Ursula Haverbeck: Idosa presa por opiniões contrárias ao sistema

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“Nós não vivemos mesmo numa democracia de fato, isto já se pode perceber pelo medo que todos têm. O governo [o dominador] tem medo do povo, por isto existem ‘leis de focinheira’, e o povo tem medo do governo, por isto não arrisca expressar seus pensamentos.” – Úrsula Haverbeck, diante do tribunal de Dortmund, em 11 de junho de 2007. [1]

Inacreditável a que ponto chegamos – e não podia ser diferente! A imprensa “Fake News” comemorou: “Foragida, ‘avó nazista’ é presa”. Nenhuma pessoa decente – ainda mais quem conhece a Sra. Haverbeck – chegaria a tal desprezível ideia.

Úrsula Haverbeck comunicou com razão à promotoria, que o prazo de uma semana para iniciar o cumprimento da sentença – existia um feriado neste período – não seria possível. Isso pouco importou aos colaboradores das forças ocultas judaicas. A sra. Haverbeck é um espinho nos olhos dos guardiões da mentira e deve ser silenciada custe o que custar. A mentira deve ser mantida em pé por todos os meios.

No dia 7 de maio, a Sra. Haverbeck foi detida em sua casa por 5 policiais (2 em traje civil) e levada à prisão de Bielefeld. Quem desejar escrever algumas palavras a esta lutadora, um exemplo de dignidade e retidão de caráter, segue abaixo seu endereço do cárcere:

Ursula Haverbeck
Zinnstr. 33
33649 Bielefeld

Independente do que se escreva à sra. Haverbeck, todos deveriam redigir e enviar uma mensagem a todos os membros dos governos, seja do alemão (consulado e embaixada) ou não. E isso não é proibido (segundo parâmetros judaicos). Perguntem apenas por que uma sra. de 90 anos deve ir para a prisão, embora aconteçam diariamente crimes muito piores em nossa prezada e idílica sociedade ocidental.

Toda pessoa decente deveria enviar uma mensagem seja na forma convencional ou através das mídias sociais a todos os profissionais da mídia e repartições públicas. O façam respeitosamente, mas sem receio de falar a verdade. Sejam criativos!

A prisão de Úrsula Haverbeck, uma senhora idosa de quase 90 anos, nos revela em alto e bom tom toda a fragilidade do sistema democrático ocidental, um Konstrukt artificial instaurado goela abaixo nos mais diversos países e culturas do planeta, de preferência através da guerra. Com a desculpa de estar preservando os “valores democráticos”, os representantes políticos de vários perversos regimes ocidentais – e também todos os profissionais da mídia – se comportam cada vez mais como verdadeiros tiranos.

Onde o debate não tem mais espaço, começa a tirania. Por que não podemos anunciar em voz alta as novidades das pesquisas revisionistas? Quando se persegue e prendem seus porta-vozes – a exemplo desta nova e emblemática prisão – deveria ser acesa a luz vermelha em cada mente pensante e decente! Simples assim.

Úrsula Meta Hedwig Haverbeck-Wetzel nasceu em Vlotho, Renânia do Norte de Estefália,  Alemanha, em 1928 e foi casada com Werner Georg Haverbeck, ex-membro e Reichsleiter (líder nacional) do NSDAP, e publicista.

Úrsula Haverbeck, desterrada e refugiada do leste europeu, viveu 4 anos na Suécia. Posteriormente estudou pedagogia, filosofia e linguística, inclusive durante dois anos na Escócia. Após o falecimento de seu esposo no ano de 1999, assumiu diversas de suas atribuições, tal como o Collegium Humanum em Vlotho.

Úrsula Haverbeck foi, de 1983 a 1989, presidente da Federação Mundial para a Proteção da Vida [Weltbund zum Schutze des Lebens] seção RFA, e revelou reservas na sua avaliação do engajamento político-social da RFA. Já antes da derrubada do Muro de Berlim em 1989, mantinha relações com instituições de “direita” , como o Partido Nacional Democrata (Partido Nacional Democrata da Alemanha) visando um movimento de convergência nacional na Alemanha.

Em torno do ano de 2000 conheceu o ex-advogado da RAF-Rechte Armee Fraktion, Horst Mahler. Tornou-se diretora-adjunta da Associação para a Reabilitação dos Perseguidos por Contestarem o holocausto [VRBHV – Verein zur Rehabilitierung der wegen Bestreitens des Holocaust Verfolgten] , fundada em 09 de novembro de 2003 em Vlotho.

