Nacional-Socialismo ou “White Power”?

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O “White Power” (‘Poder Branco’), há décadas, é um dos slogans mais utilizados por grande parte do movimento Nacional-Socialista. O primeiro a usá-lo foi o americano George Lincoln Rockwell, em reação ao movimento “Black Power” (Poder Negro) que era patrocinado pela judiaria através da mídia e cada vez mais ameaçava a sociedade branca anglo-saxã protestante de seu país. Rockwell então adaptou o Nacional-Socialismo original aoway of life estadunidense, criando uma vertente ideológica essencialmente “yankee”. Numa época de grandes mudanças com relação à questão racial nos Estados Unidos, com lutas manipuladoras como a de Martin Luther King e uma grande tensão racial, esse ódio poderia até ser entendido como uma reação natural e sensata, como foi na Alemanha pós–Versalhes, em que o judeu desarmou e manipulou a nação alemã em todos os campos que podia. A reação nem sempre é proporcional à ofensa, ainda mais, quando estão sendo ofendidos valores nacionais.

Todavia, esta justificação foi resultado da época a que pertencia, e não da doutrina em si, que não expressa ódio a qualquer etnia. Após os anos 60, com a morte de Rockwell, a ideia hitlerista foi transformada, por muitos, numa guerra às outras raças: um combate contra negros e judeus e todo o diferente. O racialismo se transmudou em xenofobia. O Nacional-Socialismo não só foi deturpado por seus inimigos, como também, em grande parte, por aqueles que diziam defendê-lo. A Cosmovisão Nacional-Socialista, que tem por base as Leis Naturais e os princípios nobres e honrados, se tornou para alguns um estandarte para uma guerra contra os que são diferentes. Se o Nacional-Socialismo se fundamenta nas eternas Leis Naturais, como pode lutar contra as outras raças, que também são manifestação da Natureza?

O lema White Power está hoje em todos os lugares no movimento – músicas, camisetas, etc – e se tornou uma nomenclatura do movimento Nacional-Socialista moderno. Mas o que este slogan realmente significa? O que as palavras “Poder Branco” realmente representam? Aqueles que tanto pregam esse lema já pararam pra refletir se ele realmente faz sentido? Não podemos nos esquecer que a raça branca possuiu o poder no Ocidente nos últimos três mil anos e ainda o possui – em que pese a manipulação sionista – e o resultado que percebemos é que a mesma está desaparecendo, se mostrando uma raça fraca, em franca decadência. Os valores morais e os nobres princípios que antes se corporificavam em um honrado código de conduta e ética, desaparecem dia a dia. Nem mesmo entre aqueles a quem chamamos de camaradas, deixamos de encontrar indivíduos que não demonstram qualquer sinal de Honra pessoal ou de espírito moral e atacam gratuitamente outras raças, agindo com a mesma selvageria que condenam nas raças que intitulam “inferiores”.

NS-White Power´s marcham ao longo da 16th St. no Forest Home em 23 de setembro de 1967. Foto cedida por Milwaukee Journal Sentinel e Milwaukee Public Library.

O simples fato de ser branco não garante o direito de se agir como bem entender contra aqueles que não são da mesma raça. Se defendemos nosso direito de cultuar nossas raízes e nossas culturas étnicas, como podemos negá-lo às outras raças? Todas as raças têm esse direito. Mais do que direito, é um DEVER de todos os seres humanos cultuarem seus antepassados, pois é esse auto-respeito que impede o multiculturalismo – agente vital da globalização. Uma guerra entre raças é uma guerra contra a própria Natureza e, além disso, os resultados não podem nos trazer qualquer vantagem. A Natureza criou um mundo de diversidade, e o nosso dever é preservá-lo.

