Adolf e a economia Nacional-Socialista

“Fizemos o possível, sem ouro e sem câmbio, para manter o valor do marco alemão. Sob a base do marco alemão está a capacidade para o trabalho dos alemães, enquanto alguns países estrangeiros, sufocados pelo ouro, têm sido obrigados a desvalorizar suas moedas. Hoje, em maio de 1938, o mundo que nos rodeia sofre com a ansiedade que o desemprego de milhões de pessoas traz consigo. Na Alemanha, começamos a ficar ansiosos porque não temos trabalhadores o suficiente. – Adolf Hitler”

“A luta contra o capital financeiro e prestamista internacional chegou a ser o ponto programático mais importante do Nacional-Socialismo” – Adolf Hitler

“Durante os três anos antes da ascensão de Hitler ao poder, o ganho total da economia havia caído pela metade, de 23 bilhões de marcos para 11 bilhões. O rendimento médio per capita caiu de 1.187 marcos em 1929 para 627 marcos em 1932, um nível muito aquém do tolerável. Em janeiro de 1933, quando Hitler assumiu o poder, 90 por cento do povo alemão estava totalmente desamparado.” – General Leon Degrelle

Quando Adolf tomou posse em 1933, a Alemanha era o país europeu com o mais sombrio futuro; possivelmente nenhum outro tivesse perspectivas tão ruins. A Alemanha estava tecnicamente falida, sem qualquer esperança de reabilitação. As razões para isso eram muitas e variadas:

 Desemprego massivo

 Estagnação Industrial

 Greves desestabilizadoras promovidas pelos sindicatos

 Queda do investimento privado para um sexto

 Colapso dos preços agrícolas

 A escalada do número de empresas falidas

 O ganho total da economia tinha caído pela metade

 90% do povo alemão estava em situação desesperadora
Adolf assume um país financeiramente falido
O tratado de Versalhes confiscou a  mais rica terra em minérios e impôs indenizações exponenciais que não poderiam ser pagas em menos de cinquenta anos.
Os comunistas, financiados pela União Soviética, estavam se aproveitando da crise política através da promoção de greves freqüentes e violentas tentativas de golpe.
Ao tomar posse como Chanceler da Alemanha, Adolf Hitler estava determinado a controlar a catástrofe econômica, ao mesmo tempo em que resolvesse os problemas de desemprego e criminalidade, por todos os meios possíveis e o quanto antes. Ele convocou o presidente do Reichsbank, Dr. Hans Luther, ao seu escritório. Luther era um homem sóbrio e prático. Uma vez que o restante dos fundos de Estado equivalia a apenas 150 milhões de marcos, ele não ofereceu a Adolf qualquer assistência ou orientação. Adolf decidiu que Luther não era o homem para o trabalho.
Inflação na República de Weimar: a moeda alemã, já sem qualquer valor e Hitler havia herdado uma economia totalmente falida.
Tendo transformado o jornal do partido, Volkisher Beobachter, da ruína econômica à rentabilidade sólida, Adolf tinha desenvolvido um interesse afiado e sensibilidade para a economia, de forma que possuía idéias consistentes sobre o que deveria ou não  ser feito com a economia alemã. Na seqüência ele chamou o Dr. Hjalmar Schacht, e fez-lhe o mesmo desafio. Essas duas mentes brilhantes se encontraram, e o resultado histórico foi o esquema conhecido como “Mefo Bonds

“Era necessário descobrir um método que evitasse uma inflação descontrolada dos fundos de investimento do Reichsbank, o que iria aumentar a circulação de dinheiro excessivamente.” – Hjalmar Schacht, Ministro das Finanças de Hitler

Os papéis conhecidos como “Mefo Bonds”, ao serem apresentados ao Reichsbank poderiam ser convertidos em dinheiro. Schacht concebeu as obrigações a curto prazo para que houvesse sua pronta aceitação pública, de forma que se pagasse uma taxa de juros de quatro por cento, um valor aceitável à época, e que tornava sem sentido a velha prática de esconder dinheiro no colchão… A população adere ao Plano Econômico e Adolf tinha seus bilhões com os quais iria promover a criação de empregos sem causar inflação. Nos próximos quatro anos, o povo alemão subscreveu mais de 12 bilhões de marcos em valor das “Mefo Bounds“.

“O país não vive em função do sistema econômico, e o sistema econômico não existe para o bem do capital. Ao contrário, o capital é o servo do sistema econômico, este último em função do povo. ” – Adolf Hitler, primeiro discurso no Reichstag.

