Argentina x Islândia: Vitória Diplomática Contra o Politicamente Correto

Nos ajude a espalhar a palavra:
Argentina: boicote a Israel e o sionismo não é ameaça, é vitória!
Pouco antes do início do evento da 21ª Copa do Mundo FIFA 2018, na Rússia (14), a seleção Argentina de futebol cancelou seu amistoso de preparação para o campeonato com a seleção de Israel, marcado para o dia 9 desse mês, em face as ações militares e segregacionistas em alta esse ano promovidas pelas forças armadas israelense e o governo sionista.

“Eles finalmente fizeram a coisa certa”, disse Higuain em entrevista à ESPN.

A partida no Estádio Teddy Kollek, em Jerusalém, seria o último jogo da Argentina antes de iniciar a Copa do Mundo na Rússia contra a Islândia, em 16 de junho. Cerca 70 crianças palestinas escreveram um manifesto pedindo que Messi não jogasse contra o time israelense.
A mensagem foi entregue à representação diplomática da Argentina, na Cisjordânia, pelo presidente da Associação Palestina de Futebol (APF), Jibril Rajoub.

“Estimado Lionel Messi: Você é uma figura lendária do futebol com a qual todos sonhamos em ser iguais. Somos filhos de refugiados palestinos dos campos de refugiados de Qalandia, al Amari, Yalazón e Aida. Nossas famílias são originárias de Al Malha”, diz o texto.Nota interessante é que antes disso, pouco tempo atrás, a cantora pop colombiana Shakira também deixou de se apresentar no país sionista por conta do mesmo motivo, ao qual também cedeu.

Os palestinos comemoraram a vitória diplomática de boicote a Israel uma dia depois (5). Ao passo que de forma descarada, a Embaixada Israelense em Buenos Aires alegou em um comunicado que os jogadores da Argentina teriam decidido se retirar de um amistoso planejado contra a seleção de Israel em razão de ameaças e provocações dirigidas a Lionel Messi”, capitão e estrela da seleção argentina, ao passo que apenas o pedido formal foi cedido como forma de pressão diplomática, o que é algo perfeitamente convencional e não-criminoso.
Mas os apoiadores do governo de Israel na Argentina e fora dela rapidamente afirmaram, sem qualquer evidência disso, que o jogador e seus colegas da seleção haviam sofrido ameaça de violência.
Embora representantes e ativistas palestinos do movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) tenham, de fato, pedido que Messi que não participasse do que eles chamaram de manobra política, a única ameaça que fizeram ao jogador foram os potenciais danos a sua popularidade. O presidente da Associação Palestina de Futebol, Jibril Rajoub, convocou os torcedores a queimarem réplicas da camisa do atleta caso ele decidisse jogar em Jerusalém.
Os manifestantes catalães que na terça-feira levaram duas camisas da seleção argentina manchadas com tinta vermelha para a frente do campo de treino da equipe, em Barcelona, declararam ao jornal argentino Clarín que não estavam ameaçando Messi, mas implorando a ele que não ajudasse Israel a limpar sua imagem, distraindo as atenções do massacre de manifestantes palestinos que ocorre em Gaza.
Em uma carta ao seu colega argentino na semana passada, Rajoub instou a Argentina a cancelar a partida em razão da interferência da ministra dos Esportes de Israel, Miri Regev, para alterar o local da partida de Haifa, uma cidade que fica dentro das fronteiras de 1948 de Israel, para Jerusalém, onde Israel tem autoridade desde 1967 sobre centenas de milhares de palestinos cuja integralidade dos direitos civis é negada. O governo israelense transformaria uma competição esportiva comum em uma ferramenta política claramente, como o próprio Rajoub afirma. A partida, acrescentou ele,

“…seria disputada para comemorar o 70º aniversário do Estado de Israel’, e seria realizada em um estádio construído sobre Al Malha, um dentre pelo menos 418 vilarejos palestinos que foram destruídos por Israel 70 anos atrás”.

Embora Rajoub tenha agradecido a Messi e dito que não se oporia caso a partida fosse acontecer em Haifa, como era a programação original, apoiadores do movimento BDS prometeram continuar pressionando por um boicote esportivo total contra Israel, nos moldes da campanha contra a África do Sul no período do Apartheid.
Mesmo que o capitão argentino não tenha expressamente endossado o boicote, ativistas palestinos e israelenses observaram, com razão, que a recusa da seleção em jogar em Jerusalém foi um golpe num dos pilares centrais da imagem que o governo de Israel projeta para o seu povo: de que o país é aceito como um membro regular da comunidade internacional sem fazer qualquer concessão pela paz.

