A Quem Interessa a Liberação das Drogas e o Narcotráfico?

Uma das consequências diretas dos países cujo problema do uso de drogas é alarmante é o consequente terreno fértil para a formação de cartéis de drogas e a influência do narcotráfico na política, fazendo emergir o narco-Estado. Assim acontece em países latinos como o Brasil, Colômbia e México (pólos mundiais de plantação e comercio de drogas ilícitas), mas também em países considerados de “primeiro mundo”, com a Holanda, cuja própria polícia já alerta o parlamento sobre a formação do poder paralelo do cartel do tráfico no país, mesmo com a já antiga legislação de liberação das drogas, formando um narco-Estado na Europa.

O caso da já citada Holanda, país pioneiro na liberação da maconha para consumo “recreativo” na atualidade mostra a utopia desse tipo de pensamento, revelando que, em vez de acabar com o crime organizado revertendo em impostos a comercialização da droga, na verdade, serve a interesses de fora, de gigantes do capital financeiro, interessados em manipular ao seu prazer o multibilionário mercado de consumo do gênero. Mais uma forma de submissão dos países a vontade de interesses apátridas e enfraquecimento das pessoas pelo vício.Lobby das drogas no Uruguai
Já citamos aqui no site, oque ocorre atualmente na Holanda, sobre a formação dos cartéis de traficantes, mas no Uruguai, em 2017, o Diretor Nacional de Polícia do Uruguai, Mario Layera, diz que a legalização da maconha, aprovada em 2013, não implicou diretamente na queda do tráfico desta droga e que o narcotráfico aumentou o número de assassinatos:

“No ano passado tivemos os níveis históricos mais altos de confisco no país proveniente de outra região. Por isso, entendemos que o tráfico para o Uruguai não se ressentiu de maneira notável” – comentou em entrevista à rádio El Espectador.

Em dezembro, a Brigada de Narcóticos indicou que a droga mais confiscada em 2016 foi a maconha, chegando a 4,305 toneladas até 18 de dezembro, sendo que em 2015 havia sido de 2,52 toneladas. Na verdade, pelo tráfico de drogas constatado nos últimos tempos, houve um aumento dos níveis de crimes e homicídios se comparados desde 2005. Assim como o aumento de assassinatos, principalmente de homens jovens.

A situação é que no país, várias autoridades do Ministério do Interior foram ameaçadas além de juízes, procuradores e algumas personalidades dos próprios Direitos Humanos por conta das novas estratégias e medidas aplicadas para combater o crime organizado.Já nesse ano (2018), as notícias do país afirmam uma queda de 18% nos crimes relacionados ao narcotráfico, além de não ter muita relação com a efetiva legalização, em todo caso como no Brasil, Holanda e etc, está mais relacionado as negociações entre os traficantes e donos dos cartéis do que ao Estado em si. Mas a quem interessa e porque essa disseminação da maconha?

Um dos maiores, se não o maior responsável pela promoção da liberação das drogas em geral é o conhecido mega-especulador financeiro mundial George Soros (1930) de família judaica-húngara, é uma das figuras mais importantes e influentes do lobby judeu, se não o maior.

Breve Histórico de George Soros

O verdadeiro nome da sua família era Schwartz, o nome “Soros”, tem duplo significado: Em húngaro significa “sucessor” e em esperanto, significa “se elevará” (1)

Ele começou sua carreira no mundo das finanças como adolescente, pouco depois do fim da Segunda Guerra Mundial, aproveitando a grande inflação sofrida pela Hungria. Pouco depois, ele escapou do comunismo da ocupação soviética, indo primeiro para a Suíça, e depois para Londres, onde se formou em Filosofia em 1952.

Em 1969, fundou sua empresa Soros Fund Management , uma empresa limitada através da qual ele realiza suas atividades especulativas. Tem investimentos feitos em negócios muito diversos: transportes, energia, outras indústrias … ele e sua família íntima são os principais proprietários dessa empresa.  Esta, trabalha como consultora do Quantum Fund Group , co-fundada pela Soros, com sede nas Antilhas Holandesas e nas Ilhas Cayman. O Grupo Quantum Fund inclui investimentos de famílias como Rothschilds, entre outros.