Milhares de desempregados durante a República de Weimar. (Até ao final do primeiro ano do governo de Adolf Hitler, o desemprego caiu de 6.000.000 para 3.374.000. Uma inédita abertura de 2.627.000 postos de trabalho foram criados no momento em que o resto do mundo estava em profunda recessão econômica.
Planejamento Econômico Sadio
À medida que a criação de postos de trabalho evoluía, as receitas do governo aumentaram automaticamente devido a vários fatores:
Hitler e Schacht
Muitos desempregados e miseráveis já não precisavam de assistência social dos fundos estatais.
 Os recém-empregados agora faziam parte do mercado formal de trabalho e, portanto, contribuíam à receita.
 Com o aumento da confiança, a indústria privada, por sua vez, projetou-se à expansão e à contratação de novos empregados.

“Eu não acredito que Hitler se limitou a pedir minha ajuda. Se eu não o tivesse atendido, ele teria encontrado outros métodos, outros meios. Ele não era um homem que desistisse.” – Hjalmar Schacht, no julgamento de Nuremberg.


O Trabalho glorifica!
O status social do trabalhador alemão foi drasticamente elevado por Adolf. Ele visitou regularmente fábricas e fazendas, conversando com trabalhadores diversos, para saber suas opiniões em primeira mão. Era comum para ele participar sem guarda-costas de qualquer tipo e nunca houve um incidente desagradável. Os trabalhadores o  idolatravam.

“Devem aprender a respeitar uns aos outros e serem respeitados por sua vez – o intelectual deve respeitar o trabalhador manual e vice-versa. Um não pode existir sem o outro ” – Adolf Hitler – 1924

“Em 1932, antes do Nacional-Socialismo chegar ao poder, a renda nacional alemã atingiu 45,2 bilhões de Reichmarks […] e em 1937 alcançou o número de 68 bilhões de Reichmarks. Em contrapartida a esse aumento na renda, o índice do custo de vida geral manteve-se praticamente inalterado. Em outras palavras, enquanto a renda nacional aumentou quase 50%, o aumento do custo de vida foi de apenas apenas 4%.” – Adolf Hitler

“Preconceitos à parte, qualquer um que visite a Alemanha outra vez  após um intervalo de cinco anos, não pode deixar de se impressionar pelos sinais óbvios de um renascimento econômico. Pode-se ver fábricas, anteriormente dilapidadas e fechadas, agora reabertas e re-aparelhadas, trabalhando outra vez sob condições normais. Pode-se ver um exército de trabalhadores empregados incrementado em centenas de milhares e, sobretudo, observar as rampas de carregamento acumuladas com a produção de commodities; espanta o fluxo constante dos veículos pesados de transporte, cada um com seu reboque de dois ou três eixos… todos os sinais e portentos, que até então há cinco anos atrás remetiam à história da depressão empresarial, e que agora haviam se convertido numa auspiciosa demonstração de despertar econômico.” – Cesare Santoro

Hitler se encontra com lavradores
A participação pessoal de Hitler sempre foi o fator-chave. A política econômica de Adolf era baseada na renovação da indústria através de grande obras públicas. Bilhões investidos seriam retornados mais tarde ao Estado por rendimentos de imposto moderados. A Alemanha viu logo os resultados e toda a oposição à sua liderança se desintegrou ante o milagre econômico.
Grandiosos projetos foram executados, incluindo as primeiras auto-estradas do mundo, ou “Autobahns”, e o carro de família mais barato do mundo, o Volkswagen, mais uma inovação de Adolf Hitler.
Após cinco anos, os cinco anos da política industrial e econômica Nacional-Socialista mostraram que:
 A fabricação de papel aumentou 50%
 A fabricação de óleo diesel aumentou 66%
 A produção de carvão aumentou em 68%
 A produção de óleo combustível aumentou 80%
 A produção de óleo mineral aumentou 90%
 A produção de seda artificial aumentou 100%
 A produção de querosene aumentou 110%
 A produção de aço aumentou em 167%
⇛ A produção de óleo lubrificante aumentou 190%

“A salvação econômica alemã foi proporcionada unicamente por meio do esforço do povo alemão e da sua experiência adquirida. Países estrangeiros em nada contribuíram para isso. Fizemos o possível, sem ouro e sem câmbio, para manter o valor do marco alemão. Sob a base do marco alemão está a capacidade para o trabalho dos alemães, enquanto alguns países estrangeiros, sufocados pelo ouro, têm sido obrigados a desvalorizar suas moedas. Hoje, em maio de 1938, o mundo que nos rodeia sofre com a ansiedade que o desemprego de milhões de pessoas traz consigo. Na Alemanha, começamos a ficar ansiosos porque  não temos trabalhadores o suficiente.” – Adolf Hitler

Fonte: Adolf, the Great


Publicado originalmente em 1 de janeiro de 2010


Veja Também:


Mark Weber: Como Hitler enfrentou o desemprego e reviveu a economia da Alemanha

Gottfried feder: Fundamentos econômicos do Nacional-Socialismo


Boicote – ao Nacional-Socialismo – ontem e hoje


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