Rafael Lusvarghi, ex-combatente brasileiro preso na Ucrânia libertado em troca de prisioneiros

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O voluntário brasileiro Rafael Lusvarghi foi preso pelo governo da Ucrânia após servir na milícia das repúblicas autoproclamadas de Donetsk e Lugansk. Ele foi solto hoje (29) numa troca de prisioneiros.

A troca de prisioneiros de guerra e detidos entre as Forças Armadas da Ucrânia, a República Popular de Lugansk e Milícia Popular de Donetsky terminou com a transferência de 78 presos de guerra para a Ucrânia e 129 presos de guerra da Ucrânia para Donetsk e Lugansk (incluindo 5 funcionários do Berkut acusados ​​de atirar durante os distúrbios do Euromaidan). A troca incluiu o prisioneiro ex-combate no Donbass Rafael Lusvarghi, que durante todo o processo teve, relatadamente, pouca assistência da embaixada brasileira.

Além disso, outra pessoa será transferida para a Ucrânia separadamente em breve, sob a supervisão da OSCE. O número final pode mudar em mais 5 a 10 pessoas, mas a ordem aproximada dos números já está clara.

Prisioneiros sendo libertos / Foto: Colonel Cassad

De Donetsk e Lugansk, 2 pessoas se recusaram a ir para a Ucrânia. E da Ucrânia, 22 pessoas se recusaram a ir à Donetsk e Lugansk. Todas as pessoas transferidas para a Ucrânia eram cidadãos da Ucrânia. Por sua vez, na Ucrânia, mais de 80% das pessoas transferidas eram novamente cidadãos da Ucrânia (para que a Ucrânia mude muito facilmente seus cidadãos).

Rafael Lusvarghi

Rafael Marques Lusvarghi, 35, brasileiro nascido em Jundiaí, no estado de São Paulo, é ex-militar que serviu na Legião Estrangeira, ex-ativista e ex-policial que ficou conhecido no Brasil primeiramente por sua detenção durante os protestos contra a Copa do Mundo de 2014. Após 45 dias preso, rumou para a República Popular de Lugansk no contexto da Guerra Civil no Leste da Ucrânia, lutando a princípio como soldado do plantão de artilharia da unidade Paltinik. Com o tempo, tornou-se instrutor e primeiro-tenente da Brigada Prizrak.

Rafael quando servia no Donbass / Foto: Reprodução/Youtube

Depois de já haver retornado ao Brasil, foi preso durante escala na Ucrânia a caminho de suposta oportunidade de emprego, possivelmente ensaiada pela CIA, em 2016 e condenado a treze anos de prisão por terrorismo e formação de organização paramilitar ilegal no ano seguinte, apesar da anistia a militares de Lugansk concedida pelo acordo de Minsk II. Ainda em 2017, foi provisoriamente liberto em Tribunal de Apelação, havendo controvérsias em relação aos reais motivos, e refugiou-se no Mosteiro da Santa Intercessão, em Holosiivski.

Rafael L. capturado por militantes do Azov e S14 em mosteiro em Kiev, 2018. Foto: AFP

Em 4 de maio de 2018, após ter seu paradeiro divulgado pela mídia, foi capturado pelos grupos Batalhão Azov e S14, que questionavam sua soltura, e levado às autoridades, que continuamente decretaram sua detenção provisória até ser condenado em 2 de maio do ano seguinte a 13 anos de prisão.

Contexto do conflito russo-ucraniano

As revoltas na Ucrânia entre 2013 e 2014, coletivamente chamadas de “Euromaidan” foram uma série de manifestações anti-russas na Ucrânia que ocorridas entre 21 de novembro de 2013 e 23 de fevereiro de 2014, em favor de uma abordagem econômica e política próxima à União Europeia, e não à Rússia, apoiada política e economicamente pela OTAN como parte de seus objetivos geopolíticos.

Membros do exército insurgente ucraniano reuniram-se em Kiev em dezembro de 2013. Foto: Reuters / Gleb Garanich

Entre os principais apoiadores do governo de Kiev apoiado pela OTAN e UE estavam Oleg Tyagnibok (Svoboda), Vitali Klitschko (Udar) e Arseny Yatsenyuk (Bat’kivshchyna), a judaico-estadunidense Victoria Nuland (Nudelman) e o oligarca judeu Ihor Kolomoyskyi  financiou os grupos “nacionalistas” ucranianos mascarou a proeminência sionista.

