Merkel em Auschwitz: Crimes “nazistas” são inseparáveis da Identidade Alemã

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Ao fazer sua primeira visita ao campo de Auschwitz-Birkenau na Polônia na sexta-feira (6) em 14 anos de governo, a viagem que antecede o 75º aniversário da libertação do campo pelas tropas soviéticas em 27 de janeiro de 1944, que esse ano vem como um apelo mais forte devido ao crescimento do nacionalismo e do patriotismo na Europa, fruto da indignação do desmantelo da identidade étnica, social e da massante e repetitiva  cultura da culpa.

A chanceler alemã de 65 anos, atravessou os portões do antigo campo prometendo combater uma nova “onda de anti-semitismo” – ou como eles chamam qualquer forma de protesto contra o lobby judaico-sionista internacional -, afirmando em seu discurso:

“Nada pode trazer de volta as pessoas que foram assassinadas aqui. Nada pode reverter os crimes sem precedentes cometidos aqui. Esses crimes são e continuarão fazendo parte da história alemã, e essa história deve ser contada repetidamente. Lembrar dos crimes […] é uma responsabilidade que nunca acaba. Pertence inseparavelmente ao nosso país. Estar ciente dessa responsabilidade faz parte de nossa identidade nacional, de nosso auto-entendimento como uma sociedade livre e esclarecida, uma democracia com estado de direito exige que mantenhamos a memória viva“.

Ela expressou a famigerada “profunda vergonha” da Alemanha e, falando aos tantos sobreviventes do Holocausto presentes, ela acrescentou:  “Inclino a cabeça diante das vítimas da Shoah.

Enquanto isso, agentes da culpabilidade, como Christoph Heubner, vice-presidente do Comitê Internacional de Auschwitz, afirmam sua pressa em combater auto-preservação com culpa referindo-se claramente (assim como Merkel), aos levantes que vão contra essa cultura da culpabilidade interminável promovidas por frentes políticas como a AfD (Alternativa para a Alemanha) que nem mesmo anti-sionista se declara.

A chanceler alemã Angela Merkel coloca uma coroa de flores no muro da morte no antigo campo de Auschwitz-Birkenau em Oswiecim, Alemanha, sexta-feira, 6 de dezembro de 2019. Merkel participa de um evento por ocasião do 10º aniversário da Fundação de Auschwitz. (Foto / Markus Schreiber)

Ele afirma que a visita “é um sinal particularmente importante de atenção e solidariedade no momento em que os sobreviventes de Auschwitz são vítimas de insultos anti-semitas e e-mails cheios de ódio”, sempre o ódio e o anti-semitismo em todo lugar… Mas a única questão é que o líder do AfD no parlamento, Bjoern Hoecke pede uma “mudança de 180 graus” na cultura da culpa, seguindo o próprio partido, que pede uma repensada sobre como a Alemanha se lembra de seu passado nacional-socialista.

Discurso comovente, verdades incomodas

Merkel foi a terceira chanceler alemã a visitar os campos. Ela seguiu todo o protocolo peregrinante da culpabilidade como se faz com todos os líderes ocidentais à Israel e principalmente no caso alemão, onde todo ano um líder de governo, seja em qualquer data referente a Segunda Guerra Mundial reitera sua “única e exclusiva” culpa por qualquer coisa havida no conflito e que isso deve ser seguido para sempre custe oque custar.

Merkel fez também a nova “contribuição financeira”, desta vez de 60 milhões de euros (R$ 275,4 milhões) para a Fundação Auschwitz-Birkenau, que foi aprovada pelos estados federais da Alemanha na quinta-feira (5).

A chanceler alemã, Angela Merkel, ora em frente ao muro da morte durante uma cerimônia de colocação de coroas no antigo campo de de Auschwitz-Birkenau em Oswiecim, Polônia, em 6 de dezembro de 2019 (Foto / Markus Schreiber via AP)

Ela anda tão agarrada aos principais representantes do lobby judaico-sionista, que em 2008, foi a primeira líder alemã a se dirigir ao parlamento israelense. Nesse discurso, ela falou da “vergonha” que os alemães ainda sentem. Merkel foi acompanhado durante a visita por um sobrevivente do campo, Bogdan Stanislaw Bartnikowski, 87 anos, pelo primeiro-ministro polonês Mateusz Morawiecki, Josef Schuster, chefe do Conselho Central de Judeus na Alemanha e Ronald Lauder, chefe do Congresso Mundial Judaico.

Diante da instabilidade do Parlamento alemão, a chanceler parece querer rápido querer garantir apoio do lobby judaico para os democratas-cristãos (seu partido) antes de qualquer potencial crise política, pois pretende renunciar no final de seu mandato em 2021, havendo chance de que a data possa ser antecipada se sua coalizão com os social-democratas, abandonarem o governo.

Desmascarando o mito de Auschwitz

Vale lembrar também que os processos que levaram aos números de pessoas mortas em Auschwitz-Birkenau começou em 1948 com acusações de mortes de cerca de 300 mil pessoas. Com o passar dos anos, esse número se elevou para 4 milhões sem qualquer motivo que não fosse o lobby político de comoção das massas. Hoje,  apresentasse o número de 1 milhão na mídia em geral mas certo que existe consenso que esse número é muito menor… na verdade, nunca houve qualquer comprovação de morte por extermínio nesses campos, nem corpos ou qualquer prova material. A única investigação feita por especialista conhecida, a de Freud Leutcher, nos anos 1980, comprovou ser impossível qualquer morte por gaseamento ou por via de qualquer processo químico naqueles campos. Assim como a investigação de Ernst Zundel e o judeu David Cole, nos anos 1990 atestaram em vídeo que o campo não foi feito para exterminar seres humanos.

Na verdade, a Alemanha ainda está sob rendição incondicional e não existe tratado de paz, assim como todos sabem, mas tem medo de dizer, que o verdadeiro morticínio foi alemão. Mas devemos lembrar que ao menos questionar o “holocausto judeu” é crime na Alemanha.

Andre Marques
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