Bilberberg 2019 – O que Devemos Saber

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“Somos muito gratos à Washington Post, ao New York Times, ao Time Magazine e a outras publicações, cujos diretores estiveram presentes ao nossos encontros, por atenderem aos nossos desejos de total sigilo. Seria de fato impossível desenvolver nosso plano mundial se estivéssemos todos estes anos sob os holofotes públicos.” – David Rockefeller, conferência Bilderberg em Baden-Baden, 1991.

Do dia 30 de maio a 2 de junho, a organização Clube Bilderberg fez sua 67ª reunião anual durante quatro dias (como sempre, a portas fechadas) em um resort de luxo em Montreux, Suíça. Não se trata aqui da rotulação “entidade secreta” pois se o fosse de fato, nem mesmo saberíamos. Mas podemos encaixá-lo perfeitamente no hall das “entidades discretas”… mas a nível global.

As reuniões ordinárias do Clube de Bilderberg são anuais, porém por motivos especiais realiza-se encontros dos integrantes do Steering Committee (explicado mais abaixo).

Alegadamente as reuniões são informais e de caráter pessoal. A cada quatro reuniões, uma é realizada nos Estados Unidos da América. A maioria dos participantes origina-se dos Estados membros da OTAN, mas a partir de 1989 verifica-se a tendência da inclusão gradativa de membro de outros Estados.

Mas se o liberal-conservador mais ferrenho achar que isso é “romantismo” ou problematização”, saiba que em junho de 2007, Ronald Ernest “Ron” Paul, ex-membro da Câmara dos Representantes do Congresso dos Estados Unidos e candidato à presidência de seu país em 1988, 2008 e 2012, contou documentadamente ao apresentador e jornalista Alex Jones o desejo de que a participação do governador Rick Perry (Republicanos – Texas) na conferência do Clube de Bilderberg em Istambul fosse investigada, em virtude de representar uma possível violação do Logan Act. (lei federal dos Estados Unidos que criminaliza a negociação de pessoas não autorizadas com governos estrangeiros em disputa com os Estados Unidos) pelo fato de que Perry não ter sido autorizado a participar desta conferência pelo congresso norte-americano, tampouco pelo governo ou pelo pelo povo, evidenciavam-se os indícios de que estava envolvido em uma conspiração internacional.

O grupo reunirá cerca de 130 líderes políticos da elite de 23 países — e há entre os convidados figuras importantes da indústria, finanças, academia e da mídia.

Não importa em qual jornal você leia, canais de TV ou rede social você assista assista ou frequente, pois é impossível saber qualquer coisa relatada detalhadamente sobre oque se passa nesses encontros, pois nenhum veículo de comunicação pode presenciar a conferência — são totalmente vedas ao público.

Embora se trate – segundo própria informação – de um evento particular, sempre centenas de policiais, independente do país da Europa em que seja realizado, são mobilizados, obviamente às custas do contribuinte. É também proibida qualquer demonstração contrária por força legal. Se compararmos a cobertura dispensada a esses eventos com qualquer outra reunião de líderes de cúpula dos Estados, como as do G7, G8 ou G20, é inacreditável o notório silêncio – mais uma vez – dos meios de comunicação.

Vários policiais em frente ao Hotel Montreux Palace para a Conferência do Bilderberg. FOTO: Keystone.

Os resultados das discussões não são reveladas à opinião pública. A cobertura do evento não é permitida. Para uma iniciativa que, conforme o site oficial, procura “promover o diálogo entre a Europa e América do Norte”, a falta de transparência é gritante. Políticos se reúnem com a nata do setor financeiro, industrial, midiático, em caráter privado, e isso deve ser visto com a maior naturalidade e, principalmente, sem qualquer tipo de divulgação para quem sustenta tudo isso: o contribuinte.

Nos lugares onde se realiza, as áreas são interditadas durante todo o período do evento. Quilômetros de perímetro, incluindo os espaços aéreos dos locais são fechados com respaldo e auxílio de forças particulares e nacionais dos países sede.

Nestes evento em especial, onde criminosos são protegidos… O povo deveria ser protegido dos Bilderberg e não o contrário… Entre os convidados estadunidenses da Elite Global está o destaque de Jared Kushner, genro do presidente Donald Trump.