E compreendam que, ao falar que temos que preservar ou aceitar as manifestações das outras raças, não estamos defendendo a libertinagem ou o comportamento desviante dessas, por influência externa. Quando a conduta alienígena tem proximidade suficiente para prejudicar o povo a ser defendido (o nosso), essa conduta e sua provável influência deve ser desaprovada, repelida, combatida

Ser, mais do que parecer

Há camaradas sinceros e valorosos que acham que podem considerar a outrem como camarada simplesmente por adotarem os mesmos símbolos, se vestirem da mesma maneira, ou pertencerem à mesma raça, sem levar em conta a índole e os valores arianos de honra pessoal, lealdade, camaradagem, coragem, disciplina e dedicação à causa. Acabam, assim, fazendo amizade e trazendo para o seio de nossa doutrina, pessoas que deveríamos repudiar e que demonstram ter atitudes piores do que dos negros, judeus e pardos que tanto condenam irracionalmente. Por vezes, nem mesmo os valores e princípios são semelhantes.

Membros e apoiadores do Right Wing Resistance desfilam em Christchurch em 1 de abril de 2012. Imagem: Martin Hunter/Fairfax NZ

Antes de se intitular Nacional-Socialista, é imprescindível conhecer profundamente a doutrina de Adolf Hitler e possuir a fé verdadeira, o sentimento sincero. Aqueles que são “nazistas” da boca pra fora, que procuram um grupo pra extravasar suas frustrações ou medos, não estão enganando somente aos seus “camaradas”, mas também a si próprios. Se um alerta não resolver, deve-se, literalmente, segregar, procurar a convivência somente com aqueles que estão ao nível da nossa camaradagem e envolvimento.

Transcrevo um trecho do texto “Serei eu um Nacional-Socialista?” publicado aqui no site:

“Outras pessoas ostentam uma aparência de Nacional-Socialistas e, aos olhos dos camaradas, até mesmo agem como se o fossem. Porém, escondem na alma algum vício terrível que não querem manifestar perante os outros. Neste caso, a atuação Nacional-Socialista é uma forma de compensação, de aliviar a consciência e pagar pelos “desvios” que cometem fora da comunidade.”

A partir do momento que se age de maneira desonrosa com pessoas honradas, se está renunciando à conduta e aos nobres valores do Nacional-Socialismo e rendendo-se à bestialidade. Não importa a ancestralidade, a carga genética não dá a ninguém o direito de agir como um animal. Prejudicar as outras raças sem um motivo justo, agindo como um delinquente, não garantirá a vitória. Violência gratuita é um sinal de uma limitação extrema de visão ideológica, um sintoma de mau caráter e, às vezes, o prenúncio de um distúrbio mental. Além de ser um risco para os demais camaradas.

A escolha pessoal é entre ser um odiador ou ser um Nacional-Socialista

Ódio imbecil e Nacional-Socialismo são incompatíveis. Tentar camuflar sob a bandeira Nacional-Socialista sentimentos tão negativos e destrutivos não chega nem mesmo a ser um “neonazismo”, mas sim, configura a verdadeira antítese deste ideal. O Hitlerismo é uma doutrina de criação, de renovação espiritual para algo bom e positivo. Amar a sua raça não significa odiar as outras.

O ideal deve guiar sua conduta

Uma Cosmovisão baseada em nobres valores como honra, dever e lealdade, este é o nosso código de conduta. A cada ato, a pergunta que se deve fazer é: “Isso é certo ou não?”. Os fins nem sempre justificam os meios, pois estes devem ser orientados pelo caminho da honra pessoal. Qualquer um que discorde pode se enquadrar em qualquer outra doutrina que não seja a nossa, e este fato, quase um dogma, não está aberto a interpretações.

Olhem ao redor! as pessoas que detém o poder são brancas, a maioria dos políticos no mundo ocidental é branca. Até quando vamos usar o simplório argumento de que os judeus controlam a mídia e manipulam os políticos, para nos livrarmos da culpa pela decadência de nossa raça? Não existe corrupto sem corruptor.

