Israel segrega cristão de Gaza não permitindo visitações em locais cristãos sagrados

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Gaza tem apenas cerca de mil cristãos ( 0,2%), a maioria deles grego-ortodoxos numa população de quase 2 milhões de pessoas que formam toda da região. A porta-voz para a ligação militar entre Israel e os palestinos afirma que Israel restringe e controla o fluxo de pessoas Faixa de Gaza alegando que o território é na verdade controlado pelo grupo guerrilheiro Hamas.

A porta-voz disse que segue “ordens de segurança” afirmar que a população de Gaza poderá viajar para o exterior através da fronteira da Ponte Allenby entre Israel e Jordânia, mas que não poderão visitar cidades em Israel ou na Cisjordânia.

Ano passado, Israel “concedeu” que cerca de 700 cristãos de Gaza para viagens para Jerusalém, Belém, Nazaré e outras cidades sagradas que atraem milhares de peregrinos nas festas de final de ano. Somente o Estado de Israel tem permissão para segregar, chamando a mídia ocidental essa prática de “tradição”.

A Faixa de Gaza é um território palestino composto por uma estreita faixa de terra localizada na costa oriental do Mar Mediterrâneo, no Oriente Médio, que faz fronteira com o Egito no sudoeste (11 km) e com Israel no leste e no norte (51 km). O território tem 41 quilômetros de comprimento e apenas de 6 a 12 quilômetros de largura, com uma área total de 365 quilômetros quadrados.

Apesar da maior parte da população ter nascido na Faixa de Gaza, uma grande porcentagem se identifica como refugiados palestinos fugidos do massacre das IDF (Israel Defense Force) durante o êxodo que ocorreu após a Guerra árabe-israelense de 1948. A população é predominantemente muçulmana sunita e tem a sétima maior taxa de crescimento demográfico do mundo, além de ser um dos territórios mais densamente povoados do planeta, uma vez que essas pessoas são amontadas em faixas de terra minusculas segregadas por Israel de qualquer infraestrutura digna enquanto seus assentamentos crescem aos olhos passíveis da ONU e OTAN.

A área sofre uma escassez crônica de água e praticamente não tem indústrias. A infraestrutura é precária, e quase nada foi refeito após os bombardeios israelenses de 2008-2009. A designação Faixa de Gaza deriva do nome da sua principal cidade, Gaza, cuja existência remonta à Antiguidade.

Em Gaza, Randa El-Amash, 50, uma mulher cristã expressou esperança de que Israel reverteria sua política para poder visitar sua família na cidade de Ramallah, na Cisjordânia: “Todo ano eu rezo para que eles me dêem uma permissão para que eu possa comemorar o Natal e ver minha família. Será mais alegre comemorar em Belém e em Jerusalém”.

Lideranças cristãs de um lado e outro do oceano

Os líderes cristãos em Jerusalém condenam a medida, mas apelam às autoridades israelenses para reverter a decisão. “Outras pessoas ao redor do mundo podem viajar para Belém. Achamos que os cristãos de Gaza também deveriam ter esse direito”, disse Wadie Abu Nassar, conselheiro dos líderes da igreja local.

Enquanto a Direita conservadora e liberal no poder aliada ao lobby neopentecostal  propagandeia o lobby judeu-sionista e atrai Israel para o Brasil, essa é a política doméstica que os sionistas tem para com populações cristãs.

A justificativa da “ameaça Hamas”

Algumas perguntas podem ser feitas quanto a eterna guerrilha com a entidade Hamas.

De onde vem o contrabando de foguetes, mesmo rudimentares, que o Hamas lança com tanta frequência sofre as cidades judaicas? Quem os fabrica, onde o faz, financiados por que grupos políticos e econômicos? Por que países?

Mais ainda… Como são transportados esses foguetes? De que maneira essas armas de guerra entram na Faixa de Gaza? Túneis? Através de caravanas de camelos, em pleno deserto? Navios? Aviões?

O pagamento, é feito em moedas de ouro ou por meio de bancos? Quais? E os disparos, partem das janela das cozinhas das casas, dos parquinhos, hospitais, das mesquitas, das escolas?

O Mossad, considerado o mais completo sistema de inteligência e informações no mundo, que sabe de tudo, tem agentes e informantes nos cinco continentes incluindo o Brasil, não conseguiu até agora uma simples informação capaz de interromper o “terrorismo islâmico radical?

Esses foguetes rudimentares há anos que são lançados sobre Israel, geralmente sem pontaria, mas de quando em quando servem como pretexto para chacinas como a que agora leva o Oriente Médio a quatro mil anos atrás, quando tribos e impérios se massacravam.

Certamente, há algo de errado no noticiário atual. A quem interessa alimentar de tempos em tempos o massacre de um povo entregue aos global-sionitas que controlam Israel como um enclave estratégico geopolítico no Oriente Médio com olho na Eurásia?

Se Israel quisesse, se as Nações Unidas também , se a Inteligência universal se dispusesse, em quinze minutos se interromperia essa farsa dos foguetes no Oriente Médio. A quem interessa o conflito?

Andre Marques
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