De família judia, Jared Corey Kushner (1981), investidor imobiliário e proprietário de jornais, é atual conselheiro do Presidente Donald Trump e seu genro, sendo casado com a filha de Trump, Ivanka, desde 2009, tendo com ela 3 filhos. Ele é filho de Charles Kushner, um rico promotor imobiliário cujos pais judeus, Rae e Josephe Kushner, migraram da Europa para os Estados Unidos em 1949. Jared frequentou escolas judias antes de conseguir um lugar na Universidade de Harvard. Porém, alguns oficiais das escolas que frequentou suspeitaram se ele teria conseguido entrar por mérito próprio, uma vez que “a sua média não era suficiente”. Fato é, que alguns meses antes de iniciar em Harvard, o pai de Jared fez uma generosa doação de 2,5 milhões de dólares à instituição. FOTO: Getty Images

Outro nome importante que estará presente na edição desse ano é Mike Pompeo, atual secretário de Estado dos EUA e seu antecessor, Henry Kissinger. Os dois foram flagrados chegando e saindo do luxuoso hotel Fairmont le Montreux Palace no sábado (01/06), com Kissinger, de 96 anos, precisando de ajuda para entrar em seu veículo. A eles se juntaram o ministro francês Bruno Le Maire e do ex-presidente do Google, Eric Schmidt.

Ex-Secretário de Estado dos EUA Henry Kissinger (direita) e atual Secretário de Estado Mike Pompeo (esquerda) na conferência de 2019 Bilderberg. FOTO: © Rupidamente

Os dois foram capturados chegando e saindo do luxuoso hotel Fairmont le Montreux Palace no sábado, com Kissinger, de 96 anos, precisando de ajuda para entrar em seu veículo. A eles se juntaram os gostos do ministro francês Bruno Le Maire e do ex-presidente do Google, Eric Schmidt.

Além deles, vemos Satya Nadella, CEO da Microsoft, Eric Schmidt, ex-presidente do Google, o bilionário Peter Thiel, fundador do PayPal, e o ex-secretário de Estado Henry Kissinger, figura já conhecida da organização.

Outros nomes incluem Guilherme Alexandre rei dos Países Baixos, Klaus Martin Schwab, fudador do Fórum Econômico Mundial e da Schwab Foundation for Social Entrepreneurship, ex-diretores da CIA e do MI6 britânico, presidentes das principais empresas petrolíferas como Robert Warren Dudley, CEO British Petroleum, Bernardus Cornelis Adriana Margriet van Beurden, CEO Royal Dutch Shell plc., Patrick Pouyanné, Presidente do conselho de administração e diretor executivo da Total S.A., presidentes de bancos internacionais como David M. Solomon, CEO e Diretor executivo da Goldman Sachs, Christian Sewing, banqueiro alemão CEO Deutsche Bank, José Antonio Álvarez Álvarez, vice-presidente e CEO do Grupo Santander, Kenneth M. Jacobs, Chefe e Diretor Executivo do Larzard Bank, Johan Thijs, CEO KBC Bank, Tidjane Thiam, CEO Credit Suisse, CEOs e editores de mídia global como David Levy, Presidente da Turner Broadcasting System, membros da família Murdoch, donos de 39% da News Corp, que possui diversas subsidiárias como a Dow Jones & Company, Storyful, Foxtel, Move, MarketWatch, Factiva, The Wall Street Journal, etc., acionistas da Nash Holdings LLC, Chris Stibbs, CEO The Economist Newspaper Ltd., possuidores do Economist Group e do jornal The Econmist, etc.,Michael Bloomberg, ex-prefeito de Nova Iorque, CEO Bloomberg e Manuel Mirat, Diretor executivo do Grupo PRISA. Além de gerentes seniores do Google e Facebook, Darren Walker presidente da Ford Foundation e Audrey Azoulay, do Partido Socialista francês e Diretora-Geral da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), etc.

Mais os participantes de carreiras ascendentes não são menos proeminentes…

No geral, não se vê entre os convidados somente aqueles que não são figuras já estabelecidas no topo da economia e do Poder global, mas também gente que está subindo nessa escala.

Um exemplo clássico foi Bill Clinton (então marido de Hilarry) que quando compareceu em 1991, ainda não estava claro se ele seria indicado pelo Partido Democrata para concorrer à Presidência dos Estados Unidos no ano seguinte. Por “coincidência”, ele mesmo acabou ganhando a indicação e as próprias eleições presidenciais de seu país, vencendo George H. W. Bush “pai” (1924-2018).