É muito frisar também que deve-se apoiar quando as tentativas diplomáticas de boicote ao Estado sionista dão certo para revelar os crimes contra a humanidade em nome do establishment aliados-sionistas e a gravidade de suas ações. Aos poucos, a verdade vai sendo revelada, mesmo que de formas convencionais.Não é a primeira vez que se vê esse tipo de adesão no futebol. A anos atrás, o jogador português Cristiano Ronaldo também manifestou-se em uma partida contra a seleção de Israel contra a política segregacionista do país, fazendo uma doação em dinheiro para os palestinos em assentamentos de concentração e dizendo no fim do jogo: “não troco camisa com assassinos”.

Islândia: exaltar a própria cultura é “racismo!”?
A seleção de futebol da Islândia, grande surpresa desde a última Eurocopa de 2016, quando avançou de forma inédita para as quarta de final e agora, fazendo história na Copa do Mundo FIFA 2018 é uma das poucas seleções nacionais de futebol cujos jogadores não são profissionais, ou seja, eles possuem outras funções além de “jogar bola”. Um bom exemplo é o técnico Heimir Hallgrímsson, que além de treinar a seleção islandesa, é um reconhecido bom profissional dentista em seu país.
Tatuagem de Aaron Gunnarson, capitão da Islândia. O que há de errado em exaltar seus símbolos nacionais?
Por isso, apostando num time nacional, eles contaram para seu sucesso até aqui com jogadores tipicamente islandeses…mas a mídia internacional politicamente correta não tardou em perceber que todos eram brancos! Como assim não tem nenhum negro?
A situação piorou (para agrande mídia de fofocas politicamente correta) quando se percebe a tipicidade cultural de comemoração da torcida islandesa e a temática da ‘cultura viking’ a qual os islandeses são descendentes. Isso é demais para eles. Eis que então, o vídeo oficial da Copa do Mundo de 2018 da Islândia foi duramente criticado por mostrar os jogadores como guerreiros vikings, sendo interpretado como “imagens de poder branco ariano”.
O vídeo, promovendo a histórica tentativa da Islândia de vencer a Copa do Mundo mostra o esquadrão da Islândia como guerreiro do tipo viking em uma ilustração animada.
Jogadores como o Gylfi Sigurdsson, do Everton, podem ser vistos segurando escudos com sangue em suas camisas, enquanto outros usam armaduras de malha de malha.
O vídeo termina com as palavras FyrirIsland (‘ForIceland’ em inglês) em toda a tela.
imagens: (Golders/@footballiceland)
imagens: (Golders/@footballiceland)

 

imagens: (Golders/@footballiceland)
O crítico de música Arnar Egert Thoroddssen criticou o vídeo por suas imagens arianas.
Ele disse: “Isso é tão bobo, a equipe nacional islandesa tornou-se popular por causa do fair play e sua alegria, uma atitude holística para o esporte e apoio.
“Aqui eles são (descritos) como bárbaros desumanos e sedentos de sangue. Eles são homicidas, emparelhados com algum tipo de tons arianos. Apenas a um quarto das imagens do ‘poder branco’.”
Outros críticos criticaram o vídeo por ser “chauvinista” e “desagradável”.
É óbvio que a crítica ridícula não entra na cabeça de um islandês, muito menos de qualquer pessoa sensata. Como disse um dos comentários no twitter oficial “A equipe nacional islandesa é formada por ótimos caras que são duros como o aço, e é ótimo rotulá-los como vikings que estão ansiosos para lutar.” E outro comentou: “A nação pode se orgulhar desse time e o orgulho nacional é completamente diferente do chauvinismo”.
Não bastasse, a Federação de Futebol da Islândia (KSI) teve que lançar posteriormente uma nota oficial de repúdio ao “racismo” pelo fato de muitos europeus nacionalistas lembrarem na Internet o fato de o quanto suas seleções nacionais costumam naturalizar jogadores imigrantes para inserir no futebol nacional e lucrar com o slogan da imigração massiva que ocorre na Europa.
Só podemos tirar disso tudo que o politicamente correto, invadindo até o meio esportivo internacional, chegou a níveis de loucura e é uma excelente arma para aqueles que estão pouco interessados em “justiça social”, como mascaram as pessoas e instituições progressistas por eles financiados, mas tao somente justificar ideologicamente a derrubada de qualquer tipo e forma de identificação nacional ou étnica, afrouxando a independência política dos países tanto aqui quanto na Europa.
 
Veja Também: 

 

O www.osentinela.org é um projeto de mídia informativa de viés nacionalista e tradicionalista brasileiro mantido pela própria equipe, escrevendo, editando e atualizando de forma pontual, além dos nossos leitores e seguidores de nossas mídias sociais.O conteúdo sempre será livre e de forma gratuita, mas se você quiser incentivar esse projeto, poderá fazer com qualquer valor. Assim, estará sendo VOCÊ o financiador daqueles que acreditam na causa nacional.

Outras formas de doação através do contato [email protected]

Siga em:
Nos ajude a espalhar a palavra:
Gostou do artigo? Você pode contribuir para o site com uma doação:

2 thoughts on “Argentina x Islândia: Vitória Diplomática Contra o Politicamente Correto”

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.