Informação Pré-Fabricada: Quais São e de Onde Vem os Maiores Monopólios Midiáticos do Mundo?

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A maior parte da população mundial não parece realmente se preocupar com quem detém o controle dos seus meios de comunicação. Mas deveriam. A verdade é que cada um de nós está profundamente  influenciado pelas mensagens que estão constantemente sendo trituradas em nossas cabeças pela mídia.

O americano médio, por exemplo, assiste há 153 horas de televisão por mês (6,375 dias ou 21,25% do mês inteiro). Mas na verdade, a maioria dos das pessoas na sociedade pós-moderna começou a se sentir fisicamente desconfortável se ficar muito tempo sem ver ou ouvir alguma coisa na TV ou na Internet. Infelizmente, a maioria se torna absolutamente viciada em notícias (induzidas) sem contar as “fake news” (notícias falsas ou inúteis) e shows de entretenimento  (pura baboseira) e a propriedade de todas as notícias e a produção de entretenimento que desejamos está ficando concentrada nas mãos de cada vez menos pessoas a cada ano.

Em todo o mundo, empresas de mídia – seja veículos impressos ou de telecomunicações – são dominadas por magnatas que ostentam grandes fortunas e exercem influência considerável. Conheça alguns dos principais nomes da mídia em diversos países.

Brasil

O mercado de mídia no Brasil é dominado por um punhado de magnatas e famílias. Na indústria televisiva, radialista, jornalística, três deles têm maior peso: a família Marinho também é proprietária do Grupo Globo (Organizações Globo Participações S.A.), que contém TV Globo e emissoras por todo o país, Globosat, Editora Globo, Sistema Globo de Rádio, Infoglobo, Zap e Som Livre (38,7% do mercado). O bispo e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, (Multinacional IURD) Edir Macedo, proprietário da Rádio e Televisão Record S.A. e emissoras. E entre eles o judeu brasileiro Silvio Santos (família Abravanel) (dono do SBT, 13,4% do mercado), cujas empresas são controladas pelo Grupo Silvio Santos (Silvio Santos Participações S.A.). Totalizam todos, 70% de todo o mercado midiático brasileiro.

O Grupo Abril (Abril Comunicações S.A.), atualmente presidido por Arnaldo Figueiredo Tibyriçá, após a morte do fundador  Roberto Civita em 2013 (ambos detêm cerca de 60% do mercado editorial). O grupo divide-se em Abril Mídia, Abril Gráfica e Total Express e são possuidores dos produtos: Boa Forma, Claudia, Cosmopolitan (versão brasileira), VIP, Elle, National Geographic (versão brasileira), Veja, Almanaque Abril, Grande Enciclopédia Larousse, Revistas Disney (versão brasileira), Casa Cor, Claudia, Saúde!, Exame, Superinteressante (versão brasileira), Quatro Rodas, Placar, Guia Quatro Rodas, Viagem e Turismo.

Em 2015, a Abrilpar, holding da família Civita que controla os negócios do grupo Abril, anunciou a venda da totalidade de suas ações da Abril Educação para Thunnus Participações, sociedade detida por fundos da Tarpon, por R$ 1,31 bilhão.

Outras grupos familiares que detêm destaque nesse mercado são a família Saad são os principais donos do Grupo Bandeirantes (quarta de maior audiência no Brasil), formado por uma série de empresas de comunicação, entre as quais se destaca a Rádio e Televisão Bandeirantes Ltda., proprietária da rede nacional de televisão Band, BandNews, “Canal 21”, Band FM além de outras nove emissoras, uma delas em Orlando (EUA). Também dois jornais impressos – um deles o Metro. A família Frias, que controla a Folha de S. Paulo e  a família Mesquita controla o Grupo Estado, com grupos homônimos.  A Família Sirotsky é proprietária do Grupo RBS, possui três jornais impressos (Zero Hora e Diário Gaúcho entre os dez jornais de maior tiragem no Brasil), uma revista, uma rede regional de TV (RBS TV, afiliada à Rede Globo), duas redes regionais de rádio (Gaúcha e Atlântida), três outras rádios (entre elas, a Rádio CBN Porto Alegre, afiliada da Rede CBN, do Grupo Globo), três portais de notícias, uma editora, uma gráfica, além da empresa e.bricks digital, que investe em outras empresas que fazem e-commerce e marketing digital. E o Grupo de Comunicação Três, da família Alzugaray, tem controle da revista Isto É, o título mais importante do grupo e outras famílias ligadas a políticos tradicionais estão no comando de grupos de mídia em diferentes regiões, como os Magalhães, na Bahia, os Sarney, no Maranhão, e os Collor de Mello, em Alagoas.