Tony Blair foi ao Clube em 1993 quando ainda nem era o líder do “Labor Party” (Partido Trabalhista inglês), mas no ano seguinte, além de tornar-se o chefe do partido (depois da morte de John Smith) e três anos depois, foi eleito primeiro-ministro do Reino Unido.

De qualquer forma, não se engane, o Grupo Bilderberg não é apenas uma chance para os membros da elite mundial falar de maneira aberta e relaxada para um grupo seleto… mas principalmente um círculo fechado e discreto que busca minar a democracia global.

A Placa diz: “Bilderberg – Nova Ordem Mundial”. FOTO: News Need News

Política portuguesa

Na política portuguesa, onde o Bilderberg está mais próximo da esfera dos povos lusófonos como o nosso, Fernando Medina (Partido Socialista – de Portugal), economista e político Presidente da Câmara Municipal de Lisboa em 2015 e Estela Barbot, membro do Conselho de Administração e da Comissão de Auditoria da REN – Redes Energéticas Nacionais, SGPS, S.A. e conselheira do Fundo Monetário Internacional representaram Portugal este ano, juntando-se a Durão Barroso, que sucedeu a Francisco Pinto Balsemão no steering committee, o conselho diretor que organiza os encontros, no qual estava presente entre 1983 e 2015.

Balsemão sempre indicou para estes encontros personalidades que vieram a marcar a vida política ou empresarial portuguesa. Jorge Sampaio, António Guterres, António Costa, Pedro Santana Lopes, José Sócrates, António Vitorino, Rui Rio, Manuela Ferreira Leite, José Pedro Aguiar Branco, Jorge Moreira da Silva e Paulo Rangel são apenas alguns dos políticos que passaram pelas reuniões deste clube. Ricardo Salgado também chegou a participar.

Durão Barroso, Fernando Medina e Estela Barbot participaram do Biderberg 2019. Montangem: Mundo Português

A presença de Medina e Barbot foi confirmada através de um comunicado divulgado pelo próprio Clube Bilderberg. Inés Arrimadas, dirigente do partido espanhol Ciudadanos, e Pablo Casado, presidente do Partido Popular, também estão entre os convidados.

Em 1999, realizou-se em Sintra, no início de Junho, uma reunião do grupo. No ano passado, em Turim (Itália), os convidados foram Paula Amorim (Grupo Amorim) e Isabel Mota (Gulbenkian). Há dois anos, em Chatilly (EUA) estiveram presentes António Mexia e José Luís Arnaut. Desde que sucedeu a Francisco Balsemão, Durão Barroso, chairman da Goldman Sachs, também não falta em uma reunião.

O que é o Bilderberg?

O motivo pelo qual à estas presunçosas reuniões têm sido concedido um sigilo que os meios de comunicação de massas não concederiam a nenhum governo, nem mesmo às regentes casas reais, foi simples, de acordo com a opinião dos correspondentes da ONU: O clube de Bilderberg é por demais poderoso e onipresente para ser desvendado, na expressão do jornalista francês Thierry de Segonzac” – The Spotlight, publicação norte-americana em 1993.

Segundo seu maior pesquisador, Daniel Stulin e os dados históricos coletados através dos tempos desde sua formação em 1954, podemos citar na prática o grupo como “um encontro de pessoas que representam uma certa ideologia. É um meio de juntar instituições financeiras que representam os maiores e mais predadores interesses financeiros. A ideia por trás de cada um dos encontros de Bilderberg é criar aquilo a que eles chamam o objetivo da aristocracia entre as elites europeia e norte-americanas em questões de política, economia e estratégia.”

Stulin, em entrevista realizada em fevereiro desse ano com o jornalista português António Rodrigues, define da seguinte forma:

“[…] No mundo da finança internacional existem aqueles que conduzem e aqueles que reagem aos acontecimentos. Aqueles que reagem aos acontecimentos são mais conhecidos, maiores em número, aparecem nas capas das revistas e dão entrevistas à imprensa mainstream; apesar de aparentemente mais poderosos, o maior poder está nas mãos daquelas pessoas que conduzem os acontecimentos. No centro do sistema financeiro global está a oligarquia financeira, hoje representada pelos interesses supranacionais. O Grupo Bilderberg é uma dessas organizações. […] uma das organizações supranacionais que influenciam o resultado dos acontecimentos internacionais.”

