A Verdade Proibida: A Propaganda de Atrocidades é uma Propaganda de Mentiras

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Três gerações após o término da guerra, um capítulo da história, chamado Holocausto desde 1979, ocupa os canais de informação mais do que nunca. Há décadas, raramente passa-se um dia sem a ritualística lamentação seja na imprensa ou no rádio, assim como na televisão.

Porém, à sombra da instrumentalização sem igual do Holocausto, a verdade histórica vigente se distância cada vez mais dos fatos históricos objetivos. Ao tempo, perguntas legítimas oriundas das inúmeras incertezas e contradições, são impedidas judicialmente por um Dogma imposto.

 
Memorial do holocausto em Berlim, Alemanha atual
Um gigantesco memorial do Holocausto, do tamanho de dois estádios de futebol, está sendo construído no coração de Berlim, apesar da escassez dos recursos públicos e contra  a vontade da população.
As 2.751 lápides de concreto simbolizam a desesperada tentativa de cimentar uma representação da história extremamente duvidosa e não permitir qualquer discussão racional. Dúvidas sobre a leitura oficial do Holocausto são reprimidas com ameaças de punição draconianas.
A construção do memorial teve início em 1 de abril de 2003 e foi concluída em 15 de dezembro de 2004. Foi inaugurado em 10 de maio de 2005 e aberto ao público em 12 de maio do mesmo ano. Está localizado a uma quadra ao sul do Portão de Brandemburgo, perto da Potsdamer Platz, numa distância que pode ser vista do parlamento federal alemão. O custo da construção foi aproximadamente de €25 milhões. (fonte)
A Alemanha (Bundesrepublik Deutschalnd), segundo se diz “O Estado mais livre que já existiu em solo alemão”, inúmeras pessoas são perseguidas judicialmente devido a delitos de opinião, mais até que os últimos anos do regime da Alemanha Oriental (DDR).
Em vista desta repressão vergonhosa da liberdade de expressão, surge a seguinte pergunta: Que espécie de Verdade é esta, que se espanta À luz da discussão pública e, ainda por cima, é imposta pelo código penal? Esta pergunta deve ser investigada aqui.
Índice:
1. Propaganda de atrocidades
2. A transformação milagrosa da Verdade Histórica
3. A Conferência de Wannsee
4. Citados de líderes do regime Nacional-Socialista
5. Documentação – Fotos e Filmes
6. Testemunhos
7. Testemunhas da época na mídia
8 Depoimentos
9. Onde está a arma do crime?
10. A Verdade imposta pela lei
11. Resumo e considerações finais
12. Bibliografia
1. A propaganda de Atrocidades
“Não existe povo mais benevolente, mas também mais influenciável do que o alemão. pode-se inventar a mentira mais descartada, os alemães acreditam nela. Através de uma mensagem dirigida a eles, eles perseguem seus compatriotas com amargura maior do que a seus reais inimigos”. (Napoleão)
A propaganda de atrocidades é uma arma psicológica, a qual é usada em todas as guerras modernas para aumentar a moral das próprias tropas, assim como direcionar a opinião pública na direção desejada. Nos tempos de paz são utilizados, na maioria das vezes, discursos reconciliatórios.

Mas ao final da segunda guerra mundial, as potências vencedoras continuaram com sua propaganda de atrocidades contra a Alemanha subjugada e arrasada – provavelmente com a intenção de desviar a atenção de seus próprios crimes de guerra (p. ex. guerra de extermínio através do sistemático bombardeamento das cidades alemãs (1), a expulsão e assassinato de milhões de civis alemães) ou tentar passar a impressão de que atos de terror seriam moralmente justificados na luta contra “o puro e simples Mal”.

