Alfred Rosenberg: Raça, Alma e Religião Indo-Ariana

Nos ajude a espalhar a palavra:

Quando a grande onda nórdica chegou às elevadas montanhas da índia, tivera ela de passar por entre inúmeras raças hostis. Instintivamente, como fora em outros tempos, os indo-arianos mantiveram-se separados dos estrangeiros mais escuros que haviam sido encontrados. A instituição da casta foi a consolidação desse distanciamento consciente. Varna significa casta, mas também cor. Os bons arianos assim, estando lá, ligaram-se a seus semelhantes – uma versão aceitável de tipo humano, passando a criar, como consequência, um abismo entre eles próprios, reconhecendo-se como conquistadores, e os nativos marrom-escuro da Índia pré-ariana envoltos a uma visão de mundo que, por sua profundidade, não pôde ser ultrapassada por nenhuma filosofia, mesmo nos dias de hoje, embora se reconheça que este feito se dera como consequência de longas batalhas contra os ideais dos aborígenes racialmente inferiores.

O período que, por exemplo, situa-se entre as canções heroicas dos Vedas e dos Upanixades [1] é regado ao expansionismo e a lutas simultâneas contra a feitiçaria e todos os demais êxtases degenerados. O culto de sacrifício de espíritos e deuses começaram a infiltrar-se. O sacerdote, com seu caço sagrado e seu tição, não estava imune a esses princípios de magia. Cada toque de mão, cada gesto, adquiria um significado místico.

A ritualística desenvolvera-se entre períodos mitológicos e filosóficos. A oração, que aos verdadeiros Brâmanes representava apenas uma poderosa forma de elevar seus corações, tornara-se uma encarnação a compelir os deuses através da magia. Em meio a este obscuro processo, a doutrina dos Atman [2] apareceu e assim acendendo a um raio de esperança. Não se caracterizou isso “um ato de desenvolvimento psicológico”, que seria desprovido de sentido – representou, no entanto, um novo despertar da alma ariana frente às superstições e convicções mágicas dos não-arianos subjugados.

Esta interpretação que fora confirmada quando se estabeleceu que a grande doutrina do valor pessoal do espírito – destituída de magia e demonização – originara-se nas cortes dos reis e consequentemente difundida na casta guerreira. Embora os Brâmanes posteriormente tenham tornado-se tutores de uma nova concepção de unidade essencial de alma individual e coletiva, nunca estiveram eles dispostos a mesmo aptos a ocultar a origem destas mesmas concepções que outrora aprenderam. Assim a instrução que diz respeito aos Atman é dada pelo Rei Ajatacatru ao brâmane Gargya Balake; pelo Rei Pravahna ao brâmane Aruni. Gratos a estes modos aristocráticos, o culto da magia não-ariana retirara-se adianta e proliferara-se apenas tempos mais tarde, quando a decadência racial se alastrou mesmo sobre a Índia dos Kshatriyas.

Como nobres de nascença, os indianos sentiram suas almas individuais expandirem-se para dentro dos Atman, que penetraram ao universo por inteiro e viveram com seu próprio ego. O conceito de uma natureza impessoal, rica e virtualmente auto-suficiente não pôde fazê-los romper uma união metafísica. Uma vida ativa, que sempre fora demandada como um dever inelutável do pensamento de renúncia do mundo, deu lugar mais adiante à ponta de uma jornada para dentro do universo da alma. Esta transição à luz pura do conhecimento levou à nobre tentativa de superar a natureza através da razão. Não há dúvidas de que muitos indianos, como personalidades dotadas de aristocrática individualidade, introduziram-se com sucesso nessa questão – posteriormente, introduzir-se-iam, por vontade própria, apenas os remanescentes do que outrora lhes fora ensinado, destituídos de pré-requisitos raciais.

Tão logo o rico significado da Varna, calcado na questão do sangue, perdera-se por inteiro. Hoje se trata ela de apenas uma divisão entre técnicas, profissões e as mais diversas classes, estando a alimentar a degeneração dentro da mais vil caricatura do que outrora fora o mais nobre princípio na história do mundo. Os indianos da posteridade não compreendem o significado dos três preceitos: Sangue, o Eu e o Universo. Vêem eles somente aos dois primeiros. Perecem eles na tentativa de realizar-se uma contemplação isolada do Eu ao lado de toda a poluição racial que está a produzir miseráveis desventurados à procura de cura para sua existência incapacitada nas águas do Ganges.