Surgimento e origem

“Afirmar que pleiteamos um governo único mundial é exagerado, porém não completamente incorreto. Nós reconhecemos na época, que não poderíamos nos guerrear para sempre por nada, matando seres humanos e criando milhões de apátridas. Estávamos convencidos que uma comunidade única mundial seria algo bom.” – Dennis Healey, membro durante 30 anos do comitê gestor do Clube de Bilderberg.

O príncipe consorte Bernhard da Holanda, fundador oficial do clube em 1954 (ano da primeira conferência), foi membro da juventude hitlerista, da SA e cavaleiro da SS. Trabalhou como representante da IG Farben em Paris e depois, voltou-se contra a Alemanha ajudando na resistência junto a RAF baseando seus esforços na Holanda ocupada. Esses dados constam em sua biografia oficial. Mas estes detalhes levam frequentemente blogueiros e outros jornalistas independentes a considerar o Clube Bilderberg uma organização “nazista”. Nada mais longe da realidade. Como poderia tal organização criminosa, o Clube Bilderberg, ser uma organização “nazista”, se eles promovem justamente o genocídio dos povos europeus através de uma política imigratória suicida? Apenas isto já deveria ser suficiente para os néscios se calarem.

Oficialmente, o Bilderberg leva esse nome pelo fato de a primeira reunião oficial ter sido realizada no Hotel de Bildeberg, em Oosterbeek, Holanda.

Oficialmente o fundador do grupo seria o príncipe consorte Bernhard von Lippe da Holanda, além do maçom polonês Joseph Retinger. A primeira conferência foi convocada pelo príncipe consorte Lippe, detentor da presidência durante 22 anos, apesar das controvérsias sobre sua participação em escândalos diversos, como por exemplo o das negociações para compra de armas dos Estados Unidos da América.

O Clube de Bilderberg formou-se inicialmente por um pequeno grupo central. Em 1956 criou-se um comitê, o Steering Committee, composto por 8 integrantes, com o finalidade de organizar, em auxilio a Bernhard von Lippe, as conferências do clube. Estes integrantes são determinados pelo presidente do clube. Atividade complementares são executadas por um grupo consultivo, o Advisory Group.

Presentes no Steering Committee estiveram, desde 1960, sempre um representante da Deutsche Bank (Hermann Josef Abs, Alfred Herrhausen, Ulrich Cartellieri, Hilmar Kopper e Josef Ackermann), e também um representante do semanário Die Zeit (Marion Dönhoff, Helmut Schmidt, Theo Sommer, Josef Joffe, Christoph Bertram, Mathias Naß e Werner A. Perger).

Após a gestão de Lippe, sucederam:

  • Alec Douglas-Home – ex primeiro-ministro britânico. (1976-1980)
  • Walter Scheel – ex presidente da República Federal da Alemanha (1980-1985)
  • Lord Roll of Ipsden – ex presidente do banco de investimento S.G.Warburg & Co.(1985-1989).
  • Lord Peter Carington – ex secretário geral da OTAN.(1989-1999).
  • Victor Halberstadt – Professora de Economia na Universidade de Leiden (1999-2000).
  • Etienne Davignon – ex membro da Comissão Europeia (2000- ).

Objetivos gerais

“Acho que se pode afirmar que o ‘Tratado de Roma’ (25 de março de 1957) que deu início ao Mercado Comum, tenha nascido nestes encontros” – George McGhee, ex-membro do c, às qualificações dos participantes das conferências de Bilderberg.

Os objetivos do Clube de Bilderberg, entre outros, incluem a criação de uma união econômica internacional, um parlamento internacional, um exército internacional e a criação de um governo global único, com a restrição gradativa da soberania nacional atual dos países.

Para a consecução destes objetivos, desenvolve-se relações com governos e diversos serviços de inteligência, com o fomento de atividades ilegais ou criminosas. Assim suspeita-se do envolvimento do Clube de Bilderberg em atentados que oficialmente foram imputados à RAF- Rote Armee Fraktion (Grupo Baader-Meinhof).

