ZOG: Governo brasileiro implanta agência do Mossad no Brasil

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A sigla “ZOG” é uma terminação em língua inglesa para “Zionist Occupation Government”, que em português quer dizer “Governo de Ocupação Sionista”. Isso quer dizer que o Brasil agora tem oficialmente um comando sionista assumido com a implantação de uma agência do serviço secreto israelense em nossas terras? Vejamos.  

Breves precedentes

Entre dezembro de 2018 e janeiro de 2019, com a vinda do premiê israelense Benjamin Netanyahu ao Brasil para a posse de Bolsonaro ao Poder Executivo, pelo menos 20 agentes do serviço secreto israelense (Mossad) já circulavam pela capital há mais de um mês, explorando Brasília de metrô, bicicleta e ônibus para mapear a cidade, os agentes pareciam estar em boa comunicação com a Polícia Federal e sua inteligência.

Em abril de 2019, escancarando uma nova postura da política externa brasileira com Israel, a de alinhamento total, o presidente Jair Bolsonaro em sua visita ao país judeu tinha a missão de com estabelecer os países em novas parcerias de segurança, tecnologia, cibersegurança e defesa. Isso incluiu desde alinhamentos com o serviço secreto israelense e sua inteligência, o Mossad, e a abertura de escritórios de embaixadas do Brasil em Jerusalém e a histórica mudança de voto nas Nações Unidas do Brasil quanto seu apoio em criação de um Estado palestino. Coisa que nunca saiu do papel e agora, tem a retirada de mais um país. Como apoio a transferência da capital do país judeu de Tel Aviv para lá, coisa que, com apoio de Trump, causou tensão mundial mas que só teve apoio de pouquíssimos países, incluindo o Brasil sozinho na América latina, os governos totalmente alinhados com o Sionismo Internacional gritaram sozinho dessa vez.

30 de março de 2019. Gabinete do Primeiro-ministro de Israel/EBC Agência Brasil/Alan Santos/PR

Depois, tropas israelenses desembarcaram no Brasil oficialmente em missão humanitária no auxílio às vítimas de Brumadinho, quando uma barragem de rejeitos, classificada erroneamente como de “baixo risco” da mineradora Vale S.A. rompeu em 25 de janeiro de 2019, resultando em um dos maiores desastres com rejeitos de mineração no Brasil. Detalhe que sem a menor necessidade a não ser de publicidade e apenas 3 dias depois da tragédia. Isso enquanto assassinam mulheres, idosos e crianças na Palestina.

A “Polícia Nacional” de Israel abre escritório no Brasil

Em 11 de outubro, a Polícia Nacional de Israel realizou a cerimônia de abertura de seu escritório em São Paulo, localizado no Consulado Geral de Israel, com a presença do chefe do Escritório Central Nacional da Interpol em Jerusalém, Dror Assaraf, a chefe da Seção de Representação Estrangeira da Interpol, a Chefe Superintendente Galia Batz, do novo Adido Policial para a América Latina, o Tenente Coronel Moshe Turgeman, do Cônsul Geral de Israel em São Paulo, Alon Lavi, e de representantes do alto comando das agências de seguranças públicas brasileiras, como as polícias federal, militar e civil.

O escritório é um dos 15 que representam a Polícia Nacional de Israel no mundo. E se junta ao Consulado Geral, à Missão Econômica e ao escritório de Turismo de Israel na equipe em missão em São Paulo.

Turgeman afirmou que o escritório foi aberto “em São Paulo por causa do relacionamento especial entre a polícia israelense e a polícia brasileira.” Enquanto Lavi ressaltou a “importância” do Estado de São Paulo e do Brasil para a política externa israelense.

O Mossad

O Mossad (‘O Instituto’, em hebraico) é o serviço secreto ou de inteligência e operações especiais do Estado de Israel. Criado em 13 de dezembro de 1949  por sugestão do primeiro-ministro de Israel, David Ben-Gurion, a partir do Instituto Central de Coordenação e do Instituto central de Inteligência e Segurança. É considerado por muitos analistas o serviço secreto mais eficiente e mais temido do mundo, ultrapassando a CIA estadunidense e a extinta KGB soviética.

As origens do serviço secreto de Israel remontam às primeiras ações de espionagem e contraespionagem feitas por membros da Haganá, organização paramilitar judaica atuante na Palestina nos anos 1930 e 1940 e que precedeu as Forças de Defesa de Israel. Um dos primeiros espiões da Haganá foi Ezra Danin, um agricultor que começou a passar informações à Haganá sobre endereços, placas de carros, hábitos cotidianos, entre outros aspectos, de árabes envolvidos em milícias antissionistas da época. Danin incorporou-se à Haganá e, anos mais tarde, criou o Shai, unidade da Haganá especializada em espionagem.

Por outro lado, o Mossad também foi constituído por membros do Grupo de Brigada Judaica, que lutou em Tarvisio, Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. Eles receberam autorização de comandantes da época para traficar, secretamente, judeus europeus para a Palestina, no que ficou conhecido como “Operação Brecha”. Nesse período aconteceu também a formação dos nokmin, esquadrões de assassinos encarregados de caçar e eliminar os oficiais alemães, principalmente os da SS e Gestapo.

Símbolo distintivo do Mossad, o serviço secreto israelense. Imagem: Reprodução

Ainda no final da Segunda Guerra, esses esquadrões mortais passaram a atuar na Alemanha ocupada e massacrada assim como em outras regiões onde os oficiais pudessem estar escondidos disfarçando-se de policiais militares e outras autoridades. Alguns dos líderes desses esquadrões fizeram parte da primeira leva de agentes secretos do Mossad, como foi o caso de Abba Kovner, que atuou como nokmin no Leste  da Europa, frente russa contra os alemães e exércitos nacionais anti-vermelhos.

Paralelamente às guerras visíveis, convencionais, outras guerras são travadas nas sombras, que não podem ser vistas ou percebidas pelo povo comum. E desde pelo menos 1960, os sionistas-israelenses fazem uso do Mossad para impor suas políticas governamentais de segurança nacional, mesmo que isso implique a eliminação de seus “inimigos” através de técnicas de execução eficientes e brutais.

Como o Mossad trata seus “inimigos e aliados”

Em outubro de 2017, o Sputnik News noticiou que o diretor do Mossad, Yossi Cohen, discursando em um cerimônia de honra aos oficiais da organização reconheceu que as agências do país realizavam centenas de milhares de operações contra oque Israel denomina seus “países inimigos” por ano.  Na ocasião, Cohen enfatizou principalmente o Irã e suas ações contra o país especialmente. E, acompanhado do premiê israelense Benjamin Netanyahu, o próprio elogiou aquilo que chamou de “iniciativa, coragem, profissionalismo, planejamento e execução” de seus agentes. E completou afirmando que “há campanhas e operações de inteligência que proporcionam contra-ataque a ameaças que temos que lidar”.

Mas as histórias de operações da organização contra aliados e países próximos de sua política externa convenientemente não foram mencionadas. É bastante conhecido o fato de que não há fronteiras nacionais e soberanias de países quando o assunto é eliminar, com anuência do primeiro-ministro, qualquer um que seja considerado inimigo do Estado judeu.

Em seu livro Mossad: Os Carrascos do Kidon, Eric Franttini, espanhol-peruano especialista em segurança e terrorismo, conta sobre os mais de 40 anos de existência do longo braço de Israel. A subunidade de assassinos da Metsada (Grupo de Operações Especiais do Mossad), encarregado de sequestros e assassinatos desde funcionários do governo alemão durante a gestão de Adolf Hitler, contrabandistas de armas, dissidentes e guerrilheiros palestinos e outros grupos muçulmanos, cientistas, projetistas de armas e magnatas que mantinham negócios que conflitavam com os interesses de Israel. Explodir em pedaços, sequestros, envenenamento, estrangulamento, afogamento e execução com tiro na nuca ou na boca são suas marcas registradas.

De forma bem emblemática no livro, temos o caso de Mordechai Vanunu, então técnico nuclear israelense que trabalhava na central de Dinoma, deserto de Neguev, que revelou ao mundo que Israel tinha bombas atômicas. Esse fato voltou atona com a divulgação do Wikileaks de que Israel alimentava em alguns lugares do mundo armas de destruição em massa. Julian Assange, líder da organização, não foi assassinado, mas está preso miseravelmente.

A verdade é que muitas das operações do Mossad no exterior contra vários considerados “inimigos” são bem conhecidas. Até o início dos anos 1960, o empenho de grupos do Mossad estava focado na localização, sequestro e assassinato de funcionários do governo alemão hitlerista, como foi o caso de Herbert Cukurs,  executado pelo Mossad no Uruguai e Adolf Eichmann, capturado na Argentina e condenado à morte em Israel. Ambas operações na América do Sul. Para isso, existia até mesmo já um “Kidon brasileiro” de agentes como Zvi Steinberg, um judeu brasileiro de 36 anos, capaz de estrangular um homem em questão de segundos.

Contudo, várias operações do Mossad contra seus aliados são muito menos conhecidas. Nos finais dos anos 1960, Zalman Shapiro, membro famoso da Organização Sionista da América entregou urânio altamente enriquecido a Israel. Shapiro encontrou uma usina nuclear na Pensilvânia (EUA) e houve fortes indícios de que uma parte desse urânio tenha sido roubada da usina para criar a primeira dúzia de bombas nucleares de Israel… De acordo com o chefe da Agência Central de Inteligência, a própria usina foi fruto de uma operação do Mossad desde o início.

Talvez, a operação internacional mais infame e ampla na história do Mossad, depois do sequestro dos atletas israelenses nos Jogos Olímpicos de 1972, em Munique, pelo grupo terrorista de nome “Setembro Negro”, o Mossad iniciou uma raivosa operação chamada “Cólera de Deus” como retaliação contra supostos “membros” do grupo.

Nessa operação, alguns palestinos que viviam no exterior e que não tinham ligação comprovada com o sequestro dos cidadãos israelenses, foram assassinados em vários países! Um homem na Noruega foi morto depois de a agência ter recebido a informação de que Ali Hassan Salameh, planejador do ataque em Munique, estaria escondido lá.

Entre abril de 1979 e junho de 1981, Isaac Hofi, chefe do Mossad, dirigu uma das maiores campanhas secretas contra o Iraque em toda história do serviço de espionagem israelense destruindo os reatores nucleares iraquianos de Saddam Hussein com ajuda do MI6 e da CIA, além de assassinar a sangue frio o cientista egípcio Yahia Al Meshad e envenenados os cientistas Salman Rashid e Abdel Rahman Abdul Rassool. Talvez a iminência de se produzir armas nucleares por parte do governo iraquiano estivesse no fato de que a Mukhabarat, serviço secreto iraquiano, sabia que o governo israelense possui o mesmo tipo de arma a muito tempo.

Em 1985, Richard Kelly Smyth, homem de negócios e físico com contratos com a OTAN e NASA, foi preso por ilegalmente ter entregado 15 embarques de dispositivos nucleares ao governo de Israel através de uma companhia comercial israelense. Ele foi condenado a 40 meses de prisão, mas foi liberado imediatamente por ter 72 anos.

Em 1996, veio a público que Israel vendeu tecnologia roubada dos EUA à China. Indícios mostravam que a transferência destas tecnologias representou um grande passo para o desenvolvimento da aviação chinesa.

Em 2010 eclodiu um escândalo internacional quando a agência usou três passaportes australianos falsos para entrar em Dubai, onde assassinaram o líder do Hamas Mahmoud al-Mabhouh. A Austrália, por sua vez, avisou para Israel que tal comportamento poderia comprometer as boas relações entre os países.

Conclusão

Bolsonaro é um político que adora se ajoelhar para o sistema vigente, o do Sistema Financeiro Internacional e como Israel é uma faixa de terra estratégica, localizada num ponto geopolítico do Globo milimetricamente conveniente ao poderio anglo-sionista onde se vê a África, Ásia e Europa de um só lugar, Bolsonaro endossa com orgulho a transformação completa do Brasil em um desses “observatórios” para o Poder Mundial, uma via de seus “tentáculos”. Não é que não já existe esse controle, mas é necessário para eles que isso seja escancarado e radicalizado assim como é Israel, pois quem declara as guerras, mesmo que por intermédio sionista, é Washington, o Grande que luta as guerras dos parasitas internacionais.

Obtendo um observatório direito através do Brasil na América Ibérica, fica mais fácil desestabilizar qualquer governo que não pratique a “dança” que dita Washington. Aja vista também, o mantenimento do que já foi repaginado sobre o time de mandatários fantoches na América do Sul, assim como Bolsonaro no Brasil, foi no Paraguai, Argentina, Uruguai, tentou-se na Venezuela e agora Bolívia.

Nada melhor para desestabilizar governos e causar convulsões sociais do que o Mossad. Basta lembrar a Crise do Petróleo, a Guerra do Yon Kippur e a dos 6 Dias, ajudando a destruir oque ainda resta de resistência em qualquer setor com eficiência sem igual e fincar o neoliberalismo para os povos.

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Andre Marques

Brasileiro, estudante de Direito e atuante na área de marketing é fundador e editor do site O Sentinela (abril de 2013).
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