Civis “libertados” através das bombas aliadas: Dresden em Fevereiro de 1945
Os resultados do terror das bombas aliadas foram doloridamente reais. Em contrapartida, as acusações das potências vencedoras foram tão absurdas, que nenhuma pessoa com mínimo de inteligência deveria levá-las a sério. Todavia, as seguintes afirmações foram inúmeras vezes apresentadas em filmes documentários, artigos de jornais e livros, assim como eventualmente consideradas comprovadas:
  • Assassinatos em massa nas câmaras de vácuo e vapor (2)
  • Assassinatos em massa nas linhas de produção eletrificadas e incineração de corpos em alto forno (3)
  • Eliminação sem deixar rastro de 20.000 pessoas, de uma só vez, através de bombas atômicas (4)
  • Assassinato de alguns milhões de pessoas com produtos para despiolhamento (5)
  • Covas coletivas, da qual o sangue fresco espirrava para o alto, semelhante a uma fonte (6)
  • Crematório de funcionamento elétrico, escondidos em gigantescos cômodos subterrâneos (7)
  • Gás venenoso de efeitos retardado, para que a vítima por si própria ainda pudesse ir da câmara de gás até a cova coletiva. Diante desta cova, as vítimas caiam mortas subitamente (8)
Este e parecidos contos de terror foram usados até mesmo como provas da acusação no Tribunal Militar Internacional (IMT) em Nuremberg. Como resultado deste encenado espetáculo internacional da justiça, a absurda propaganda de guerra sofreu uma mutação gradual, tornando-se uma Verdade imposta por lei: No acordo de soberania parcial da Alemanha, todas as decisões e vereditos do IMT referentes às repartições públicas e tribunais alemãs, devem “em qualquer circunstância serem impostos ao Direito Alemão, regulamentadas e sancionadas” (9). A representação oficial do Holocausto é hoje um “fato notório” e, apesar das horripilantes contradições da Justiça alemã, goza da mesma categoria das Leis da Natureza.
2. A transformação milagrosa da Verdade histórica
“Em solo alemã não existiu qualquer campo de extermínio” (Simon Wisenthal) (10)
Logo após o final da guerra, a existência de câmaras de gás nos campos de concentração dentro do território do Império (Reich), ou seja, p. ex., Buchenwald, Bergen-Belsen e, principalmente em Dachau, foi considerada como comprovada, com base em confissões e depoimentos de testemunhas oculares.
O jornal “Berner Tagwatcht” relatou em sua edição de 24 de Agosto de 1945, com grande destaque, que a Alemanha de Hitler tinha “assassinado no total 26 milhões de judeus, na sua maioria em Dachau”. Até 1960, os campos dentro do antigo território do Reich eram considerados os principais campos de extermínio. Por outro lado, os campos na Polônia, p. ex. Auschwitz, Treblinka e Sobibor, não tinham grande importância nos relatórios daquela época.
2.1 Nenhum gaseamento em Dachau
A tese, na qual nos campos de concentração dentro do Reich teriam sido mortas pessoas em câmaras de gás, foi rejeitada oficialmente já em 1960, e inicialmente, por Martin Broszat, funcionário, e depois por muitos anos, diretor do Instituto de Munique para História Contemporânea (IfZ). Numa carta do leitor no jornal “Die Zeit”, Braszat declara de forma categórica:

“Nem em Dachau nem em bergen-Belsen nem ainda em Buchenwald foram gaseados judeis ou outros ou outros internos. As câmaras de gás em Dachau nunca foram totalmente concluídas…Os centenas de milhares de internos, que morreram em Dachau ou em outros campos no antigo Reich, foram vítimas sobretudo de condições catastróficas de higiene e de abastecimento…” (11)