Em junho de 2004, Haverbeck foi condenada pelo Tribunal de Bad Oevnhausen a uma pena pecuniária de 5.400 euros (180 diárias de 30 Euros cada). O crime foi terem demonstrados (ela e o editor Ernst-Otto Cohrs) dúvidas quanto a real ocorrência do holocausto, na publicação do Collegium Humanum, a “Voz da Consciência” (Stimme des Gewissens). As duas edições da revista foram confiscadas.

Em 10 de março de 2005 o tribunal, sob requerimento da procuradoria de Bielefeld, arquivou novo processo por considerar o delito em questão irrelevante em comparação ao anterior. Na “Voz da Consciência” , no contexto de uma citação do jornal russo Russkij Wjestnick lia-se que o holocausto era um mito, e que as vítimas judaicas não somariam seis milhões, ao máximo este número se aproximaria de 500.000. Em outro artigo, de novembro/dezembro do mesmo ano, e na mesma publicação, comentava-se que Adolf Hitler deveria ser entendido não sob o prisma do alegado holocausto ou da alegada “obsessão pela guerra”, mas sob a visão de uma incumbência divina no contexto da História mundial. Tal exposição de idéias teve como consequência novo processo por “incitação ao ódio” (Volksverhetzung), resultando em junho de 2007 pelo tribunal de Dortmund em pena global de 6.000 Euros (200 diárias a 30 Euros).

Presidente da associação era o revisionista Bernhard Schaub. Participaram na fundação conhecidos revisionistas, tais como Ernst Zündel, do Canadá, Robert Faurisson, da França, Germar Rudolf, Jürgen Graf, Gerd Honsik, Wilhelm Stäglich, Frederick Toben, da Austrália, Andres Studer, Hans-Dietrich Sander, Manfred Roeder, Frank Rennicke e Anneliese Remer.

Em 15 de janeiro de 2013, Úrsula Haverbeck em carta aberta a Conselho Central dos Judeus da Alemanha (Zentralrat der Juden), abordou entre outros assuntos, afirmações de Elie Wiesel e Otto Paul Uthgenannt.
Ursula escreveu diversas obras e deu diversas palestras.

Nas suas obras, podemos citar:

“Bekommen wir eine andere Republik?” [Será que vamos conseguir outra república?], com edição de Erhard Eppler, Max Güde, Walter Hähnle. Gustav-Heinemann-Initiative Radius, Stuttgart, 1982

“Eine deutsche Selbstbesinnung” [Uma autorreflexão alemã], com participação de Werner G. Haverbeck. Grabert/Hohenrein-Verlag, Tübingen, 1995. ISBN 3-87847-151-3

“Der Weltkampf um die Gemeinschaft: Die Entwicklung der Demokratie zur Volksordnung” [O mundo luta pela comunidade: O desenvolvimento da democracia à ordem do povo] – (participação de Werner G. Haverbeck) – Grabert, Tübingen, 1996, ISBN 3-87847-154-8

“Religion und Tradition” [Religião e Tradição], com edições de Martin Schwarz, Claudio Mutti, Wolfgang Schüler, Oliver Ritter. Verlag Zeitenwende, Dresden, 2002. ISBN 978-3-934291-15-7

Nota:

[1] “Wir leben gar nicht in einer echten Demokratie, was man schon daran erkennen kann, daß alle Angst haben. Die Herrscher haben vor dem Volk Angst, deshalb gibt es Maulkorbgesetze, und das Volk hat vor den Regierenden Angst, deshalb wagt es nicht zu sagen, was es denkt.”

Referências:

ALTER MEDIA DEUTSCHLAND. Offener Brief von Ursula-Haverbeck Zwei Fragen an den Zentralrat. Alter Media Deutschland, Alternative Online Nachrichten. Disponível em: http://altermedia-deutschland.info/content.php/3306-Offener-Brief-von-Ursula-Haverbeck-Zwei-Fragen-an-den-Zentralrat. Acesso em 17 mai. 2018.

INACREDITÁVEL. Democracia Viva: idosa de 89 anos atrás das grades!. Inacreditável, Diversos, 9 mai. 2018. Disponível em: http://inacreditavel.com.br/wp/democracia-viva-idosa-de-89-anos-atras-das-grades/. Acesso em 17 mai. 2018.

METAPEDIA. Ursula Haverbeck-Wetzel. Metapedia, a enciclopédia alternativa. Disponível em: http://pt.metapedia.org/wiki/Ursula_Haverbeck-Wetzel. Acesso em 17 mai. 2018.

Andre Marques
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