Patrulha sionista francesa: Alain Soral preso por “negar” o holocausto

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Alain Soral, ensaísta e produtor de cinema francês, 60, é conhecido por suas visões políticas que passaram do socialismo pró-URSS aos ideais revolucionários nacionalistas focados na luta e conscientização contra a Nova Ordem Mundial. Ele atualmente divulga (ou divulgava… por quanto tempo?) suas ideias no seu site Égalité et Réconciliation. 

Soral, cujo nome de batismo é Alain Bonnet, foi condenado nesta segunda-feira (15) pelo Tribunal Penal de Paris a um ano de prisão por contestar a existência do Holocausto! Sim. Em vários países da Europa, como na França, Alemanha e Inglaterra, apenas o fato de um cidadão desafiar a existência ou comprovação do suposto “holocausto judaico” que teria ocorrido na Segunda Guerra Mundial, arma de convencimento de massa e chantagem política em pró do Sionismo internacional, é considerado crime federal. Como diria Friedrich Christian, Príncipe de Schaumburg Lippe, “Quem vive da mentira deve temer a verdade!”.

Esse é o Estado de liberdade de expressão do Sistema das Democracias Ocidentais

Como de costume, por já ser consciente das obrigações dos sistemas penais para com os globalistas e sionistas não estava presente na leitura da deliberação no Tribunal de Paris.

Além dessa decisão de sentença, até mesmo seu advogado, Damien Viguier, que já representava Soral em outros processos – dos quais falaremos adiante -, sofreu uma condenação nesse processo em especial. Isso simplesmente porque em novembro de 2017, Soral publicou em seu site textos de seu advogado sobre outro caso, o qual foi condenado a pagar uma multa de € 5.000 (R$ 22 mil) por ser considerado cumplicidade, entendeu a justiça francesa.

Alain Soral em Paris, em 23 abril 2009. Créditos: PATRICK KOVARIK / AFP

No texto, Viguier fala sobre um sapato e uma peruca representados na charge:

“Sapatos e cabelos referem-se aos lugares de memória organizados como locais de peregrinação. Há pilhas desses objetos, para atingir a imaginação […] O corte de cabelo é praticado em todos os lugares de concentração e é explicado pela higiene”, escreveu ele, citando em seguida o também pesquisador que confrontou a tese oficial do Holocausto durante toda a sua vida, seu compatriota Robert Faurisson. Já falecido.

Quanto aos outros dois detalhes da charge, o “sabão e abajur” (famosa ‘Lenda Negra’ do ‘nazismo’ onde teriam fabricado tais artefatos usando ‘judeus’ como matéria prima), o advogado alegou que os sabonetes feitos de gordura humana, Viguier citou apenas a contestação dessa famosa ficção, ou seja, que se tratava na época de “propaganda de guerra”… E continua sendo.

Na verdade, o Tribunal de Paris estendeu a pena atribuída para Alain Soral. Enquanto a própria promotoria pediu 6 meses de de prisão em regime fechado e € 15.000 (R$ 65,85 mil) de multa contra seu advogado, o juiz responsável resolveu atribuir o citado um ano de prisão sem progressão de pena! Ou seja, regime fechado (Direitos Humanos?) Não se você citar a tática geopolítica do Povo Eleito.

Durante as eleições europeias de 7 de junho de 2009, o Partido Anti-sionista apresentou no distrito Ile-de-France uma lista liderada por Dieudonné Mbala Mbala. Créditos: Metapédia

Outro dado interessante, é que a pena determinou que ambos, Soral e Viguier, paguem um euro simbólico de danos a quatro associações civis antirracistas, além de € 1.500 (R$ 6,6 mil) em custos legais para cada uma delas. Soros e os financistas da esquerda caviar e lacradora pró-globalista agradecem.

Perseguição e condenações anteriores

Não é de hoje que Alain Soral vem sofrendo forte repressão jurídica e policial na França. Desde 2016, esse caso é só o mais recente.

Em 2016, Alain Soral, publicou uma charge em seu site representando uma primeira página de jornal intitulada “Chutzpah Hebdo”, com a cara de Charlie Chaplin diante da estrela de David em que ele pergunta: “Holocausto, cadê você?”, em referência a uma controversa capa do semanário satírico francês “Charlie Hebdo”.

O anti-sionista também perseguido e condenado diversas vezes, Dieudonné Mbala Mbala e Alain Soral.

Por conta desta publicação, considerada judicialmente “negacionista”, oque é proibido na França, Soral foi definitivamente condenado a pagar €10.000 (R$ 43,9 mil) de multa no dia 26 de março, com a possibilidade de prisão em caso de falta de pagamento! Veja bem, isso porque Soral, que não é ladrão, político corrupto, assaltante, terrorista ou estuprador, mas sim, um intelectual que como milhares de pessoas, atesta as inconsistências da oratória oficial sobre o episódio intitulado “holocausto judaico”.

Nas palavras de Kevin Alfred Strom, “Para saber quem domina o mundo, você deve saber qual grupo não se pode criticar”.

Em ambos os casos, os relatores e as fontes consultadas pelos promotores junto aos juízes foram exatamente a Liga Internacional Contra o Racismo e o Antissemitismo e a União de Estudantes Judeus na França. Daí fica bem claro a que lobby isso se refere.

Fonte: RFI

Publicado originalmente em 14 abr. 2019 via AFP

Andre Marques
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