Proteção aos animais no Nacional-Socialismo

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“Quem tortura um animal é desalmado, pois falta nele o espírito de Deus.” – Goethe

A política do regime nacional-socialista alemão atuava firmemente na preservação de todos seres vivos. Prova disso são as inúmeras resoluções aprovadas logo após a tomada de poder em 1933. Uma série de medidas legais asseguravam o tratamento mais humano aos animais, restringindo ao máximo qualquer experiência laboratorial dolorosa e desnecessária.

Leis de proteção ao meio-ambiente: “Foi Hitler que fez!”

Adolf Hitler, diziam, amava sua cadela Blondi. Hermann Göring não tinha nada mais urgente a fazer, quando logo em 1933 redigiu um decreto contra a vivissecção em animais.

Göring escreveu: “Para as pessoas alemãs, os animais não são apenas seres vivos no sentido orgânico, mas criaturas que possuem sentimentos próprios, que sentem dor, alegria, lealdade e dependência.” [1]

Ele se colocou contra disponibilizar os animais para que lhe retirassem ainda vivos o coração, esmagassem o crânio ou cortassem as genitálias, somente “para observar como os órgãos trabalham e quais consequências acontecem após a perda dos mesmos.”

O historiador Daniel Heintz apresentou em outubro de 2008 seu novo livro envolvendo a proteção aos animais no Terceiro Reich: “Proteção aos animais no Nacional-Socialismo – Idealismo moral em contraposição à ‘tirania desumana’?” [2] esta contraposição é sustentada na maioria das publicações sobre o tema. Em seu livro, pela primeira vez o tema da proteção aos animais é apresentado de forma abrangente, objetiva e sobre bases científicas. Foi mostrado que a ligação entre proteção aos animais e a cosmovisão nacional-socialista era profunda e lógica em si. Com isso o livro retira este tema da polarização entre o alto valor ético da proteção aos animais e, por outro lado dentro do politicamente correto da atualidade, a demonização desta época da história alemã, e o analisa tecnicamente inserido no contexto dos fundamentos e dia-a-dia da Alemanha nacional-socialista.

Dr. Krochmalnik, docente na Faculdade judaica em Heidelberg, disse a respeito da proteção aos animais no Terceiro Reich: “Os ‘nazistas’ introduziram logo após a tomada de poder uma legislação exemplar para proteção aos animais.”

Os nacional-socialistas aprovaram leis de proteção aos animais e à natureza. Hitler era um adversário dos experimentos em animais, além de ser vegetariano. O Reichsbauernführer Walther Darré cuidou pessoalmente para que o Führer sempre recebesse legumes orgânicos frescos. Lina Hähnle assegurou a Hitler, manter “sua mão protetora sobre os arbustos” e se engajar na “maior proteção às aves”. Himmler louvou em um discurso os antigos germânicos, os quais “eram cientes da ordem divina de todo o reino vegetal e animal.” Ele falou sobre os direitos dos camundongos e ratazanas e alertou quanto a fazer escárnio sobre tal ponto de vista. “Seria melhor”, achava ele, “nós, pessoas piedosas, curvarmos nosso corpo diante da profundidade e imensidão desta cosmovisão.” Himmler era muito sensível para a manutenção de outras formas de vida, ele dizia:

“Me interessou sobremaneira ouvir a novidade, que os monges budistas, quando eles vão à noite à floresta, carregam ainda hoje junto de si um sininho para avisar os animais da floresta, evitando que eles sejam pisoteados e com isso não lhes provoquem qualquer dano. Entre nós, entretanto, qualquer caramujo é pisoteado, qualquer verme é esmagado.”

