Götz Aly sobre o estupro em massa de alemãs por parte dos aliados

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Em 2015, Götz Aly, um popular historiador, acusou soldados negros Aliados de estupro sistemático de mulheres alemãs durante a Segunda Guerra Mundial.

Ele também disse que a contribuição na derrota alemã foi pífia pois foram forçados a lutar. Naquela época, negros estavam, pelas leis militares e civis limitados dentro das forças armadas.

Aly, autor do livro “Hitler’s Beneficiaries” [Beneficiários de Hitler] fez seus comentários durante uma coletiva de imprensa na mostra “O Terceiro Mundo na Segunda Guerra Mundial”, que aconteceu em Berlim, reconhecendo o papel de milhares de africanos e asiáticos na derrota alemã, trazidos das colônias imperiais da época, hoje países independentes.

Embora convidado a palestrar, Aly recusou o que chamou de versão “politicamente correta” da história e argumentou que, na verdade, pessoas de países colonizados tinham um “interesse paralelo” com os nacional-socialistas para derrotar as nações imperialistas como Inglaterra e França.

Ele comparou o comportamento de soldados negros britânicos e franceses com os notórios estupros em massa perpetrados pelos russos no leste da Alemanha e em Berlim.

“Toda cidade do sudoeste da Alemanha pode contar histórias de estupro por soldados negros”, que não têm nada de diferente dos russos na forma sistemática”, disse Aly.

Ele também descreveu os soldados negros e asiáticos britânicos e franceses como “libertadores não-livres”, cuja contribuição para derrotar Hitler, portanto, não deveria ser celebrada.

O estupro era prática comum durante a queda da Alemanha, mas os historiadores concordam que Exército Vermelho foi responsável pela imensa maioria dos abusos sexuais.

Dennis Goodwin, presidente da Associação dos Veteranos da Primeira Guerra Mundial, que também fala por outros veteranos – e ele mesmo um veterano da Birmânia durante a Segunda Guerra – disse que as declarações de Aly não fazem sentido.

“Não há comparação com os russos, que se gabam abertamente disso. Há muitos historiadores que desafiariam essa visão. Não posso falar por franceses ou americanos, mas não havia batalhões negros britânicos na Alemanha”, ele disse.

Aly é uma figura respeitada mas controversa, como todos aqueles que dizem a verdade, argumenta que os nacional-socialistas honraram a lealdade do povo alemão ao distribuir equitativamente os bens tomados dos judeus e dos países europeus conquistados.

Isso aconteceu com os judeus sionistas banqueiros e outros ricos. Agora pare e pense, nem mesmo o que é nosso por direito como a riqueza nacional, chamada pelos bancos que nos dominam de “Tesouro Nacional”, nossos direitos civis, nossos direitos fundamentais nos são dados. Aja vista a principal questão atual no Brasil que envolve a carga tributária mais elevada do mundo e o retorno nulo à população, onde essas cargas tributárias (impostos) só servem para alimentar o esquema da dívida pública que não é nossa, mas alimenta o atual Sistema Financeiro Internacional. Tudo nos é dado, nada é tirado e usasse o Estado para nos taxar (roubar) tudo…quem dera um governo devidamente nacional, ao retirar as posses dos mais ricos e sangue-sugas da sociedade os retira-se os bens e devolvesse tudo ao povo?

Andre Marques
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