Após a “superação” de polarizadas ideias do próprio universo por uma escolha racional em favor de uma parte específica, o indiano monista também empreendido de eliminar a antítese entre eles e violentamente se ater da liberdade através da natureza e de uma natureza-mestre através da liberdade. Ele, portanto, iniciara-se à raça atribuída e sua respectiva personalidade como sendo aspectos de um grandioso conceito e, ao mesmo tempo, algo dotado de ilusões. O indiano monista da posteridade viera a enxergar o que cerca à natureza como algo irreal – um sonho mal. A única realidade para ele consistira na alma do mundo (Brâmane) e seu eterno retorno à alma individual (Atman). Com o distanciamento da natureza em geral, a ideia já limpa do conceito de raça tornara-se mais nebulosa como nunca fora – instinto de dogma filosófico desarraigado de sua base terrestre. Se a única realidade é o mundo-alma e seu os Atman estão junto disso, desaparece-se a individualidade e um universo de unidade indiferente é alcançado.

O resultado foi que o pensamento indiano deixou de ser dotado de criatividade. Crescera de rígida forma. O sangue estrangeiro dos morenos Sudras, os quais foram agora vistos como de iguais valores aos Atman. Assim, destruiu-se o conceito original da identidade da casta e, consequentemente, da raça. O aparecimento de bastardos tornou-se inevitável. Serpentes e cultos fálicos dos aborígenes começaram a se espalhar como adorno. interpretações simbólicas de Shiva, dotado de cem braços armados tal como galhos rastejantes em uma floresta primitiva, começaram a aparecer na assombrosa arte bastarda. Somente nas cortes dos reis dispunha-se ainda a ouvir antigas canções heroicas, junto da atenção dada ao lirismo como o de kalidasa e de outros poetas honrados, em sua grande maioria desconhecidos.

Shânkara [3] tentara uma nova remobilização da filosofia indiana, mas fora em vão. À entrada de ar através das profundezas, as artérias da raça

foram rompidas. O sangue ariano fluiu-se, sendo jogado para fora. Somente aqui e ali, onde o solo de uma antiga Índia o suga fazendo-o ainda fertilizar. Mas isso deixa o cultivo de uma ortodoxia filosófica e técnica que regada a uma distorção quase que insana, comanda a vida Hindu dos dias atuais.

Não devemos afirmar de forma imprevidente que os indianos primeiro poluíram sua raça e então renderam sua personalidade. É preferível, no caso, dizer que um processo metafísico tomou espaço e que isso se manifestou em um anseio apaixonado pela abolição do dualismo, bem como as reciprocamente-condicionantes baixas formas de polaridade.

Visto de fora, a aceitação filosófica de uma equação de Atman-Brâmane engendrou a decadência racial. Em outras culturas, esta decadência não fora consequente do estabelecimento de uma filosofia penetrante, mas simplesmente o resultado da miscigenação ininterrupta entre duas ou mais raças. Em casos como esse, as características essenciais das várias raças nunca foram elevadas ou fortalecidas, mas terminadas em aniquilação mútua.

Fonte: Texto originalmente contido na obra Der mythus der 20. Jarhrhunderts”, de 1930. Tradução feita a partir da tradução em inglês por Viviam Bird, páginas 8-10 sob o título de “The myth of the Twentieth Century” (em português: ‘O mito do século XX’), de 1983.

Notas do site:

[1] Em sânscrito, “उपनिषद्”, são parte das escrituras Shruti, que discutem principalmente meditação e filosofia, consideradas pela maioria das escolas do hinduísmo como instruções religiosas, contendo transcrições de vários debates espirituais, e 12 de seus 123 livros são considerados básicos por todos os hinduístas.
Surgiram como comentários sobre os Vedas, sua finalidade e essência, sendo portanto conhecidos como Vedānta (“o fim do Veda”). Extensões ou explicações de cada um dos quatro (Rigveda, Yajurveda, Sāmaveda e Atharvaveda), os estudiosos divergem sobre a data em que foram escritos, as estimativas vão dos séculos XVI a VII a.C. A maioria concorda que muitos dos Upanixades mais antigos foram escritos antes do tempo de Buda.