O atual presidente da Ucrânia é Volodymyr Zelenski, roteirista, ator e diretor ucraniano, filho de pais judeus, facilmente eleito no segundo turno recebendo 73% dos votos em 2018.

Os confrontos deixaram um saldo de oitenta mortos e levou à fuga do ex-presidente pró-russo Viktor Yanukovich, ao ameaçado pelos manifestantes ucranianos que saíram às ruas. Em resposta, a Rússia ordenou a ocupação militar da Península da Crimeia, cuja população é de maioria russa e, após um referendo em 16 de março de 2014, o território em disputa foi formalmente anexado à Federação Russa quatro dias depois, marcando o início de uma guerra civil no leste da Ucrânia. O Exército ucraniano não reconhece a mudança de autoridades em Kiev e continua afirmando que o comandante em chefe é o presidente eleito. Os cossacos de Sebastopol e outras milícias na região autônoma da Crimeia se levantaram contra o governo apoiado pela OTAN e UE.

Nacionalistas de toda a Europa caíram na armadilha sionista, juntando-se ao “Batalhão Azov”, uma unidade paramilitar que inclui vários soldados voluntários de toda a Europa. A unidade é reconhecida pelo governo ucraniano, no entanto, não obedece ao exército nacional e se reporta aos chefes dos partidos.

Outros trocados

Entre eles Rafael Lusvargui, dos trocados existem vários prisioneiros famosos. Confira os destaques

Daria Mastikasheva. / Foto: Colonel Cassad.
Mehti Logunov
Combatente do “Águia Dourada” enviando suas “saudações” para a Ucrânia. / Foto: Colonel Cassad
Roman Fursov, soldado da 58ª brigada das Forças Armadas da Ucrânia, que foi capturado após ser ferido durante uma batalha nas proximidades da vila da Crimeia.

Em relação ao petroleiro Gorlovka Gadzhiev, eles escrevem nas redes sociais que ele estava nas listas, mas ainda não está claro se ele entrou na troca – a última vez que ele foi excluído no último momento.

Fonte: colonelcassad.livejournal.com

Andre Marques
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11 thoughts on “Rafael Lusvarghi, ex-combatente brasileiro preso na Ucrânia libertado em troca de prisioneiros”

  1. Com todo respeito André, mas o AZOV está longe de ser uma armadilha dos sionistas, discordo totalmente de você, veja bem, quando nós analisamos o conflito no Donbass, nós não temos que começar a analisar do Maidan pra frente, nós temos que começar a analisar do tempo da (((URSS))), algo que inflou muito o sentimento antirrusso na Ucrânia foram os acontecimentos do Holodomor e Chernobyl, claro, nós sabemos que existe um grande nariz por trás desses acontecimentos, principalmente o Holodomor, mas nem todo mundo vê dessa maneira, essa é basicamente a motivação dos ucranianos, não querer estarem dominados pelos russos mais uma vez, pois eles anteriormente, já fizeram o caos na Ucrânia, se nós começarmos a analisar esse conflito do Maidan pra frente, essa análise não será conclusiva o suficiente, pois dará total razão aos russos, outra coisa que ocorreu depois da dissolução da URSS é que o Partido Comunista da Ucrânia, que era abertamente russófilo, pegava mais votos, onde se tinha mais russo, e claro que isso inflou esse sentimento ainda mais, por ser uma clara provocação, é claro, longe de ser uma provocação intencional, mas é óbvio que isso infla o sentimento antirrusso na Ucrânia, ainda mais de 2006, que foi o ano do reconhecimento do Holodomor, até 2012, que foi a última eleição que eles foram aptos a concorrer, agora sobre certos grupos nacionalistas ucranianos estarem sendo financiados por Israel, isso é mais uma inverdade do que outra coisa, existe uma foto dos milicianos do AZOV com o que seria possivelmente um rifle israelense, bom, e isso não procede, o rifle em questão chama-se Fort-221, é totalmente licenciado e produzido na Ucrânia, ao contrário do que é anunciado que esse rifle seria o Tavor, outros grupos nacionalistas ucranianos também estão ficando muito mais antissemitas do que eram antes, lá pra 2014, 2015, por exemplo, pega último relatório da ADL, que mede o percentual de pessoas que cometem atos antissemitas, a Ucrânia, de 2015 para 2019 é o país que mais subiu nesse ranking, subiu 14% de 32% em 2015 para 46% em 2019, e os grupos nacionalistas ucranianos, como o Right Sector, National Korps e Svoboda estão puxando essa subida e acompanhando-a também, enfim, continuo respeitando seu trabalho, André, mas essa afirmação de que o AZOV é uma armadilha dos sionistas é uma grande bola fora, afinal, existe um judeu, chamado Boris Spiegel que está financiado a Novorossiya (muito ligada ao antifascismo e ao legado da URSS, um dos principais motivos de voluntários estrangeiros se juntarem as forças da Novorossiya é o seu desejo de combater os nazistas ucranianos), e ele é um dos homens mais próximos do Putin, além de ser o criador de uma ONG chamada World Without Nazism. Fontes: https://www.haaretz.com/world-news/.premium-clear-the-kikes-from-ukraine-who-will-confront-kiev-s-anti-semitism-problem-1.7910931 https://www.haaretz.com/world-news/.premium-adl-report-poland-south-africa-ukraine-and-hungary-most-anti-semitic-countries-1.8156819 https://potsreotizm.livejournal.com/8478238.html

