Facebook diz que Permitirá Questionamentos sobre o Holocausto

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O Facebook ainda permitirá que os usuários neguem ou questionem a história oficial do chamado Holocausto Judaico, embora tenha removido pessoas consideradas “anti-semitas” ou “intolerantes” da  plataforma. Oque deixa o questionamento no ar sobre oque é considerado não respeitar as políticas da comunidade.

O gigante das mídias sociais excluiu os relatos pessoais, profissionais e de fãs de alguns dos principais anti-sistemas como David Duke, Louis Farrakhan e Alex Jones, no dia 2 de maio. Mas em uma carta de 9 de abril, Joel Kaplan, vice-presidente de políticas públicas globais do Facebook, disse que o site ainda permitiria aos usuários “dizer coisas no Facebook que são erradas ou imprecisas, mesmo quando ofensivas”. Ou seja, partindo do pressuposto de que questionar ou negar a historicidade oficial do holocausto judaico ou presumir que governos e empresas estejam a enganar as pessoas através da mídia já seja errado.

A carta foi obtida pela Jewish Insider e publicada na quinta-feira (1/4).

“Descartamos qualquer conteúdo que celebre, defenda ou tente justificar o Holocausto”, escreveu Kaplan. “Mas não removemos mentiras ou conteúdo que é impreciso – seja negar o Holocausto, o massacre armênio ou o fato de que o governo sírio já matou centenas de milhares de seu próprio povo”.

No ano passado, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, afirmou a mesma política.

“Sou judeu e há um grupo de pessoas que nega que o Holocausto tenha acontecido”, disse ele ao site de notícias de tecnologia Recode. “Eu acho isso profundamente ofensivo. Mas no final das contas, não acredito que nossa plataforma deva derrubar isso porque acho que há coisas que pessoas diferentes erram. Eu não acho que eles estão errando intencionalmente…”

A estudiosa do Holocausto, Deborah Lipstadt, que perseguiu infundadamente um dos maiores questionadores da verdade sobre o Holocausto Judaico, David Irving, e que ficou muito mais conhecida após o filme “Negação”, que retrata, de forma sinuosa, a contenda, disse à Jewish Telegraphic Agency (Agência Telegráfica Judaica) na época que o Facebook não deveria permitir a “negação do holocausto”.

“Liberdade de imprensa significa que a imprensa deve estar livre do controle governamental”, escreveu ela em um e-mail. “Isso não significa que a imprensa ou as plataformas de mídia social tenham que fornecer espaço para os negadores”.

Observe que, ao colocar a palavra “negar”, é sugerido pela grande mídia e pela historicidade politicamente aceita que houve o fato de forma inegável, mas que existem aqueles que simplesmente o negam, quando na verdade, o trabalho no revisionismo tem focado, ao longo de décadas após a Segunda Guerra Mundial, em verificar a veracidade dos fatos tidos como incontestáveis. Fatos esses, que ao longo de todos esses anos, mostraram-se escassos, fracos e frágeis, necessitando a “verdade absoluta e inquestionável” do Holocausto ser mantida sobre força de lei em muitos países, o auxílio da industria judaica hollywoodiana e da mídia oficial controlada.

Fonte: JTA

Publicado originalmente em 3/5/2019.

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Andre Marques

Brasileiro, estudante de Direito e atuante na área de marketing é fundador e editor do site O Sentinela (abril de 2013).
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