Adolf Hitler: Sobre o Comunismo

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“Não posso transigir com uma concepção de mundo [o bolchevismo] que, em toda parte onde alcança o poder, trata logo de libertar, não os trabalhadores, mas a escória da humanidade, o elemento anti-social concentrado nas prisões – e soltar estas bestas selvagens no mundo impotente e aterrado que os rodeia…”
“O bolchevismo converte campos florescentes em sinistros montões de ruínas; o nacional-socialismo transforma um regime de miséria e destruição num Estado sadio, de próspera vida econômica…
“A Rússia [soviética] havia preparado uma revolução mundial em que os trabalhadores alemães serviriam de carne de canhão para o mando do imperialismo bolchevista. Nós, os nacional-socialistas, não pretendemos empregar nossos recursos militares para impor a outros povos, pela força, o que eles não queiram aceitar. O nosso exército não jurou propagar o nacional-socialismo entre as outras nações pelo ferro e pelo fogo, mas sim defender de agressões estrangeiras, com o seu próprio sangue, a ideia nacional-socialista, e por conseguinte o Reich alemão, sua segurança e sua liberdade…”
“O povo alemão, como soldado, é um dos melhores do mundo: ter-se-ia tornado uma verdadeira ‘Brigada da Morte’ para os propósitos sanguinolentos destes disseminadores internacionais de lutas. A revolução nacional-socialista afastou o perigo, tanto do nosso próprio povo como dos demais…
São estas apenas algumas razões do antagonismo que nos separa do comunismo. Afirmo-o: esse antagonismo não pode ser eliminado. Na verdade há aqui dois mundos que mais e mais se distanciam um do outro e jamais poderão se unir. Quando num jornal inglês certo parlamentar se queixa de que pretendemos dividir a Europa em duas partes, então, infelizmente, somos obrigados a informar a esse ‘Robinson Crusoé’ que vive em sua feliz Ilha Britânica que – embora triste – esta divisão já é um fato consumado… Quando alguém recusa ver uma coisa isso não significa que ela não exista. Anos a fio ridicularizaram-me na Alemanha como profeta; por vários anos consideraram minhas admoestações e profecias como ilusões de um mentecapto…”
“O bolchevismo atacou os fundamentos de toda a nossa ordem humana, tanto no Estado como na sociedade, as bases do nosso conceito de civilização, da nossa fé e da nossa moral; tudo isto está em jogo.
“Se o bolchevismo se contentasse em pregar sua doutrina num único país, as outras nações poderiam ficar indiferentes; mas seu princípio supremo é o internacionalismo; sua profissão de fé é de fazer triunfar em todo o mundo este ponto de vista, isto é, convulsionar a atual ordem do mundo. Se um autor de manchetes britânico se recusa a reconhecê-lo, porta-se mais ou menos como se no décimo quinto século um humanista de Viena não tivesse admitido a intenção do islamismo de estender sua influência à Europa e tivesse objetado que isso seria rasgar o mundo em pedaços, dividi-lo em oriental e ocidental. Por infelicidade não posso furtar-me à impressão de que a maioria dos que duvidam do perigo mundial bolchevista venham eles próprios do oriente. Os políticos ingleses ainda não conhecem o bolchevismo em sua pátria; nós já o conhecemos. Uma vez que combati a ideia judaico-soviética dentro da Alemanha, uma vez que dominei e expulsei este perigo, julgo possuir melhor compreensão de sua essência do que aqueles que só lidam com ela no terreno literário…”
“Consegui meus êxitos simplesmente porque, em primeiro lugar, me esforcei por ver as coisas tais quais elas são e não como desejaríamos que fossem; segundo, porque, formada a minha opinião, nunca permiti fraquezas que me convencessem do contrário ou me levassem a abandoná-la; terceiro, porque, em todas as circunstâncias, sempre cedi à necessidade, quando como tal a tinha reconhecido. Hoje que o destino me permitiu tamanhos sucessos não serei desleal a esses meus princípios fundamentais…”
“Não me é necessário fortalecer com triunfos militares a reputação do movimento nacional-socialista, nem tampouco o exército alemão. Quem, como nós, empreendeu tão ingentes tarefas econômicas e culturais e está determinado a levá-las avante, pode encontrar a mais alta glória apenas na paz… Mas o bolchevismo que, segundo soubemos faz apenas alguns meses, pretendia aparelhar seu exército de tal maneira que pudesse com violência, se necessário, abrir as portas da revolução entre outros povos – saiba esse bolchevismo que, às portas da Alemanha, encontrará o novo exército alemão… Tenho a convicção de que, como nacional-socialista, sou aos olhos dos burgueses democratas nada mais que um homem selvagem. Embora selvagem, julgo-me melhor europeu e, em qualquer hipótese, mais sensato do que eles. É com grave ansiedade que pressinto na Europa a possibilidade de um desenvolvimento como o seguinte: as democracias talvez continuem a desintegrar os Estados europeus, tornando-os internamente mais inseguros na avaliação dos perigos que os ameaçam e, acima de tudo, mutilando todo o poder de resistência decidida. A democracia é o canal por onde o bolchevismo conduz o veneno para os países desunidos, deixando-o agir tempo suficiente para que as infecções produzam o definhamento da razão e do poder de resistência. Julgo então possível a formação – para evitar algo ainda pior – de coalizões de governo, mascaradas em Frentes Populares ou coisas que o valha, cujo empenho é destruir nesses povos, e talvez o consigam, as últimas forças remanescentes quer em organização quer em projeto, capazes de oferecer resistência ao bolchevismo.
“A brutal carnificina em massa dos combatentes nacional-socialistas, as viúvas dos oficiais nacional-socialistas queimadas após se derramar petróleo sobre elas, o morticínio de crianças e bebês de países nacional-socialistas, conforme sucede na Espanha, devem servir de admoestação às forças de outros países que tenham pontos de vista afins com os do nacional-socialismo; o bolchevismo que intimidar essas forças de maneira que em situação idêntica não ofereça resistência. Se estes métodos alcançam êxito, se aos modernos girondinos sucedem os jacobinos, se à Frente Popular de Kerensky der lugar aos bolchevistas, então a Europa mergulhará num mar de sangue e lágrimas…”.
Discurso de Hitler em Nürnberg 14 de setembro de 1936

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