Estas obras se tornaram conhecidas no mundo ocidental, pela primeira vez, no início do século XIX, através de uma tradução feita do Persa para o Latim, que influenciou fortemente o pensamento do filósofo alemão Arthur Schopenhauer.

Os Upanixades, que consistem dos Aranyakas (os ‘da floresta’) e Upanixades. Estes primeiros, mais provavelmente cresceram como um tipo de rejeição súbita dos brâmanes: detalham práticas meditativas ióguicas, contemplações do místico e os múltiplos princípios manifestados. Os Upanixades basicamente reúnem todas as idéias místicas monísticas e universais que começaram nos antigos hinos védicos. Os Upanixades não dão nenhuma pista sobre quando nem quem compôs estes textos. Esta anonimidade enfatiza a natureza eterna das verdades neles contidas.

[2] No idioma sânscrito “Atman” (‘आत्म’, no devanágari,) uma palavra que designa o termo filosófico que significa alma ou sopro vital.

Na teosofia, representa a Mônada, o 7º princípio na constituição setenária do Homem, o mais elevado princípio do ser humano. Assim, como no hinduísmo, que se estende como a essência divina, sem forma e indivisível que também é usado para expressar Brâman ou Paramatman.

No Vedanta (Uttara Mimamsa), uma tradição espiritual direta dos árias, que se ocupa do conhecimento, através da qual se pode compreender qual a real natureza da realidade (Brâman), que se divide em realidade (Sat), consciência (Cit) e beatitude (Ānanda), o Atman é usado para identificar a alma individual, ou “verdadeiro eu”, traduzido como “Eu” para dar um caráter divino à alma individual e está idêntico ao Absoluto ou Brâman, e está além da identificação com a realidade fenomenal da existência mundana.

[3] Shânkara (788 – 820) considerado metafísico, teólogo, monge e mestre espiritual hindu, o principal formulador doutrinal do Advaita Vedânta (não-dualista). Segundo a tradição, foi uma das mais altas almas que encarnaram neste mundo, chegando a ser considerado uma encarnação do deus Shiva. Sua vida encontra-se envolta em mistério que a tornam semelhante às de outros insignes mestres espirituais da humanidade, como Jesus, Moisés e Buda. Diferentemente destes, contudo, Shânkara não foi o fundador de uma religião, mas o renovador de uma, no caso o Hinduísmo. Escreveu profundos comentários sobre os Upanixades, o Bhagavad-Gita e outros livros da sabedoria hindu. Seus escritos fundamentaram as exposições doutrinais dos autores da filosofia perene na época contemporânea, como o francês René Guénon e o suíço-alemão Frithjof Schuon.

Bibliografia de pesquisa das notas:

BIANCHINI, Flávia. “Brahman é Ānanda”. p. 101-125, in: GNERRE, Maria Lúcia Abaurre; POSSEBON, Fabrício. “Cultura oriental: língua, filosofia e crença. Vol. 2″. Editora da UFPB, João Pessoa, 2012.

BIANCHINI, Flávia; REDYSON, Deyve. “A obra Oupnek’hat na filosofia de Schopenhauer”. ed. Litterarius, p. 157-184, 2012.

EDMONDS, I.G. “Hinduism”. ed. Franklin Watts, New York, 1979.

EMBREE, Ainslie T., “The Hindu Tradition”. ed. Random House. New York, 1966.

MARTINS, Roberto de Andrade. “Muṇḍaka-Upaniṣad: o conhecimento de Brahman e do Ātman”. Ed. Corifeu, Rio de Janeiro, 2008.

SCHULBERG, L. “Índia histórica”. Tradução de J. A. Pinheiro de Lemos. Livraria José Olympio Editora, p. 181, Rio de Janeiro ,1979.

Sobre o autor

Alfred Ernst Rosenberg (12 de janeiro de 1893 – 16 de outubro de 1946) foi um membro intelectualmente influente do NSDAP e um importante ideólogo nacional-socialista. Seu trabalho mais importante foi “Der mythus der 20. Jarhrhunderts” (O Mito do Século XX). Ele também ocupou vários cargos importantes na Alemanha nacional-socialista, como em 1941, a responsabilidade de estabelecer a administração civil dos territórios russo e báltico ocupados e de servir como “Ministro do Reich para os Territórios Orientais Ocupados”.

