bolsonaro e lula o sentinela

Como o Lulismo Retroalimenta o Bolsonarismo

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Como disse assertivamente o jornalista e escritor Merval Pereira na sexta para a rádio CBN, o problema do confronto “Lula x Bolsonaro”, que vem desde as eleições presidenciais passadas e que foram o maior exemplo disso, o país fica refém de duas posições: ou anti-petista ou petista. Isso leva a uma polarização política entre os cidadãos que não ajuda em nada a estabilidade nacional. Pelo contrário, isso deixa claro que o  objetivo de ambos os lobbyes é monopolizar a política nacional. 

Ambos se retroalimentam. O Bolsonarismo necessita do lulismo para ter razão de existir. Mas nenhum dos dois possui o “imperium” necessário para mudanças verdadeiras na situação de submissão continua desta nação ou mesmo a capacidade para tal.

Quando paramos para analisar 10 anos para trás (no mínimo) de processo político até o atual, vemos que por conta do petismo e seus fracassos políticos, o bolsonarismo cresceu e tornou-se forte como um puro e simples anti-petismo sem proposta e assim se consolidou com a obtenção da cadeira presidencial à figura pública de Jair Messias Bolsonaro.

Esse processo se dá quando as políticas econômicas liberais do PT nas gestões Lula e Dilma causaram tanta indignação na massa que muitos se propuseram finalmente a votar em qualquer coisa que parecesse ganhar ou que parecesse de fato “radicalmente diferente” do petismo.

Nas eleições presidenciais de 2018, o Centro virou-se para Bolsonaro contra o PT e agora diverge em parte da atual gestão Bolsonaro. Lula e o PT irão querer provar novamente ao centrão que representam uma frente política “moderada e sensata” e não “radicalista”. Como já foi demonstrado no início do mandato atual da gestão Bolsonaro, no Parlamento Nacional não é possível para ambas as polarizações manter à cadeira da presidência ou mesmo chegar até ela sem o apoio do Centro.

Claramente, a única diferença entre a atual gestão Bolsonaro e a petista se dá no agravamento e aprofundamento (inacreditavelmente) das políticas neoliberais de desmantê-lo da economia nacional, da privataria desenfreada, abertura econômica irresponsável, escoamento sem retorno das riquezas naturais nacionais e o desgaste do Estado nacional. Como dito, essas políticas são uma continuidade agravante do que existiu na Era PT (apoiado no lobby de carteis nacionais  desmantelados de fora, vide a Lava-Jato) que abriu espaço para a impor o garoto de recados da embaixada estadunidense, Michel Temer (vice de Dilma) que, à base de propina institucionalizada, colocou na política os pacotes de “Reforma” (lê-se, precarização) de toda seguridade social do Estado que por sua vez, foram continuadas pela gestão “gêmea-siamesa” de Bolsonaro, que fará o seu papel e estará lá para assegurar isso, culminando no realinhamento da exploração neoliberal de Washington em seu quintal (América do Sul).

Celeiro da “Aldeia Global” , os globalistas da pequena tribo de um Governo Mundial tirarão seus recursos necessários vindos de países como o Brasil, para mantenimento nas próximas eras vindouras de mudanças econômicas, mantendo países chave como o Brasil subdesenvolvido na sua clientela e à cargo dos “capatazes” de uma Classe A governante extremamente sanguessuga, preconceituosa, internacionalista e preguiçosa.

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Andre Marques

Brasileiro, estudante de Direito e atuante na área de marketing é fundador e editor do site O Sentinela (abril de 2013).
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