Broszat arrumou com esta declaração, que a Verdade histórica propaganda oficialmente ao longo de 15 anos nada mais foi que a repetida e intrigante propaganda do terror das potências vencedoras. Desde então, encontra-se na “câmara de gás”, de Dachau, uma placa com os seguintes dizeres em vários idiomas: “câmaras de gás – camuflada como ‘ducha’ – não entrou em funcionamento”.
Para se evitar um grande dano para a “pedagógica popular desejada Verdade histórica” (12) , os campos localizados na Polônia tiveram sua propaganda aumentada após esta grave revisão da história oficial. Aqui vale mencionar principalmente o efeito na mídia dos encenados processos – NS: p. ex. o processo contra Eichmann, em Jerusalém, ou o processo conhecido com “A Mentira de Auschwitz”, em Frankfurt junto ao rio Meno.
Historiadores reconhecidos não puderam explicar até hoje, como que os depoimentos das testemunhas oculares e as confissões sobre os gaseamentos em Auschwitz, Treblinka ou Sobibor poderiam ser mais confiáveis do que aqueles longamente refutados relatos sobre as pretensas câmaras de gás no antigo território do Reich.
Ainda assim, os guardiões da oficialidade promulgada Verdade histórica conseguem dispensar temporariamente a dúvida sobre a tese das câmaras de gás. Todas as subsequentes perguntas são declaradas tabu, ou apontadas para os campos do outro lado da cortina de ferro, os quais até 1989 eram inacessíveis para investigadores independentes.
2.2 Para onde eles foram?
A pergunta sobre quantas pessoas realmente caíram mortas sob o Holocausto, geralmente é rotulada como anti-semitismo. Não raramente, uma contra-pergunta com um tom de indignação moral é colocada: “Se os seis milhões de judeus não foram gaseados, para onde eles foram então?”. Com este argumento, um número injustificado é trazido a tona como uma constante universal. Qualquer pessoa que considerar este número como sendo irreal é desafiada a explicar o paradeiro das supostas ou reais vítimas do Holocausto.
Frequentemente, dados estatísticos encontrados sobre o censo da população judaica em cada país são confusos, pois havia durante a guerra significativos movimentos migratórios. Além disso, a demarcação das fronteiras na Europa se alteraram substancialmente depois da guerra, o que dificultou ainda mais o levantamento dos diversos grupos étnicos em cada um dos países.
Assim, p. ex. fixou-se a fronteira polonesa depois do 1945 em cerca de 200 km para oeste; as partes sul e leste da Polônia caíram em poder da União Soviética, as regiões a leste do Reich Alemão caíram poder da Polônia. Justamente no leste e sul da Polônia (Galizien, Bukowina) vivam muitos judeus, os quais não apareceram mais nas estatísticas populacionais da Polônia pós-45, devido à alteração da fronteira.
A comparação da população judaica mundial e depois da segunda guerra mundial é, portanto, a única possibilidade objetiva para o provável número de vítimas do Holocausto.
Os levantamento subsequentes da população judaica descendem de fontes contemporâneas. Os números citados em diferentes publicações foram assumidos entre outros, pelo American Jewish Comittee (ou seja, por uma organização judaica) e se referem a todos os judeus, independentemente se eles pertencem ou não, a uma sinagoga ou comunidade judaica.
A população judaica mundial permaneceu então quase que constante entre 1930 e 1947. O número de vítimas do Holocausto não pode ser em visto disso maior que o crescimento natural da população durante este período. Um artigo do jornal Basler Nachriten de 3 de junho de 1946 parece confirmar esta averiguação. Neste artigo consta o seguinte sobre o provável número de vítimas judaicas:

“…hoje já se tem certeza: A afirmação que este número corresponde a 5-6 Milhões (uma afirmação que incompreensivelmente a comissão palestina também utiliza) não é verdadeira. O número de vítimas judaicas pode se movimentar entre 1 e 1,5 Milhão, porque nada mais estava ao alcance de Hitler e Himmler. Mas é para se supor e esperar que a cifra final das perdas do povo judeus situe-se ainda abaixo deste número…”

Estas recentes fontes falam uma inequívoca linguagem. Porém, à vista das incontáveis meias´-verdades e mentiras sobre a representação oficial do Holocausto, não seria muita surpresa que os dados estatísticos da população judaica mundial também fossem sucessivamente ajustados para deixar plausível a alegação sobre as 5-6 milhões de vítimas. Uma das mais evidentes manipulações é encontrada no World Almanach. Nas edições dos anos 1948 e 1955 são indicados os seguintes números para a população judaica:
Os números para a população judaica na Europa chama bastante a atenção: Somente em 1945, ou seja, depois que as “únicas e definitivas” indenizações foram transferidas ao recente fundado Estado de Israel, desapareceram de forma inexplicável cerca de seis milhões de judeus europeus das estatísticas de numerosas publicações e almanaques.
2.3 Acrobacia numérica à la Auschwitz
“A Gick hot unz getrofen! Seis milhões de judeus forma assassinados e nós recebemos dinheiro por isso!” (Samuel Dayan, Deputado do Knesset) (14)
Desde o início dos anos 60, o campo de concentração Auschwitz-Birkenau é designado como o maior e mais importante campo de extermínio do Regime-NS. Auschwiz torna-se símbolo para o pior crime da história da humanidade. Todos os relatos sobre este tema valem como “público e notório”; eles têm diante da Justiça Alemã não apenas o mesmo caráter como as leis da Natureza, mas são ainda ditados pelo código penal.
Em vista desta agressiva propaganda da certeza, é muito estranho que os números “públicos e notórios” de vítimas variem em mais de cem vezes, de acordo com a fonte e a data do relato. Numa mesma edição, o jornal Welt am Sonntag conseguiu até representar números que se diferem em até 60%:
 O único número de vítimas de Auschwitz comprovado sem sombra de dúvidas foi levantado com base nos livros oficiais de óbitos, os quais foram descobertos por acaso em 1989, num arquivo de Moscou. Todos os outros números se baseiam na contestável afirmação de que pessoas incapazes de trabalhar – principalmente idosos e crianças – não foram registradas, mas sim “selecionadas” e “gaseadas”, imediatamente após sua chegada ao campo. Mais aqui no Capítulo 2.4. (15)