Depois da guerra, ele foi um réu no Tribunal Militar Internacional. Ele foi executado em 1946. Durante seu julgamento, ele supostamente escreveu suas memórias, publicadas postumamente. Seu diário foi roubado pelo notório promotor judeu Robert Kempner e desapareceu até 2013 cuja falácia errônea foi desmascarada pelo revisionista Richard A. Widmann.

Veja Também

A Despedida (Triunfal) de Alfred Rosenberg

O diário de Alfred Rosenberg: Verdade e Mito

Siga em:

O Sentinela

Site formado em 2013 com foco em história não oficial do Brasil e geral, política, filosofia, economia, cultura e etc.

Com foco geral em análises de um ponto de vista da Terceira Posição Política e do Revisionismo histórico, nossa missão e visão consiste em trazer a verdade (assim como questioná-la, já que nenhuma verdade é absoluta) sobre uma ótica diferente do habitual.

Pense diferente.
Siga em:

Últimos posts por O Sentinela (exibir todos)

Nos ajude a espalhar a palavra:

7 thoughts on “Alfred Rosenberg: Raça, Alma e Religião Indo-Ariana”

  1. Pela lei da natureza – se o pior vence, tudo piora. A verdade não odeia, é odiada; não evita, é evitada; não acusa – revela.

    Rosenberg no cristianismo https://nationalvanguard.org/2013/07/rosenberg-on-christianity/
    ALFRED ROSENBERG ANALIZA EL MARXISMO https://doctrinanacionalsocialista.blogspot.com/2016/01/alfred-rosenberg-analiza-el-marxismo.html

    ALFRED ROSENBERG – SOBRE LA RELACIÓN DEL NACIONALSOCIALISMO CON EL TOTALITARISMO https://doctrinanacionalsocialista.blogspot.com/2017/03/alfred-rosenberg-sobre-la-relacion-del.html

    RAZA ALMA Y RELIGIÓN INDO ARIA ALFRED ROSENBERG https://doctrinanacionalsocialista.blogspot.com/2017/02/raza-alma-y-religion-indo-aria-alfred.html

    UN ARTÍCULO DE ALFRED ROSEMBERG – PAUL DE LAGARDE Y LOS BANCOS https://doctrinanacionalsocialista.blogspot.com/2019/02/un-articulo-de-alfred-rosenberg-paul-de.html
    O diário de Alfried Rosenberg, abrangendo a primavera de 1936 até o inverno de 1944, desapareceu após a guerra (ROUBADO pelo promotor judeu Robert Kempner), mas foi redescoberto em 2013 https://nationalvanguard.org/2016/12/what-does-alfred-rosenbergs-diary-say-about-the-holocaust/

    ALFRED ROSENBERG https://nationalvanguard.org/tag/alfred-rosenberg/

    ADOLF HITLER – LA CUESTIÓN DE LA RAZA ES LA CLAVE DE LA HISTORIA DEL MUNDO https://doctrinanacionalsocialista.blogspot.com/2016/04/adolf-hitler-la-cuestion-de-la-raza-es.html

    “El gobierno moderno no es más que el representante de aquellos que han sido enriquecidos y empoderados por el saqueo. Todas las leyes que emanan de estos gobiernos se inician sólo como un médio de lucha racial y pisotean todos los valores que habían sido los de los estados anteriores. Qué esto es así lo demuestra el hecho que luego de 200 años de domínio capitalista de la economia de los pueblos, el 1% de la población más rica del planeta tiene más riqueza que la suma de toda la riqueza del 99% restante. ¿Y advina de que raza es ese 1%?” https://archive.is/PIIpv#selection-4035.0-4035.165
    Fuente https://doctrinanacionalsocialista.blogspot.com/2017/05/teoria-del-racismo-segunda-parte-rene.html

    “Esse relatório foi dirigido ao Secretário de Relações Exteriores da Grã-Bretanha, Lord Balfour, e o governo britânico deu a ele uma importância tão séria que eles o incluíram no Livro Branco sobre o Bolchevismo, publicado em abril de 1919. Ele diz: a imediata supressão do bolchevismo é a questão mais importante que o mundo enfrenta agora, não excluindo até mesmo a guerra que tem sido travada até agora. E se o bolchevismo não for destruído no embrião, ele se espalhará pela Europa e pelo mundo, de uma forma ou de outra, já que é organizado por judeus que não têm seu próprio país e que tentam destruir o sistema existente nos países onde estão viver A única maneira de eliminar o perigo é que todos os países tomem medidas conjuntas ”.

