Ursula Haverbeck, prisioneira política alemã de 91 anos tem pedido de libertação negado

Nos ajude a espalhar a palavra:

Embora os presos sejam libertados após cumprir dois terços de sua sentença na Alemanha, o tribunal decidiu não libertar Ursula Haverbeck, 91 anos, que criticou a veracidade do Holocausto.

Um tribunal alemão decidiu quarta-feira (18) que uma famosa nacional-socialista de 91 anos cumprindo uma sentença de dois anos por “negação do holocausto” não deve ser libertada mais cedo.

Ursula Haverbeck foi condenada por “incitação” por um tribunal na cidade de Verden, no norte da Alemanha, em 2017, começando a cumprir sua sentença no ano passado.

[themoneytizer id=”43742-1″]

 

Haverbeck afirmou repetidamente que o Auschwitz era apenas um campo de trabalho. Ela foi condenada várias vezes, mas evitou a prisão devido a longos apelos. A mais alta corte da Alemanha rejeitou seu caso contra a condenação de Verden.

Ursula Haverbeck chega ao Tribunal Distrital de Tiergarten em Berlim, Alemanha, 16 de outubro de 2017. Foto: Paul Zinken/ dpa via AP.

É comum na Alemanha que as pessoas sejam libertadas após cumprir dois terços da sentença. Mas a agência de notícias DPA informou que o tribunal estadual de Bielefeld, onde está presa, disse quarta-feira que decidiu não libertar Haverbeck em janeiro, não informando os motivos para a decisão.

A sentença de Haverbeck deve terminar no próximo novembro.

Ela já havia sido condenada em várias ocasiões à prisão por negar o Holocausto, uma vez declarando na televisão que “o Holocausto é a maior e mais sustentada mentira da história”.

A “negação do holocausto” que é encarada como “incitação ao ódio contra segmentos da população” na Alemanha podem levar até cinco anos de prisão, enquanto o uso de símbolos nacional-socialistas, como a suástica sagrada, também são proibidos.

Ursula Haverbeck, acusada de incitação ao ódio, chega à sala do tribunal do distrito em Detmold para uma audiência de apelação, na Alemanha, em 23 de novembro de 2017. Foto: Bernd Thissen / dpa via AP.

Uma marcha de várias frentes nacionalistas alemãs pela libertação de Ursula Haverbeck foi feita no sábado (14) e contou com a presença da advogada Sylvia Stolz, também acusada de “intolerância” e negação do holocausto pela justiça alemã.

Fonte: Dailyarchives.org

Publicado originalmente em 19 de dezembro de 2019.

Informação adicional

Ursula Meta Hedwig Haverbeck-Wetzel nasceu em 1928, na cidade de Vlotho, Renânia do Norte, Wesfália, e é uma conhecida revisionista. Foi casada com Werner Georg Haverbeck, ex-membro do NSDAP e publicista.

Refugiada do leste europeu, viveu 4 anos na Suécia. Posteriormente estudou pedagogia, filosofia e linguística, inclusive durante dois anos na Escócia. Após o falecimento de seu esposo em 1999, assumiu diversas de suas atribuições, tal como o Collegium Humanum em Vlotho, posteriormente fechado pela RFA.

Desde os anos 1980 mantinha relações com instituições nacionalistas como o Partido Nacional Democrata da Alemanha (NPD) visando um movimento de convergência nacional na Alemanha e em 2000, após contatos com Host Mahler, tornou-se diretora-adjunta da Associação para a Reabilitação dos Perseguidos por Contestarem o holocausto (VRBHV).

As perseguições e acusações do governo começaram já em 2004.

Richard Edmonds, patriota britânico e frequente candidato da Frente Nacional comenta sobre carta recebida de Ursula Haverbeck

Queridos amigos,

Hoje recebi uma carta da corajosa ativista da Verdade Histórica, Ursula Haverbeck. Ursula expressa seu espanto e agradecimento pelo incrível número de cartas e cartões de apoio que recebe da Grã-Bretanha e da França e, de fato, de todo o mundo. Em sua carta para mim, Ursula H. destaca seus agradecimentos específicos a Michele R. e Peter R.

Deixe-me repetir aqui, que cartas e cartões de apoio são enviados por Deus a todo patriota corajoso e honrado trancado em uma cela estreita da prisão misturada com tipos e criminosos anti-sociais, e isolado do mundo e de rostos amigáveis ​​- isso é prisão, e neste pesadelo de mundo “moderno” muitos dos prisioneiros serão criminosos do Terceiro Mundo com hábitos pessoais do Terceiro Mundo.

Mais um motivo para enviar um cartão ou carta amigável e alegre (que não precisa conter o endereço do remetente) à nossa valente Ursula:

Frau Ursula Haverbeck, JVA Bielefeld-Brackwede, Umlostrasse 100, D-33649, Alemanha.

Nota sobre um assunto relacionado: A comunidade judaica em Bielefeld levantou suas objeções a um desfile pela cidade, que amigos e apoiadores de nossa Ursula planejaram para o próximo mês, para comemorar seu 91º aniversário [imagem título deste artigo], que a espantosamente vigorosa Ursula Haverbeck “celebrará” na prisão de Bielefeld (JVA).

Fonte: Canadian Free Speech

Publicado originalmente em 7 de dezembro de 2019.

Andre Marques
Siga em
Nos ajude a espalhar a palavra:
Gostou do artigo? Você pode contribuir para o site com uma doação:

One thought on “Ursula Haverbeck, prisioneira política alemã de 91 anos tem pedido de libertação negado”

  1. Estimados Patriotas Nacionalistas.
    Penso que podemos realizar pressão através de cartas a serem enviadas a EMBAIXADA da ALEMANHA em BRASÍLIA, Solicitando a IMEDIATA LIBERTAÇÃO da Patriota Alemã URSULA HAVERBECK e ao mesmo tempo enviarmos cartas de apoio a esta HEROÍNA que Enfrenta a Injustiça de uma Sociedade SUBMISSA e ACOVARDADA pelas Circunstâncias impostas pelas Frande Potências, através do GLOBALISMO IMPERIALISTA.
    Atenciosamente,

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.