Segundo juiz, racismo contra brancos “não existe”

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Uma decisão tomada pelo juiz substituto João Moreira Pessoa de Azambuja, da 11ª Vara da Seção Judiciaria de Goiás, na segunda-feira (27) em um caso de denúncia de racismo pregado no Facebook chamou atenção, pois inocentou o acusado, um homem declaradamente negro de traços indígenas, que teria feito reiteradas declarações que pregavam ódio, separação de raças e discriminava mulheres negras que se relacionam com homens brancos. Um caso colocado como “racismo reverso”, que em tese, é quando pessoas não-brancas usam de ódio racial e étnico para com pessoas brancas. 

Denúncias de racismo, sendo de natureza criminal a nível federal, são encaminhadas ao Ministério Público Federal (MPF) em caso de julgamento para representação. Na análise do caso, o MPF em sua acusação declara que o homem violou o artigo 20 da Lei 7.716/89 que diz que é crime “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”.  O juiz, em sua decisão sobre o caso no inocentamento do acusado apontou que sua decisão se apoia na tese definida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o órgão máximo do judiciário brasileiro, que define que o conceito de racismo, compreendido em sua dimensão social, vai além dos aspectos somente biológicos ou fenotípicos. E que o racismo deve ser compreendido enquanto manifestação de poder.

Ele (o juiz) diz que o racismo no Brasil é “fato histórico — pretérito e presente — social, decorrente, principalmente, da adoção do regime escravocrata como modo econômico de produção”. Confira uns trechos principais e definitivos:

“Na sociedade brasileira, a pessoa branca nunca foi discriminada em razão da cor de sua pele. É dizer, jamais existiu, como fato histórico, a situação de uma pessoa branca ter sido impedida de ingressar em restaurantes, clubes, igrejas, ônibus, elevadores etc” […]

“[…] nenhuma religião de matriz europeia sofreu discriminação no Brasil, a ponto de seus praticantes serem perseguidos e presos pela Polícia ou terem seus locais de culto depredados e destruídos por pessoas de crenças compartilhadas pela maioria da população, tal como se deu com as religiões de matriz africanas.

Foram as crenças europeias que subjugaram não somente as religiões de matriz africanas, como também os valores culturais e religiosos dos povos indígenas […]

“tal cenário histórico e social, o conceito de racismo reverso constitui evidente equívoco interpretativo”.

O porrete politicamente correto do “racismo”

Quero enumerar, já que o juiz usa da interpretação hermenêutica da visão social e histórica e apontar alguns fatores sociais e históricos para vermos se isso está realmente “coerente”.

Se formos usar a lógica do juiz para definir o racismo, então está aberta a “temporada” de destrato de conotação racial para com autor deste artigo e qualquer pessoa que possua a mesma cor de pele que ele, pois racismo reverso parece não existir. Mas na prática, fica claramente difundido que “racimos reverso” é um nome bonito para “racismo anti-branco” e se ele não existe, então é legal ser racista com uma pessoa branca, aqueles sujeitos que descendem dos “opressores impiedosos” homens da Europa, que tem a pele clara, como o vizinho da sua rua, ou o cara da padaria do seu bairro, o atende de telemarketing do seu banco, a vendedora da loja de cosméticos, todos eles, certamente, “agentes do racismo histórico”.

Na verdade, a decisão do juiz somente causa perante a sociedade, a divisão em vez de união, o acirramento racial em vez da conversação e a insegurança para aqueles que ele julga estar defendendo. Deixando o país cada vez mais próximo de uma verdadeira guerra civil. 

É importante lembrar que essa decisão só confirma aquilo que antes, já foi bem escancarado: o racismo anti-branco é real, o politicamente correto, as doutrinas liberais progressistas, cada vez mais entranhadas nas ciências sociais (isso também inclui as jurídicas), pro trás da máscara de flexibilidade e aproximação, causa a deterioração da razão quando elevada a níveis extremados, incongruentes e viram esteriótipos.

É um esteriótipo que um cidadão branco comum, que paga seus impostos, trabalha pra viver e sofre tudo aquilo que a sociedade como um todo passa, está, teoricamente, tendo privilégios na vida, mas onde está, pergunte-se, esse tal privilégio exatamente na sua vida? Onde você o viu? Com quem você viu acontecer? Não aquilo que alguém te disse, ou jargões que geralmente são falados, mas coisa que você testemunhou.

Esse juiz, certamente desconhece o papel dos imigrantes que vieram da Europa para substituir a mão-de-obra negra no Brasil e acabaram erguendo um grande e imenso país, com milhões de descendentes que hoje estão presentes entre brasileiros de ascendência branca, negra e indígena no Brasil.

Se no Brasil somos uma mistura de raças obrigatória e geral, então qual motivos pelo qual que, na hora de progressistas exigirem cotas raciais e afirmarem que racismo reverso não existe, está lá, o mesmo homem branco que não existe à “espreita na esquina”, para “oprimir” um negro? É simples! Brancos e não-brancos só existem para essas pessoas e mentalidades de acordo com a sua conveniência e a pauta que são teleguiados a seguir.

Na verdade, não somente no Brasil, mas em todo o mundo isso é a tendência ditada por globalistas de todas as partes, com suas “tropas de choque” do politicamente correto imitando tudo que as grandes corporações ditam que seja bom para alguém.

Qual a próxima decisão que vem a seguir? Matar brancos por motivações raciais não é crime? Ou vamos esperar que o Brasil se torne uma África do Sul, onde o próprio governo encobre o morticínio e a segregação da população branca por puro “anti-racismo”?

Confira a matéria aqui.

Andre Marques
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One thought on “Segundo juiz, racismo contra brancos “não existe””

  1. Olha o nível de ignorância da declaração:

    “[…] nenhuma religião de matriz europeia sofreu discriminação no Brasil, […]”

    Ele deve estar se referindo ao cristianismo, mas este não é de matriz européia, essencialmente procedo do grupo racial semita! Já que ele está relacionando o tema com a raça, então errou!

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