América Latina

No México, o grupo Televisa tem três canais de TV nacionais, duas operadoras de TV a cabo e um ramo editorial, além de ser dono de três clubes de futebol. O grupo ainda tem 5% das ações da Univisión, o maior canal hispânico dos Estados Unidos.

O diretor-executivo do grupo, Emilio Azcarraga Jean, é um dos mais influentes empresários do país. Os programas da Televisa concentram 70% do mercado publicitário televisivo mexicano. O restante fica com a principal concorrente, a TV Azteca, do grupo Salinas, que também é dono de outro grande grupo conglomerado no México, o grupo Elektra.

Na América Central, o mais importante magnata da mídia é o também mexicano Ángel González, baseado em Miami e que controla 26 canais de TV e 82 estações de rádio em 12 países. Ele foi acusado, a 7 anos atrás, de usar as chamadas “empresas fantasmas” para contornar leis que restringem estrangeiros no comando dessas empresas, o que lhe rendeu o apelido de “Fantasma”.

Na Colômbia, o segundo homem mais rico do país segundo a revista Forbes, Julio Mario Santo Domingo, tem participação nos negócios mais variados, de cervejarias a companhias aéreas. Ele se destaca, no entanto, por ser o dono da TV Caracol (com 58% da audiência e 52% do mercado publicitário, em dados de 2004) e do segundo jornal do país, o El Espectador, pertencentes ao grupo Valórem Invernac & Cia. S.C.A.

O principal concorrente é o Casa Editorial El Tiempo (CEET), dono do maior jornal do país, o El Tiempo, além de várias revistas e de um canal de TV por assinatura. A empresa é controlada pelo grupo espanhol Prisa.

Europa Ocidental

O velho continente é lar de um dos maiores opositores de Murdoch, o ex-primeiro ministro italiano, Silvio Berlusconi, proprietário do conglomerado de mídia Mediaset, cujos proprietários atuais são os grupos Fininvest (39.53%) e Vivendi (28.80%).

Em 2009, a Sky Italia, uma empresa de TV a cabo fundada por Rupert Murdoch mas que hoje pertence ao grupo Sky plc, que por sua vez pertence ao grupo Comcast (95,32%), levou a Mediaset aos tribunais porque a rival vinha se recusando a vender espaço de anúncios para a concorrente. Um outro embate entre as maiores empresas de mídia privada da Itália se deu em 2011, quando a A Sky Italia retirou de um dos pacotes oferecidos a seus assinantes um canal pertencente à Mediaset. A medida fez com que a Mediaset entrasse na justiça contra a concorrente com um pedido de indenização.

O Mediaset, criado por Berlusconi na década de 1970, forma, juntamente com a RAI (a empresa de TV estatal italiana), um duopólio de mídia na Itália.

O conglomerado conta com quatro emissoras de TV e com uma fatia do mercado equivalente a 41,3%. A RAI conta com um montante relativo a 36,9% do mercado.

Berlusconi também tem negócios em TV por assinatura, dois canais na Espanha e investimentos em companhias de TV e de publicidade. Ele conta ainda com ações da Endemol, uma companhia que produz conteúdo para mais de 20 países.

Na Alemanha, maior conglomerado de mídia é o Axel Springer, que conta com filiais em mais de 30 países. A empresa possui 230 jornais e revistas e também está presente nos setores de rádio e TVs. O grupo possui o tabloide Bild, que tem uma tiragem de cerca de 3,5 milhões de exemplares por dia, a maior diária de um jornal em toda a Europa.