    Fonte: sexto parágrafo do 3ª capítulo -. A leitura completa do livro é ainda mais profícua https://www.e-reading.club/book.php?book=1020095

    “Nós todos sabemos a história sobre a Segunda Guerra Mundial. Aquela sobre como “The Good Guys” se uniram para impedir que Adolf Hitler e os grandes alemães ruins (e japoneses) dominassem o mundo.
    .
    Há apenas um problema com esta versão oficial do evento de mudança de história conhecido como Segunda Guerra Mundial.
    .
    É PURA BALELA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    .
    Você consegue lidar com a verdade sobre o que realmente aconteceu? Veja AQUI então – O icônico “beijo da Times Square”. Se os americanos soubessem o que estavam celebrando. ” http://tomatobubble.com/worldwarii.html

    Confira agora, como ocorreram a investigação e o julgamento dos alemães em Nuremberg? – Leia pelo menos o segundo parágrafo da Parte III > http://www.fpp.co.uk/Auschwitz/Dachau/VanRoden1948.html https://doctrinanacionalsocialista.blogspot.com/2017/03/los-juicios-de-nuremberg-y-el.html

    “Um engano não se torna verdade por meio de ampla divulgação, nem a verdade se torna um engano porque ninguém a enxerga.” M.K.Gandhi

    1. “Depois da guerra, ele foi um réu no Tribunal Militar Internacional. Ele foi executado em 1946… Durante seu julgamento, ele supostamente escreveu suas memórias, publicadas postumamente. Seu diário foi roubado pelo notório promotor judeu Robert Kempner e desapareceu até 2013 cuja falácia errônea foi desmascarada pelo revisionista Richard A. Widmann”.

      É os judeus, povo de víboras, sempre eles, malditos.

  2. Ele entao sabe a sabedoria hiperborea….Hitler era um buscador dessa verdade….Ele sabia sobre o pacto cultural: submissao a Jeovah.. .submissao a religiao..submissao á criação..Ossemitas foram criados para difindir a submissao a relugiao a cultos e deuses e a Jeovah…posteriormente o judeu “povo” fou substituido pir israel ao norte..e pistefiormente com a missigenacao com o povo nordico surgiu o askenazita..tao asquerozo como o semita original: que tinha co.o missao calar a voz do espiritodos aprisionados por Jeovah.Espiritos presos em humanos que tentavam manter o sangue puro, nao se misturando com o povo que seguia o pacto cultural: potencias da materia ‘ jeovah’ religiao deuses e rituais ‘ calar o ego e calar o espirito’.Hitler conhecia o pacto do sangue puro , a voz do espirito e nao a falacia da alma…Kuverdade e voltar p casa , o incogniscivel . Motivo da guerra inssessante ..desde Atlântida… nada haver com esquerda e direita simplesmente, pois os banqueiros sionistas askenazi sugavam a alemanha e ainda o mundo.. embora Hitler .entendia q o povo deveria ter o nescessario p sobreviver mas sem a ostentação das potencias da materia.. estuda sabedoria hiperborea..misterioo de belicena villka..canal anunaki hiperboreos ..tem um podcast do canal todo dia podcast: buscando a sabedoria hiperborea…..misterio de belicena villka tb tem no canal anunaki hiperboreos do chau

  3. Que obras maravilhosas estão publicando vocês aqui é impressionante! Parabéns! Hoje no Brasil são apresentados como “filósofos” os idiotas holocau$tizados e degenerados tipos como Tiburi, Karnal, Cortela e outros desse naipe, e do outro lado o genial brasileiro Gustavo Barroso é proibido como “fascista”!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.