Ele se tornou famoso em 16 de setembro de 1992, quando realizou uma enorme mudança de libras esterlinas para marcas deutsche, desvalorizando a libra esterlina e gerando o referido grupo com um lucro de 1,8 bilhão de dólares. Este episódio é conhecido como Black Wednesday (quarta-feira negra).

Hoje, um dos maiores especuladores do mundo. A Revista Forbes em 2017 estimou seu capital em 25.200 milhões de dólares, o que tornaria a Soros a 29ª pessoa mais rica do mundo.

Soros financia e patrocina uma longa série de eventos sociais. Grande parte da sua atividade surgiu após o vazamento do portal DCLeaks e pelo Wikileaks.

Soros financiou vários movimentos anticomunistas na Europa Oriental durante o declínio da URSS e é pessoalmente responsável pelo caos causado pela terapia de choque capitalista na Europa Oriental desde 1989. Ele forçou os governos fracos desses países para adotar medidas econômicas loucas e draconianas, que lhe permitiram comprar os recursos de grandes áreas da Europa Oriental a preços muito baixos, semelhante aos pacotes de privatização que o Brasil sofreu e sofre até hoje.

Soros financiou movimentos anti-cubanos e em favor da imigração maciça aos Estados Unidos, como No Borders através de sua ONG Open Society Foundation, uma organização bem conhecida também pela promoção do fluxo maciço de imigrantes para Europa através da Grécia, assim como o financiamento do Coletivo contra a “islamofobia” na França, sendo essas realizações um dos principais elementos que tornaram possíveis a  crise do “refugiados” na Europa de 2015 e 2016.

Também na Europa, ele financiou movimentos oposicionistas contra o Aurora Dourada (partido de caráter nacionalista), promovendo ações contra a frente política através de suas ONG´s.

Entre 2008 e 2009, a Open Society Foundation (até então Open Institute Foundation) financiou com 15 milhões de dólares a Alliance for Climate Protection (ACP), uma organização co-fundada pelo alarmista climático Al Gore. O alarmismo contra a mudança climática obedece aos interesses econômicos. Se medidas forem impostas contra essa suposta mudança climática nos países ricos, será inevitável que as atividades econômicas sejam transferidas para países do terceiro mundo , com leis mais flexíveis. A longo prazo, isso significaria maiores benefícios para as grandes empresas, mas uma deterioração da primeira economia mundial.

Soros, Open Society e a liberação das drogas
A ONG internacional Open Society Foundation possui diversas filiais em todo o mundo e possui sobre seu patrocínio e apoio milhares de ONG´s menores em diversos países do mundo (na Venezuela e Rússia ela é proibida). Uma de suas bandeiras é a legalização/descriminalização das drogas, em especial a maconha.

O projeto de legalização plena da maconha não é coisa dos uruguaios, mas da organização Open  Society. Atualmente todas as ONGs e entidades que financiam a campanha pela legalização das drogas no Uruguai, no Brasil e em vários países periféricos são financiadas por ela.

Mujica e Soros em NY

O mais impressionante é que o presidente uruguaio da época (2013), José Pepe Mujica, admitiu que o país não está preparado para isso. 61% dos uruguaios já se disseram contrários à legalização. Estima-se que, no país, de 3,4 milhões e habitantes, menos de 4% sejam consumidores. E assim como querem os apoiadores, no rastro da liberação da maconha, vem as outras drogas (veremos mais abaixo), pois como bem se sabe, a fonte principal do narcotráfico é a cocaína.

As vendas legais de maconha no Uruguai foram iniciadas no mês de julho de 2017, e logo de início, 5 mil uruguaios se inscreveram no registro de consumidores obrigatórios do país, de acordo com dados do jornal El País. As compras podem ser realizadas em 26 locais de comércio legalizados como distribuidores da substância no país, conforme dados do Instituto de Regulamentação e Controle de Cannabis (IRCCA) (2).Cria-se um cadastro de usuários, e o estado venderá 40 gramas por mês a cada um. Distorção óbvia: não consumidores vão se alistar para obter a droga e repassar aos viciados; também os consumidores que não queimarem a sua cota de mato farão o mesmo. Nos dois casos, com ágio. Pronto! É o tráfico da maconha de volta.

