A crise da mentalidade e a moda do pensamento uniforme

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No mundo atual com a aclamada globalização, a humanidade atingiu o seu auge a nível de informação. Ao segundo podemos saber o que se passa nos antípodas relativamente á nossa posição, conseguimos interagir com diferentes culturas e conhecer diversas pessoas. Tudo isso são aspectos positivos, mas, se olharmos de outra perspectiva, podemos observar que a balança está a pender para um lado em concreto, e pende para o negativo, infelizmente. É bem sabido e de conhecimento geral que a internet veio ajudar na forma como se obtém a informação como também na sua partilha, a interação em tempo real entre homo sapiens sapiens (alguns) em diversos pontos do globo é uma realidade com a internet, podemos concluir então que a internet é o sonho do pensador grego do século V a.C certo? Não. Errado. Na teoria poderia ser uma ferramenta de apoio á liberdade individual de pensamento e de expressão, podendo até ser um dos pilares da democracia real e direta, em que o cidadão comum poderia participar realmente da vida política do seu país, infelizmente o homo sapiens sapiens não tem maturidade suficiente para usar certas ferramentas que atribuem a liberdade a todo o universo que as use, sejam eles pobres ou ricos, sejam eles ignorantes ou doutores, basta o acesso e todas as ideias que um indivíduo tenha podem ser compartilhadas muito facilmente (muitas delas não deviam sair da cabeça mesmo, mas isso é matéria para outro artigo).

-Depois de traçar umas linhas gerais sobre a atualidade, gostava de poder introduzir abertamente neste pequeno texto a minha opinião acerca de tudo isto. Eu sei, muitos dos que estão a ler vão pensar “este gajo é doido, na nota anterior ele fartou-se de dar opinião”, é verdade, eu dei… Antes do auge da internet as grandes companhias de jornais, televisão e por aí fora detinham todo o poder informativo, muita gente ligada a grupos da esquerda progressista controlava (e ainda controla) toda a comunicação social tradicional.

Existem inúmeros documentos que o comprovam, no entanto, após o aparecimento da internet, todo o sistema instalado viu com maus olhos todo esse poder, uma vez que a uniformização do pensamento estaria em causa. Na internet existe liberdade individual para partilhar, comentar e interagir, nos meios tradicionais apenas se ouvia/lia a notícia e o jornalista mediante uma jogada psicológica de trocar os olhos ao diabo conseguia incutir uma ideia nas pessoas menos instruídas (grande percentagem da população), ideia essa que era o que o dono do jornal queria implementar pois sr. fulano que é filantropo doou uma “módica” quantia para o dono do jornal e toda a sua família viverem bem durante três gerações (obviamente não é tão linear, mas é assim que funciona). Se por acaso as chefias do jornal não aceitassem essa “aliança” o diretor era despedido ou era encontrado “suicidado”, e outro mais “competente” era colocado no seu lugar. Assim era a vida do homo sapiens sapiens no ano de 2000, quando a internet era ainda arcaica. Atualmente podemos reparar que esses meios de comunicação social perderam muito espaço para a internet, mas isso não significa necessariamente que é um problema para os senhores do capital, a primeira tentativa de mudança pelos tradicionais “mass média” foi a introdução de páginas online, seja no Facebook ou nos próprios sites, começou por funcionar, mas como a concorrência é gigantesca o mercado saturou e os grandes engenheiros sociais começaram a entender que a sua tentativa de imposição do pensamento coletivo estava a cair por terra, uma vez que a internet (impulsionadora do pensamento livre e individual) estava a abrir os olhos á sociedade e a dar certos alertas que em condições ditas “normais” não seriam dados.

Politicamente correto

O politicamente correto foi uma prática adotada por muita gente por volta de 2010, a crise financeira atinge a Europa e vários partidos de esquerda veem o seu auge, uma enorme quantidade de pessoas (não digo magote, pois sou acusado de preconceito para com os magos) de esquerda e extrema esquerda invade o Facebook e restantes redes sociais, várias personalidades famosas ligadas a arte, cinema, cultura e por aí vai, vêm a público gritar contra o “faxismo” ou contra a “omofubia”, por aí percebemos duas coisas, os artistas que antes recebiam fundos estatais para fazerem o seu trabalho e com a crise, perderam esse capital, e com isso não resistiram em receber uma “pequena dádiva” do mesmo “sr. filantropo” que anos antes financiou o “Sr. dono do jornal”, aproveitando o grande alcance online que os famosos têm, os engenheiros sociais conseguem chegar outra vez as massas, mas ainda não é suficiente, agora que já conseguiram reverter o processo do pensamento individual, querem implementar outra coisa, a ditadura de pensamento.

A ditadura de pensamento

Em 2015 inicia-se por todo o mundo a revolta contra o politicamente correto, várias batalhas de insultos e argumentos invadem o Facebook, muitos extremos travam grandes batalhas aproveitando o anonimato. Em 2015 é também o ano em que uma inesperada vaga de “imigrantes” provém da África e do médio oriente sem explicação aparente, grande parte do povo europeu utiliza a internet para se exprimir e a revolta contra os movimentos progressistas que dois anos antes tomavam conta da internet começa a ganhar contorno. Vários grupos nacionalistas surgem e o progressismo enfrenta um grande inimigo, no entanto, o Sr. filantropo tem uma carta na manga, o capital. O Sr. filantropo desenfreadamente compra todas as redes sociais e instaura uma legislação de acordo com as suas crenças políticas e filosóficas e expulsa todos aqueles que se manifestem contra, sejam eles  bem educados ou mal educados, toda e qualquer lei penal ou constitucional que garanta o direito do indivíduo foi agora atropelada por uma lei universal que regula as plataformas online e que se diz ser “uma lei coletiva de normas e padrões a cumprir” quem não cumprir um padrão que seja é insultado pelo Sr. progressista e de seguida é banido, mas só se for nacionalista, se adorar Estaline, Lenine, Fidel Castro ou qualquer líder do ISIS nada lhe vai acontecer, uma vez que, isso não vai contra a “lei coletiva”.

Até aqui tudo bem, os que se dignam a pensar diferente são insultados, muitas vezes ameaçados de morte – (como eu já fui diversas vezes) pelos que se dizem amantes da liberdade e enchem a boca de democracia -, sendo atropelados e privados de vida social apenas porque pensam diferente, mas mesmo assim não chega, eles querem mais, e agora vão ajudar abertamente grupos violentos a ostracizar todo e qualquer tipo de ameaça ao pensamento coletivo e ao marxismo cultural.

O ostracismo, a segregação e as ameaças a integridade física

Em 2019, a internet e os engenheiros sociais apoiados pelo artigo 13 têm total controlo do que entra e do que sai, conseguiram banir tudo o que fosse oposição, seja ela moderada ou extremista, mas mesmo assim queriam mais, foram atrás de todos os opositores antigos e começaram a ostracizar, páginas “anti-fascistas” nas redes sociais que partilham ao minuto informações com fotos e informações privadas de oponentes a quanto a ordem instalada e a lei coletiva não faz nada para impedir isso. Eu próprio deixei de publicar em meu nome quando percebi que o meu futuro como trabalhador e familiar poderia correr sérios riscos uma vez que questiono a lei do pensamento único. Felizmente graças a boa ação de um grupo deitei abaixo uma seita anti-fascista que pregava o ódio em quem não concordasse com o pensamento único, fui aceite aqui na imprensa livre, e por aqui espero ficar, aproveitando o anonimato para dar a minha opinião respeitosamente.

Por aqui me fico, esta é a minha história e aquilo que penso sobre o mundo cultural nos dias de hoje. No séc. XIX havia muitas variantes de pensamento, hoje só há uma, forçosamente…

Fiquem com DEUS.

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