Morre o grande pesquisador revisionista Robert Faurisson

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O acadêmico revisionista francês Robert Faurisson, morreu no domingo (21) aos 89 anos. Faurisson acabara de retornar do Reino Unido quando caiu no corredor de sua casa em Vichy, cidade em que morava, afirmou nesta segunda Yvonne Schleiter, sua irmã. A editora de Faurison, Akribeia, confirmou a morte.

O ex-professor de literatura da Universidade de Lyon, autor de diversas obras e tratados, foi condenado pela justiça diversas vezes, entre 1981 e 2007, pelo seu grande trabalho na verdade sobre o famigerado “Holocausto Judaico”.

Entre os principais trabalhos do senhor Faurisson estão os estudos que mostram que os fornos crematórios dos campos de concentração de Auschwitz e Birkenau, na Polônia, eram “a maior mentira do século XX.

Também está a comprovação de que suposto “assassinato em massa de judeus” tido como promovido pelo governo nacional alemã entre 1933 e 1945 uma mentira para obter subvenções e que na verdade, a população civil europeia, principalmente alemã morreu em grande parte morreram por causa da desnutrição e das doenças promovidos pela falta de saneamento e infraestrutura causados pela “guerra de libertação” dos Aliados.

O ex-professor também denunciou a falsificação do infame “Diário de Anne Frank”, obra esta que apesar de comprovada inverdade, de forma gatuna promovida pelos governos Aliados do pós-guerra com apoio do pai de Anne, que muito lucrou com isso.

Vida

Robert Faurisson nasceu em 25 de janeiro de 1929, em Sheppperton, Surrey, Inglaterra. Filho de pai francês e mãe escocesa, estudou na Sorbonne, e de 1974 a 1979 lecionou literatura na Universidade de Lyon. Publicou livros sobre Lautreamont (1971), Arthur Rimbaud (1972) e Gerard de Nerval (1977). Em outubro de 1973 foi nomeado Maitre de Conférences na Universidade de Lyon.

Em 1990, na França, foi promulgada a “Lei Gayssot” , que proíbe e penaliza o questionamento da ocorrência do propagado homicídio planejado de judeus durante o período nacional-socialista na Alemanha, que o sionismo procura rotular como “holocausto”. Faurisson foi, em 1991, condenado por infringir a mesma. Em 09 de dezembro de 1992 impetrou queixa junto a comissão de direitos humanos da ONU, contra o impedimento de seus direitos da livre expressão de opinião, queixa esta que foi denegada em 08 de novembro de 1996.

Dedicando-se a estudos da história recente, principalmente ao que se refere à Segunda Guerra Mundial, Faurisson chegou a conclusões não coincidentes com a história oficial corrente. A partir de 1974 passou a publicar estudos que reivindicaram o revisionismo da historia, atualmente propagada com o objetivo de atribuir à nação alemã a responsabilidade pelo inicio e desenvolvimento da Segunda Guerra Mundial, bem como por um extermínio em massa de judeus. Como nação vencida incondicionalmente no conflito, sofre a partir de então a difamação moral contínua e persistente a fim de responsabilizá-la, e escamotear qualquer culpabilidade criminosa dos vencedores do conflito.

Faurisson foi incentivado pelas obras de dois revisionistas franceses, Paul Rassinier e Maurice Bardèche e pela publicação do historiador Martin Broszat no jornal alemão Die Zeit, a dedicar-se ao estudo do tema. Martin Broszat concluiu pela inexistência de locais de gaseificação no campo de concentração Dachau.

Após exaustivas pesquisas, Faurisson concluiu pela inexistência das propaladas câmaras de gás para “extermínio em massa” de seres humanos. Trata-se de estratagema difamatória que se viabilizou com a submissão incondicional alemã no conflito, sem direito à defesa. A acusação visa a sua subjugação moral e exploração financeira permanente, através da exigência da continuada “reparação de danos”.

Ativismo e revisionismo

Como consequência, Faurisson passou a ser ignorado nos círculos especializados e na mídia globalizada. Porém, mesmo cientistas ideologicamente divergentes lamentam e reconhecem o isolamento como imposição de censura por parte dos formadores de opinião, que não toleram serem contestados. [1]

Três cartas de leitor, publicadas em dezembro de 1978 e janeiro e fevereiro de 1979 no jornal francês Le Monde, obtiveram grande repercussão pública. Nestas, Faurisson contestou não somente a existência de câmaras de gás em campos de concentração, como também o genocídio sistemático de judeus.
Na República Federal da Alemanha, as publicações de Faurisson surgiram inicialmente no ano de 1978, inclusive através de seu livro “Es gab keine Gaskammern” (Não havia câmaras de gás), cuja divulgação em seguida foi proibida.

Faurisson e Lady Michele Renouf após o julgamento Sahar

Faurisson passou a sofrer não só repressões profissionais, como também ameaças contra sua integridade física. Em 1989 sofreu agressões que lhe causaram ferimentos e traumatismos.