Outro importante conglomerado de mídia é o grupo espanhol Prisa, que tem diversos investidores entre seus proprietários. Entre os acionistas majoritários estão o grupo americano Liberty e a família Polanco, que fundou o conglomerado.

Entre as posses do Prisa estão também o jornal El País, o canal de televisão Canal+ e rádio Cadena Ser.
A empresa tem presença em mais de 20 países (principalmente na América Latina), onde tem investimentos em jornais, rádio e TV, entre outras indústrias de mídia.

Rússia

O governo russo continua a ser o maior controlador da mídia local desde que o ex-presidente e atual primeiro-ministro Vladimir Putin estatizou novamente o maior canal de TV do país, o ORT, em 2000. Ele também transferiu o controle privado do canal NTV para a petrolífera estatal Gazprom.

Além disso, o governo comanda o grupo Rossia, controlador das três únicas TVs de cobertura nacional, além de canais a cabo e dezenas de emissoras locais. Atualmente, o Kremlin (sede do governo russo) controla todas as principais TVs russas.

A mídia impressa é menos concentrada. O principal jornal, o Kommersant, é propriedade do magnata Alisher Usmanov, um dos donos do time inglês Arsenal.

Outro magnata, o ex-espião da KGB Alexander Lebedev, é dono do principal jornal de oposição, o Novaya Gazeta. Ele também tem negócios no Reino Unido, onde controla os jornais The Independent e The Evening Standard.

África

A Nation Media Group (NMG) é a maior empresa de mídia do leste da África, com braços de mídia eletrônica e impressa. Aga Khan – o líder espiritual da comunidade ismaelita, um ramo do islamismo xiita – é o maior acionista da empresa, com 49% das ações.

No Quênia, o grupo é dono do jornal diário de maior circulação, o Daily Nation, além de outras duas publicações diárias e uma semanal, duas estações de rádio e uma emissora de TV. Em Uganda, o NMG tem um jornal, o Daily Monitor, uma estação de rádio e uma emissora de TV. Na Tanzânia, Aga Khan se diz proprietário de duas publicações diárias.

O grupo também planeja sua expansão em Ruanda, onde tem planos de comandar um jornal diário e uma emissora de TV. Aga Khan tem o objetivo de estabelecer um conglomerado de mídia pan-africano.

Estados Unidos

Dessas multinacionais saem oque chamamos de mídia e entretenimento internacional ou global
A americana Anne Cox Chambers, 98 anos, controla o maior grupo de mídia do país, chamado Cox Enterprises, de capital fechado baseada em Atlanta, Geórgia, fundado por seu pai em 1898. O império controla jornais, emissoras de rádio e TV e canais a cabo em diversos Estados americanos.

Segundo a revista Forbes, o patrimônio de Anne em 2010 estava em US$ 12,4 bilhões, duas vezes maior que o de Rupert Murdoch, ex dono da News Corporation, que controla, entre outros veículos, o jornal Wall Street Journal e a rede de TV Fox.

Mas o conglomerado da cinco conglomerados que coletivamente controlam a mídia dos EUA são hoje a Cox Enterprises, AT&T, Disney Enterprises, Inc., National Amusements, Inc. e Comcast Corporation. Juntas, as “Big Five” (Grande cinco) de redes de notícias e entretenimento absolutamente dominantes nos Estados Unidos.
Mas até mesmo as áreas de mídia que o “Big Six” (Grande Seis) não controlam completamente estão se tornando cada vez mais concentradas. Por exemplo, a Clear Channel possui agora mais de 1.000 estações de rádio em todos os Estados Unidos. Empresas como Google, Yahoo, Facebook  e Microsoft  estão cada vez mais dominando a Internet.

Mas é o “Big Six”, que são as maiores preocupações. Quando você controla o que as pessoas assistem, ouvem e leem você ganha um grande controle sobre o que eles pensam e sobre as suas vidas. Eles não chamam isso de “programação” para nada. Em 1983, já era ruim o suficiente para que cerca de 50 empresas dominassem a mídia dos EUA. Mas desde aquela época, o poder do controle sobre a mídia tornou-se rapidamente concentrado nas mãos de cada vez menos pessoa. Seis colossais torres gigantes de mídia detém todo o resto.

