Macron e discurso Globalista contra o Nacionalismo

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“Tentamos essa opção no passado. Ela leva à guerra. Nacionalismo é guerra”, disse Macron.

Na abertura do segundo Fórum da Paz, ocorrido na terça-feira (12),  o presidente da França Emmanuel Macron afirmou em seu discurso que “o sistema político global está à beira de uma crise sem precedentes e precisa de novas alianças para solucionar os problemas no mundo”. Mas oque isso quer dizer? Uma única coisa, um clamor por globalismo e Governo Único…

Macron defende em seu discurso o “multilateralismo”,  que em tese é uma “cooperação justa” entre as nações, mas se trata aqui de um único pólo dando ordens supranacionais as nações. Macron disse que a “tentação do unilateralismo” é muito arriscada” e que no passado “tentamos essa opção e ela leva à guerra… Nacionalismo é guerra”. Ou quem quiser soberania terá guerra? A história mostra a verdade.

O discurso de Macron foi carregado de suplicas pela “cooperação global” entre todos os países em uníssono, o sonho globalista do governo único clara e evidentemente, afirmando que que os sistemas político e econômico globais construídos após o fim da Segunda Guerra Mundial trouxeram “paz” e ajudaram a “diminuir a pobreza”.

Ele frisou também que a Europa teve o “preço a pagar” por uma não cooperação, e que as desigualdades que surgiram entres povos e países levaram ao renascimento do nacionalismo e “unilateralismo”. Aqui, unilateralismo é exatamente isso, o poder de tomar suas decisões soberanas não é bom para a humanidade, segundo Macron. Devemos nós mesmos nos entregar a uma nova ordem e esquecer quem somos, sendo apenas “cidadãos do mundo” em uma “cooperação multilateral”…

Para “enfrentar” a pobreza, guerra, crescimento da população e o declínio dos recursos naturais, portanto, é preciso “mais cooperação”, disse.

Macron discursou nesse fórum que na verdade foi uma iniciativa lançada por ele próprio durante a celebração do centenário do fim da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), e teve a sua primeira edição no ano passado. O intuito propriamente dito é usar as Guerras europeias como justificativa para que se crie uma pressão de opinião pública e de lobby político para uma aceleração do processo de governo único, oque eles chamam de “multilateralismo” é um modo de dizer que um governo global comum tomara as mesmas decisões e governaria a todos.

Esse ano, as pautas globais foram as mudanças climáticas, desigualdades sociais, a desinformação e a cibercriminalidade são alguns dos temas do evento este ano.

O interessante é que a edição desse ano contou com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen e o secretário-geral da ONU, António Guterres. Leyen, em seu discurso defendeu também o “multilateralismo” e prometeu iniciar uma “verdadeira Comissão geopolítica” para “uma Europa mais voltada para o exterior”.

“Sozinha, nenhuma pessoa consegue enfrentar [os desafios]. Apenas juntos podemos trabalhar pela paz e pela prosperidade”, disse Von der Leyen, acrescentando que o multilateralismo criou uma Europa “pacífica e unida” no pós-guerra.

Uma Europa que possui um governo único. Uma experimento globalista para as nações ou apenas para sua sede diante de um mundo globalizado, favelizado e completamente indefeso?

E mais interessante ainda foi a participação do vice-presidente chinês, Qishan Wang, também se uniu ao apelo por uma “cooperação global” afirmando que “a disseminação do unilateralismo, protecionismo e populismo, além da tendência de substituir pensamento e ações racionais pelo derramamento de emoções, não ajudam a resolver os problemas” (?)

Como um membro do governo chinês diz isso ao mundo?

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Andre Marques

Brasileiro, estudante de Direito e atuante na área de marketing é fundador e editor do site O Sentinela (abril de 2013).
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