No processo de Nuremberg, o número de quatro milhões de vítimas em Auschwitz foi considerado como comprovado, e na entrada de Memorial Auschwitz “para todo o sempre entalhado na pedra”. Em virtude das emergentes e claras disparidades, as lápides foram retiradas em 1990, entretanto, sem muito alarde na mídia. Fritjof Meyer, um antigo redator da revista Der Spiegel, chagou ao resultado em maio de 2002, na revista Osteurope que é editada sob a responsabilidade de Rita Süssmuth, em função da nova descoberta de arquivos, que é o número de vítimas de Auschwitz situa-se abaixo de um décimo de número “comprovado” em Nuremberg. Esta notícia deveria ser uma das mais agradáveis para aqueles que desejam o bem dos judeus. Mas justamente grupos judaicos influentes rejeitam veementemente a feliz mensagem.

Que estes grupos teimam contra toda a razão a favor do número total de seis milhões de vítimas do Holocausto, pode ser provavelmente explicado pelo fato que o número seis tem significado místico, para não dizer religioso, para os hebreus (16). Neste contexto é interessante, que já em 1919 (!) grupos judaicos afirmavam que na Europa Oriental cerca de seis milhões de judeus estavam ameaçados por “Holocausto”. Este absurdo conto de terror foi lançado ao mundo por ninguém menos, do que o governador do estado de Nova Iorque, Martitn H. Glenn. (17)
Nhum Goldmann, outrora presidente do World Jewish Congress, comenta em seu livro Das jüdische paradox (18) com sincera abertura, a descarada instrumentalização do Holocausto baseado numa aritmética cadavérica:

“Eu não exagero. A vida judaica consiste em dois elementos. Folhar dinheiro e protestar”.

2.4 – Os livros de óbitos oficiais
A dúvida sobre o anunciado número de vítimas de Auschwitz aumentou, quando em 1989, os até então considerados livros originais de óbito oficiais de Auschwitz foram encontrados e alguns historiados independentes tiveram a oportunidade de avaliar este importante documento histórico. Os livros de óbitos caíram nas mãos de exército vermelho em janeiro de 1945 e passaram despercebido ao longo de 44 anos nos arquivos soviéticos. Nos  46 volumes encontrados estão assinalados 68.864 óbitos. O número de mortos durante todos o funcionamento do complexo dos campos Auschwitz-birkenau, situa-se segundo a estimativa do curador do museus Auschwitz, Franciszek Piper, em cerca de 100.000 (19).
Comparando a estimativa de Pipers com os números de vítimas apresentados inicialmente, resulta uma diferença de cerca de 3,9 Milhões. Mas também com essa grosseira discordância, os reconhecidos historiadores não ficam devendo uma resposta: Muitas vítimas não foram contabilizadas nos óbitos de Auschwitz, porque todos os detentos considerados inaptos ao trabalho, foram já na entrada separados e executados, e sem qualquer tipo de registros.
Este argumento parece ser – pelo menos à primeira vista – uma explicação plausível para a diferença entra o número de vítimas documentadas oficialmente e aquele afirmado por todos os lados. Mas então, deveriam constar nos livros de óbitos oficiais, somente pessoas relativamente saudáveis e com idade entre 16 e 60 anos. As pessoas inaptas, ou seja, idosos e crianças, segundo a versão oficial, não foram sequer registradas, mas sim logo na chegada, selecionadas e gaseadas. Todavia, observando a lista mais detalhadamente, vários registros chamam a atenção para o fato que este argumento leva ad absurdum. Aqui segue um pequeno trecho:
Cada um dos registros das pessoas abaixo de 16 anos ou acima de 60 é uma silenciosa, mas irrefutável testemunha de que os detentos dos campos, ” selecionados” como inaptos ao trabalho, forma sim registrados. Com isso, não se sustenta a afirmação de que paralelamente aos óbitos oficiais documentados, existiram outros inúmeros mortos (20).

O nome das vítimas não são mencionados aqui por uma questão de piedade. Os originais dos livros de óbitos com os nomes completos, assim como local de nascimento, profissão, última residência, data do óbito e causa da morte, encontra-se no Museu Auschwitz. Cópias microfilmadas existem no Comitê Internacional da Cruz Vermelha (IKRK), assim como no Serviço de procura Internacional Arolsen.Continua na segunda parte…

NOTAS E REFERENCIAS
(1) – Eberhard Spetzler, Luftkrieg und Menschlinchkeit, Muterschmidt, 1956, assim como Jörg Friedrich, Der Brand. Deutschland im Bombernkrieg 1940 – 1945, Propyläen Munique, 2002.
 
(2) – IMT Document PS-3311; W. Grossmann, Die Hölle von Treblinka, Verlag für fremdsprachige literatur, Moskau 1947; Anti-Defamation League B´nait B´rith, The Holocaust in History, The Record 1979
 
(3) – Boris Polevoi, Das Tades – Kombinat von Auschwitz, Prawda, Moskau, 02 de Fevereiro 1945
 
(4) – US-Promotor Robert Jackson em 21 de Junho 1946 contra Albert Speer: IMT Band XVI, pág. 529
 
(5) – IMT Document 3868 -PS
 
(6) – A. Rückerl, NS-Vernichtungslager im Siegel Deuscher Strafprozesse, dtv Munique, 1978; Hanna Ahrend. Eichamnn in Jerusalem, Reclam Leipzig, 1990
 
(7) – Stefan Szende, Der letze Jude in Polen, Europa-Verlag, Zürich 1945; Simon Wisenthal, Der Neue Weg, 19/20, Wien 1946; The Black Book of polish Jewry, 1946; M. tregenza, Belzec Death Camp, The Wiener library
(8) – Informations-Bulletin de 8 de setembro 1942, primeira publicação proveninete do movimento clandestino polonês “Armia Krajowa”; citado por Yitzhak Arad, Belzec, Sobibor, Treblinka, Bloomingotn 1987, pág. 353 ed. 
(9) – Art. 7, “Überleitungsvertrag”, BGBL., 1955 II, P. 405 ed; confirmado no acordo adicional “2 +4 Vertrag”.
 
(10) – Book and Brookmen, abril 1975
 
(11) – Martin Broszat, Keine Vergasunen in Dachau, Die Zeit, Hamburg, 19 de agosto 1960
 
(12) – Formulação do historiado Golo Mann: “volkspädagogisch erwünschte Geschichtswahrheit”
 
(13) – Hanson W. Baldwin, New York Times, 22 de fevereiro 1948
 
(14) – Tom Segev, The Seventh Million – The Israelis and the Holocaust, Hill and Wang, New York 1994, pág. 223 
 
(15) – Hamburger Abendblatt, 25.7.1990; Jüdishe Allgemeine Wochenzeitung, 26 de julho 1990; Daily Telegraph, London, Auschwitz Deaths Reduced to a Million, 17 de julho 1990; The Washington Times, Poland Reduces Auschwitz Death Toll Estimate to 1 Million, 17 de julho 1990
 
(16) – A principio, o Messias deveria vir ao mundo para os Hebreus, depois que certas pré-condições fossem satisfeitas. Uma dessas condições consiste no fato que o “povo eleito” retorna à terra prometida, porém, não sem o sacrifício de 6 milhões de pessoas. Ver entre outros, Wolfgang Eggert, Israels Geheimvatikan, Propheten Verlag Munique 2001, New York, 31 de outubro 1919.
 
(17) – Martin H. Glenn, the Crucifixion of Jews Stop [“A crucificação dos judeus deve parar”], The American Hebrew, New York, 31 de outubro 1919.
 
(18) – Nhum Goldman, Das jüdishe Paradox, Europäische Verlagsanstalt 1992.
 
(19) – Franciszek Piper, Wie viele junden, Polen, Zigeuner… wurden umgebracht, Universitas, Cracóvai 1992. Comparar também o trabalho de Robert Faurisson, Wieviele Tote gab es im KL Auschwitz?, Vierteljahreshefte für freire Geschichtsforschung, 3 (3) (1990), pág. 268 – 272.


(20) – Mark Weber, Pages From The Auschwitz Death Registry Volumes: Long-Hidden Death Certificates Discredit Extermination Claims, Jorunal for Historical Review, Vol. 12, No. 3, 1992
Fonte: Texto extraído de: A Verdade Proibida 
 
escrito original de www.inacreditavel.com.br
 
Edição de texto: www.osentinela.org

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Andre Marques

Brasileiro, nascido em 1993 na cidade de Fortaleza, cursa o bacharelado em Direito pela Universidade de Fortaleza. Possui conhecimento autônomo nas área de economia, ciência política e pesquisa histórica amadora com enfase em assuntos não convencionais ou desprezados pelo academicismo oficial.

Após atuar durante muitos anos no Marketing empresarial e comercial, fundou o blog O Sentinela (atual site) onde hoje é editor, um dos redatores e um dos colunista.
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