    1. Seu direito a opinião em não concordar, ok. Obrigado por dizer que respeita meu trabalho. Mas mais um vez, vou repetir uma parte da resposta ao comentário anterior. Nunca fiz nenhuma apologia a Putin, Nova Rússia, Rússia ou coisa do tipo. Vocês estão partindo do principio errado e parecem não querer saber do resto. Existe ao que parece um judeu rico patrocinando o lado russo da coisa e a frente russa étnica, mas também há no lado ucraniano. E uma coisa não desmerece a outra.

      Outra coisa, tudo que você falou sobre aí é parte do contexto do conflito que existe lá. Você está confundindo isso com o fato de que, aproveitando-se desse contexto que você expressou, as forças ucranianas anti-russas nacionalistas e populares apoiaram a formação de um governo pró-UE, pró-OTAN com apoio de Jonh McCain indo lá, inclusive e do Comitê de Relações Exteriores Norte-Americano. É por esse apoio que Kiev continua onde está como governo, percebe? O contexto existe, mas aquilo que veio geopoliticamente e diplomaticamente é a questão do que forma a força financeira e diplomática do governo hoje de fato por lá. É aí que vem o apontamento e a crítica. Apoiar isso é a mesma coisa que apoiar a política submissa pró-Israel e pró-sionista do Bolsonaro por se dizer “conservador” (apenas exemplo, contextos diferentes). A única diferença é que lá eles estão usando Nacional-Socialistas e nacionalistas de verdade como “bucha de canhão” em vez dos liberais conservadores apátridas daqui. Isso é muito grave.

      Vocês ignoram o fato de um judeu-sionista ter sido eleito presidente agora pouco por lá. Vocês ignoram o fato de que a diplomacia israelense de Benjamin se posicionou neutra sobre o governo ucraniano, claramente em benefício disso. Vocês ignoram o fato de que a aproximação comercial entre Ucrânia e Israel “melhorou” consideravelmente. Há antissemitismo? Há, pois são nacionalistas que eles estão colocando lá pra fazer a contenção militante, mas vocês ignoram que politicamente de verdade, o governo de Kiev transforma-se numa base politico-militar nas corridas de concorrência geopolítica entre russos e anglo-americanos e os Bálcãs mais uma vez são o palco.

      E ADL por exemplo, age como age a imposição do lobby do antissemitismo, criam eles mesmos desavenças para depois justificar suas políticas nefastas (sionistas).

      Vocês ignoram também que pra angariar essa massa de bons jovens nacionalistas, eles tem Azov, S14, etc, que são apenas batalhões paramilitares voluntários que, regularizados militarmente (veja ‘tropas regulares’ caso não saiba) pelo governo e integrados as Forças Nacionais, não respondem diretamente a esse (pelo menos até 2015), mas aos líderes políticos dos partidos, que por sua vez, integram nacionalmente uma parte de uma coalizão do governo em vigor que se julga conservador e não com a mesma ideologia dos voluntários do Azov.

