David Duke sobre Bolsonaro

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David Duke, estadunidense natural de Tulsa, Oklahoma, 68 anos, é historiador doutorado (Ph.D.) por seu tema sobre sionismo como uma forma da supremacia mundial judaica e político estadunidense, ex-membro da Câmara dos Representantes pelo Estado da Luisiana de 1989 a 1993. Entre seus livros, há os títulos como “My Awakening”, “Jewish Supremacism” e “Waterloo of the Israel”.

David Duke viveu sua infância em Haia. Após retornar com sua família para os EUA, estudou numa escola de cadetes na Geórgia. Posteriormente mudou-se para Nova Orleans. Como filho de engenheiro e neto de professora de química, cedo sentiu-se incentivado ao estudo e pesquisa. Sua visão de vida foi influenciada pela leitura, aos 12 anos, do livro “Race and Reason: A Yankee View, de Carleton Putnam”.

Conhecido mundialmente por seu papel ativo como militante anti-sionista e seu papel de passagem na Ku Kux Klan, Duke, durante muitas décadas, pro meio de seus meios de comunicação prega a verdade sobre o verdadeiro racismo existente na cultura e mentalidade sionista e sua influência no mundo atual, principalmente no Ocidente, pregando a autonomia e liberdade dos povos frente a uma massificação e escalada das atividades de um poder global tanto do sionismo internacional quanto das Altas Finanças que querem destruir as identidades humanas através do globalismo.

O historiador também tem papel ativo na luta contra a versão oficial do Holocausto e outras versões históricas oficiais como a quase “beatificação” do líder manipulado Nelson Mandela.

Sobre Bolsonaro

A mídia oficial desqualificada fico hoje de “barriga cheia”, pois Duke fez, através de seu programa de rádio, uma breve observação sobre a candidatura presidencial de Jair Messias Bolsonaro, PSL, oficial militar da reserva do Exército brasileiro e Deputado Federal pelo estado do Rio de Janeiro a mais de 30 anos.

Em seu programa, Duke observa sobre a alta das posições mais conservadoras na política atual:

“[…] Ele soa como nós. E também é um candidato muito forte… um nacionalista. Ele é totalmente um descendente europeu. Ele se parece com qualquer homem branco nos EUA, em Portugal, Espanha ou Alemanha e França. E ele está falando sobre o desastre demográfico que existe no Brasil e a enorme criminalidade que existe ali, como por exemplo nos bairros negros do Rio de Janeiro.”

Na publicação sobre o programa de rádio em seu site pessoal, o estadunidense se referiu ao brasileiro como “o incrível Bolsonaro”. Na última segunda-feira, Duke compartilhou um vídeo com legendas em inglês em que o capitão reformado discursa “contra a degradação da família” e a “desconstrução da hétero normatividade”.

“A verdade é que os movimentos nacionalistas, que são basicamente pró-europeus, estão definitivamente varrendo o planeta. Mesmo em um país que você jamais imaginaria”, afirmou Duke em referência à ascensão de Bolsonaro.

Duke voltou a ganhar projeção da mídia “mainstream” em 2016, quando passou a apoiar a campanha presidencial de Donald Trump. Após críticas por não se posicionar sobre o cabo eleitoral, Trump afirmou que mantém distância do historiador e se referiu a Duke como “um cara ruim”. Duke, por sua vez, continuou a apoiá-lo nas redes sociais e em entrevistas, reiterou diversas vezes que “foi o voto branco esmagador que o colocou na Casa Branca e ele deveria se lembrar disso.”

Respostas de Bolsonaro

Após a publicação na mídia “mainstream”, o candidato do PSL respondeu, pelo Twitter, dizendo rejeitar qualquer apoio “vindo de grupos supremacistas”.

“Sugiro que, por coerência, apoiem o candidato da esquerda, que adora segregar a sociedade. Explorar isso para influenciar uma eleição no Brasil é uma grande burrice! É desconhecer o povo brasileiro, que é miscigenado”, acrescentou o ex-capitão.


Duke apontou Bolsonaro como parte de um “fenômeno nacionalista global”, mas fez ressalvas sobre sua proximidade com sionismo internacional e Israel ao qual promovem a lavagem cerebral no mundo, como apontou em suas palavras.

“Ele vai fazer coisas a favor de Israel, e acredito que ele esteja tentando adotar a mesma estratégia que Trump: acho que Trump sabe que o poder judaico está levando a América ao desastre, levando a Europa e o mundo ao desastre. Então, o que ele está tentando fazer é ser positivo em relação aos judeus nacionalistas em Israel como uma maneira de obter apoio”, disse Duke.

Diferentemente de Duke, Bolsonaro mantém em sua vida política uma postura de proximidade com a comunidade judaica e a defesa do Estado de Israel.

Há dois anos, enquanto o Senado votava o impeachment de Dilma Rousseff, o capitão brasileiro foi batizado nas águas do rio Jordão, em Israel. Durante a campanha eleitoral, o candidato reforçou o elo com o país e promete expandir relações políticas, culturais e comerciais se eleito.

“Minha primeira viagem como presidente será para Israel”, disse Bolsonaro em transmissão ao vivo no Facebook, no último domingo.

Bolsonaro acompanha o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em visita à sinagoga no Rio no fim de 2018. Foto: ASSOCIATED PRESS

Como Bolsonaro, Trump é um defensor do Estado de Israel e apoia um alinhamento político com o país – ele fez sua segunda viagem internacional como presidente ao país, em maio do ano passado.

Dias antes do comentário de Duke, a agência internacional de notícias judaicas JTA classificou Bolsonaro como um “candidato extremamente pró-Israel que divide a comunidade judaica por sua retórica racista e homofóbica”, ressaltando que o político “conta com o apoio apaixonado de grande parte dos judeus” no Brasil.

A repercussão da candidatura de Bolsonaro fora do Brasil também gerou comentários de outros políticos como Matteo Salvini e Marine Le pen.

Andre Marques
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