“Em 1983, cinquenta corporações dominavam a maior parte de todos os meios de comunicação de massa e a maior concentração de mídia na história foi um negócio de US$ 340 milhões […] Já em 1987, essas cinquenta empresas ficaram reduzidas a 29 […] Em 1990, as 29 empresas se reduziram para 23 […] Em 1997, as maiores empresas eram apenas em número de dez e envolveu cifra de US$ 19 bilhões de dólares do acordo de fusão Disney-ABC, no momento em que havia a maior concentração de mídia até então […] Mas em 2000 a corporação AOL Time Warner envolveu US$ 350 bilhões de dólares resultante da fusão que foi de mais de 1.000 vezes maior do que o maior negócio do ramo feito em 1983″ – Ben H. Bagdikian, “O Monopólio da Mídia”, 6ª edição, Beacon Press, 2000, páginas 20 – 21.

O gráfico abaixo revela apenas uma pequena fração dos meios de comunicação que estes seis gigantes realmente possuem:

AT&T (dona da Warner Media, antiga AOL Time Warner e Time Warner)
CEO Jeffrey Bewkes ✡

Principais empresas: Home Box Office (HBO), Time Inc.,Turner Broadcasting System Inc., Warner Bros Entertainment Inc., CW Network (propriedade parcial), New Line Cinema, Time Warner Cable, Cinemax, Cartoon Network, TBS, TNT, America Online, MapQuest, Moviefone, Marie Clare, Castle Rock, Sports Illustrated, TMZ Fortune, People Magazine, etc.

Disney Enterprises, Inc. (Dona da 21st Century Fox News Corp)
CEO Roberto Iger ✡

Principais empresas: ABC Television Network, Disney Publishing, ESPN Inc., Disney Channel, SOAPnet, A & E, LIFE, Buena Vista Home Entertainment, Buena Vista Theatrical Productions, Buena Vista Records, Disney Records, Hollywood Records, Miramax Films, Touchstone Pictures, Walt Disney Pictures, Pixar Animation Studios, Buena Vista Games, Hyperion Books, etc.

21st Century Fox News Corp (antiga News Corporation)

CEO Lachlan ✡ e James Murdoch ✡ (filhos de Rupert Murdoch ✡, fundador da antiga News Corp.) e  presidente Chase Carey ✡.

Dow Jones & Company, Inc., FOX REDE de televisão, The New York Post, FOX Searchlight Pictures, Beliefnet, FOX Business Network, FOX Kids Europe, FOX News Channel, FOX Sports Net, FOX Television Network, FX, My Network TV, MySpace, News Limited Notícias, Phoenix InfoNews Canal, Phoenix Filmes Canal, Sky PerfecTV, Velocidade Canal, STAR TV Índia, STAR TV  Taiwan, Star World, Times Higher Education Supplement Revista, Tempos revista literária do Suplemento, Times de Londres, 20th Century Fox Home Entertainment, 20th Century Fox International, 20th Century Fox Studios, 20th Century Fox Television, BSkyB, DIRECTV, The Wall Street Journal, FOX Broadcasting Company, FOX, Interactive Media, FOXTEL, HarperCollins Publishers, O National Geographic Channel, National Rugby League, Notícias Interativo, Notícias exterior, Radio Veronica, ReganBooks, Sky Italia, Sky Radio Dinamarca, Sky Radio Alemanha, Sky Radio Holanda, ESTRELA Zondervan, e etc.

O magnata das comunicações Rupert Murdoch causou grande “polêmica” nas redes sociais em 2012 após um comentário no Twitter sobre a imprensa ‘de propriedade judaica’. Murdoch, dono de editoras (HarperCollins), de redes de televisão (Fox, BSkyB) e de jornais respeitados como o Wall Street Journal e o britânico The Times com seu então império News Corporation, postou sábado no Twitter: “Por que a imprensa de propriedade judaica é tão consistentemente anti-israelense em todas as crises?”, referindo-se à operação lançada pelo Exército israelense contra o Hamas.