É claro que os judeus detêm o poder da mídia e de uma grande parte do dinheiro mundial e fazem dos políticos suas marionetes. Mas em que momento eles conseguiram tamanho poder sobre nós? Se eles o fazem é porque boa parte da raça branca deixou, se vendeu. Hoje estamos ainda mais enfraquecidos e facilmente controlados, nossa chama guerreira dói apagada e o único deus cultuado é o Deus Dinheiro. Está em voga o “cada um por si” e o “salve-se quem puder”.

A luta Nacional-Socialista não é uma luta contra as outras raças de maneira alguma, mas sim uma luta contra a decadência da sua própria. Se o judeu hoje possui o poder que possui foi porque o ariano se distanciou de sua própria comunidade, se rendeu ao egoísmo, à ganância, ao capitalismo; renunciou à sua própria cultura, sua estirpe, seu povo e aos valores que, um dia, lhe foram sagrados e superiores à sua própria existência e que lhe fizeram da raça a mais criativa e mais forte. O judeu não foi o primeiro a dividir o ariano de seu povo, mas este mesmo, que quebrou todos aqueles vínculos que o fizeram senhor do mundo e criador de todas as maravilhas. Não devemos simplesmente condenar o inimigo por nossas derrotas e fraquezas, devemos nos lembrar da sentença de Nietzsche que diz: “o que não mata, fortalece”. Devemos aprender com nossas derrotas e erros, a “tornarmo-nos quem nós somos”. Dessa situação de extrema dificuldade e quase extermínio, a raça ariana pode sair mais forte e consolidar seu domínio, para o bem de toda a natureza, e não de uns pobres odiadores que, cedo ou tarde, procurarão, no seio do próprio povo, novo alvo para seu ódio.

Uma foto sem data mostra um manifestante Ku Klux Klan e um NS segurando escudos simbólicos em uma marcha em Palm Beach, Flórida. Em “Bring the War Home”, a autora Kathleen Belew argumenta que os diferentes grupos racialistas (ou racistas, no caso da KKK) nos Estados Unidos se uniram após a Guerra do Vietnã.

O primeiro passo para a maturidade do ativismo é livrarmo-nos dos preconceitos, do comodismo e da dificuldade em assumir nossos próprios erros. Em seguida, a raça ariana deve levantar-se e procurar desenvolver ao máximo seu potencial. O “Poder Branco” está aí. Sempre esteve. A raça branca ainda é a mais poderosa do globo e o judeu nunca venceria o ariano em um combate em que estivéssemos realmente do lado certo, entretanto, devido à decadência espiritual e a inversão dos valores, este está direcionado ao lucro pessoal e ao egoísmo. São muitos os brancos que tem conhecimento do poder sionista, porém, estão tão distantes do sentimento de comunidade, de identificação com seu próprio povo, de se importar devidamente com sua própria família, que o sentimento se foi, a preocupação se foi, não existe mais o vínculo. O ariano se rendeu ao seu próprio egoísmo, às conquistas materiais e ao vazio espiritual. Apenas com a decadência de um povo forte como o nosso, o judeu pôde possuir esse poder.

Revivemos uma Idade das Trevas, à semelhança da Era Medieval, pois o progresso tecnológico não significa progresso espiritual. Como já dizia Rudolf Hess: “Há muitos problemas no mundo a serem solucionados mais importantes do que a viagem à Lua”. O Nacional-Socialismo é a única luz, boa e positiva, que pode nos salvar dessa Era de Escuridão. É uma doutrina de criação e de ordem. Faz-se necessário que haja uma destruição física e, principalmente, espiritual destes valores modernos, para vivenciarmos o fenômeno da recriação. É a trans-valoração de todos os valores. A destruição de valores decadentes é um processo depurador para a criação, como na velha fórmula alquímica: Igni Natura Renovatur Integra (Toda a natureza é renovada pelo fogo).