No final dos anos 1990, o já falecido ex-candidato e deputado federal Enéas Ferreira Carneiro denunciava George Soros, apontado pela revista EIR como um dos maiores narcotraficantes responsáveis pela privatização roubo da maior riqueza em minérios do planeta, vendida a uma bagatela (simplesmente uma transferência de patrimônio).

 

principalmente a partir de 2:38
 
No lançamento do projeto em 2013, no mês de setembro, o ex-presidente José Pepe Mujica se reúne com o multibilionário durante sua participação na Assembleia Geral da ONU, em Nova York – sob protestos de diversos setores da sociedade uruguaia.

 

A Open Society Foundation então divulga a doação de US$ 500 mil dólares para organizações não-governamentais e universidades do Uruguai que estudem o “impacto da legalização do consumo de maconha no país”.

“Nossa doação busca em apoiar esforços independentes de monitoramento e avaliação para construir a melhor evidência possível sobre o impacto da implementação da lei”, disse à agência Efe, Pedro Abramovay, diretor regional para a América Latina e o Caribe da fundação. Ele também trabalhou no Ministério da Justiça nos governos Lula e Dilma e diretor no Brasil do site de petições Avaaz, que segundo ele, é um movimento que tem princípios, mas não uma rede social ou um espaço neutro, só aceitando petições de causas afeitas à ideologia, retirando do ar qualquer petição que vá contra os princípios do movimento.

Qual o interesse dos gigantes do sistema financeiro em legalização da maconha? Evidentemente as pesquisas servem para se ter uma ideia de mercado de consumo e apropriação do multibilionário sistema da droga no mundo.

Soros ofereceu a Mujica toda a ajuda possível para que o processo iniciado no Uruguai possa avançar com maior facilidade diante da opinião, partilhada por eles, de que a política geral atual em relação às drogas não tem resultados positivos.

O lobby das drogas estadunidense

Em Outubro de 2010,  George Soros, através da Open Society Foundation já havia apoiado a proposta para legalizar a maconha na Califórnia (EUA) com uma doação de US$ 1 milhão de dólares, entregue uma semana antes da votação da medida, que faz parte de um referendo realizado junto com as eleições legislativas nos EUA, divulgado primeiramente na edição do jornal The Sacramento Bee como a maior doação realizada por um indivíduo à campanha, conhecida como “Proposta 19”, além da feita pelo principal promotor do projeto, Richard Lee, um empresário de Oakland.

Em 2017, o The New Yok Times noticiou que Soros fez nos últimos anos doações que somaram US$ 18 bilhões para a sua organização Open Society Foundations, nome inspirado no famoso livro “A Sociedade Aberta e os Seus Inimigos” (volumes 1 e 2), de Karl Popper, seu autor favorito. Uma das maiores doações de dinheiro já feitas por um doador privado para uma única instituição nos Estados Unidos.

Nos Estados Unidos, há anos Soros é um dos maiores doadores do Partido Democrata. Na eleição presidencial passada, investiu muito dinheiro na campanha da candidata Hillary Clinton, que perdeu a eleição para Donald Trump.

 

Soros e Hillary Clinton

Como esse tipo de apoio nunca sai de graça, um dos e-mails vazados revelou que Soros, mediante um representante, enviou instruções a Hillary, então secretária de Estado do governo de Barack Obama, para intervir na política da Albânia, país onde ele tem negócios. Três dias depois da mensagem, o nome sugerido por Soros, Miroslav Lajcak, foi enviado pela União Europeia para mediar o conflito entre os rivais políticos albaneses.

Os documentos mencionados acima vazados pelos sites Wikileaks e DC Leaks mostraram o grau de influência de Soros sobre Hillary e o Partido Democrata, que receberam ambos cerca de US$ 25 milhões do bilionário para a eleição de 2016. Soros é, aliás, um dos maiores doadores de toda a carreira política de Hillary.

Investindo o seu dinheiro de forma estratégica, Soros também teria orientado políticos do Partido Democrata para fazer valer seus interesses dentro e fora dos Estados Unidos, além de ter tentado manipular eleições na Europa. Ainda segundo os documentos vazados, através da Open Society, o bilionário financiou entidades em várias partes do mundo.

Lobby das drogas no Brasil

No Brasil e em outros países da América Latina, a Open Society injeta cerca de US$ 37 milhões por ano assim como a Ford Foundation (Fundação Ford), que igualmente notória por financiar ON´S “sociais e políticos ligados a elas ao redor do mundo, destina US$ 25 milhões para organizações de esquerda de países latino-americanos.

 

Esse dinheiro só vai, porém, para iniciativas que atendam o grande projeto global de revolução social financiado por Soros, o que significa promover o aborto, a legalização das drogas e ataques sistemáticos a todos os costumes, tradições e instituições sociais que de alguma maneira ainda protegem a sociedade brasileira. Por isso, o apoio cada vez maior a grupos que usam o termo “mídia independente” para desenvolver de forma radical e inclusive pressionar o trabalho realizado pela grande imprensa.

Um desses projetos é a Mídia Ninja (Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação), que ficou conhecida nas manifestações de 2013 dizendo-se independente, mas que havia recebido US$ 80 mil da Open Society. Vinculado ao Fora do Eixo, entidade chefiada por Pablo Capilé, a Mídia Ninja inaugurou em outubro de 2017,  a sua nova sede na região central de São Paulo, onde “a nata” pós-moderna de artistas e pensadores brasileiro esteve presente.

Outra entidade que atua na seara da produção de conteúdo é a “Agência Pública”, de Leonardo Sakamoto, que em cinco anos recebeu mais de R$ 1 milhão da Open Society. É com os dólares de Soros que a Agência Pública diz realizar um “modelo de jornalismo sem fins lucrativos para manter a independência”. Independência similar à da Mídia Ninja.

Mas nessa relação entre imprensa, tevê e organizações financiadas por George Soros, destaca-se Ronaldo Lemos, comentarista da Globonews, cofundador e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio). O ITS Rio recebeu da Open Society US$ 350 mil entre 2014 e 2015. Lemos foi talvez o nome mais conhecido na elaboração e defesa do Marco Civil da Internet, que abriu a possibilidade de regulação e de controle pelo Estado e que foi usado pela Justiça como fundamento jurídico para suspender o aplicativo WhatsApp.

Outro destaque é a também comentarista da Globonews (e voz cada vez mais conhecida na defesa da legalização das drogas) Ilona Szabó de Carvalho, diretora-executiva e coordenadora do Programa de Políticas sobre Drogas do Instituto Igarapé. Também financiado pela Open Society, o Igarapé recebeu mais de R$ 670 mil entre 2014 e 2015.

Em abril de 2015, aliás, houve um evento simbólico dessa relação: Ilona organizou junto com Pedro Abramovay, um jantar para George Soros no apartamento do casal Florencia Fontan Balestra e Fabiano Robalinho Cavalcanti, ambos do Instituto Igarapé. O encontro reuniu o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Jorge Paulo Lemann (3G Capital), David Feffer (Grupo Suzano), Celso Lafer (advogado e professor), Guilherme Leal (Natura), Ricardo Marino (Itaú-Unibanco), Olavo Monteiro de Carvalho (Grupo Monteiro Aranha), Luciano Huck, Carlos Jereissati (Grupo Jereissati), Raphael Klein (Casas Bahia e Kviv Ventures) e Beatriz Gerdau (Grupo Gerdau). Nesse jantar no Rio de Janeiro, Soros falou sobre a cultura da filantropia, o que significa que ele falou sobre a sua cultura de filantropia para pessoas muito influentes e com muito dinheiro. Além disso, ele participou de um seminário sobre drogas.

 

Illona Szabó, Pedro Abramovay, Fernando Henrique Cardoso e outros (fonte). 

Ainda sobre o ITS Rio, junto com Ronaldo Lemos integram a equipe Eliane Costa, que foi gerente de patrocínio da Petrobras de 2003 a 2012 (ou seja, durante todo o governo Lula); Lucia Nader, colaboradora da Open Society; e Ana Toni, que integra o conselho editorial do jornal  Le Monde Diplomatique Brasil e que atuou como diretora da Fundação Ford no Brasil de 2003 a 2011 (quase o mesmo período em que sua colega trabalhou na Petrobras).

A drenagem dos recursos de Soros também alimenta entidades criadas por aquelas já financiadas pela Open Society. O ITS Rio, por exemplo, criou o site “Mudamos.org”, que recebe dinheiro de Soros e orgulha-se de ter participado da criação do Marco Civil da Internet. O dinheiro entra por vários canais, mas converge para o mesmo duto. O idealizador do “Mudamos.org” é o sociólogo socialista Luiz Eduardo Soares. Ele foi secretário de Segurança Pública do governo Anthony Garotinho, no Rio de Janeiro, e secretário nacional de Segurança Pública do governo Lula, além de coautor do livro Elite da Tropa, que serviu de base para o filme Tropa de Elite. Soares é notório defensor da desmilitarização da Polícia Militar e da descriminalização das drogas, cuja proibição tem como consequência, segundo ele, “a criminalização da pobreza, sem reduzir a criminalidade ou o consumo de drogas”.

Outras organizações que receberam dinheiro de Soros para influenciar a sociedade brasileira para liberação das drogas foram o Movimento Viva Rio, que entre 2009 e 2014 recebeu US$ 107 mil para atuar na defesa da liberação das drogas; e o Instituto Fernando Henrique Cardoso, que recebeu US$ 111.220 entre 2015 e 2016. O ex-presidente tornou-se a voz mais famosa a defender a legalização.

O projeto Alerta Democrático, que recebeu US$ 512.438 em 2014 da Open Society Foundation, tem na sua equipe o já citado petista Pedro Abramovay. Outro integrante da equipe do Alerta Democrático é o ex-BBB Jean Wyllys, que usa o seu mandato de deputado federal para fazer valer o projeto de engenharia social como aborto, liberação de todas as drogas e ufanismo da homossexualidade e discussão de gênero.

 

Principais mídias “independentes” da Open Society de George Soros no Brasil

Em 2014, o deputado federal e ex-BBB Jean Wyllys (PSOL-RJ) protocolou um projeto de lei (PL 7270/2014) que autoriza a produção e venda de maconha no país aos moldes dos citados países que seguiram esse passo. Esse projeto foi o segundo projeto sobre descriminalização da maconha que começa a tramitar na Câmara, pois o deputado Eurico Júnior (PV-RJ), no mesmo ano havia, um mês antes, um projeto semelhante. No Senado, o senador pelo Distrito Federal Cristóvão Buarque (PDT-DF) prontamente anunciou, na época, que prontamente  levaria para discussão projeto de iniciativa popular sobre a regulamentação do uso da maconha.

A proposta estabelece que cada pessoa pode cultivar até 12 pés de cannabis em casa para consumo próprio, sendo que seis plantas devem estar prontas para a colheita e outras seis imaturas. O produto colhido deve render, no máximo, 480 gramas da droga e fica isento de registro e inspeção pelo governo. Enquanto que no varejo, a venda de maconha fica limitada a 40 gramas mensais por indivíduo, mas o texto não especifica como deve ser feito o cadastro de compradores para exercer esse controle, mas estabelece que caberá ao Ministério da Agricultura a responsabilidade pelos trâmites de registro e padronização do comércio de cannabis e derivados, além da responsabilização pela inspeção. Já a inspeção de aspectos sanitários da droga ficaria a cargo do Ministério da Saúde.

Os locais de venda de maconha, para uso recreativo ou medicinal, devem ser licenciados mas no caso da venda medicinal, deve haver receita médica, ficando proibida a criação de qualquer tipo de registro ou a coleta de dados sobre consumidores de drogas que incluam qualquer tipo de identificação pessoal.

A proposta também prevê que se crie o Conselho Nacional de Assessoria, Pesquisa e Avaliação para as Políticas sobre Drogas, que será mantido com recursos dos impostos recolhidos pela comercialização de produtos da cannabis. O órgão deve auxiliar outras repartições públicas nos estudos de políticas sobre drogas e tem entre suas prerrogativas a atribuição de recomendar ao governo a retirada de outras substâncias da lista de drogas ilícitas.

O texto faz, ainda, uma série de alteração na lei 11.343, que cria o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas. Uma das alterações é a que reduz de cinco para quatro anos de prisão a pena mínima para quem produz, fabrica, importa ou vende drogas ilícitas, exclusivamente para os casos de fim de obter lucro, visto que na legislação atual, a pena de cinco anos de prisão vale também para quem fornece a droga gratuitamente.

“Consideramos este projeto um primeiro passo de uma mudança mais profunda que deve continuar, já que somos favoráveis à regulação de todas as drogas, o que deverá chegar após um amplo processo de debate, conscientização e construção de um modelo alternativo ao atual, evidentemente fracassado”, informa o texto de Jean Wyllys.

 

Nas eleições para esse ano, nós já vemos o lobby agindo. Mês passado, a pré-candidata à presidência pelo Partido Comunista do Brasil (PC do B), Manuela D’Ávila, publicou um tweet que divulgava sua participação em um evento sobre “drogas e segurança pública” organizado pela Open Society Foundation.
Nunca as palavras de um sábio brasileiro foram tão assertivas:

Não se engane pensando que esses projetos de engenharia social que tornam os donos do poder local e internacional cada vez mais os donos da situação se estende somente a “esquerda” política. Essa prática também estende-se a “direita” e vice-versa. Mas isso é assunto pra outro artigo.

Notas:

(1) – o pai de Soros era advogado e professor de esperanto


(2) – O acesso ao produto no Uruguai é feito pelas autoridades por três caminhos: auto cultivo, farmácias e clubes cannábicos, sendo que apenas 16 farmácias estão autorizadas e 10 clubes cannábicos. Além disso, 7.119 auto cultivadores da droga são registrados pelo IRCCA. Para comprar, é necessário ser maior de 18 anos, possuir cidadania uruguaia, residir no país e estar inscrito no registro de consumidores.


Veja Também:


Corrupção Política e Narco-Estado – Uma Ótica Nacional


O Narco-Estado holandês: A farsa da política de liberação de drogas na Holanda


Assassinos Econômicos (Documentário)



Documentário: O negócio da revolução (The revolution bussines)

Referencias de pesquisa:

Folha: Uruguai tem queda nos crimes após lei da maconha


Metapedia, la enciclopedia alternativa: George Soros


Veja: Legalização da maconha no Uruguai é obra de George Soros e da Open Society. Não acredita? Então pesquise, ora!


Operamundi: Uruguai enfrenta problemas com multinacionais após liberação da maconha



Terra: Fundação de George Soros dará 500 mil dólares para financiar estudo da maconha no Uruguai

Gazeta do Povo: George Soros, o financiador da esquerda brasileira


G1: Jean Wyllys propõe legalização da produção e venda de maconha

Câmara dos Deputados: PL 7270/2014

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2 thoughts on “A Quem Interessa a Liberação das Drogas e o Narcotráfico?”

  1. O BRASIL JAMAIS IRÁ SE LEVANTAR. O POVO ESTÁ TODO CORROMPIDO E ESCRAVIZADO PELA PROSTITUIÇÃO E VÍCIOS EM DROGAS. NÃO ACREDITAM? VEJAM AS QUANTIDADES ENORMES DE APREENSÕES DE NARCÓTICOS E A QUANTIDADE ESTUPENDA DE ANÚNCIOS DE PROSTITUIÇÃO PELA INTERNET. TEMOS 2 GRANDES FATORES QUE ESTIMULAM ISSO. O CARNAVAL E O FUNK.

  2. Excelente artigo na qual nos revela que já há muito tempo estamos sob o jugo do NARCO ESTADO, porém ainda não compreendido pela massa da população e seus agentes apátridas operando a todo vapor para empurrar cada vez mais a sociedade ao LIMBO.

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