Alemanha: Em Chemnitz, alemães marcham contra a imigração

No sábado (1º), cerca de mais de 8 mil pessoas, quase o dobro da estimativa inicial, saíram às ruas da cidade para protestar contra a política de refugiados do governo de Ângela Merkel, a violência e o caos nas áreas urbanas. Principalmente na cidade de Chemnitz, onde recentemente um homem foi morto à facadas por imigrantes com status de refugiados.
Os principais representantes políticos ao lado dos manifestantes foram o grupo Pro Chemnitz e Pegida, acompanhados por representantes do partido Alternativa para a Alemanha (AfD).
Inicialmente, o número informado foi de 4,5 mil manifestantes, mas a revolta já é incipiente. 
Os manifestantes traziam bandeiras alemãs e cartazes com frases como “Merkel precisa ir embora” e “Nós somos o povo”, este último um antigo slogan dos manifestantes que protestavam contra o antigo governo da Alemanha Oriental em 1989.
1) Como a mídia quer fazer parecer os protestos anti-imigração de Chemnitz
2) Como eles realmente são
O atentado de Chemnitz
Desencadeamento de uma revolta
Um homem de 35 anos foi assassinado por dois refugiados falsos em Chemnitz, na Saxônia, semana passada foi esfaqueado 25 vezes até a morte por dois imigrantes, um sírio de 23 anos e um iraquiano de 22 anos, que foram posteriormente detidos. 
O atentado revoltou centenas, e depois milhares de nativos e outros moradores locais, que fizeram violentos protestos em torno das áreas e bairros dominados de imigrantes.
Para os protestos do sábado, a polícia alemã designou 2 mil agentes para fazer a segurança e evitar confrontos, co risco muito maior devido a um menor protesto contrário, de 3 mil pessoas que se desenvolveu nos arredores.  
Em entrevista ao serviço de notícias Sputnik, Christian Blex, líder parlamentar estadual da Alternative für Deutschland (AfD – Alternativa para a Alemanha) disse que o homem assassinado por dois refugiados falsos em Chemnitz na semana passada foi esfaqueado 25 vezes em um “massacre” e foi morto diretamente como resultado da invasão ilegal em massa da Alemanha planejada por Angela Merkel. 
Christian Blex (AfD)
Blex, no parlamento do estado de North Rinhe Westphalen, deu sua opinião sobre os recentes acontecimentos em Chemnitz, onde os imigrantes atacaram e mataram o cidadão na semana passada, resultando na grande mobilização de protestos naquela cidade.
Perguntado se os protestos parariam, Blex disse: “Não, eles continuarão porque o assunto ainda é [atual]; ainda temos centenas de milhares de chamados “refugiados” em nosso país, então isso não vai parar”.
O entrevistador do Sputnik, em seguida, pediu-lhe para esclarecer alguns detalhes sobre o incidente de esfaqueamento, em particular a alegação de que a vítima do esfaqueamento era na verdade um cubano que vivia na Alemanha. Blex respondeu que: 

“Nós não temos fronteiras com um país que está em estado de guerra ou perseguição, então eles não têm o direito de permanecer na Alemanha […] a mídia alemã não aponta que a vítima foi esfaqueada 25 vezes – isso é simplesmente um abate. Mas o público alemão não deveria aprender isso; em vez disso, nosso governo decidiu ressaltar que as especulações sobre os eventos que levaram ao esfaqueamento eram notícias falsas. Eles tentaram restringir ainda mais a liberdade de expressão nas mídias sociais, onde grande parte da oposição é organizada ”. 

“Na sociedade alemã, não estamos acostumados a esfaquear, não é nossa maneira de discutir situações. Somos pessoas civilizadas e não tivemos esses incidentes antes da abertura das fronteiras. ”

Perguntado sobre qual era a solução para o problema, Blex disse “É simples. Temos que organizar o retorno dessas centenas de milhares de chamados ‘refugiados’. Mas, enquanto Merkel estiver no poder, isso não vai acontecer, porque ela tem um plano para transformar a Alemanha em uma sociedade multiétnica a todo custo.