Ao enfrentar acusações de antissemitismo, Murdoch recuou afirmando que não estava de acordo com seus críticos, mas que lamentava da mesma forma.

Em junho desse ano (2018), a Walt Disney recebeu aprovação dos Estados Unidos para comprar os ativos de entretenimento da Twenty-First Century Fox por Us$ 71,3 bilhões, com a condição de vender 22 redes regionais de esportes da Fox, disse o Departamento de Justiça norte-americano na quarta-feira (27), dando à Disney uma vantagem sobre a Comcast.

National Amusements, Inc. (Dona de Viacom Inc. e CBS Corporation)

A National Amusements, Inc é um enorme conglomerado de mídia e entretenimento com sede em Dedham, Massachusetts, EUA. É controlada pela família sionista judaica Redstone, que a fundou, e Sumner Redstone possui 80% da empresa, enquanto o filho de Michael e sua filha Sari Redstone tem 20%.

A empresa opera mais de 1.500 salas de cinema pelos EUA, Reino Unido, América Latina, e Rússia através da Showcase Cinemas, Multiplex Cinemas, Cinema de Lux, e marcas KinoStar, etc. A National Amusements detém maioria acionária na CBS Corporation e Viacom (que incluí MTV Networks, Comedy Central, BET, e produção e distribuição de filmes da Paramount Pictures), assim como sociedade no MovieTickets.com, e etc.

Viacom Inc.

CEO: Robert M. Bakish
Paramount Pictures, Paramount Home Entertainment, Black Entertainment Television (BET), Comedy Central, Television Country Music (CMT), Logo, MTV, MTV Canadá, MTV2, Nick Revista, Nick at Nite, Nick Jr., Nickelodeon, Noggin, Spike TV, The Movie Channel, TV Land e VH1.

CBS Corporation

CBS News, CBS Sports,CBS Television Network, CNET, Showtime, TV.com, CBS Radio Inc. (130 estações), CBS Consumer Products, CBS Outdoor, CW Network (50% de participação), Infinity Broadcasting, Simon & Schuster (Pocket Books, Scribner), Westwood Rede Radio One.
Comcast Corporation (dona da NBC Universal)

CEO: Brian L. Roberts ✡, Michael Cavanagh ✡ e David L. Cohen ✡

Bravo, CNBC, DreamWorks, NBC News, MSNBC, NBC Sports, Rede televisão NBC, Oxigen, SciFi Revista, SyFy (Sci Fi Channel), Telemundo, EUA Network, Weather Channel, Focus Features, NBC Universal Television Distribution, NBC Universal Television Studio, Paxson Communications (apropriação parcial), Trio, Universal Parks & Resorts, Universal Pictures, Universal Home Studio vídeo.

Sudeste asiático

A RH Group (Rimbunan Hijau), multinacional controlado pelo malásio Tion Hiew King.

Homem mais rico da Malásia, o empresário de origem chinesa Tiong Hiew King controla cinco jornais diários e 30 revistas nas comunidades de língua chinesa na Malásia, Hong Kong, Estados Unidos e Canadá. O grupo também é dono do quarto maior jornal de Hong Kong e pretende agora ampliar seus negócios para o Camboja.

Estratégias de controle

Abaixo, estão listadas 10 estratégias utilizadas pelos  “formadores, controladores e manipuladores de opinião” para os hábitos, pensamentos e o comportamento coletivo perpetrado por aqueles que controlam TODO O SISTEMA  através do conteúdo da programação daquilo que é produzido e publicado pelos grandes conglomerados midiáticos do planeta.

Distração

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da história humana, da economia, da psicologia, da política, da neurobiologia e da cibernética.

“Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado (com baboseiras), ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja/fazenda como os outros animais.

Criando os problemas e oferecendo soluções

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o (aparente) mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da sua própria liberdade. Ou também criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário para combater a pseudo crise (criada artificialmente), com o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

Gradatividade

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ganhos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

Deferimento

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa (bovina), tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.

Dirigindo-se ao público como se fossem crianças

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade mental, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental (o que é a realidade quando analisada do ponto de vista da CONSCIÊNCIA do indivíduo, a maioria da população TEM MENTALIDADE infantil). Quanto mais se intenciona buscar enganar ao espectador, mais se busca a adoção de um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade.

