Documentos secretos revelados: Churchill conspirou com Stalin para dar a Europa do Leste à União Soviética

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O primeiro-ministro britânico Winston Churchill conspirou com Joseph Stalin para entregar a Europa Oriental à União Soviética em 1944, segundo documentos secretos recém-divulgados. O pacto Churchill-Stalin foi elaborado em segredo durante a visita de Churchill a Moscou em 1944, e agora pela primeira vez foi exibido ao público em uma nova exposição do Arquivo Nacional do Reino Unido, intitulada “Protect and Survive: Britain’s Cold War Revealed” (A Guerra Fria da Grã-Bretanha Revelada).

O documento manuscrito, aparentemente da mão de Churchill, também contém uma marca registrada feita por Stalin, mostrando o acordo deste último com a distribuição da Europa Oriental para a União Soviética.

Anteriormente, Churchill havia mencionado o documento em suas memórias da Segunda Guerra Mundial, mas apenas de passagem e omitindo todos os detalhes.

A nota, escrita em outubro de 1944, era um “acordo nominal” entre Churchill e Stalin sobre quais países eles controlariam após o fim da Segunda Guerra Mundial. CRÉDITO: JOHN NGUYEN / JOHN NGUYEN

De acordo com uma reportagem no jornal Telegraph, o próprio Churchill descreveu o pacto como “documento impertinente” e disse que “viria como insensível “.

Além disso, disse Churchill, seus aliados americanos ficariam “chocados se eles vissem o quão rudemente ele os colocou”.

O curador-chefe da exposição, Mark Dunton, disse ao Daily Telegraph que isso “foi o resultado de discussões da madrugada entre Churchill e Stalin, enquanto ambos tomavam um bom bocado de uísque.”

“Acho importante que este documento seja exibido porque há muito significado nesse pequeno quadrado de papel. É potencialmente incrivelmente significativo – o destino de milhões sendo decidido com o toque de uma caneta como resultado de uma reunião casual”.

A nota começa dizendo que foi escrita por Churchill durante uma reunião com Stalin no Kremlin. Lê-se: Roumania, Rússia – 90%, Os outros – 10%, Grécia, Grã-Bretanha, de acordo com os EUA – 90% Rússia – 10%, Jugoslávia 50/50%, Hungria 50/50%, Bulgária, Rússia – 75%. Os outros – 25%.

Como os eventos ocorreram, a União Soviética ocupou ainda mais território do que isso, ocupando 10% de todos os países listados (exceto a Grécia, que permaneceu livre da ocupação soviética) e incluiu a Polônia, Checoslováquia, Alemanha Oriental e os três estados bálticos.

Milhões de pessoas foram deslocadas, mortas e torturadas sob o domínio soviético durante as próximas quatro décadas e meia na Europa Oriental. Pelo menos três grandes levantes contra o regime comunista se seguiram: em 1953 na Alemanha Oriental, em 1956 na Hungria e em 1968 na Checoslováquia. Todos os três foram reprimidos com força pelo exército soviético.

Fonte: The Telegraph

Publicado originalmente em 3/4/2019.

Andre Marques
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One thought on “Documentos secretos revelados: Churchill conspirou com Stalin para dar a Europa do Leste à União Soviética”

  1. Eu queria muito compreender como a direita brasileira olavista que morre de medo de comunistas e diz odiar globalistas e multiculturalismo pode cultuar uma figura tão grotesca e controversa como Churchill. O sujeito jamais encostou a mão em comunistas, a única coisa que ele de fato odiava eram fascistas e nazistas. A direita brasileira morre de medo de dar nome aos bois e entregar que judeus sempre estiveram por detrás de imigração ilegal e o multiculturalismo. E falando sobre esses dois temas, se existe alguém de fato culpado pela lenta e gradual destruição da Europa esse alguém é Winston Churchill. O rotundo e feioso “conservador” era sionista de carteirinha, e não custa lembrarmos que o sionismo nos anos 30 e 40 era de esquerda, muito mais que hoje em dia. E chega a ser estranho a direita cultuar Israel, um estado fundado como socialista e apoiado pelo comunista Stalin. E voltando a Churchill, esse desgraçado é bem provável que se estivesse vivo nos dias de hoje, ele iria condenar toda e qualquer atitude considerada “xenófoba” e “racista” por parte dos verdadeiros nacionalistas ingleses. Churchill nunca teve nada de direitista ou tradicionalista. Se ele assim o fosse, não teria pensado duas vezes em ficar do lado de Hitler ou simplesmente neutro. Mas se fosse de fato um verdadeiro defensor das tradições e que repudiasse o internacionalismo sujo, ele iria SIM ter se aliado a Hitler para juntos aniquilarem a praga vermelha. Engraçado, quem venceu a Segunda Guerra foi o exército soviético mas a direita olavista omite isso. Deve ser humilhante para eles, anticomunistas desesperados admitirem que um comunista aliado do ídolo deles o Churchill, quem venceu a guerra. E com o fim da guerra, Churchill ajudou Stalin a entregar a Europa e o ocidente inteiro nas mãos dos sórdidos judeus e do multiculturalismo. Aonde Churchill foi herói? Só se foi herói do sionismo. Outra coisa que me incomoda muito, é ver pessoas como Rodrigo Constantino sempre exaltando a figura controversa do primeiro ministro inglês. Constantino fala de Churchill como se ele tivesse salvo o mundo do comunismo e do internacionalismo. Ele que se diz anticomunista deveria era primeiro de tudo repudiar e sentir asco da figura desse homenzinho baixo e insignificante que se duvidar, nem para a mulher dele devia ser grande coisa. Churchill jamais pensou na Europa e nos valores tradicionais. Ele pensou sempre e sempre foi nos protegidos deles, os judeus.

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