O SS-Führer é considerado por alguns historiadores como a “asa verde” da direção do NSDAP, assim como Darré, Rudolf Hess, Fritz Todt e Alwin Seifert. Eles almejavam a energia renovável, métodos de cura alternativos e uma atividade agrária orgânica. Muitos deles nutriam simpatia pelo ensino de Steiner. Himmler permitiu que a SS conduzisse chácaras para testes biológicos dinâmicos, entre outros no Campo de Concentração de Dachau. Göring providenciou após a tomada de poder em 1933 que um decreto para proteção aos animais fosse logo aprovado, e dois anos depois uma Lei de proteção ao Meio-Ambiente.

Ambos foram incorporados em quase sua totalidade pela República Federal da Alemanha e valeram por muito tempo como referência. Adolf Hitler aprovou até uma lei contra a manutenção de peixes em aquários pequenos. A 24 de novembro de 1933, foi aprovada a primeira lei alemã de proteção aos animais. Em seu primeiro parágrafo, seção I, temos:

“É proibido torturar desnecessariamente um animal ou maltratá-lo sem preparativos. Tortura um animal aquele que provoca nele fortes dores ou sofrimentos duradouros ou repetitivos, desnecessário é a tortura quando ela não atende um motivo justo.”

Seguindo esta premissa, outras leis para “manutenção, acomodação e sustentabilidade” são regulamentadas; também existem condições específicas para criação e principalmente para experimentos com animais.

H. Göering no Castelo de Carinhall, Berlim, Alemanha. Domingo, 5 de abril de 1936. / Fotógrafo: Desconhecido

As associações para proteção aos animais aprovaram esta política. A associação do Reich para proteção às aves, precursora da atual NABU, foi recompensada com uma posição monopolista (outras associações de proteção às aves aderiram a ela), e que acarretou o aumento do faturamento de 45.000 Reichsmark (1932) para 85.000 Reichsmark (1941/1942).

A associação Naturschutz in Bayern (organização central que depois deu origem ao B.U.N.D.) ressaltou em 1933: “Nenhum período foi tão propício ao nosso trabalho quanto ao atual sob a bandeira da suástica do governo nacional.”

Fonte: unglaublichkeiten.com

Tradução via Inacreditável postada originalmente em 02 dez. 2009.

Notas:

[1] Nota da tradução: Sendo apenas uma entre as incansáveis defensoras dos animais, a advogada vegetariana Sylvia Stolz não pode mais atuar em defesa desta nobre causa, pois se encontra detida em alguma prisão alemã. Ela foi presa simplesmente por expressar sua opinião sobre um determinado episódio da história: o Holocausto. Não resistindo às argumentações dos pesquisadores e seus laudos técnicos, este evento histórico deve ser protegido pela força da lei e elevado à situação de dogma religioso. Quem não acreditar que ele aconteceu da forma como certos grupos de interesse assim desejam, este tem que enfrentar o novo Santo Ofício de Sião (não confundir com SOS) e sua nova bula “Malleus Holoficarum”

[2] Nota da tradução: Esta pergunta é um absurdo. Não existe qualquer contradição com alguma “tirania desumana”, quando partimos do princípio que os nacional-socialistas respeitavam todos os tipos (raças) de vida. Muito mais devemos reconhecer no respeito que tinham diante dos animais, como prova de suas intenções futuras. A luta era para proteção da própria raça. Todas as histórias macabras inventadas pelo nosso inimigo a respeito de nós, alemães, passam com isso a não ter mais sustentação. O vegetARIANO se recorda da alimentação livre de alimento animal dos “Lichtmenschen” de Atlântida. O crime mais repugnante é o “sangramento de animais e pessoas” e nunca foi praticado pelos arianos.

Extra:

Andre Marques
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2 thoughts on “Proteção aos animais no Nacional-Socialismo”

  1. É extremamente revoltante e torna-se difícil manter a serenidade, diante da realidade das manipulações à que várias gerações estão sendo submetidas. Desde criança sempre desejei que o sacrifício injusto de animais fosse punido com a morte, e, saber que isto foi aplicado pelos alemães, me enche de admiração.

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