Utilizar mais o emocional do que o racional

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias manipuladas e preconcebidas, desejos, medos e temores, compulsões, ou para induzir comportamentos.

Manter a ignorância e a imbecilidade 

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua própria escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores.

Estimulo a mediocridade

Promover ao  consciente de massa público para achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar, imbecil e inculto (movimento neo-feminista, punk, drogas, etc.)

Reforço da revolta pela auto-culpa

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto desvalida e se culpa, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução e MUDANÇA NO STATOS QUO CONTROLADO o que beneficia os manipuladores e controladores do sistema!

Conhecer aos indivíduos melhor do que eles próprios

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo.

Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior, tenaz e um grande poder sobre a VONTADE dos indivíduos do que os indivíduos sabem sobre si mesmos. A massa imbecilizada e ignorante é controlada sem saber que isso acontece, devido às muitas sutilezas empregadas nos métodos de controle do consciente coletivo (A MAIORIA VIVE EM UMA PRISÃO SEM GRADES).

Conclusão

Vamos a alternativa sempre. Uma razão pela qual vemos as mídias alternativas apresentarem um crescimento tão rápido ao longo dos últimos anos é exatamente o despertar que muitas pessoas estão começando a possuir, que é acompanhado de uma crescente desconfiança e questionamento sobre a qualidade de legitimidade das informações apresentadas pelos grandes conglomerados. Os principais e tradicionais meios de comunicação tem vindo a perder credibilidade a um ritmo vertiginoso, e os americanos estão começando a procurar outro lugar para ver a verdade sobre o que realmente está acontecendo.

Você acha que alguém no fluxo de notícias normal vai realmente lhe dizer que a Reserva Federal dos EUA é ruim para a América, ou que estamos diante de uma terrível bolha de derivativos (criada artificialmente em 2008) no mercado financeiro que poderia destruir o sistema financeiro do mundo inteiro? Você acha que alguém na grande mídia iria realmente lhe dizer a verdade sobre a desindustrialização do Brasil ou a verdade sobre a cobiça voraz da Hydra Financeira Internacional e de suas manipulações no mercado financeiro, ou que o mercado financeiro se transformou em um enorme Casino?

Claro que há alguns repórteres corajosos na grande mídia que conseguem escapar e trazer à luz algumas histórias do passado de seus patrões corporativos de vez em quando, mas em geral há um entendimento muito claro de que há certas coisas que simplesmente não será dito ou permitido que você tome conhecimento, na principal corrente de notícias.

Mas as cada vez mais esfomeados pela verdade, e eles estão se tornando cada vez mais insatisfeitos com a idiotização e robotização dos meios de comunicação e que eles estão publicando como “notícia difícil de aceitar” nos dias de hoje. Então o que você pensa sobre o estado dos principais meios de comunicação?

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Andre Marques

Brasileiro, estudante de Direito e atuante na área de marketing é fundador e editor do site O Sentinela (abril de 2013).
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One thought on “Informação Pré-Fabricada: Quais São e de Onde Vem os Maiores Monopólios Midiáticos do Mundo?”

  1. Este artigo está muito bem escrito e documentado, mas talvez falte um elemento, o poder do que eu chamo “PDG=Populismo-David-Golias”: populismo dos menos informados e menos inteligentes contra as elites da política, informação e opinião pública oposta. A informação de Berlusconi não tem medo de colocar em ridículo o patrão, tratá-lo de Pinóquio num TG5, muitos programas contrários à sua política. Não me consta que um único jornalista da informação de Berlusconi tenha sido licenciado por ridicularizar o patrão. Berlusconi brinca com os que lhe fazem sátira nos programas das suas televisões para dizer: “vede como a minha informação me trata … eu sou o maior democrata da informação …” Os profissionais da informação mais popular interessam-se menos pela verdade ou ferir o patrão do que ser populares ou populistas e mostrarem como são contra o patrão. Berlusconi é rival de Rupert Murdoch, mas não inimigos e queria vender-lhe tudo se a família não se opunha.

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