Ofensiva geral das forças mundialistas: a França está caindo

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Acesso a mundirrede esta manhã e recebo a porrada de notícias que me ofendem e que refletem o ativismo atual das forças da desconstrução. Valeurs Actuelles informa que, discretamente, uma feminista radical agora participa do Conselho Consultivo para a Igualdade de Gênero, que veganos e antiespecistas fanáticos combinam abertamente ações ilegais e violentas contra o consumo de carne num canal de televisão, que o incompetente socialista [Pierre] Moscovici estará à frente do Tribunal de Contas. A Lettre Patriote revela que Agnès Buzyn “adora o Órgão de saúde pública para imigrantes ilegais [AME na sigla em francês], porque prestar assistência médica é dever fundamental do Estado”. Le Figaro informa-nos que 110 agentes públicos são agredidos a cada dia e que essa violência cotidiana atingiu nível histórico. E a coisa segue nessa toada.

O que mais choca é a multiplicidade, o poder e a concertação desses ataques, sejam conscientes e deliberados ou não.

A investida não encontra resistência. Sob a pressão das forças mundialistas e hiperliberais, da esquerda e da extrema-esquerda e do poder atual, vê-se apenas fraqueza, submissão, e sobretudo cumplicidade.

A grande substituição: ameaças e ataques generalizados, a invasão migratória persiste e se amplia.

A imigração clandestina é impressionante: os requerentes de asilo que não são aceitos permanecem na França, ainda assim, em virtude das dificuldades para a repatriação e da pressão das associações que defendem os intrusos. As autoridades sonegam-se a qualquer levantamento estatístico. Sabe-se, porém, que no Departamento 93 [Seine-Saint-Denis, periferia nordeste de Paris], sobre cuja população o Estado não tem mais controle, possa haver de 150 mil a 400 mil clandestinos. Isso num só Departamento!

A ação muito bem midiada das ongues afeiçoadas à escravatura provoca e impõe obsessionadamente a torrente de pseudorrefugiados, como se viu nos casos dos barcos Aquarius e SOS Mediterrâneo.

A França sob ocupação e em processo de islamização

Ao longo dos anos foram criadas zonas de acesso vedado ao Estado francês, às suas forças policiais, inclusive. Agora, nesses lugares, prevalece a xaria e o véu como instrumentos de provocação. Já se usa também o “burquíni” [burca + biquíni] nas piscinas públicas, tratando-se da novidade na moda da opressão cultural. Já se espera o momento quando fiscais religiosos [mutawa] vigiarão as praias para impor o código indumentário muçulmano. Daqui a um ano… dois anos, quem sabe.

A nova França islâmica tem novo nome: Françáfrica, também chamada Franquistão. I Imagem: Youtube.

[François] Hollande tinha falado em “partição”. Hoje a insolência vai mais longe. Seja em presença de [Alain] Finkielkraut, seja no [Aeroporto de] Roissy, seja no Panteão, o grito de guerra dos imigrantes islâmicos é: “A França é nossa, nós estamos em casa”.

Daí os incêndios em igrejas toda semana, como na Saint Sulpice, as profanações de cemitérios, e os culpados nunca são encontrados.

Agora a guerrilha é praticamente todo dia.

Quase todo dia ocorre isso que as almas piedosas chamam de “falta de educação”, verificando-se sempre em maior número, intensidade e violência. Essa “falta de educação” inclui saques, estupros (centenas por dia, segundo [Laurent] Obertone), invasões, brigas, agressões e assassinatos. Exemplo aleatório: Tolosa: uma geração de jovens delinquentes tomam a cidade a ferro e fogo para dominar as bocas de fumo. O herói deles: Mohamed Merah. Uma gota d’água no oceano!

Legebetes poderosos e arrogantes arvoram-se em dirigentes da nossa sociedade.

Para que se tenha ideia do grau de cinismo e indecência a que chegou hoje o poder do legebetismo, deve-se assistir ao vídeo da tal Festa da Música no Palácio do Eliseu em 2018. Uma foto da mesma “cerimônia” mostra Macron de mãos dadas com o estroina Elton John, este agraciado com a Legião de Honra. (Meu Deus do céu!)

A destruição da família e do ser humano

O regime francês atual excita-se e incita a votação e aprovação da PMA [Procriação Medicamente Assistida], no intento de legalizar a PMA [maternidade substitutiva (para lésbicas)], como se a França não tivesse outras prioridades e isso não injuriasse parte importante da população francesa.

O caso de Vincent Lambert, sem entrar no mérito da questão, representa precedente espantoso do que pode vir a ser um massacre de velhos (seja lembrado o vaticínio de J. Attali sobre esse assunto) e deficientes num futuro distante (ou não).

A lei que proíbe castigos corporais em crianças, incluindo palmadas no bumbum, votada recentemente, visa a suprimir os poderes de sanção dos pais, a instalar forma de “tutela permanente” sobre a família e a impor uma legislação intrusiva sobre questões ligadas à vida doméstica.