A ideia de supremacia deve ser substituída pela da SOBERANIA. O objetivo da comunidade de sangue não é reinar ou governar sobre outras raças, ser superior aos outros, e sim dona de seu próprio destino. Não se trata de comandar os outros, mas sim da independência da nossa própria e das outras. A liderança natural é consequência disso. O ariano deve se renovar espiritualmente, pois a partir daí, a verdadeira comunidade  renascerá. Os espíritos se unirão novamente e o sentimento de nação crescerá. Este é o caminho natural.

Considerações

Ariano significa nobre. Será que todos os indivíduos brancos ainda podem se considerar como arianos se grande parte não possui absolutamente nada de nobre? Parece que renunciaram ao significado do seu próprio nome. O sentido da vida no Mundo Moderno passou a ser a felicidade pessoal. Entretanto, não é disso que se trata a vida. Trata-se de compreender as leis naturais, de possuir o sentimento comunitário, na qual pessoas têm os mesmos valores, mesmas origens e compartilham uma história e uma ancestralidade comum. Essas pessoas se importam umas com as outras porque são uma grande família, têm vínculo espiritual, trabalham para o melhor, para o bem comum, não o bem pessoal. Disso se trata o verdadeiro socialismo. É o sentimento natural que existiu em todas as antigas comunidades, em todas as raças. Se hoje isso não existe mais, é devido à negação espiritual que gerou o capitalismo. O egoísmo abriu nossas defesas e nesse momento o parasita se infiltrou.

Fala-se tanto em “revolução branca”, mas o que seria? A primeira revolução é a revolução pessoal, é o triunfo da vontade, a libertação da própria mente, pela destruição de valores decadentes e preconceitos infundados. A liberdade que conta é a liberdade mental: liberte sua mente e estará libertando a si mesmo. Renuncie à imbecilidade, alcance um nível de consciência maior, isso é a cosmovisão. É entender os princípios nos quais o Nacional-Socialismo é fundado e ver tudo a partir deste ponto de vista. Muito do que acreditamos ser produto de nosso próprio povo, não passa de valores judaico-cristãos que devem ser extirpados!

Liberte e trabalhe sua mente, este é o caminho para a auto-superação. Somente assim teremos o homem novo, quando as possibilidades humanas serão infinitas e alcançaremos um estágio de consciência maior.

Quando o homem conhecer a si próprio, terá autoridade moral para incentivar as pessoas ao seu redor pelo seu próprio exemplo. Você pode ajudar, mas é algo pessoal. Não é revolução branca, é revolução mental. Já que muitos de nós se consideram os melhores, devem agir como tal. Com a multiplicação das células pensantes, o povo se renovará e experimentará a revolução em si mesmo. E então o que é certo virá à tona, a ordem se restabelecerá.

Essa é uma luta do sangue contra o ouro, da espiritualidade contra materialismo. É tempo de observar a realidade com outros olhos, mais sensatos e maduros. Culpar aos outros é mais fácil e também mais cômodo. Revolucione-se, revolucione sua mente, essa é uma tarefa pessoal.

As ideias simplórias de alguns movimentos yankees não são sensatas e em grande parte, não são Nacional-Socialistas. Muitas vezes apenas odiosas e supremacistas. Encare os fatos como eles são, esqueça slogans vazios, enxergue a atual decadência e as falhas na nossa própria raça… E saiba o quão grande ela era e pode voltar a ser, de grande força e criatividade. A raça branca é um gigante adormecido, esteja você entre os primeiros a despertar. Temos uma doutrina que é completa e simples de ser compreendida, pois manifesta as Leis Naturais e a ordem cósmica, orientada pelos mais nobres valores. Quando estaremos dispostos a renunciar às concepções de ódio e de racismo burro, que vêm orientando uma grande parte do nosso movimento, e realmente entendermos do que o Nacional-Socialismo se trata, de fato? Até onde estamos dispostos a ir?

Fonte: original do site Valhalla88

Andre Marques
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