      Outra, minhas informações são colhidas, além de outras fontes do mesmo gênero do Sentinela na Europa, de camaradas que moram ali naquela região e são gabaritados para falar, além de camaradas do Aurora Dourada na Grécia e na Alemanha. A palavra de ordem é que essa questão é conflitante também lá, pois muitos pensam como você e outros como eu.

      Essa é a conclusão, eu não fico me admirando com símbolos e estéticas. Eu vou diretamente analisar a política econômica e diplomática dessas coisas. Me recuso a fechar os olhos pra isso. CAMARADAS ESTÃO SENDO ENGANADOS E MUITOS MORRERAM POR NADA, MUITOS MESMO. O batalhão Azov mesmo tomou surras consideráveis por parte de nacionalistas e NS´s lutando do outro lado por exemplo.

      Lamento quem pensa assim mas me conforta saber que pelo menos não é a maioria dos meus leitores que cai nessa propaganda.

      1. Sim, existe um judeu de ambos os lados, o Ihor Kolomoyskyi do lado ucraniano e o Boris Spiegel do lado dos separatistas russos, mas tem uma boa diferença aqui, o Ihor Kolomoyskyi sempre teve ligações com os nacionalistas ucranianos, ele não é daqueles judeus sionistas que prezam pelos interesses de Israel acima dos interesses de seu país, que é a Ucrânia, e sim, ele tem a cidadania israelense, mas devido à lei de retorno, todo judeu está apto a requisitar a cidadania israelense, e sobre o Boris Spiegel, como já mencionado, ele está muito ligado ao antifascismo, que é totalmente diferente do Ihor. Lembremos o que Sir Oswald Mosley disse sobre isso, “capitalismo é quando a pátria é usada pelo capital em seu benefício, e fascismo é quando a pátria usa o capital em seu benefício”, o mesmo também disse que, o judeu precisa estar alinhado com os interesses da pátria, e não ser um elemento internacional sionista.

        Sobre o contexto do conflito, acho que não estou confundindo as coisas, tudo que você disse procede sim, diversos setores nacionalistas ucranianos querem uma aproximação com a UE a entrada na OTAN e outras coisas, pois veja bem, devido à colonização soviética na Ucrânia a cada censo a porcentagem de russos aumentava, isso aconteceu nos países bálticos também antes da anexação por parte da URSS, praticamente não se tinha russo lá, e hoje em dia o percentual é bastante considerável, especialmente na Letônia e Estônia, países com um orçamento militar muito baixo, uma população muito baixa, e um sentimento antirrusso parecido com o que se tem na Ucrânia, eu li aqui mesmo, que os soldados das SS’s da Estônia e da Letônia são considerados são considerados como guerreiros da liberdade, esse é o principal motivo dos três países bálticos terem entrado na OTAN, caso aconteça algum tipo de desentendimento, ou um conflito em potencial, e eles não estivessem na OTAN, eles não teriam chance alguma de se defender, é muito mais uma medida de proteção do que uma medida de querer se submeter aos interesses da OTAN, afinal, segundo seu estatuto, uma agressão contra um membro é uma agressão contra todos os membros, a mesma coisa da Polônia, que apesar de não ter um grande percentual de russos vivendo por lá, compartilha a fronteira com eles, e da Croácia, que faz fronteira com a Sérvia, que é a melhor amiga da Rússia, por exemplo, o Putin, tem mais aprovação na própria Sérvia do que na Rússia, além de frequentemente o mesmo dar alguns “presentinhos” ao seu aliado nos Balcãs, creio que possa ser exagero meu, mas Israel está para os EUA assim como a Sérvia está para a Rússia. E o fato dos EUA estarem acelerando a ocidentalização da Ucrânia é totalmente explicável com a frase “o inimigo do meu inimigo é meu amigo”, existe sim, interesse americano em apoiar os grupos nacionalistas ucranianos, mas não por motivos ideológicos, e sim, por quererem ganhar mais um aliado numa região que anteriormente era de total domínio russo.

        Bom, o Zelensky, já conversei com alguns nacionalistas ucranianos sobre ele, inicialmente, todos estavam bem animados com as propostas dele, principalmente a de entrar oficialmente na OTAN, hoje em dia, com as inúmeras bolas fora dele, já se cogita a possibilidade do Zelensky ser um agente russo, é exatamente o que aconteceu com o Yanukovych, se elegeu prometendo grandes reformas, e no final de tudo acabou colocando a Ucrânia de quatro para os interesses da Rússia, sobre a ADL, discordo, nos links que eu postei pode-se encontrar diversas manifestações de antissemitismo “espontâneas” que não foram criadas por eles.

