Soros e seu financiamento de 1 bilhão para universidades

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Durante um jantar para altos políticos e bilionários no Fórum Econômico Mundial de Davos, em 23 de janeiro, George Soros, bilionário magnata do lobby globalista anunciou que investirá US$ 1 bilhão na criação de uma rede de universidades através de sua organização mundial [Open Society Foundation] para “lutar contra os ditadores” e a “mudança climática”.

Essa rede universitária deverá, segundo o próprio Soros, “preparar” os estudantes e pesquisadores para enfrentar os “desafios globais atuais do futuro”.

“A sobrevivência das sociedades abertas está ameaçada e enfrentamos uma crise ainda maior: a mudança climática”, disse Soros, durante o jantar, que por sinal, foi organizado por ele. O nome dessa rede será Open Society University Network (OSUN) e a ideia é integrar essa ideologia pregada pela Open Society no ensino e pesquisa de instituições ao redor do mundo.

“Na América Latina, continua a ocorrer uma catástrofe humanitária. No início deste ano, quase 5 milhões de venezuelanos tinham emigrado, causando tremenda perturbação nos países vizinhos. Ao mesmo tempo, Bolsonaro não conseguiu impedir a destruição das florestas tropicais no Brasil, a fim de abri-las para a pecuária. Nossa maior esperança está no acesso a uma educação que reforce a autonomia do indivíduo, cultivando o pensamento crítico e enfatizando a liberdade acadêmica. Considero a Open University Network o projeto mais importante e duradouro da minha vida e gostaria de vê-la implementada enquanto ainda estou por perto”, disse Soros.

Open Society Foundation e George Soros

A Open Society Foundation, é uma organização privada de Soros que promove apoio financeiro à outras instituições e personalidades subversivas promotoras do liberalismo cultural sob pretexto da “justiça, educação, saúde universal e a ideias independentes”, etc. Com nome inspirado no livro de 1945 “Sociedade Aberta e seus Inimigos“, de Karl Popper, essa entidade transnacional possui filiais em 37 países, cobrindo um grupo de fundações nacionais e regionais, como a Open Society Initiative para a África Ocidental e para a África Austral. Todas com sede em Nova Iorque, sendo uma das principais redes internacionais de doadores que apoiam certos tipos de grupos e movimentos progressistas liberais em todo o mundo. Desde sua fundação, essa organização registrou gastos acima de US $ 11 bilhões. Ela também é, lembrando, a principal financiadora da Wikipédia.

A Open Society está envolvida em eventos recentes como a Primavera Árabe, através da organização Otpor, nos Bálcãs, que remodelou a influência geopolítica globalista no Oriente Médio e provocou derradeiramente a justificativa necessária para atacar a Síria em 2011.  Assim como na crise migrante de Europa Ocidental em 2015, fabricando uma crise de milhões de migrantes insustentável na Europa a partir do Mediterrâneo.

Nascido na Hungria em 1930 numa família judia de Budapeste, George Soros, cujo nome real é György Schwartz é conhecido por seu ataque especulativo contra a libra esterlina em 1992, que quebrou o Banco [Central] da Inglaterra com a especulação e desvalorização [Black Wednesday] produzindo lucros de US $ 1 bilhão para seus bolsos. Ele também esteve envolvido no processo fraudulento que privatizou a Vale do Rio Doce no governo de FHC.

Por essas e outras, nos últimos anos, Soros tornou-se alvo das críticas dos nacionalistas tanto na Europa quanto nas Américas.

Dito como um judeu secular, sua fortuna de cerca de US $ 25,2 bilhões o torna a 29ª pessoas mais rica conhecida. Por meio da Open Society, ele financia a grande parte do do lobby feminista, anti-branco, pedofilia e LGBT global, além da legalização de entorpecentes, como a maconha e outros.

Discurso bonito, realidade tenebrosa

O plano seria abrir um programa específico para aquilo que eles chamam de “acadêmicos em risco” que, na definição da Open Society, são pesquisadores com alto nível de excelência que estão “politicamente ameaçados”. Isso basicamente significa que, na prática, financiar qual coisa, mesmo sem qualquer relevância social para toda uma nação, que possa minar por meios legais ou ilegais qual espírito de sentimento nacional e com isso, de mercado nacional e forte.

O discurso é muito bonito, promover a educação entre estudantes que “mais precisam” ao redor do mundo, citando refugiados, deslocados, ciganos, população carcerária, promovendo valores como a “liberdade de expressão” e a “diversidade religiosa”. Na prática, trata-se de criar aldeias globais em países considerados brancos demais para os globalistas, criando massas de pobres cada vez maiores, salários mais baixos e condições inferiores de vida. Coisa incrível para mega especuladores que desejam monopolizar ou tornar qualquer economia um oligopólio cada vez mais fechado, dominando as mentes e o pensamento das pessoas.

Segundo comunicado oficial, a Universidade da Europa Central (CEU), fundada por Soros, e o Bard College formarão o núcleo da nova rede. Fechando parceria com a Arizona State University, líder mundial em EAD [ensino a distância], e outras instituições educacionais ao redor do mundo, como a Universidade Americana da Ásia Central no Quirguistão e a Universidade BRAC em Bangladesh.

Soros afirma que  a China com Xi Jinping, os Estados Unidos com Donald Trump, e Rússia com Vladimir Putin, além de Venezuela e Irã, estão nas mãos de “ditadores atuais e em gestação”. Segundo ele, “o maior e mais aterrorizante passo atrás” afeta a Índia, onde Soros acusa o primeiro-ministro Narendra Modi de criar “um Estado nacionalista hindu”. Ele diz que o presidente norte-americano, Donald Trump, é “golpista” e “narcisista” que “superaqueceu” a economia dos Estados Unidos. Soros foi um dos principais financiadores da campanha de Hillary Clinton quando concorreu com Trump, tornando sua imagem algo para ser apreciado pela esquerda progressista e liberal como feministas e LGBT´s, cuja pauta de governo envolvia praticamente iniciar a Terceira Guerra Mundial declaradamente, prometendo ataques ao Irã, Venezuela, mão de ferro sobre a América Latina e intensificação de outras frentes através do uso do Exército.

