Caso Jeffrey Epstein: Pedofilia e trafico humano na Alta Política e Finanças sob respaldo do Mossad

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O financista judeu-estadunidense Jeffrey Edward Epstein (66 anos), proprietário da Fundação Jeffrey Epstein VI foi preso no dia 6 de julho quando retornava de Paris em seu jato particular, após anúncio a 8 de julho de duas acusações contra ele por causa de dirigir uma organização para abuso sexual de menores de idade e de ter ele próprio abusado de menores de idade. Quais são os segredos por trás de homem de dentro das altas finanças e de relacionamento próximo com a alta política norte-americana e os serviços secretos judaico-internacionais? Entenda melhor nesse artigo…

Em 2008, Epstein foi condenado pelo estado da Flórida a uma pena de 18 meses pelo aliciamento para prostituição de menores de idade, embora ele tenha permanecido preso apenas 13 meses sendo tratado como “detento vip”, podendo trabalhar 12 horas por dia em seu escritório ao invés de pegar prisão perpétua pelo abuso de pelo menos 50 menores!

Documentos da justiça mostram nesse caso que Epstein procurava constantemente por meninas de 14 anos e pagava a elas entre 200 e 1000 dólares por “massagem sexual” em sua casa em Palm Beach, Flórida e Manhattan. Ele abusava também de garotas da América do Sul e Europa e, certa vez, recebeu três garotas de 12 anos da França como “presente de aniversário”, assim mostram os documentos oficiais!

Por que o então promotor de justiça e agora ministro do trabalho de Trump, Alexander Acosta, tratou-o tão brandamente e negociou um acordo extrajudicial com seus advogados? Porque conforme Acosta declarou posteriormente, explicações “de cima” informaram que Epstein trabalha para o serviço secreto e ele deveria pegar leve, o que foi feito então, ou seja, ele recebeu uma pena pequena.

Alexander Acosta. O atual ministro do trabalho de Trump era o promotor de justiça do caso de Epstein em 2008. Ele renunciou ao cargo na última semana após pressão política apesar do apoio de Donald Trump I Al Drago/Getty Images.

Quando ele pode então retornar para sua mansão em Nova Iorque, avaliada em 70 milhões de dólares, ele comemorou sua libertação com o príncipe Andrew, duque de Iorque, segundo filho e terceira criança da rainha Isabel II do Reino Unido e do príncipe Filipe, Duque de Edimburgo.

O filho da rainha não foi apenas um convidado de honra, mas também o amigo “Andy”, como Epstein costuma chamá-lo. Provavelmente também um pedófilo que recebeu alguma menor de Epstein. Presente também estava o ator e diretor Woody Allen, que abusou sexualmente de sua filha adotiva Dylan de apenas 7 anos. Uma Pedo-Festa!

O príncipe Andrew e Jeffrey Epstein| Imagem: Reprodução

Qual serviço secreto pode ser este, para quem Epstein trabalha e fez isso até pouco tempo atrás?

Diversos indícios apontam para o serviço secreto israelita, o Mossad. Epstein usou as jovens meninas para possibilitar a prática sexual a políticos do alto escalão e outras lideranças famosas, com a intenção de filmar os atos sexuais e utilizá-los como instrumento de chantagem.

Um típico método dos serviços secretos, principalmente do Mossad, que é especializado em aplicar a “armadilha do mel”. As instalações de Epstein estavam equipadas com inúmeras câmeras escondidas que gravavam tudo que acontecia por lá.

Lembremo-nos do recente caso em Ibiza, onde uma gravação feito às escondidas com o ex-vice-chanceler austríaco Heinz-Christian Strache [1], mostrou-o cortejando uma jovem mulher e seu desdobramento levou à completa alteração do cenário político da Áustria. Eu ouvi vocês falarem “Mossad”?

O “Caso de Ibiza”, como ficou conhecido, envolvendo o vice-chanceler Heinz-Christian Strache, também líder do Partido da Liberdade e Johann Gudenus, político do Partido da Liberdade. I Imagem: AFP, Spiegel e Sueddeutsche Zeitung.

A principal missão de um serviço secreto é sempre garantir sua própria existência. Por isso está no alto da lista de prioridades acumular material contra todos os políticos e membros do governo, afim de pressioná-los caso ousem diminuir o orçamento do serviço secreto ou queiram se meter nas entranhas deste governo das sombras.

Eles têm sobre todos, e eu me refiro a TODOS, que são ou pretendem se tornar algo no cenário político, uma pasta repleta de documentos.