        Sobre o Aurora Dourada ser a favor dos separatistas pró-Russia, isso faz todo o sentido, a Grécia é um dos países mais russófilos que se tem atualmente, até por causa da religião, ambos são ortodoxos também pelo fato da relação entre Turquia e Rússia ter se desgastado muito nos últimos anos, com diversas ações consideradas hostis dos turcos, como a interferência na Síria, o assassinato de um embaixador russo na Turquia e o apoio turco ao Azerbaijão num conflito territorial que já dura décadas com a Armênia, isso fez, até de maneira involuntária, a relação entre russos e gregos melhorar bastante, além do mais,a percepção de mundo dos nacionalistas varia de país para país, por exemplo, a Croácia está longe de ter uma boa relação com a Rússia, mas eles tem uma ótima relação com a Ucrânia, nas guerras iugoslavas dos anos 90, enquanto a Rússia financiou os sérvios que massacraram os croatas, a Ucrânia foi o primeiro país a reconhecer a independência da Croácia, ainda em 1991, não há muito clima para os croatas apoiarem os russos nessa questão, mas faz todo o sentido eles apoiarem os ucranianos.

        Bom, eu também não fico encantado por símbolos e estética nem nada do tipo, para quem é fascista como eu, a estética do AZOV é muito atraente, mas não é o que me fez apoiar eles oficialmente, antes das diversas cagadas do Zelensky, eu me referia a eles como AZOG, mas depois, das inúmeras cagadas do Zelensky eu passei a ter uma maior simpatia e a pesquisar mais sobre o movimento, então, eu percebi que eles não são só estética, nem são uma armadilha sionista, nem nada, e sim, há nacionalistas e NS’s do lado dos separatistas, mas é um número muito baixo, bem insignificante, os separatistas, como já disse anteriormente estão muito mais ligados ao antifascismo do que ao nacionalismo propriamente, é muito comum, se encontrar bandeiras reverenciando o Stalin, Lenin, a URSS e é muito difícil se encontrar gente reverenciando o Nicolau II por exemplo.

        1. Não adianta discutir com opiniões segmentadas. Se você prefere abraçar a OTAN e a UE ou acha que qualquer crítica a seu batalhão é estar do lado russo, o problema não é nosso. Não somos tietes de nenhum desses lados. Ha vários dados errados ai na sua afirmativa (como o número de batalhões nacionalistas apoiando o lado russo) e falta de interpretação do que o autor pontuou no comentário dele principalmente sobre como o sionismo se aproveita do antissemitismo.

          Fica aqui registrado as motivações e justificativas de quem apoia Azog. Agora mesmo estão infiltrados na revolução colorida a la Soros em Hong Kong… mas claro, é contra o “comunismo”. De fato, o brasileiro merece o governo que tem.

          Mas claro, além do fato de que um batalhão paramilitar não manda em nada naquela país, ainda defende o governo desse país. É brincadeira…

    1. Não, não quer dizer que somos “pró Russia de Putin”. Quer dizer exatamente aquilo que está escrito pelo autor. Azov e sionistas são muito próximos. Simplesmente pelo motivo de que o governo ucraniano é próximo ao israelense e o Azov é apenas um batalhão aparte de voluntários ligado ao governo citado. Não precisamos fazer “vista grossa” para essa instituição, não temos necessidade e não o vamos fazer. Segundo nossas pesquisas e de acordo com outras mídias nacionalistas consultadas pessoalmente, incluindo um partido verdadeiramente nacionalista, o Aurora Dourada (Grécia), essa é a constatação…

      É direito seu ter sua opinião e respeitamos isso, mas não é de nossa politica aceitar presunções como verdade. Essas serão devidamente respondidas à altura em que forem dadas.

        1. Se é necessário repetir a mesma coisa duas vezes, que seja: Você que presume que não falar bem do seu batalhão é ser favorável a Putin e a Rússia. Nunca fizemos essa apologia, mas você vê dessa forma para nos difamar, mas novamente com uma incrível falta de argumentos que demonstra sua idade mental. Essa fonte descreve a notícia e nada mais.

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