Assuntos da edição de 2019

Tudo que é dito no encontro fica em segredo. E o método se repete há décadas. Nenhum jornalista é convidado, nenhum comunicado é enviado à imprensa após a conclusão das reuniões e a organização mantém apenas um site básico.

As questões que dizem respeito à elite e serão abordadas na reunião de Bilderberg 2019 serão:

1-A ordem estratégica estável;

2-Qual é a próxima Europa?;

3-Mudança Climática e Sustentabilidade;

4-China;

5-Rússia;

6-O futuro do capitalismo;

7-O Brexit;

8-A ética da Inteligência Artificial;

9-O armamento (armamento) das mídias sociais;

10-A importância do espaço;

11- Cyber ameaças.

Vale destacar o tema “Qual é a próxima Europa?”, que continua o tema abordado em 2018: “Populismo na Europa”. Ora, obviamente, a possibilidade do surgimento de novos nacionalismos europeus colide com o projeto da União Européia e, portanto, é motivo de preocupação para a elite Global. Mas seguramente, todos os temas abordados na reunião dos Bilderberg devem ser cuidadosamente observados.

Os convidados

A participação nas conferências anuais acontece sob convite do presidente e de ambos secretários de honra, após consulta e recomendação do grêmio diretor. Nesse aspecto, foi notório a participação anual do banqueiro David Rockefeller (1915 – 2017). Após seis transplantes de coração (fornecidos por Israel?), chegou a comemorar seu 100º aniversário durante o período do evento na edição de 2015.

Seu extenso clã continua a tradição?

Aproximadamente um terço dos convidados a participar das conferências atua em governos ou instituições políticas, e dois terços nas altas finanças, em indústrias, sindicatos, universidades ou setores da comunicação. Desde 1954 em torno de 2500 pessoas, de 28 Estados e 15 organizações internacionais presenciaram as reuniões, sempre na condição de pessoas físicas, desvinculadas de suas funções oficiais.

Esporadicamente há a participação de membros das monarquias atuais (cuja presença é apenas figurativa), como é o caso desse ano. Outros exemplos de edições passadas foram o príncipe consorte Claus von Amsberg, dos Países Baixos, príncipe Axel da Dinamarca, o príncipe Felipe, Duke de Edinburgo e a rainha Beatriz da Holanda. A real liderança está verdadeiramente em mãos dos Rockefeller e Rothschild.

O foco central em se tratando de assuntos europeus, sempre foram os políticos colocados e patrocinados para posições chave. Por exemplo, no ano de 2005 estava estavam presente na conferência Angela Merkel, chanceler da República Federal da Alemanha, no ano de 2006 o chanceler austríaco Alfred Gusenbauer, em 2007, Guido Westerwelle (que não quis comentar sua participação). Em 2008 participou o membro-fundador do European Council on Foreign Relations, Joschka Fischer.

Outros destaques europeus foram (ou ainda são) dependendo de sua importância na político ou no mercado:

Giovanni Agnelli (FIAT), David Rockefeller (Chase Manhattan Bank), Otto Wolf von Amerongen (Grupo Otto-Wolff), Henry Kissinger (ex-ministro do exterior dos EUA), Fritz Erler (Político da República Federal da Alemanha), Carlo Schmidt (Idem), Hubert Burda (Hubert Burda Media Holding-KG), Mathias Döpfner (Presidente do conselho de administração da Axel Springer AG), Otto Schily (Político da República Federal da Alemanha), Jürgen Schrempp (ex-presidente do conselho de administração da Daimler Chrysler), Ekkehard Schulz – (manager na República Federal da Alemanha) e Klaus Zumwinkel (Consultor empresarial na República Federal da Alemanha).

Despesas e sigilos

Os custos das conferências alegadamente são cobertos por donativos, porém ao menos a primeira conferência foi patrocinada pela CIA (Central Intelligence Agency). Despesas de políticos da República Federal da Alemanha que participaram dos eventos, em diversos casos foram debitadas como sendo despesas públicas, em outras ocasiões contabilizou-se ou conectou-se às mesmas viagens oficiais de estudo, transferindo-se assim o ônus total ao contribuinte.

Fontes de pesquisa: wikileaks I Alles Schall und Rauch I Época Negócios I Publico I Newsweek Bilderberg Meetings

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Andre Marques

Brasileiro, estudante de Direito e atuante na área de marketing é fundador e editor do site O Sentinela (abril de 2013).
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