Toda esta sujeira acumulada também será usada para poder controlar políticos e governos estrangeiros, amaciando o caminho para defender seu interesse, neste caso de Israel. Está tão evidente, não importa que seja Washington, Londres, Paris ou Berlim, todos acatam os desejos de Israel, na maioria das vezes contra os interesses de seus respectivos países.

Um dos métodos é filmar suas escapadas com jovens garotos e garotas, chantageando-os conforme a necessidade em tornar público o material. Epstein era o agente ideal por causa de seus contatos junto às personalidades nos EUA e Europa, pois conseguia levar suas “vítimas” para sua mansão ou até mesmo para sua própria ilha no Caribe. Segundo sua biografia na Wikipedia, ele possui residência (além de sua terra natal, Nova Iorque), em Palm Beach, Flórida, Stanley, Ilhas Malvinas, Paris e Ilhas Virgens dos EUA.

Ele levava as meninas recrutadas, juntamente com os membros da elite em seu jato particular – o “Lolita Express”, para os lugares onde podiam praticar suas criminosas fantasias sexuais sem ser incomodados. Por causa disso, a ilha de Epstein é chamada de “Pedo-ilha” pelos nativos de St. Thomas. Eles conhecem o tráfego regular do local.

Bill Clinton teria estado na ilha 26 vezes com Epstein, como apontam os registros de voo e, em todas as vezes, sem os guarda-costas. Por quê? Para que seus protetores não vejam o que seu chefe faz com as meninas?

Após esta prisão de Epstein, Clinton nega ter visitado a ilha. Uma mentira, a foto abaixo mostra Bill Clinton com Rachel Chandler, menor de idade, em um voo no jato de Epstein.

Bill Clinton em uma de suas idas desacompanhado à residência de Epstein acompanhado Rachel Chandler, menor de idade. I Foto: The Washington Post Twitter

Ele afirma ter voado apenas 4 vezes no jato de Epstein, em função da atividade de Epstein para a Clinton Foundation, fundação beneficente de Bill e Hillary Clinton, que na verdade é um receptáculo de propinas. Quem “doou” bastante teve seus “desejos” atendidos durante o governo de Clinton.

nunca esteve antes na Casa Branca um casal tão criminoso, corrupto e assassino como os Clinton. Eu gostaria de lembrar que Bill é um predador sexual que avança sobre todas as jovens que não conseguem escapar rapidamente.

Ele também teve uma relação sexual com a estagiária Monica Lewinsky no salão oval, o que levou à alteração de seu nome para “Salão Oral”. Por ter mentido, ele sofreu em 1998 um processo de impeachment pelo Congresso Estadunidense, mas que não passou após 21 dias de tramitação no Senado. Ele foi acusado de perjúrio e obstrução de justiça.

Se alguém foi chantageado aqui pelo Mossad, sem dúvida alguma foi Bill Clinton como presidente.

Não é interessante que ele tenha revogado o Glass-Steagall Act de 1999, a lei que previa a separação entre “Bancos de Varejo” dos “Bancos de Investimento” para proteção dos clientes e por isso provocou os selvagens excessos em Wall Street e culminou na “crise financeira” de 2008? Quem ganhou com isso? A elite financeira global dos “cambistas”.

E também foi Bill Clinton que decidiu revogar a lei da mídia contra o monopólio midiático e dos 50 diferentes conglomerados midiáticos, possibilitou o surgimento através de fusões de 4 gigantes da mídia. Três chances para vocês adivinharem, qual das “perseguidas minorias” controla esses gigantes?

Desde então não existe mais mídia livre e jornalistas de verdade no mainstream, mas apenas programas tolos de entretenimento, desinformação e propaganda. Quem ganha com isso? Sim, todos aqueles que servem aos interesses de Israel. Foi assim que aconteceu a operação de falsa bandeira do 11/9 e a guerra contra o terror ou, na realidade, a guerra com e para o terror, vide as guerras contra o Afeganistão, Iraque, Líbia, Síria, Iêmen e a próxima, contra o Irã.

Todas as guerras servem apenas aos interesses de Israel e não dos Estados Unidos!

“Ele fez muito mais por Israel do que temos permissão para falar” Yitzhak Shamir, então primeiro-ministro de Israel no sepultamento de Robert Maxwell, financista judeu-inglês e colaborador do Mossad.

Ah, outra coisa, sob a administração de Bill Clinton foram deflagradas as guerras ilegais de 1999, contra a Iugoslávia (Sérvia) pela OTAN, a primeira guerra que a OTAN promoveu sob liderança estadunidense assim como fora do pacto de proteção mútua, cuja invocação era o fundamento de uma eventual ação da OTAN. Além disso esta ação foi executada sem autorização de um mandato da ONU. Um claro crime de guerra!