Em 1990, na França, foi promulgada a “Lei Gayssot”, que proíbe e penaliza o questionamento da ocorrência do propagado homicídio planejado de judeus durante o período nacional-socialista na Alemanha, que o sionismo procura rotular como “holocausto”. Faurisson foi, em 1991, condenado por infringir a mesma.

Em 09 de dezembro de 1992 impetrou queixa junto a comissão de direitos humanos da ONU, contra o impedimento de seus direitos da livre expressão de opinião, queixa esta que foi denegada em 08 de novembro de 1996. [2]

Em julho de 2006, foi acusado pelo “questionamento do holocausto” , (expressão disseminada pelos sionistas para definir a acusação de homicídio sistemático de judeus em câmaras de gás dentro de campos de concentração ou extermínio). Tal questionamento foi exposta por Faurisson numa entrevista à televisão iraniana Sahar 1, em fevereiro de 2005. Condenado, foi penalizado com detenção de 3 meses com sursis e multa de 7.500,00 euros. [3]

Ao final do ano de 2008 Faurisson, em comemoração ao seu 80. aniversário, apresentou-se ao lado do ativista político e ator cômico francês e também ativista anti-sionismo, Dieudonné M’Bala M’Bala.

Dieudonné e Faurisson no Palácio da Justiça em Paris

As provas da inexistência das câmaras de gás são técnicas, ao contrário das difamações que se baseiam em declarações de „testemunhas profissionais“, para as quais não são exigidas provas. Para o funcionamento de câmaras de gás há questões técnicas não consideradas pelas acusações. Vedações das instalações, sistemas de exaustão e outros detalhes técnicos são necessários e foram comprovadas em câmaras de gás nos EUA. Nos campos de concentração de Auschwitz inexistem, e nem constam dos seus projetos e planos de construção, cuja publicação só foi possível devido ao empenho de Faurisson. Outrossim suspeita-se de adequações procedidas pelos vencedores do conflito, com o intuito único de ludibriar a opinião pública e fazer parecer crível as acusações.

Em 1987, Faurisson publicou uma carta de Jean Beaufret na revista Annales d’histoire révisioniste, na qual este lhe assevera seu apoio às suas conclusões. Jean Beaufret foi membro da “Résistance” e principal tradutor para o francês das obras do filósofo alemão Martin Heidegger. [4]

Em 1991, Faurisson publicou com Siegfried Verbeke, a obra “Het Dagboek van Anne Frank – Een kritische benadering”, cuja publicação foi censurada na Holanda. Expõe-se nesta obra que o “Diário de Anne Frank” foi e ainda é uma falsificação (muito mal feita), por, entre vários indícios, que apontam até mesmo o uso de caneta esferográfica – que ainda não havia sido inventada -, a letra do manuscrito original não ser a de uma criança.

A questão palestina

Faurisson e Amahdinejad na Conferência de Teerã

Robert Faurisson destaca há décadas a opressão dos palestinos por Israel. Conforme suas entrevistas a periódicos e canais televisivos árabes, considera que o combate a esta opressão de Israel, e o desmantelamento da mentira do genocídio de judeus pelo regime nacional-socialista alemão, o assim propagado “holocausto” , são inseparáveis.

O professor Faurisson declarou ao jornal Echorouk, da Argélia:

“A Palestina se tornará novamente um país livre, no qual muçulmanos, cristãos, judeus e outros podem viver em conjunto. Este é ao menos meu desejo, eu que há 34 anos recebo na França o tratamento de um palestinense … Eu disse na ‘conferência do holocausto’, realizada sob a égide do presidente Amahdinejad em 11 e 12 de dezembro de 2006: Todos temos os meios para colaborar com a libertação da Palestina. Estes meios consistem na divulgação dos resultados das pesquisas revisionistas. Deve ser eliminada toda credibilidade do alegado holocausto, este que se tornou a primeira arma do sionismo e do Estado de Israel, esta mentira é a espada e o escudo deste Estado. Seria absurdo intentar defender-se contra o exército israelense enquanto preservar-se a sua principal e globalizada arma propagandística.” [5]

Notas:

Nota da redação:  Repercussão na imprensa brasileira

[1] – CARADEC, François. “Isidore Ducasse, comte de Lautréamont. Édition révue et augmentée”. ed. Gallimard, Paris: 1975.

[2] – Comité des droits de l’homme Communication No 550 (1993)

[3] – Le négationniste Robert Faurisson a été condamné à trois mois de prison avec sursis. In: Le Monde. 3 de outubro de 2006.

[4] – Annales d’histoire révisioniste, 1987, nº 3, Automne-hiver, pág. 204.

[5] – Faurisson em Echorouk. 12 de Janeiro de 2009.Adicional e complementar:

“Un Homme” — Um homem.

Documentário de Paul-Eric Blanrue sobre Robert Faurisson

Documentário em francês – legenda em inglês

Andre Marques
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