Israel Continua Aniquilando o Povo Palestino e Bombardeia Hackers a Sangue Frio

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Nesta segunda-feira (6), as Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmaram por meio de suas redes sociais que mataram hackers que supostamente pertenceriam ao grupo guerrilheiro Hamas numa tentativa de ciberataque contra o Estado artificial de Israel.

Segundo o site Tecmundo via The Hacker News:

“Todo o ataque via drone foi mostrado em um vídeo no Twitter, publicado pela própria IDF. As Forças de Israel afirmam que o prédio era usado pela força militar palestina Hamas e abrigava uma equipe de hackers voltada para desestabilizar o espaço cibernético de Israel.”

Via twitter, o perfil das IDF afirmou:

“Nós frustramos uma tentativa de ataque cibernético do Hamas contra alvos israelenses. Após nossa operação de defesa bem-sucedida, atacamos um prédio onde os agentes do Hamas trabalham. O HamasCyberHQ.exe foi removido”

Mapa da faixa de Gaza no Levante. Imagem: wikimedia

Nos últimos dias, houveram confrontos mortais registrando 27 palestinos e 4 civis israelenses, mortos pelos foguetes disparados em Gaza pelo próprio Israel, além de mais de 100 feridos.

A IDF ainda disse que matou Hamed Ahmed Abed Khudri, homem que, segundo o governo sionista, financiava os ataques de mísseis realizados pelo Hamas ao transferir dinheiro do Irã para grupos armados em Gaza no domingo (5). Ele foi morto em um ataque aéreo dentro de seu carro, confirmado pelos militares judeus que descreveram como o acontecimento como um “ataque direcionado”. Autoridades palestinas disseram que foi a primeira ação desse tipo desde a guerra de 2014 no enclave palestino.

Serviços de emergência palestinos tentam apagar chamas de carro de chefe do Hamas, atingido por bombardeio israelense, em Gaza Foto: MAHMUD HAMS / AFP

Matando centenas sob os aplausos do mundo em resposta a ataques que você próprio acusa de ter acontecido: genocídio palestino versão 2019?

O ataque ocorreu depois que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou aos militares que continuassem com ataques pesados contra Gaza com a justificativa de atingir alvos militares.

Enquanto o Exército israelense disse que mais de 450 foguetes teriam sido interceptados pelo sistema antimísseis Domo de Ferro, disparados contra cidades e aldeias do sul de Israel desde sexta-feira (4), e que atacou cerca de 220 alvos pertencentes a grupos militantes de Gaza, o próprio governo afirma que foram disparados mais de de 400 mísseis em somente 24 horas!

Sistema de defesa anti-aérea israelense neutraliza foguetes disparados de Gaza perto de Sderot na noite deste sábado (4) — Foto: Ariel Schalit/AP

Observe que apenas o Estado artificial de Israel pode realizar bombardeios e atentados genocidas a mando oficial de seu governo e sob a luz das Nações Unidas em seus feudos (Gaza/Palestina) e nada acontece. Todos se sentem aliviados por Israel livrar-se do “perigo” que representam os árabes que a décadas são escorchados pelas forças de ocupação ilegais em terras que não são suas.

Além de não se importar em matar os próprios compatriotas, mesmo qualquer represália não mortal como equipes de hackers é punida com morte impiedosa. Você já pensou se isso fosse feito por qualquer outra “democracia” do mundo?

Se as IDF sabem onde estão e quem são seus inimigos na Faixa de Gaza, porque não é respeito os Direitos Humanos e os acordos internacionais de guerra que Israel e seus aliados tanto tentam impor as outras nações e os mesmos não são presos sumariamente em vez de executados a sangue frio?

O governo de Israel fala em ataques preventivos contra “suas terras”, mas esquece dos genocídios anuais e históricos cometidos contra populações desarmadas de palestinos e demais árabes daquela região que são praticados com munição letal e ataques aéreos onde centenas pagam por um único suposto alvo. Esquecem que as leis desse Estado são um verdadeiro apartheid no sentido pitoresco da coisa com relação as populações não-judaicas, e também deixa a mídia mainstream de lembrar (talvez por conta de tanto comemoração com o sangue derramado em glória de Mamom) que antes de mais nada, existem crimes pelos quais Israel e seus aliados teriam que responder perante uma corte internacional que são cometidos diariamente pelos sionistas mas que nunca serão compreendidos totalmente em face de sua impunidade, pois com eles se encontra o coração religioso do establishment.

Quem é o Hamas?

O grupo Hamas (Em português: ‘Movimento de Resistência Islâmica’) é uma organização nacionalista e patriótica islamita palestiniana sunita cuja finalidade é a libertação e estabelecimento de um estado islâmico no região histórica da Palestina ocupada violentamente e através de numerosos genocídios realizados pelo Estado criminoso de Israel. Este estado ocuparia o que atualmente é Israel, Gaza e a Cisjordânia, com capital em Jerusalém.

Membros das brigadas Izz ad-Din al-Qassam, o braço armado do Hamas. FOTO: Mustafa Hassona/Anadolu Agency

Para alcançar este objetivo, o Hamas tem um número de organizações dependentes que realizam suas atividades em uma variedade de campos, desde educação cultural e religiosa até jovens através de suas madrassas , assistência social aos palestinos mais necessitados (e famílias) de seus próprios membros mortos ou presos em prisões israelenses), representação em instituições palestinas através da lista de Mudança e Reforma (apresentada nas eleições gerais de 2006 e que obteve a maioria absoluta, que lhe deu o poder de formar o governo liderado por Ismail Haniye), às Brigadas de Izz ad-Din al-Qassam, o braço armado do Hamas que mantém a luta armada contra o estado terrorista de Israel, que considera ilegítimo.

O Hamas foi declarado uma organização terrorista pelos aliados de Israel: a União Européia, os Estados Unidos, o Japão, o Canadá e a Austrália. Mas para os povos de todo o mundo, o Hamas é uma organização patriótica que luta contra a tirania que ocupa suas terras: Israel.

Fontes: Tecmundo I The Hacker News I NBCNews I O Globo I G1 

Apoio de pesquisa: Hamas – Metapedia (espanhol) I Crimes cometidos por Israel – Metapedia

Imagem de destaque: Israel acerta prédio alvo com hackers na cidade de Gaza. FOTO: Hatem Moussa / AP

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Andre Marques

Brasileiro, estudante de Direito e atuante na área de marketing é fundador e editor do site O Sentinela (abril de 2013).
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