Quem permitiu que Osama Bin Laden se tornasse grande e criasse a Al-Qaeda, para utilizar então esse grupo terrorista como instrumento e como proxy para desestabilizar outros países? Bill Clinton. E quem bombardeou a Líbia e deixou assassinar Muammar Gaddafi? Foi Hillary Clinton como secretária de Estado dos EUA sob Obama.

Mas que filhos do diabo são esses dois Clinton!..

Mas voltemos para Epstein. Ele tinha uma “madame” que recrutava para ele as jovens garotas, usadas para práticas sexuais. Ela é Ghislaine Maxwell, ex-namorada de Epstein e filha de Robert Maxwell, um homem de negócios de origem judaico-britânica com fortes ligações com o Mossad.

Maxwell foi assassinado em 1991 sob condições misteriosas e foi enterrado em Israel, onde seis ex-chefes do serviço secreto israelita participaram incluindo o primeiro-ministro Yitzhak Shamir.

Mais um indício da conexão entre Epstein e o Mossad

“Eu conheço Jeff há 15 anos. Um cara fantástico. A gente pode se divertir muito com ele. Até falam que ele, assim como eu, também gosta de mulheres bonitas, e muitas delas bastante jovens. Sem dúvida – Jeffrey aproveita a vida.” – Donald Trump, em artigo da New York Magazine sobre Epstein, de 2002.

Nas fotos abaixo podemos ver Ghislaine Maxwell (à direita) com Epstein, Donald Trump e Melania, na propriedade de Trump Mar-a-Lago, em 2000. E Ghislaine Maxwell no casamento de Chelsea Clinton, em 2010.

Esquerda: Jeffrey Epstein e seu parceiro, Ghislaine Maxwell, com Donald e Melania Trump em Mar-a-Lago em 2000, antes de Epstein ser acusado e condenado. Segundo a Fox News, Trump baniu Epstein de seu espólio de Mar-a-Lago” por ter abusado sexualmente de uma garota menor de idade no clube”, segundo documentos judiciais apresentados por Bradley Edwards, advogado que representou vários acusadores de Epstein. Direita: Ghislaine Maxwell no casamento de Chelsea Clinton em 2010 (após a condenação de Epstein).I Imagem: Montagem a partir de posts do American Herald Tribune.

Aqui podemos ver o príncipe Andrew com a menor de idade Virginia Roberts e a cafetina de Epstein ao fundo, Ghislaine Maxwell.

Imagem: Imgur.com

Epstein até afirma que ele teria apresentado a Trump a então modelo eslovena Melania Knauss, que casou com Trump em 2005.

Esta outra foto mostra Donald Trump com o amigo Jeffrey Epstein:

Fonte: GQ

Pode ser que Epstein e, por extensão o Mossad, também tenha um dossiê comprometedor sobre Trump.

Isso poderia explicar sua política extremamente amistosa para com Israel, o rompimento do tratado nuclear com o Irã, o agravamento das sanções até a proibição de todos os exportadores de petróleo, a mudança da embaixada estadunidense de Tel-Aviv para Jerusalém e sua confirmação como capital, o reconhecimento das colinas de Golã que pertencem à Síria, como parte do território israelita, e as ameaças explícitas de um ataque americano contra o Irã.

Também o “Plano de paz” para o Oriente Médio desenvolvido pelo seu genro Jared Kushner, que de fato transfere para Israel toda a Palestina ocupada, Cisjordânia e Gaza, que impede o retorno dos palestinos em sua pátria e que quer ludibriar os palestinos com o dinheiro da Arábia, serve apenas aos interesses de Israel.

Epstein mantém um “livro negro” onde estão registrados seus contatos sociais, que está hoje de posse dos investigadores. Contém por exemplo 14 números de telefone pessoais de Donald Trump, entre eles da ex-mulher Ivana, da filha Ivanka e da atual esposa Melania.

Também estão ali o número de telefone do príncipe Bandar da Arábia Saudita, de Tony Blair, John Huntsman, senador Ted Kennedy, Henry Kissinger, David Koch, Ehud Barak, Alan Dershowitz, John Kerry, George Mitchell, David Rockefeller, Richard Branson, Michael Bloomfield, Dustin Hoffman, a Rainha Elizabeth, rei saudita Salman e Edward de Rothschild.

Uau… o “Crème de la Crème”, a escória do mundo, Epstein tem contato direto com eles!