“Mas com cada mulher estuprada e assassinada, o número de seguidores de Merkel aqui na Alemanha está caindo e, ao mesmo tempo, a popularidade de nosso partido, a AfD, está aumentando. Então, para mim, é apenas uma questão de tempo até que o pior político da era pós-guerra alemã seja afastado do cargo; nesse caso, estou bastante otimista.”

Membros da AfD participam do protesto anti-imigração e pró-Alemanha em Chemnitz. Entre eles, um dos líderes mais conhecidos do partido, Bjorn Höcke.
A política pró-Merkel do stablishment se manifesta
Ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas (SPD – Partido Social Democrata), conhecido por suas alegações anti-alemães e pró-submissão massiva daquele país, disse no domingo (2), que os alemães são muito preguiçosos para combater o “racismo” e e lutar pela democracia.
“Temos que sair do sofá e abrir a boca”, disse Heiko Maas em entrevista ao jornal semanal Bild am Sonntag. “Nossa geração recebeu liberdade, estado de direito e democracia como um presente. Nós não tivemos que lutar por isso; (agora) estamos tomando muito por garantido.”
Suas declarações são uma piada doentia. No fim de agosto, (22), em viagem à Polônia, Maas teria afirmado, por exemplo, que “A Alemanha será ‘sempre’ responsável pelo ‘inferno’ de Auschwitz”. Agora, ele convida milhões de selvagens que estupram mulheres e cometem todo tipo de crime em todo o país para dentro, e então, ele tem a coragem de dizer que as pessoas são preguiçosas porque não ensinam àqueles que estão com raiva que seu país foi invadido.
Mas por que alguém iria querer lutar por esse chamado grande sistema de democracia que eles têm na Alemanha? Este sistema não representa liberdade de qualquer tipo. É um sistema projetado especificamente para abusar do povo alemão.
É realmente incrível ver como alguém na Alemanha apóia a atual instituição dominante de Angela Merkel e seus comparsas.
Outro Social Democrata (SPD), o deputado Sören Bartol, foi mais longe e fez acusações. Ele afirmou em seu Twitter ter sido “emboscado” por nazistas quando deixava uma manifestação contrária à xenofobia. Ele afirmou que os agressores destruíram bandeiras com o símbolo da SPD e agrediram alguns dos membros do grupo. 
Manifestante “alemã”

Vale tudo para ganhar um debate quando não se está com a razão ou foi desmascarado, não é mesmo? E não para por ai. 

Cerca de 3 mil pessoas organizaram um outro protesto nas proximidades da Igreja de São João, para apoiar a imigração e a política de Merkel. A velha ANTIFA, grupos LGBT, vermelhos progressistas e pós-modernos em geral com cartazes de velhas frases batidas com slogans como “Chemnitz livre de nazistas” e “Tenha coração e não hostilidade”.  Esse é o verdadeiro espectro dos regimes democráticos. Enquanto alegam “oportunidade para todos”, na verdade tornam aberrante tudo que tocam. 
Confrontos
Alguns policiais pediram por meio de alto-falantes que os participantes não se envolvessem em atos de violência. Como precaução, os policiais levaram veículos blindados e canhões d’água para dispersar manifestantes em caso de confronto.
Apesar da precaução, os portestos deixaram 18 feridos. Entre eles, 3 policiais que separavam grupos. 
A polícia também chagou a informar que um afegão de 20 anos foi atacado horas depois dos protestos por 4 homens encapuzados. 
A polícia também registrou 37 ocorrências criminais nos protestos, incluindo lesão corporal, vandalismo e exibição de “símbolos proibidos”.

Como comemorar quando: “mais alemães vão ao protesto anti-Merkel e anti-imigração do que no protesto a favor de Merkel e imigração”
 

————————————————————————————————————————–

Fontes de pesquisa:


O www.osentinela.org é um projeto de mídia informativa de viés nacionalista e tradicionalista brasileiro mantido pela própria equipe, escrevendo, editando e atualizando de forma pontual, além dos nossos leitores e seguidores de nossas mídias sociais.

O conteúdo sempre será livre e de forma gratuita, mas se você quiser incentivar esse projeto, poderá fazer com qualquer valor. Assim, estará sendo VOCÊ o financiador daqueles que acreditam na causa nacional.


Outras formas de doação? Entre em contato: osentinelabrasil@gmail.com

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *