A escalada do Poder e a Resistência na Síria: rumo a Terceira Guerra Mundial Sionista?

[…] Se um povo se atrever a opôr-se a nós [judeus-sionistas], alvoroçaremos o mundo inteiro mediante os meios eficazes da propaganda, de modo que todos os outros povos olharão o opositor com desdém, como um monstro de vandalismo, um criminoso contra as leis da humanidade e da civilização.” – (Gustavo Barroso apud em Judaísmo, Maçonaria e Comunismo)

“Vós [judeus] tendes por pai o diabo e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira” –  (Jesus, Bíblia Sagrada, João 8:44)

O que o Império Sionista anglo-estadunidense faz hoje em relação a Síria é o mesmo processo estratégico de difamação e geopolítica que se fez com a Alemanha nacionalista na década de 30, levando a eclosão de uma guerra em escala mundial (1933 – 1945) que envolveu toda a comunidade internacional e remodelou a ordem vigente. 
Mas uma vez, a campanha difamatória contra a nacionalização e alto-determinação dos povos que está intrinsecamente ligada ao não-alinhamento com os planos das Altas Finanças Internacionais, que nessa década se inciou com a famigerada “Primavera Árabe”, sendo precedida pelas inúmeras guerras estratégicas dos governo estadunidense e israelita (junto aos Aliados) no Oriente Médio, chamadas por Bautista Vidal de “guerras da energia do século passado”, numa referencia clara as motivações meramente de dominação econômica dos recursos não renováveis, hoje encontrou na Síria seu “calcanhar de aquiles”.
Foi inevitável e iminente um ataque anglo-sionista contra a Síria. Talvez não preguem abertamente ataque à Rússia, mas farão o que os mandarem fazer, exatamente como disse recentemente o comandante do CENTCOM (“fazemos o que nos mandam fazer”).
Contudo, que tipo de opções de ataque os neoconservadores sionistas norte-americanos e seus capangas israelenses escolherão, isso, sim, provavelmente está em discussão nesse momento após os primeiros ataques abertos e em rede mundial contra a brava Síria.
Queda de braço entre EUA vs Rússia na ONU, quem disse que a Guerra Fria acabou? A ‘nova’ apenas começou, mas sem a União Soviética, que dá lugar a uma Rússia nacional e forte

Nessa quarta-feita (11), a Rússia vetou resolução apresentada pelos Estados Unidos no Conselho de Segurança da ONU com relação às acusações de que o governo da Síria teria realizado ataque químico na cidade de Douma e causado dezenas de mortes e ferimentos em centenas de civis do próprio país (velha tática de justificativa da falsa comoção por “false flag”. Vide “Holocausto Judaico”, “11 de Setembro” e “armas químicas do Iraque”).
Segundo a delegação russa na ONU, o que os EUA queria já a chancela da ONU para, sob o pretexto de ‘resposta humanitária’ ao ataque químico ensaiado e executado pelos terroristas, conforme denunciam os governos da Rússia e da Síria, justificar a agressão à Síria no momento em que os bandos bancados pelos EUA, amargando nova derrota, desta vez em Guta, batem em retirada.
Nimrata “Nikki” Randhawa Haley: política norte-americana filiada ao Partido Republicano, sendo atualmente a Representante Permanente de seu país junto às Nações Unidas, ex-governadora da Carolina do Sul e membro Câmara dos Representantes deste estado entre 2005 e 2010 pelo 87º distrito.
A proposta da resolução norte-americana queria que a ONU fosse autorizada a compor uma comissão “independente” e que esta comissão pudesse divulgar conclusões a público a qualquer momento, sem nenhuma checagem por parte dos integrantes do CS da ONU.
Os aliados dos Estados Unidos no CS da ONU, por seu lado, se opuseram à resolução da Rússia, que também sugeria a formação de uma comissão de investigação, mas sob supervisão do próprio Conselho e que divulgasse os resultados, somente ao final das investigações, em sessão do Conselho de Segurança.
Vasily Alekseevich Nebenzya: diplomata russo e atual Representante Permanente da Rússia junto às Nações Unidas cujo título oficial é Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário
Os Estados Unidos negaram-se a formatar uma declaração conjunta que levasse em conta as preocupações russas e sírias com base no fato de que em momentos tensos anteriores, envolvendo países do Oriente Médio, a exemplo do que antecedeu ao ataque à Líbia, a ONU admitiu decisões parciais e em contrariedade à soberania deste país.
O representante da Rússia destacou: 

“Para que os Estados Unidos querem uma comissão independente, se já chegou a conclusão unilateral de que a Síria perpetrou o ataque com armas químicas em Douma?”

Em mais uma demonstração da inocuidade da velhaca proposta norte-americana vetada pela Rússia, logo antes da reunião do CS da ONU, foi informado pela organização da própria ONU para o controle de armas químicas, OPAC, que esta já havia atendido ao convite do governo sírio e enviará uma missão da entidade para verificar as denúncias no local do suposto ataque químico.
Para corroborar o alerta russo, de que estavam buscando pretexto para agredir, está o fato de que os Estados Unidos já havia posicionado o destroyer Donald Cook, com 60 mísseis Tomahawk a bordo e – de acordo com o portal Zero Hedge – iniciou o deslocamento de mais oito embarcações de guerra (seis destroyers, um porta-aviões e um cruzador) em direção à costa síria. Trump, que chamou o presidente da Síria de ‘animal’ atacou com “França e Inglaterra sobre a questão”. Fica claro que a comissão pretendida pela representante norte-americana, Nikki Halley, seria para uma “investigação” sob a mira dos mísseis Tomahawk, buscando a chancela da ONU para atacar a Síria.
Mostrando que já estava com a decisão tomada sobre agredir a Síria, Halley declarou: 

“A história vai gravar que, neste dia, a Rússia escolheu proteger um monstro [referindo-se ao presidente Bashar al Assad] sobre as vidas do povo sírio”.

Cinismo sem limites, pois as lágrimas de crocodilo com relação ao povo sírio já foram derramadas antes por representantes norte-americanos no que tange a diversos povos atacados pelas forças de intervenção imperiais, a exemplo dos coreanos, vietnamitas, líbios, palestinos, libaneses e iraquianos.
Como apontou o embaixador russo, Nebenzia: 

“EUA não busca investigar nada, está novamente tentando enganar a comunidade internacional e, de novo, dando mais um passo rumo ao confronto”.

Acho que todos concordamos que ninguém acredita seriamente que aconteceu algum ataque químico; e que todo mundo sabe que não passou de ataque encenado (ataque sob falsa bandeira) já previsto por Nikki Haley e pelos russos há semanas. Quanto a algum tipo de reversão completa da derrota que os EUA sofreram na Síria, ou de algum tipo de reconquista por EUA/OTAN, esqueçam. Não são opções realistas, militarmente falando.
Acho que não se deve super intelectualizar tudo isso. Francamente, não acho que o pessoal da Casa Branca seja muito esperto, e o nível de planejamento de que são capazes e não vão muito além de “se você só tem um martelo, tudo vira prego”. Agora, a Casa Branca só tem um martelo: o desejo doentio de violentar, atacar, ferir, punir. Só ódio e arrogância infinita. Quando a onde e como o martelo atacará – meu palpite não é melhor que o de vocês. Tentar prever ações de psicopatas em surto de delírio é exercício de futilidade. Além do mais, logo saberemos. Sem demora.
Israel vs Oriente e as ações de traiçoeira sabotagem 

Pouco depois de o Grande rabino sefardita de Israel, Yitzhak Yosef, ter apelado para o assassinato por “razão humanitária” (sic) do Presidente Bashar al-Assad, ocorreu um ataque aéreo no centro da Síria.
O rabino Yitzhak Yosef é conhecido pelas suas provocações. Ele é filho do Grande rabino Ovadia Yosef, um dos fundadores do Partido Shas, atualmente aliado de Benjamin Netanyahu na base governista do Estado artificial de Israel.
Na última terça, dois aviões F-15 da Força Aérea israelita atacaram o aeródromo militar de Tiyas, entre as 00:25 e as 00:53, com oito mísseis teleguiados a partir do território libanês, sem penetrar no espaço aéreo sírio.
Segundo informações, esses mísseis não atingiram a base, mas os seus arredores. Mataram 14 pessoas, entre os quais vários Guardiões da Revolução iranianos.
Este ataque foi coordenado com uma operação do Daesh (Estado Islâmico) na província. 

Reino Unido vs. Rússia e a campanha de mentiras


Será mesmo que “Putin” (nome coletivo que designa toda a ‘Mordor’ russa) realmente tentou matar um homem que o mesmo “Putin” libertou no passado porque não tinha qualquer interesse para a Rússia e quem, como Berezovsky, queria retornar à Rússia, e que, para esse objetivo “Putin” usou um agente binário de efeito neurológico? Os britânicos não mostraram aos seus “aliados” nenhuma prova incontestável ou, no mínimo, muito forte, de que “Putin” fez realmente mandou assassinar o ex-espião. A expulsão em massa de diplomatas russos não forçará a Rússia a se curvar às exigências ocidentais. Muito pelo contrário. Contra o Reino Unido eles já demonstram que só irão endurecer, obviamente, sua posição. O aumento agudo que hoje se vê nas tensões entre o Império Anglo-sionista (codinome “Ocidente”) põe o “Império” e a Rússia em rota de colisão, que pode resultar em guerra, provavelmente/possivelmente guerra nuclear, talvez não deliberadamente, mas como resultado de uma escalada nos incidentes. 
Em novembro de 2017, presidente russo, Vladimir Putin, e seu homólogo americano, Donald Trump, caminham lado a lado no Vietnã – JORGE SILVA / AFP
No mundo “zumbificado” por tolos conceitos ideológicos, ainda permanecem no transe bestificado induzido pela mídia internacional discordem radicalmente das afirmações desse artigo, dentre esses, evidententemente podemos notar que não há um, que seja tomador de decisões políticas importantes, visto que acredita em qualquer absurdo midiático sem questionamento. Todas as pessoas que fazem diferença no mundo sabem e concordam com as afirmações mostradas aqui, para não dizer o mínimo.
em vez de usar os princípios fundamentais da lei ocidental que diz que o acusado é inocente até que se prove o contrário, ou as regras básicas de comportamento civilizado que falam que não se pode acusar alguém sem provas, a tanto expressas na Declaração dos Direitos do Homem, que diz-se ser tão defendida pelos sistemas democráticos atuais, sendo normas ético-jurídicas universalmente aceitas, as lideranças ocidentais da ONU escolhem correr apressadas em berrar que tudo todos os crimes que Bashar e Putin são acusados são verdades irrefutáveis ou no mínimo altamente prováveis.
Não podemos confundir o fato de que se os nacionalistas no Ocidente não morrem de amores pelo passado da União Soviética, por outro lado, não podemos simplesmente sair apontando dedos para a alegria dos verdadeiros inimigos baseados em “fantasmas dos natais passados” já mortos, pois, vemos aqui um padrão: Se Putin é mal, venenamento é ruim então a Rússia é uma ameaça, ou, se Hitler matou milhões, e matar milhões é ruim, então a Alemanha era uma ameaça. Ambas justificações para guerras em escalas planetárias onde só quem perde é a humanidade, baseadas tão somente em argumentos falaciosos circulares (Putin envenena gente = Hitler é genocida).
Segundo as provas do Reino Unido, esse é “padrão oficial” da atividade maligna da Rússia (governo de Sua Majestade Elisabeth 2ª) intitulado “Um longo padrão da atividade maligna dos russos”.
Nos 12 eventos listados como prova de um “padrão de atividade maligna da Rússia”, um é demonstravelmente falso (a invasão da Geórgia em 2008); um engloba duas diferentes acusações (ocupação da Crimeia e desestabilização da Ucrânia); um é circular (assassinato de Skripal); e todos os demais são acusações absolutamente sem provas. Só faltou o estupro em massa de bebês pinguins por marinheiros russos embriagados no polo sul ou o emprego de uma “arma secreta” para despachar furacões contra os EUA. Ninguém precisa ser formado em Direito para ver isso, só se requer QI acima da temperatura ambiente, e conhecimento básico de lógica. Por maior que seja o desprezo que me inspiram os líderes ocidentais, nem assim eu diria que não tenham QI requerido e mínimos conhecimentos de boa lógica. 
O acionamento dos acordos de defesa mútua tal como no passado e agora significam simplesmente que as elites monopolistas de governantes do Ocidente anglo-americano sempre dirão e farão seja que diabo for que os sionistas as mandem dizer e fazer.
Se amanhã líderes do Reino Unido ou dos EUA proclamarem que Putin come criancinhas no café da manhã, ou que o Ocidente precisa enviar mensagem forte a “Putin” de que a invasão russa contra Vanuatu não será tolerada, repetirão a maioria esmagadora o mesmo “mantra” e que se danem fatos, lógica e a decência humana! “Nada de novo no front”, já dizia o antigo ditado duma velha guarda. 
A questão nova vigente é que tudo for mentiroso é mostrado escancarado que são de fato mentiras mas, ninguém move um dedo se quer na direção de não segui-las. Essa é a Era da Nova Ordem Sionista anglo-estadunidense. 
França vs. Turquia e a desfaçatez de Macron 
A Agência Anadolu publicou no dia 2 desse mês um flagrante mapa de cinco bases militares secretas da França na Síria (incluindo a usina da Lafarge-Holcim). 
A Agência precisa que o 1º RPIMa (Regimento Paraquedista de Infantaria da Marinha) esta implantado em território sírio. Além disso, 30 soldados franceses adicionais estão presentes em Rakka e 70 em diversos outros sítios.
A presença militar francesa na Síria é ilegal sob o Direito Internacional.
Esta publicação fez parte de uma advertência à França, que em 30 de março, foi acusada pelo Presidente turco Recep Tayyip Erdoğan durante um violento discurso, sobre o Presidente francês Macron, que, no dia anterior (29), ter recebido uma delegação das SDF (Forças Democráticas da Síria) denominação não passa de uma máscara do YPD, a organização irmã do PKK turco. 
Mas afinal, quem são eles?
Como mercenários, acordo com o antigo Chefe de Estado-Maior turco, o General İlker Başbuğ, o PKK e o YPD, depois de terem sido organizações marxista-leninistas pró-soviéticas e pró-sírias, tornaram-se grupos anarquistas pró-ocidente sionista.
Erdoğan também mencionou que a França já acolhia escritórios do PKK e do YPD em Paris, coisa estranha visto um país que nos últimos anos tem sofrido tantos e tantos ataques “terroristas” (que por sua vez resultaram em aprovações de leis de controle de Estado policial mais rígidas e uma belíssima propaganda de incentivo a bombardeios aonde? Na Síria!) enquanto essas organizações são responsáveis por uma infinidade de atentados que custaram a vida a 40.000 cidadãos turcos. “A Turquia não precisa de um mediador com grupos terroristas” gritou ele, que na sequência, declarou que se a França não recuasse, ela não deixaria de sofrer no seu território as consequências desta sua política; uma ameaça que faz lembrar a que ele proferiu antes dos atentados de Paris e de Bruxelas.
Recep Tayyip Erdoğan  Presidente da Turquia desde 28 de agosto de 2014. Anteriormente, ocupou o cargo de Primeiro-ministro do país entre 14 de março de 2003 e 2014, tendo sido também Prefeito de Istambul de 1994 a 1998.  Fundador do Partido da Justiça e Desenvolvimento (“Adalet ve Kalkınma Partisi”) e liderou-o em três vitórias eleitorais, a saber em 2002, 2007 e 2011 antes de sua vitória nas eleições presidenciais de 2014. Tendo iniciado sua carreira política como um islamista e democrata conservador, seu governo têm sofrido transições graduais ao conservadorismo social e também ao liberalismo econômico.
Na contrapartida das mediações entre os Ministro turco dos Negócios Estrangeiros, Mevlüt Çavuşoğlu e o  seu homólogo francês, Jean-Yves Le Drian, contrariamente às declarações, a França não previa operações na Síria fora do âmbito da Coligação (Coalizão-br) Internacional; explicações que não mudam nada, já que foi esta mesma Coligação quem criou a mascarada das FDS (SDF) afim de continuar a utilizar os mercenários do PKK-PYD contra Damasco e agora acordam com os EUA num bombardeio criminoso contra a Síria.
As Forças Especiais Francesas que estavam presentes na Ghuta Oriental foram extraditadas por ordem do número 2 da ONU, o falcão Jeffrey Feltman, em viaturas diplomáticas das Nações Unidas para o Líbano. Elas estarão de volta, em maior número, ao Norte da Síria. Se a sua presença nos subúrbios de Damasco era um segredo de polichinelo, a sua chegada a Manbij é oficiosa, na medida em que foi anunciada pelo PYD, mas não confirmada.
Emmanuel Jean-Michel Frédéric Macron político, funcionário público e banqueiro francês, atual presidente do seu país. Macron estudou filosofia na Universidade de Paris X – Nanterre, concluiu um mestrado em políticas públicas no Instituto de Estudos Políticos de Paris, e depois se formou na Escola Nacional de Administração em 2004. Em seguida, passou a trabalhar na Inspeção-Geral de Finanças antes de se tornar um sócio do banco Rothschild.
Essa presença militar francesa ilegal tem sido permanente desde o início da guerra, em 2011, à exceção de três meses no final do mandato de Sarkozy, ou seja, o período indo da libertação de Baba Amr (Homs) até à Conferência dos Amigos da Síria em Paris.
A França de Emmanuel Macron parece abandonar o seu apoio aos jihadistas da Alkaida para se concentrar na criação de um “Curdistão” em território árabe. 
Nas Conferências de Versalhes (1918) e Sévres (1920), os Estados Unidos apoiaram a criação de um Estado independente para as populações nômadas (curdas) do vale do Eufrates, que se tinham sedentarizado na Anatólia depois de aí terem massacrado os cristãos armênios (o genocídio do sultão Abdulhamid II, depois dos Jovens Turcos). Desde pelo menos 1921, a França assumiu a reivindicação de um Estado para curdos, mas não mais na Turquia.
Os escritórios em Paris dos terroristas citados pelo presidente turco são, por sinal, gentilmente emprestados por Bruno Ledoux, um riquíssimo proprietário de imprensa (Libération, L’Express, i24news) ligado a Israel.
Conclusão: será que ‘USrael’ é mesmo a maior potência invencível? Estariam eles livres de erros? Uma nova perspectiva positiva
Não é fácil ser a “hegemonia global” e “única superpotência mundial”. É indispensável manter em linha todo o planeta. Cada país tem de ser posto no lugar, e lá ficar, quieto, sendo preciso, à força. E ainda é obrigatório viver a se intrometer na política dos mais diferentes países, viciando eleições, roubando votos, de modo que só candidatos amigos dos EUA sejam eleitos. É você parar…e alguns países imediatamente começam a viver como se você nem existisse. E logo o resto todo rapidamente perceberá que você está perdendo o controle. E lá se vai, cada país por decisão sua, para onde bem entender.
Serão os EUA, ainda, a maior potência mundial, em pleno controle sobre todo o planeta, ou esse momento histórico realmente já é passado? Todos os dias ouvimos que a situação está cada vez mais grave: que as relações entre os EUA e os países da OTAN e a Rússia vão de mal a pior; agora eles abertamente atacam a Síria em cadeia mundial, mas os EUA estão em guerra comercial com a China e a Coreia do Norte fez o que bem entendeu e continua tão nuclear como sempre. Muitos garantem que estamos muito próximos de uma guerra mundial. Mas…“muito próximos” significaria exatamente o quê?
Putin no começo do mês passado mostrou ao mundo os novos sistemas de armas da Rússia, contra as quais os EUA absolutamente não têm como se defender, e assim continuarão ainda por décadas e décadas. Antigamente, o plano era cercar a Rússia com bases militares e baterias de mísseis, depois lançar um primeiro ataque atômico preventivo, destruindo toda a capacidade dos russos para retaliar, e obrigar a Rússia a capitular.
Esse é o plano que já se sabe que falhou. Um ataque de EUA/OTAN à Rússia só tem hoje, de garantido, que será ato de suicídio nacional. Pior que isso: até confrontos militares limitados já são quase todos impensáveis, porque a Rússia pode causar dano insuperável, portanto inadmissível, às forças Aliadas e OTAN, mantendo os russos a uma distância segura, sem pôr em risco seus próprios homens, mulheres e armas. Se a Rússia não atacar, não têm a que revidar.
Longe daquele quadro, o que se vê hoje é a reemergência de nações-estados, até de novos impérios. O futuro político da Síria está sendo decidido por Rússia, Turquia e Irã, sem qualquer colaboração prestável que lhes chegasse dos EUA, a não ser quando esse mesmo iniciou os ataques na madrugada de 13 para 14 de abril de forma covarde junto aos velhos Aliados sionistas França e Inglaterra.
Embora Rússia e Irã fossem independentes e autônomos, no que tenha a ver com os EUA, a Turquia sempre foi aliada dos EUA e a segunda maior força armada das que constituem a OTAN. O fato de que a Turquia já não se dedique a fazer o que mais agrade aos EUA é muito eloquente.
Os EUA já não podem alcançar qualquer dos objetivos a que se dediquem, mas ainda podem causar muita desgraça e muitos assassinatos em massa, como ficou demonstrado recentemente, no bombardeio pela “coalizão” dos EUA contra Mosul e Raqqa, hoje em ruínas. Atos semelhantes de morticínios-show em diferentes pontos do mundo também aconteceram no Iêmen, cometidos pela Arábia Saudita, representante local, lá, dos EUA, e também pelos representantes locais ucranianos dos EUA no Donbass.
Mas até esses atos cometidos em total impunidade vão-se tornando cada vez mais raros e mais distantes forçando os EUA a recorrer a mais atos de violência.
Um dos tópicos favoritos sempre são armas químicas deliradas, usadas como o principal agente de apavoramento, mas considere-se o recente ataque de Israel contra a Síria. Claro. Para justificar a barbárie, usaram-se filmes evidentemente forjados produzidos pelos “Capacetes Brancos” – grupo conhecido por encenar falsos ataques de terroristas. Agora, já nem mais se preocupam com o quando claramente falsos são os produtos que vendem: dessa vez, já nem se deram o trabalho de tirar, na edição o clapper (necessário para sincronizar vídeo e som). O cenário era, visivelmente, cenário de cinema, mas o/a continuísta era amador incompetente. Os atores até usavam os capacetes brancos indispensáveis à ‘identificação’, mas só o capacete! Nenhum outro item de proteção, enquanto borrifavam água sobre criancinhas trêmulas. Que loucura! Quem, no mundo, acreditaria numa falcatrua dessas?!
E sem esquecer que os foguetes vieram de Israel. Por que Israel? Porque os russos alertaram os EUA de que tinham informação de um falso ataque com armas químicas, como ato de provocação, que estava sendo preparado como pretexto para um ataque com foguetes, e que os russos derrubariam não só os foguetes, mas também quem/o quê lançasse os foguetes. Assim sendo, os EUA, em gesto de impressionante dignidade e coragem, acharam que seria arriscado demais lançar os ataques diretamente de seus próprios navios; então pediram que Israel fizesse a gentileza de meter uns poucos mísseis numa remota base aérea síria.
Por um lado, chega a dar pena. Mas por outro mostra que os norte-americanos ainda são capazes de levar a cabo algum – qualquer um – plano racional.
Essa, pois, é a estranha quadra da história pela qual estamos passando. Os EUA mentem sem parar (dado que a verdade não está ao lado deles), ao mesmo tempo em que fingem que ainda são perigosíssimos, cometendo os mais alucinados atos de assassinato em massa (massa, mas em pequena escala, o que garante que se safem impunes).
Queime USrael = queime Moloch
Veja Também:







Fontes de Pesquisa:













O SENTINELA.ORG é um projeto de mídia informativa de viés nacionalista e tradicionalista brasileiro mantido pela própria equipe, escrevendo, editando e atualizando de forma pontual, além dos nossos leitores e seguidores de nossas mídias sociais.

O conteúdo sempre será livre e de forma gratuita, mas se você quiser incentivar esse projeto, poderá fazer com qualquer valor. Assim, estará sendo VOCÊ o financiador daqueles que acreditam na causa nacional.

   

Para outras formas de doação ou contato
osentinelabrasil@gmail.com

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *