Voluntários estrangeiros da Waffen-SS eram altamente inteligentes e ambiciosos, revela estudo

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Em um artigo publicado na revista Contemporary European History, o Dr. Martin Gutmann argumenta que homens dos países neutros da Escandinávia e Suíça que ofereceram seus serviços “partiram para a Alemanha com um interesse ativo em contribuir física e intelectualmente para o projeto Nacional-Socialista”. Gutmann desafia o “mito dos voluntários” – ou seja, que eles eram “perdedores” e desviantes sociais sem instrução, atraídos pela ingenuidade ou pela ganância.

Em vez disso, ele argumenta, a maioria era bem-viajada, instruída e de educação de classe média ou alta. Ao examinar documentos detalhando a vida de vários voluntários, como diários e registros escolares, Gutmann conclui que os voluntários “não eram seguidores fracos, mas líderes confiantes”.

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Gutmann também descobriu que os voluntários eram, com muito poucas exceções, nacionalistas convencidos, que tinham um “senso de degradação demográfica e racial iminente” e temiam isso no bolchevismo e do capitalismo liberal.

Eles eram “na melhor das hipóteses ambivalentes em relação ao Partido Nacional Socialista Alemão”, mas tinham “uma inclinação ideológica ao fascismo”, e estavam interessados em “recuperar a ‘pureza’ de [sua] nação]”, ele descobriu.

E, ao ler as avaliações militares dos voluntários, Gutmann supôs que muitos homens tinham uma inclinação em “ver a violência como tendo qualidades pessoais e socialmente redentoras”.

Embora reconheça que cada voluntário tenha motivos pessoais para ingressar no regime, Gutmann conclui que “foi uma decisão profunda tomada apenas por indivíduos confiantes e ambiciosos, que estavam cientes de suas possíveis consequências, mas dispostos a apostar em favor de um ideal”.

Gutmann disse à History Extra:

“Já existem alguns excelentes estudos nacionais que analisam as várias motivações e experiências entre voluntários da SS da Dinamarca, Noruega e Suécia separadamente.

Mas a abordagem transnacional do meu estudo oferece algumas ideias únicas. Colocando lado a lado os voluntários mais intelectuais e influentes de vários países, descobri surpreendentes semelhanças nos tipos de homens dos países periféricos europeus menores que foram atraídos pelo Ideologia e projeto nacional-socialista.

Fui motivado a conduzir este estudo porque meu avô materno serviu no exército sueco durante a guerra e meu pai na Suíça. Ambos tinham lembranças vívidas e patrióticas da época e costumavam me contar sobre os poucos ‘traidores mentais’, como os chamavam – suecos e suíços que ajudavam os alemães. Então, decidi analisar esse assunto mais de perto.

É fácil e talvez mais conveniente colocar a culpa por essa ideologia completamente pro lado dos alemães, e até certo ponto italianos, e ver outros europeus ocidentais como vítimas. Claro, a verdade raramente é tão direta”.

O Dr. Nir Arielli, professor de história internacional da Universidade de Leeds, disse à History Extra:

“Martin Gutmann faz uma importante contribuição ao estudo do voluntariado transnacional, aplicando a abordagem imparcial aos estrangeiros que ingressaram na Waffen-SS durante os estágios iniciais do Segunda Guerra Mundial.

Sua análise minuciosa, que se baseia em materiais de 19 arquivos em sete países, lança nova luz sobre as motivações desses homens.

O esforço de guerra alemão ofereceu a indivíduos cujos exércitos não participaram do combate uma mistura de aventura, um teste para afirmar seu valor e a oportunidade de lutar por uma causa – ou partes de uma causa – na qual eles acreditavam.

Assim como outros voluntários transnacionais da era moderna, os estrangeiros na Waffen-SS queriam acrescentar significado às suas vidas e optaram por buscá-lo em ambientes muito perigosos e controversos”.

Andre Marques
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One thought on “Voluntários estrangeiros da Waffen-SS eram altamente inteligentes e ambiciosos, revela estudo”

  1. As colocações pronominais aqui em “Nos ajude a espalhar a palavra:” e logo abaixo “Nos acompanhe” não atentam aos princípios da linguística normativa, visto que, segundo esta, não se inicia frase com pronome oblíquo, entretanto, segundo a linguística funcionalista, desde que se cumpra a função de comunicar, estabelecem este fim e estão tão corretas quanto as grafias: “nois vai” e “vdd”

    A verdade cura, pacifica e liberta, mas precisa ser divulgada https://nationalvanguard.org/2019/05/sweden-local-activists-celebrate-adolf-hitlers-birth/?unapproved=23983&moderation-hash=6112fd9ca1b0b7ae0336d47ea5b5c094#comment-23983

    A história é guiada pelo projeto de Deus, um projeto que está sempre focado na liberdade e na vida. https://nationalvanguard.org/2019/05/sweden-local-activists-celebrate-adolf-hitlers-birth/#comment-28307

    O destino de uma sociedade depende sempre da atitude que assume em face deste projeto: ou terá liberdade e vida, ou produzirá escravidão e morte. https://nationalvanguard.org/2019/05/sweden-local-activists-celebrate-adolf-hitlers-birth/#comment-28323

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