Os ganhos com a “filantropia” global

A defesa da sociedade multicultural, ou a aldeia global, que Soros e outros tanto defendem, quebra as economias nacionais e facilita seus negócios na especulação financeira internacional, retirando a soberania e legitimidade das nações de governarem por si próprias, presas nas mãos do capital especulativo. Por esse motivo fundamental, não importa se gente como ele doa bilhões para uma causa, pois o retorno é muito maior. E não só trata-se aqui de dinheiro específico, mas uma das maiores e mais poderosas moedas de troca, o poder e a influência. Como coloca a colunista Cibele Laura, “a frágil aparência, os cabelos embranquecidos, a pele fina e com nódoas, o aspecto senil inócuo, camuflam o poder e influência que Soros exerce mundo afora.” Para isso é necessário combater toda forma de nacionalismo.

Podemos citar de seu texto o seguinte parágrafo:

“Por isso, o caráter inconstitucional dos desdobramentos pós reforma do aparelho do Estado durante a governança de FHC, com alvo na Seguridade Social culminando à Reforma da Previdência do governo neoliberal de Bolsonaro. Um prato cheio para o modelo de sociedade aberta de George Soros. A filantropia, o populismo dos ricos, substitui o dever constitucional do Estado nas ações sociais universais da engenharia do Estado de bem estar social. É neoliberalismo social na veia! Enquanto os impostos e quase todo orçamento da União são destinados, cada vez mais, ao serviços da dívida, à garganta esfomeada dos juros do endividamento público, a satisfazer o rentismo da classe dominante, os super ricos assumem porcamente, através da filantropia, a gestão da questão social, sem retirar, é claro, o ônus maior das costas do Estado. O que Soros, através da sua cruzada contra o ‘autoritarismo’ ameaçador da democracia, está implementando é a total superação do Estado como ator social, ou seja, é o neoliberalismo social como modelo para a suposta liberdade da Sociedade Civil. Agora podemos entender porque o nacionalismo, para Soros e todos globalistas, é tão perigoso.”

No Brasil

Penetrar no sistema educacional e da política dos países do terceiro mundo é algo que não é feito somente pela classe super rica de fora. Aqui no Brasil, de mãos dadas com Soros, temos exemplos bastante prolíficos. É uma espécie de mantenimento ou atração do poder e da dominação das mentalidades do qual não se pode desprezar.

Think Tanks atuaram na formação de lideranças políticas, como o RenovaBR, o Movimento Acredito e a Fundação Estudar. O RenovaBR é uma verdadeira fabrica de formação de políticos e pensadores que seguem nessa vertente de assistencialismo progressista liberal, idealizado pelo empresário Eduardo Mufarej, criador do Partido Novo, teve a participação de Luciano Huck (presente em Davos 2020, sendo chamado até de ‘presidente’) e Jorge Paulo Lemann, empresário suíço-brasileiro e homem mais rico do país. Mas esse último teve suas crias soltas nas últimas eleições vindas da Fundação Estudar, que lançou políticos como Tábata Amaral (PDT) e Felipe Rigoni (PSD). Os dados da política recente mostraram que essas “crias” já atuam diretamente nas decisões políticas e são influências dentre a massa de manobra representando os interesses de uma super elite a serviço do capital global financeiro de dentro e fora do país.

Evento reunindo políticos como FHC, empresários como Jorge Paulo Lemann e outros em 2015. O resto você já sabe do que vai dar.

Referências:

G1. Soros cria rede de universidades para promover a liberdade de expressão e diversidade de crenças. G1 Notícias. Educação, 24 jan. 2020. Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2020/01/24/george-soros-cria-rede-de-universidades-para-promover-a-liberdade-de-expressao-e-diversidade-de-crencas.ghtml. Acesso em 03 fev. 2020.

METAPEDIA. Open Society Foundations. Metapedia, la enciclopedia alternativa. Organizaciones; Wikipedia; Judaísmo; Globalización; Sionismo. Disponível em: https://es.metapedia.org/wiki/Open_Society_Foundations. Acesso em 03 fev. 2020.

METAPEDIA. George Soros. Metapedia, la enciclopedia alternativa. Biografía et al. Disponível em: https://es.metapedia.org/wiki/George_Soros. Acesso em 03 fev. 2020.

LAURA, Cibele. CIBELE LAURA: Lemann e Soros no banquete de FHC. Disparada. Política e Poder. Disponível em: https://portaldisparada.com.br/politica-e-poder/lemann-soros-banquete-fhc-huck. Acesso em 03 fev. 2020.

RACY, Sonia. Em casa, com Soros. Estadão. Cultura, Direto da Fonte, 23 abr. 2015. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/blogs/direto-da-fonte/em-casa-com-soros. Acesso em 03 fev. 2020.

BENÍCIO, Jeff. Huck é chamado de “o próximo presidente do Brasil” em Davos: Provável candidatura do apresentador provoca apreensão na cúpula da Globo. Terra. Blog Sala de TV, 23 jan. 2020. Disponível em: https://www.terra.com.br/diversao/tv/blog-sala-de-tv/huck-e-chamado-de-o-proximo-presidente-do-brasil-em-davos,f7e2a315f7ce1885d0228ba842949112q2aoqkyt.html. Acesso em 03 fev. 2020.

Andre Marques
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