O Mossad podia usar os contatos e arranjar uma cooperação, onde Epstein iria angariá-los e entretê-los, à medida em que voaria para um lugar exótico e oferecesse jovens garotas para sexo. Se eles se negassem a cooperar, seriam chantageados com fotos e vídeos de sexo com menores.

O total da fortuna que Epstein acumulou ao longo dos anos é desconhecido. Em 1996, ele transferiu a sede de sua empresa para um paraíso fiscal. Duvida-se que ele seja um bilionário, estaria mais para um milionário de três cifras.

Como um jovem de 23 anos que abandonou os estudos, não tinha grau acadêmico, mas tornou-se professor de matemática na prestigiada Dalton School, é uma interessante questão, pois foi Donald Barr, pai do atual ministro da justiça Bill Barr, que o contratou.

Jeffrey Epstein na Dalton School em 1976, em seu livro de formatura. I Imagem: The Dalton School.

Lá aconteceram ataques sexuais contra estudantes, mas pelo diretor da escola que sucedeu Barr.

Um dos alunos de Epstein era filho do chefe da Bear Stearn, Alan Greenberg, a quem Epstein chamou a atenção e foi contratado pelo banco.

Foi assim que ele entrou para a máfia do dinheiro, participou também do sistema de bola de neve e aprendeu o negócio da ciranda financeira. Ele mesmo diz que se especializou em investimentos financeiros para milionários.

Mas apenas um cliente dele é conhecido, um grande proprietário da área de têxtil, o judeu Leslie Wexner, o qual conheceu em 1988 e ao qual pertence a grife “Victoria’s Secrets”, conhecida por suas modelos angelicais.

“Angels” da Victoria´s Secrets, título cobiçado por milhares de modelos no mundo todo I Imagem: L´Officiel

Como estreito amigo de Wexner, Epstein tinha um “Casting Couch” (sofá para entrevistas) em sua mansão destinado a “conversar” com as pretendentes modelos da “Victoria’s Secrets”.

Segunda a modelo italiana Elisabetta Tai, foi dito à jovem de 21 anos que através de Epstein haveria um atalho para trabalhar na empresa de peças íntimas, bastava se apresentar ao importante homem que “era amigo do Bill Clinton”.

Tai declarou que chegou ao seu escritório da mansão e lá havia uma mesa de massagem. Epstein se despiu, deitou-se na mesa e deu a ela um vibrador para “massagear” a ambos.

Chocada, ela jogou o vibrador no chão e saiu correndo da mansão. Ela teve medo de contar a alguém este episódio. Mas muitas jovens consentiram em fazer sexo e muitas tornaram-se modelos famosas do catálogo da “Victoria’s Secrets”.

O show das passarelas de Wexner em Nova York era como um imã para homens ricos que queriam cair em cima de mulheres jovens e bonitas. Ghislaine Maxwell atuava como a domadora que prometia novas “tortinhas” aos tarados.

Les Wexner (esquerda) ao lado da modelo Victoria’s Secret, Stella Maxwell, em 2016 no Fragrance Foundation Awards, apresentado pela Hearst Magazines em Nova Iorque. I Imagem: Astrid Stawiarz / Getty Images.

Estas chantagens sexuais pra entrar na carreira de modelo, nos faz lembrar do nojento produtor de Hollywood, Harvey Weinstein (o eleito de Hollywood!), que por décadas forçou jovens atrizes a práticas sexuais, com a promessa de receber um papel em seus filmes.

A “Victoria’s Secrets” de Wexner aproveita da ocupação israelita dos territórios palestinos, à medida que produz as peças íntimas em uma fábrica localizada em território roubado dos palestinos.

O ultra-sionista Wexner foi um grande apoiador da guerra contra o Iraque e fez muito lobby em prol da guerra, afirmando que Israel seria o único e melhor aliado dos EUA no Oriente Médio.

Já em 1998, 20 dos mais ricos industriais judeus dos EUA, como Leslie Wexner, o diretor da Seagram Edgar Bronfman, Steve Speilberg e o gerente de fundos Michael Steinhardt, se reuniram na residência de Steinhardt em Manhattan para discutir como eles podiam alavancar a causa sionista nos EUA.

Eles se denominavam o “Mega Grupo”

“(Ele é) muito esperto, com uma combinação de excelente discernimento crítico e extraordinária perspicácia. Além disso, ele sempre foi um amigo fiel.” – Leslie Wexner, elogiando Epstein, em 2003.

