Pressão sionista na Polônia: Projeto criminaliza reparações a judeus da Segunda Guerra Mundial

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Apesar de ser uma das 47 nações que aprovaram a Declaração de Terezin em 2009, um documento que garante assistência e reparação financeira e lembrança obrigatória em forma de “culto da culpabilização” de vítimas da “perseguição nazista” datada de uns 80 anos atrás, o lobby judaico sob a Polônia, através de suas instituições e entidades, não está satisfeito. A opinião na mídia mundial e local se deve pelo fato de que a Polônia é o único grande país do leste europeu a não transferir propriedades privadas confiscadas pelo antigo governo alemão ou nacionalizadas pelo antigo governo da extinta URSS, de acordo com uma entidade chamada Organização Mundial de Restituição Judaica!

Os nacionalistas e patriotas poloneses começaram a se organizar em forte oposição ao lobby judaico-sionista local e internacional contra qualquer reivindicação de restituição e advogam um projeto de lei que não apenas proibiria a restituição, mas também a criminalizasse. Ele proíbe qualquer ação que vise acomodar reivindicações de restituição referentes a bens sem herança e exige uma pena de prisão de seis meses a cinco anos para quem infringir a lei, com exceção dos funcionários públicos.

O povo sensato também apoia a ideia dos nacionalistas e patriotas pois, muitos cidadãos poloneses estão preocupados com o fato de a “restituição” aos judeus que supostamente tiveram confiscos feitos a 80 anos pode prejudicá-los hoje, uma vez que o país teria que pagar tanto que sua capacidade de fornecer serviços sociais de qualidade, educação e outros benefícios seria prejudicada, uma que absurdamente um grupo de especialistas contratados pelo governo israelense há 13 anos colocou o valor combinado de propriedades judias apropriadas em US $ 30 bilhões! Absurdo um país estrangeiro avaliar um espólio sobre outro.

“As reivindicações de restituição são uma grande ameaça para a Polônia”, disse Krzysztof Bosak, um membro recém-eleito do Parlamento do partido nacionalista da Confederação Liberdade e Independência.

“Acreditamos que precisamos fortalecer a proteção legal da propriedade polonesa, pois tememos negociações nos bastidores [entre funcionários poloneses e organizações internacionais] referentes a reivindicações de restituição”, disse Bosak.

No lado oposto estão os agentes da UE a serviço do Sionismo Internacional contra os europeus.

O jornalista e membro do Conselho Europeu Konstanty Gebert, um dos sionistas mais radicais da comunidade judaica na Polônia, ignora as reivindicações dos próprios poloneses afirmando que Terezin deve ser respeitado acima de tudo, pois é sobre reconhecimento e devido processo legal.

Konstanty Gebert é jornalista polonês e ativista judeu, além de ser um dos correspondentes de guerra mais aplaudidos ​​de vários jornais diários poloneses. I Imagem: Reprodução.

Ele diz não sobre expulsar poloneses de suas casas e coloca a questão como acusações falsas de que os judeus tentam roubar a Polônia… Vejamos, querem dinheiro do Estado (reparações), retirando da seguridade social paga pelos próprios poloneses que nunca tiveram nada haver com a Guerra e mesmo assim isso não é roubar? Bom, se não é, no mínimo é tirar da boca de quem precisa e paga por isso de fato e não pode nada amais por isso. Lembre-se que os poloneses estiveram envolvidos na guerra primeiro perdendo para os alemães e depois para os soviéticos.

O Alto Governo dos EUA é um conhecido e histórico grande agente das contendas israelenses e na gestão de Trump não é diferente. Em fevereiro desse ano, o secretário de Estado Michael R. Pompeo visitou a Polônia e instou o governo a avançar com a legislação de restituição de propriedades. É claro que a indignação nacional viria. Ao acaso parecem querer justificar as coisas sempre com a mesma desculpa que usaram para garantir a “moralidade” de seus assentamentos na Palestina, na criação de Israel e de suas expansões ilegais sem precisar respeitar qualquer legislação internacional.

O secretário de Estado dos EUA, Michael R. Pompeo, participa de uma conferência conjunta com o ministro das Relações Exteriores da Polônia, Jacek Czaputowicz, em Varsóvia, Polônia, em 12 de fevereiro de 2019.

Em maio, milhares de manifestantes na Polônia protestaram contra a restituição, muitos deles dizendo que as organizações judaicas reivindicaram US $ 300 bilhões e algumas se referiram aos judeus como “hienas do holocausto” em faixas.

Na marcha do Dia da Independência do mês passado em Varsóvia, dezenas de milhares de participantes ouviram mensagens disparadas de alto-falantes avisando as pessoas que a restituição se traduzirá em “pobreza e miséria para o seu filho”. Robert Bakiewicz, organizador da marcha, disse que as elites da Polônia – os políticos e os ricos – “não estavam dizendo uma palavra quando os judeus querem saquear nossa pátria”.

Dezenas de milhares de poloneses, incluindo membros da extrema direita e alguns com bandeiras e sinalizadores, marcham em Varsóvia em 11 de novembro de 2019 para comemorar o Dia da Independência da Polônia. (Marta Kasztelan / For The Times)

Membros do partido PiS (Lei e Justiça), que chegou ao poder em 2015, disseram que o partido se opõe a qualquer restituição de propriedade judaica. Os representantes do partido se recusaram a comentar sobre esta história.

O governo polonês também apontou seu papel como vítima da guerra, heroizando aqueles que ajudaram a comunidade judaica e ignorando os colaboradores poloneses, chegando a criminalizar qualquer menção a “campos de concentração poloneses”. Mas isso não é suficiente. O importante é o lucro da chantagem internacional e inaceitável promovida pelo lobby do Holocausto.

Witold Wrzosinski, co-fundador e co-diretor da Fundação para a Documentação de Cemitérios Judeus na Polônia juntou-se a Gebert e agora acusam os poloneses com a “carta do antissemitismo” e banalização deste na atualidade, uma vez que a Polônia opta pelo nacionalismo e defesa da pátria cada vez mais. Embora entre o público em geral e a mídia polonesa, muitos poloneses não acreditam que o país tenha um sério problema com o anti-semitismo.

Andre Marques
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