O totalitarismo ecologista em vigência

O Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (PIMC) e a ONU lançaram, sobre bases discutíveis, para dizer o mínimo, um movimento ecologista apocalíptico de caráter totalitário. A encenação recente da garota Greta [Thunberg], que convida seus colegas à vagabundagem, lembra a história do conto O flautista de Hamelin e o recrutamento de crianças pelas ditaduras do século XX. Atualmente, colocar em causa a doxa ecologista parece difícil e mesmo perigoso, podendo provocar surtos de fúria ante as câmeras de televisão.

Mais concretamente, tudo isso redunda, sem levar em conta os protestos sempre mais veementes das populações implicadas, numa disparada dos projetos eólicos com máquinas de mais de 200 metros que estragam o patrimônio paisagístico e arquitetônico da França. Na verdade, entretanto, o objetivo não seria esse mesmo: romper a ligação dos franceses com a pátria poluída?

Exatamente por isso é que o governo acaba de suprimir vários obstáculos a essa invasão industrial de nosso campo (decretos de [Sébastien] Lecornu).

Um feminismo agressivo e obstinado

Com Marlène Schiappa em destaque na vitrina, o hiperfeminismo assalta nossa sociedade sem tréguas, lançando a toda hora ataques contra uma pretensa dominação masculina.

Essa mesma Marlène Schiappa propõe atualmente um projeto de lei objetivando a “emancipação econômica das mulheres”: quotas nas empresas e penalidades pesadas para os partidos em nome da igualdade.

Um antiespecismo fanático e superviolento

Antiespecismo: era só o que faltava! No contexto da desconstrução de nossas estruturas intelectuais e sociais, alguns pretendem impor as ideias antiespecistas de Peter Singer. Pode-se dizer, resumidamente, que esse ideário busca estabelecer relações de igualdade entre a espécie humana e as espécies animais.

Disso resulta, como sói acontecer, e conforme o modelo totalitário da extrema-esquerda, uma tirania violenta de ativistas veganos, os quais organizam atentados contra açougues e restaurantes. Em breve, só poderá saborear um turnedô quem se arriscar a desafiar a execração pública na vizinhança de um restaurante.

Como publicou o jornal Minute, os direitos do Homem deverão ser estendidos às árvores e aos cursos d’água. O nome disso é “ecomaluquice”.

Uma extrema-esquerda furibunda que agrada o regime.

Desde vários anos, a extrema-esquerda vem crescendo numericamente e se tornando cada vez mais intolerante e violenta. Em pró da tirania vermelha, ela tenta barrar o bom andamento de nossas sociedades, como tem feito em Notre-Dame-des-Landes, e ainda recruta imigrantes, como faria Trotsky, sonhando em usá-los como massa de manobra num belo dia, mas nisso ela se engana.

Infiltrada nas associações e ongues imigrantistas e ecologistas, ela se apresenta como força de contestação. Entretanto, sua violência é, volens nolens, bem interessante para o regime atual, que a instrumentaliza. Serve de ilustração o caso dos coletes amarelos, movimento que acabou desvirtuado.

Diante desses ataques coordenados, concêntricos, inspirados na mesma ideologia de extrema-esquerda, frequentemente violentos e sempre poderosos, desfechados por desrespeito à maioria silenciosa demais, resta constatar o colapso das nossas defesas imunológicas e a cedência ou a cumplicidade daqueles a quem cabe defendê-las. O país, o continente e as sociedades vulneráveis vão ficando sempre mais inermes ante esse assalto.

Uma legislação de opressão

Desde a promulgação da Lei Pleven [1972], seguiram-se várias outras leis históricas que também limitaram a liberdade de opinião e expressão na França.

Desde a chegada de Macron, várias outras leis abertamente liberticidas foram impostas aos franceses. Só em 2019, tivemos a lei antivândalos [no original: loi anti-casseurs] e sobretudo a lei Avia. Hipocritamente, esta última é apresentada como uma lei contra o ódio. Trata-se, na realidade, de uma lei explicitamente contrária à expressão pública, destinada a silenciar a voz da resistência.

Quanto às leis tratando da imigração, elas têm por objetivo, a exemplo da lei Collomb, de 2018, abrir ainda mais amplamente as portas para a invasão migratória, em nome do humanitarismo: esse é o caso da extensão do reagrupamento familiar aos Mineiros Isolados Estrangeiros (MIE).

O governo dos juízes

Desde os anos setenta, o Conselho Constitucional, a Corte de Cassação, o Conselho de Estado e a Corte Europeia de Direitos Humanos (CEDH) empenham-se em aplicar as leis no sentido do politicamente correto e do enfraquecimento do direito natural no nosso país e na Europa. Bastou uma simples decisão do Conselho de Estado em 1978 para legitimar, ad vitam eternam, o desastroso reagrupamento familiar.

O lema do governo dos juízes é: “Dois pesos, duas medidas”. Os tribunais concedem indenização a um cúmplice de terroristas ou dão razão a Cedric Herrou. Em contrapartida, os militantes da Geração Identitária foram iniquamente condenados a seis meses de prisão, foram multados em 75 mil euros por sua associação e ainda tiveram seus direitos civis cassados por um ano. O governo dos juízes tem por objetivo abrir as portas para os intrusos e constranger os cidadãos ao silêncio e à submissão.

Caça a dissidentes e repressão a opositores

Essa repressão manifesta-se sob as variadas formas abaixo referidas:

1. A pura e simples repressão policial, brutal e, no caso dos coletes amarelos, particularmente falaciosa, pois baseada na confusão da extrema-esquerda com os black blocs, muito estimados pelo mundialismo;

2. [Éric] Zemmour, Pierre Cassen, [Romain] Espino são exemplos dessa caça aos dissidentes. Ainda pior, na Grã-Bretanha, é o caso de Tommy Robinson, condenado várias vezes a muitos meses de prisão por causa de seus protestos contra a invasão e a islamização de seu próprio país;

3. uma censura privada foi inventada no nosso país. Já se perdeu a conta das pessoas e das mídias alternativas silenciadas pela Gafa [Google, Apple, Facebook e Amazon] sem justificativa nem possibilidade de apelação, o que conduz à autocensura de fato. Um caso emblemático foi aquele, um ano atrás, da TV Libertés.

Um antirracismo intimidatório

Racismo de sinal trocado, o antirracismo é uma ideologia de intimidação dos cidadãos. O “crime” de islamofobia “justifica” a repreensão ou a repressão daqueles que “derrapam” quando “falam demais”. A islamofobia é conceito essencial para a guerra que o islame move contra a França.

A mídia toda é politicamente correta.

Não há muito tempo, a imprensa era um contrapoder e a liberdade do espírito crítico colocava-se, em princípio, como norma intocável.

Atualmente, mercê do recrutamento de seus jornalistas e da formação de viés esquerdista que recebem, como também por força da personalidade dos seus proprietários filiados à plutocracia mundial, a mídia é o reino do conformismo e da correção política, salvo raras exceções. Instrumento de propaganda insidiosa (nem sempre tão insidiosa), ela carrega a responsabilidade consciente pelo alheamento e pela passividade da opinião pública anestesiada que se deixa conduzir ao matadouro.

Mundialismo: loucura e traição

Cabe ainda citar o sectarismo imigracionista furioso da União Europeia, que por sua tirania ameaça nossas culturas e nossa independência para impor o comércio irresponsavelmente livre: Ceta [acordo euro-canadense de comércio], Mercosur e logo mais a Rota da Seda etc.

A ONU, por sua vez, ensaia-se nas ambições para impor o seu governo sobre o mundo. Este objetivo passa obrigatoriamente pela supressão das soberanias nacionais que protegem os cidadãos.

Não nos esqueçamos também de [George] Soros: a penetração das suas redes, seu poder de influência, sua capacidade de financiamento. (Cf. o livro Soros e a sociedade aberta, de P.A.Plaquevent).

Enfim, uma menção especial deve ser dirigida ao papa Francisco, que o saudoso Guillaume Faye qualificou de “traidor absoluto” em seu livro-testamento. Pico della Mirandola da correção política e da doxa mundialista, ele se mete a falar de todo tema político estranho à sua competência. Imigrantista, ele é também demógrafo, ecólogo, economista… de tudo ele “entende”. Sua incontinência verbal leva-o a semear a confusão nos espíritos, em vez de se ocupar com levar fiéis para as igrejas. Para ele, na verdade, o grave seria se as igrejas se enchessem.

Epílogo

Esta ofensiva geral parece precipitada. Os mundialistas sabem que o tempo urge. A emergência das ideias e dos movimentos nacionalistas chamados “populismos” leva-os a agilizar sua ação para tomar a dianteira.

As forças do mundialismo financial e da UE não descansam. Todo o embargo contra [Boris] Johnson da parte de seu próprio partido e as dificuldades de [Matteo] Salvini mostram isso.

Nosso país, por sua vez, sofre os influxos exteriores das redes de [George] Soros, enquanto interiormente padece do poder macroniano, que se encaminha rapidamente para a tirania.

Certamente esse é um poder frágil que vai cair dentro de três anos, ainda antes das próximas eleições presidenciais.

Ocorre, entretanto, que a dura repressão contra os coletes amarelos, o impacto da ideologia “progressista” da mídia sobre a opinião pública, a cumplicidade da esquerda nas redes sociais, a nomeação de apaniguados para postos estratégicos, as leis e medidas impostas ao longo dos anos e a sustentação jurisprudencial por parte da magistratura dão a Macron o suporte necessário para o relançamento e a aceleração do projeto de que o encarregou a finança mundialista.

E esse projeto é o de islamizar a França.

Publicado originalmente em 01/09/2019.

Tradução de Chauke Stephan Filho

Título original: “Les forces mondialistes ont lancé l’assaut général contre la France“.

Fonte original: www.polemia.com

André Posokhow

consultor e colunista em Polémia
Auditor aposentado, ensaísta, articulista e consultor de Polémia em imigração
André Posokhow

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One thought on “Ofensiva geral das forças mundialistas: a França está caindo”

  1. Não é de hoje que a França se tornou um depósito de imundícies, faz muito tempo! De qualquer forma, deve-se lembrar que a última vez em que a França ou parte dela foi francesa, ocorreu durante a ocupação alemã entre 1940 e 1944.

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