Epstein financiou e administrou a fundação de Wexner, uma organização sem fins lucrativos que promovia programas de treinamento para lideranças em Israel e para judeus estadunidenses.

A ligação entre Bronfman e Wexner também é muito interessante, pois assim existe uma ligação entre Epstein e a empresa Nxivm, onde também há rumores sobre escravas sexuais e ataques sexuais em grande escala.

A doadora mais importante da empresa era Clare Bronfman que contribuiu com a soma de 100 milhões de dólares e em abril ela se declarou culpada por tráfico humano. Quando eu pesquiso sobre o assunto “Epstein”, o que não falta é sujeira em todos os cantos!

Quão forte é a ligação de Epstein com a mais alta liderança de Israel, o jornal israelita Haarez mostrou. Epstein teria dado dinheiro para o ex-ministro Ehud Barak para investimentos e eles são sócios.

Em 2015, Barak fundou sozinho uma empresa, a qual investiu na empresa Reporty Homeland Security e tornou-se seu maior acionário. No ano passado, a Reporty alterou seu nome para Carbyne.

Ano passado, o jornalista israelita Erel Segal descobriu que a fundação de Wexner disponibilizou em 2004 a Barak cerca de 2,3 milhões de dólares para pesquisa, a qual ele aparentemente realizou.

Ex-primeiro-ministro de Israel, Ehud Barak, assiste coletiva de imprensa em Tel Aviv,  26 de junho de 2019. I FOTO: Jack Guez / AFP / Getty Images)

Eu poderia listar indefinidamente as ligações entre estes criminosos sindicatos internacionais, mas para mim está claro que a fortuna de Epstein provém em grande parte de boas conexões, atividades de insider, negócios tortos, assim como chantagem de pessoas influentes.

Por isso estou ansioso para saber o que a justiça irá decidir. Como disse no início, se Jeffrey Epstein será solto ou permanecerá preso.

Será muito interessante observar o quão fundo irão as investigações em torno dele e de suas atividades criminosas. Devemos também esperar que esforços não serão poupados para proteger políticos importantes como Clinton e Trump e evitar que o papel de Israel nesta trama não seja revelada.

Segundo notícia recente, a equipe de advogados de Epstein, que permanece preso, entrou com um recurso em uma corte de Nova Iorque depois que ele foi negado a fiança na semana passada. O juiz do caso, Richard Berman, disse que sua decisão foi motivada pelo risco de fuga de Epstein e considerou que o bilionário representa um perigo potencial para o público.

O vídeo aqui mostra a filmagem por um drone da “Pedo-Ilha” de Epstein.

Suicídio ou suicidado?

ATUALIZAÇÃO: Epstein acabou seus dias sendo encontrado morto em 10/8/19, em sua cela na prisão federal em Manhattan, em Nova Iorque, enforcado por volta das 7 horas da manhã (horário de Brasília). Ele ainda estava preso pois seu direito a fiança havia sido suspenso.

As circunstâncias da morte não foram esclarecidas, mas todos os meios de comunicação estadunidenses (e com isso todo o resto da mídia mundial do Ocidente) se apressaram em declarar suicídio logo no mesmo dia…

Fica a pergunta no ar. Quem ou a quantos, poderiam prejudicar os segredos mais obscuros de Epstein, o cafetão aliciador sacrificial hebreu de jovens garotas das quais aliciava em escolas e agências de modelo e atrizes, ao qual tinha como clientes, presidentes como Bill Clinton, príncipes como Andrew e intelectuais Alan Dershowitz? De fato, o Sistema nos mostra mais uma vez que não tolera erros nem detratores.

Fonte original: Alles Schall und Rauch

Fonte traduzida: Inacreditável

Texto adaptado por André Marques

Nota

[1] Os jornais Süddeutsche Zeitung e Der Spiegel publicaram um vídeo vazado de uma gravação secreta feita em Ibiza, Espanha, onde os políticos, então de oposição do governo, estavam discutindo estratégias e eventuais práticas do partido na política. Uma mulher, supostamente de origem russa e sobrinha de um oligarca russo, estaria oferecendo ajuda ao partido com notícias positivas em troca de contratos estatais. O vazamento do vídeo causou um escândalo político no país, e vienenses participaram de protestos contra o partido e o governo. O atual chanceler da Áustria, Sebastian Kurz, dissolveu a coalizão entre o Partido Popular Austríaco e o Partido da Liberdade e convocou novas eleições para o país.

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Andre Marques

Brasileiro, estudante de Direito e atuante na área de marketing é fundador e editor do site O Sentinela (abril de 2013).
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