A relação entre judaísmo e comunismo

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Muito se fala hoje em dia, por parte de uma Direita Liberal-Conservadora, em uma defesa valores “cristãos” traduzidos como “judaico-cristãos”, sendo que esse último apresentasse como uma verdade moderna mas de teor artificial, uma vez que a ideia centra e original de “cristianismo” é totalmente apartada da ideia milenar de “judaísmo”. Assim, a maioria das pessoas tende a englobar o judaísmo-sionista internacional (político-religioso e ideológico) como parte da ideia central de um “conservadorismo” ocidental, uma espécie de defesa de valores.
 
Entre os próprios defensores do sionismo/judaísmo internacional não é bem assim. Ao longo da história, isso tem sido comprovado. Muitos rabinos judeus reconhecem que a maior causa dos problemas que suas comunidades tinham com as sociedades europeias do começo do século XX e final do XIX estava no apoio central da burguesia judaica em torno do comunismo internacional. Reconhecem muitos israelitas de hoje que o judaísmo internacional (incluindo as altas finanças) foram os principais fomentadores da ideologia marxista do período citado.
Dado hoje o enterro da força de tais e ideias e tendo hoje o marxismo/anarquismo/stalinismo militante e proletário dado lugar a uma versão liberal da coisa, o progressismo de esquerda, julgado “antagônico” ao conservadorismo moderno, expomos aqui como foi o apoio e desenrolar de tais ideias através do judaísmo internacional nas palavras de seus próprios apoiantes.

Cohan escreve em “The communist”, nº 72 (Kharkov, 12 de Abril de 1919):

Sem exagero, deve-se dizer que a grande Revolução Social russa foi afetada pelas mãos dos judeus. Teriam podido eles mesmos – a obscura e oprimida massa de trabalhadores e granjeiros russos – ser capazes de destruir a burguesia? Não. Foram precisamente os judeus os quais dirigiram o proletariado russo ao amanhecer da Internacional; e agora, dirigem a causa soviética que ainda pertence às suas mãos. Devemos estar tranquilos, porque o Exército Vermelho está sob controle do camarada Leon Trotsky. É verdade que não existem judeus nas filas desse exército, mas nos comitês e organizações soviéticas, como comissários, eles dirigiram as massas proletárias russas à vitória. Não sem razão, durante as eleições de todas as instituições soviéticas, os judeus vencem por uma esmagadora maioria. O símbolo do judaísmo, que lutou contra o capitalismo durante séculos, converteu-se no mesmo símbolo do proletariado russo, o qual se pode notar na adoção da estrela vermelha de cinco pontas, que, na Antiguidade, como bem se sabe, foi símbolo do sionismo e do judaísmo. Ele traz a vitória; com o seu sinal, vem a morte dos parasitas da burguesia”. 

O rabino Lewis Browne, em seu livro “Que estranho Deus”:

“Nós pretendemos fazer com os gentis o mesmo que os comunistas estão fazendo na Rússia”.

Anotações desse mesmo livro também pelo rabino Lewis Browne:

“Nenhum agitador desejou com tanta vivacidade a Revolução Francesa de 1848 que dois judeus: Heinrich Heine e Ludwig Borne. Foi um judeu, Leon Trotsky, quem dirigiu o Exército Vermelho e salvou a causa comunista na Rússia. Foi um judeu, Karl Liebnecht, ajudado por uma judia, Rosa Luxemburgo, que dirigiu a sublevação espartaquista na Alemanha. Foi um judeu, Bela Kuhn, que implantou o regime vermelho na Hungria. Foi um judeu, Kurt Eisner, quem dirigiu o golpe socialista na Bavária. Para o judeu, a atividade revolucionária parece ser o único caminho para a autêntica liberdade”.

O professor Niebur, em certa fala no Instituto Judaico de Religião (Nova Iorque, 03 de Outubro de 1934):

“O marxismo é a forma moderna da profecia judaica”. 

Hermalin, judeu comunista (Nova Iorque, 1917):

“A Revolução Russa foi feita por judeus. Nós temos criado as Sociedades Secretas e planejado-as ao reinado do terror. A Revolução triunfou por nossa propaganda convincente e com nossos assassinatos em massa – tudo com o propósito de formar um governo verdadeiramente nosso”.

No periódico russo “Para Moscou” (Moscou, Setembro de 1919):

“Não se deve duvidar que o povo judeu, que foi oprimido durante séculos por reis e czares, é realmente o proletariado, a Internacional que não tem país”.

Angelo S. Rappaport em “Os pioneiros da Revolução Russa”, publicado por Stanley, Paul & Co., na pg. 250 (Londres, 1918):

“Na Rússia, os judeus foram totalmente responsáveis pela Revolução”.

S. Rappaport também em “Os pioneiros da Revolução Russa”:

“Através da história, o espírito judaico tornou-se revolucionário e subversivo, mas com a ideia de construir algo sobre as ruínas”.

Moritz Rappaport, na Revolução de 1918 na Alemanha:

“A Revolução recorda-nos novamente a importância da questão judaica, posto que os judeus são o seu elemento condutor”.

Em “Jewish Tribute” (05 de Julho de 1922):

“A Revolução alemã é resultante dos judeus; os partidos liberais democráticos têm um grande número deles como líderes, que ocupam um papel predominante nas oficinas do Alto Estado”.

Maurice Samuel, em seu livro “Vocês Gentios”, pg. 155:

“Nós, os judeus, os destruidores, sempre permaneceremos como tais. Nada do que vocês façam satisfará nossas necessidades e demandas. Sempre destruiremos, porque necessitamos do mundo em nosso poder”.

Em “The Maccabean”, órgão sionista judaico, pg. 250, sob o título de “Uma Revolução Judaica” (Nova Iorque, Novembro de 1905):

“A Revolução na Rússia é uma Revolução judaica – também uma crise na história judaica. É uma Revolução judaica porque a Rússia é o lugar de cerca da metade dos judeus do mundo, e a derrocada de seu despótico governo deve ter uma influência muito importante no destino de milhões que vivem ali, bem como nos muitos milhões que emigraram recentemente para outros países. Porém, a Revolução na Rússia é uma Revolução judaica também porque os judeus são os mais ativos revolucionários do império do Czar”. [1]

Em “Crônica Judaica” (Londres, 04 de Abril de 1919):

“Há um feito importante no bolchevismo: é o de que muitos dos judeus são bolcheviques. Os ideais desse princípio estão em consonância com muitos dos mais altos valores do judaísmo”.

Rabino Judah L. Magnes, falando na Conferência Nacional dos Estados Unidos (Abril de 1918):

“Pretendo ser um autêntico bolchevique. Posso dizer, definitivamente, que o Presidente dos Estados Unidos, em certo tempo, apelará a todos os governos aliados para conseguir uma paz imediata, sob os princípios avançados do bolchevismo na Rússia”.

O sábio judeu londrinense Dr. Oscar Levy, em “O significado mundial da Revolução Russa”:

“Nós, os judeus, estamos gravemente equivocados. Nós, que temos alardeado de ter dado ao mundo o salvador, não somos hoje mais que trapaceiros, seus destruidores, incendiários e executores. Temos prometido um novo paraíso, mas damos um novo inferno”.

Zinovief, Presidente da III Internacional Comunista, no Congresso 19 de Dezembro de 1925:

“Temos exterminado os capitalistas e aos proprietários na Rússia. Vamos fazer o mesmo com a inteligência da Europa e América”.

B.A.M. Shapiro, um novaiorquino que se autodenomina um cristão por fé e judeu por raça, em seu folheto “A grande ameaça da América”:

“Chegou o momento em que os patriotas judeus da América devem sentir a grande responsabilidade pelo feito diabólico do comunismo, planejado e realizado por Israel”.

O rabino Judah L. Magnes (Nova Iorque, 1919):

“Quando o judeu realiza seu projeto, sua devoção à causa dos trabalhadores, dos miseráveis e deserdados do mundo, sua caridade radical o leva ao fundo das coisas. Na Alemanha, se converte em um Marx e em Lasalle, Haas e Edward Bernstein; na Áustria, em um Victor e Friedrick Adler; na Rússia, em um Trotsky. Perceba, por um instante, a situação nesses países. A Revolução libera uma força criativa; perceba que grande parte dos judeus conseguiram para si serviços imediatos. Revolucionários socialistas, mencheviques e bolcheviques, minorias e maiorias socialistas ou como quer que se denominem, eles se encontram entre os líderes dos trabalhadores de rotina de todos estes partidos revolucionários”.

Kennan Rettels History” comentando como Jacob H. Schiff financiou a propaganda revolucionária no Exército Czarista, no “New York Times” (Nova Iorque, 24 de Março de 1917):

“Mr. Kenan falou do trabalho dos Amigos da Liberdade Russa na Revolução. […] Disse que durante a guerra russo-japonesa, estava em Tókio e que permitiu-se-lhe fazer visitas a doze mil prisioneiros russos em mãos nipônicas, ao término do primeiro ano de guerra. Concebeu a ideia de que a propaganda revolucionária penetrasse no exército russo. […] As autoridades japonesas ofereceram e deram-lhe permissão, depois da qual pediu à América toda a literatura revolucionária que tivessem em mãos. Disse que um dia, tal Dr. Nicolás Russel viria vê-lo em Tókio; disse-o que havia sido enviado para ajudá-lo no trabalho. […] O movimento foi financiado por um banqueiro nova-iorquino, ao qual todos conhecem; tão logo, recebemos uma tonelada e meia de propaganda revolucionária russa. Ao fim da guerra, cinquenta mil oficiais e soldados russos voltaram às suas terras sentindo-se ardentemente revolucionários. Os Amigos da Liberdade Russa espalharam 50.000 sementes de liberdade em 100 regimentos russos. Não sei quantos desses oficiais e soldados estavam na fortaleza de Petrogrado na última semana, porém é certo que o exército esteve na Revolução.

Então, leu-se um telegrama de Jacob H. Schiff: ‘Diria, de minha parte, aos presentes na reunião desta noite, o quanto lamento por estar impossibilitado de celebrar com os Amigos da Liberdade Russa a atual recompensa daquilo que temos esperado e lutado por tantos anos”.

Em “The American Hebrew” ,10 de Setembro de 1920:

“Fora do caos econômico, o judeu descontente organiza o capital com seu instrumento de trabalho – o sistema bancário. […] Um dos mais impressionantes fenômenos de nosso tempo é a revolta dos judeus contra o Frankenstein que eles próprios conceberam, que suas próprias mãos modelaram. […] O logro da Revolução bolchevique russa, destinada a figurar na história como o sombrio resultado da guerra mundial, saiu de mentes judias, do descontentamento judaico, do seu esforço por reconstruir-se. […] O que o idealismo e o descontentamento judaico contribuíram tão poderosamente ao logro na Rússia, são as mesmas históricas qualidades do coração e mente judaicos que tende a provocar em outros países. […] Os judeus oprimirão a América, como a Rússia dos czares, com falsa repreensão de serem os destruidores do poder na posição de um inimigo irreconciliável? Ou se aproveitarão de seu gênio e dos gênios peculiares de cada raça? Esta é a questão que o povo americano deve contestar”.

James Waterman Wise, filho do rabino S. Wise, em “Sinagoga Livre”, questionando se a crescente onda de corrente fascista haveria de prejudicar os judeus [28 de Janeiro de 1934]:

“O que fazemos, como judeus, é enfrentar duramente o fascismo, em qualquer forma sua. O próximo passo que temos de dar assim que possível, pelo interesse dos trabalhadores, é o de agarrar todas as indústrias das nações e não deixar nada em pé, mesmo que tenhamos de usar a violência”.

Alfred Nossig em seu livro “Integrales Judentum” (Berlim, 1922):

“O socialismo e a Lei Mosaica não são opostos; todos os grupos judaicos possuem um interesse vital na vitória do socialismo, não somente por seus princípios, nem também por sua identificação com sua doutrina, mas, sobretudo, pelo terreno tático. Ao judeu socialista, reserva-se um lugar de papel importante no partido terrorista comunista”.

Hermann Bernstein, jornalista estadunidense, poeta, romancista, dramaturgo, tradutor, ativista judeu e diplomata:

“A questão judaica está intimamente ligada com todas as fases da vida industrial, social e política do povo russo, e sem a emancipação dos judeus, o rejuvenescimento da Rússia é inconcebível”.

Theodor Herz, líder sionista, em “O Estado Judaico”:

“Quando nós judeus nos arruinamos, convertemo-nos no proletariado revolucionário (comunista); quando nos levantamos, também se levanta nosso terrível poder de riqueza (capitalista)”.

O escritor Alter Brody, em “New Masses”, pg. 14. (12 de maio de 1936):

“O inegável problema do judeu pode somente ser resolvido em uma sociedade socialista”.

Artigo de James Waterman Wise, filho do rabino chefe S.S. Wise. “New Masses”, controlado por judeus (19 de outubro de 1935):

“’Os judeus não são comunistas’ é o refrão emitido em conjunto por Dr. Cyrus Adler, presidente do Comitê Judaico Americano, Alfred M. Cohen, presidente da B’Nai B’rith e B.C. Kladek, presidente do Comitê Laboral Judaico. […] Esses senhores negam histericamente que o comunismo é judaico e repudiam freneticamente os judeus que são comunistas. […] Sua declaração difama a Rússia soviética e mente sobre o povo judeu. […] Por trás de frases altissonantes, existe um mascaramento às potências nacional-socialistas da América para o assassinato de judeus. […] Vamos analisar sua declaração. A primeira tenta demonstrar que os judeus da Alemanha e de outros países não eram e não são comunistas. A segunda, que o comunismo e a União Soviética são inimigos dos judeus e do judaísmo. Dizem que a Rússia Soviética que entre os 36 comissários que a constituem somente dois são judeus. […] É possível que os chefes do Comitê judaico-americano, a B’nai B’rith e o Comitê Laboral Judaico não tenham nunca sequer ouvido falar em Litinoff, Yaroslovsky, Kaganowitch, Radeck, Bella Kun? Os judeus que negam que muitos dos seus congêneres são judeus, burlam coisas deles próprios. […] Os senhores que hoje negam os judeus comunistas, negarão amanhã os judeus socialistas? Ultimamente, esses super-patriotas consideram verdadeiros americanos somente os judeus que estão dentro de organizações fascistas e grupos de vigilância. […] Está suficientemente claro que os autores dessa peça perfídia não representam as verdadeiras massas de judeus americanos. Para contrastar, seu veneno que aclama por repetição, os judeus devem tomar ativas e positivas medidas. Deve existir um estreitamento da frente unida contra o fascismo. E, ao tomar parte na forma dela, os judeus da América se auto-proclamarão comunistas”.

Rabino Abba Hillel Silver, em seu livro “O impulso democrático na história judaica” (1928):

“O impulso democrático na história judaica recalca a persistência e dominação, igualmente na esfera política, econômica e religiosa, e admite, na vida nômade do deserto, que seus antepassados, em tribos, eram de estrutura comunista”.

Raffes, bem conhecido líder bolchevique judeu:

“O ódio do czarismo contra os judeus estava justificado, desde 1860 em diante. Em todos os partidos revolucionários, o governo teve de contar aos judeus como os membros mais ativos”.

J. Olginm, em seu iídiche “Freedom in the Morning” (Nova Iorque, 07 de agosto de 1936).

“As tendências judaicas da Frente Popular na Espanha declaram que esta é a maior anfitriã contra o anti-semitismo e pela defesa dos direitos do povo judaico. […] Fazem-se coletas nas casas de lá para ajudá-la. Elas são tão importantes para os aqueles que lutam na Espanha, como para as massas nos Estados Unidos. Os espanhóis que lutam podem estar seguros de que um grande número de trabalhadores na América toma parte de uma ação de solidariedade internacional tangível. […] Trata-se de algo necessário que deverá se desenvolver em uma base, pela organização de Frente Popular. Porém, isso é o que alguns judeus me disseram sobre a atitude do recolhimento de contribuições. Quando se deu início, o pedido de fundos para a Revolução espanhola em uma casa de roupas de Nova Iorque, alguns dos trabalhadores, uma minoria, protestaram que não podiam contribuir porque ‘não haviam esquecido o que a inquisição espanhola havia feito aos judeus. […] Não é necessário recordar aos judeus que os ‘rebeldes’, como são chamados pela imprensa, colocaram todos os judeus no Marrocos espanhol, que está sob seu controle, em campos de concentração. […] A questão, sem dúvida, é mais ampla. A guerra que se leva a cabo na Espanha, abarca algo a mais que o território espanhol. É de vida ou morte para os judeus do mundo. […] Quando a Frente Popular vencer definitivamente na Espanha, se reforçará a frente francesa e dará um ímpeto para as outras frentes populares de todo o mundo. […] Isto fará mais segura a posição dos judeus nos países capitalistas, de onde ainda existe a democracia burguesa, e acelerará o final do fascismo naqueles países onde a suástica e a camisa negra são agora donos supremos. […] Por isso, cada judeu deve apoiar a luta da Frente Popular na Espanha.

No “New York American”, citando uma conexão da Agência Telegráfica judaica desde Paris (Nova Iorque, 14 de Abril de 1936):

“O judaísmo internacional está definitivamente ao lado do governo espanhol”.

No mesmo periódico, no comentário feito por David Dublinsky, Presidente da União Radical Internacional de Trabalhadores de Confecção (Nova Iorque, 05 de agosto de 1936):

“Supri a necessidade de ajudar a Frente Popular na Espanha, ordenando a nossas centrais que lhes enviasse cinco mil dólares”. [2] [3]

Otto Weininger, em seu livro “Sexo e caráter” (Viena, 1921):

“A ideia da propriedade está indissoluvelmente unida com a individualidade. Esta é uma das razões pela qual os judeus se unem em grande número ao comunismo”. Pg. 406.

“O judeu é um comunista”, pg. 413.

“O judeu é totalmente incapaz de compreender a ideia de Estado”, pg. 407.

Kadmi Cohen, em seu livro “Nômades” (1928):

“O instinto de propriedade, resultante do amor pela terra, não existe para os semitas; esses nômades nunca possuíram e nunca irão possuí-la. Resultam disso suas indiscutíveis tendências comunistas, desde a velha antiguidade”. Pg. 85

“Somente se necessita lembrar os nomes dos grandes judeus revolucionários do século XX, como Karl Marx, Lasalle, Einser, Bela Kuhn, Trotsky e Leon Blum, para assim enumerar os teóricos do socialismo moderno. Os judeus têm dado muitos líderes aos movimentos marxistas e têm estado como que jogando em uma parte considerável deles. […] As tendências judaicas acerca do comunismo, à parte de toda cooperação material às organizações de partido, são a surpreendente confirmação que encontraram na aversão que um grande judeu, o grande poeta Heinrich Heine, sentia pela lei romana. As causas subjetivas e passionais da revolta de Rabbi Akiba e Bar Kocheba no ano de 70 a.C. contra a Pax Romana e o Jus Romanum, compreendidas e sentidas, subjetivamente, por um judeu do século XIX, o qual, aparentemente, não tinha ligação com sua raça. […] E os judeus revolucionários, e os comunistas judeus, que lutam contra o princípio de propriedade privada, como é o Codex Juris Civilis de Justiniano e Vulpiano, não fazem a mesma coisa que fizeram seus antepassados que resistiram a Vespasiano e Tito?”. Pg. 86

Em “L’Univers Israelite” (Paris, 05 de setembro de 1867):

“A Revolução, com sua igualdade e fraternidade, é a estrela de Israel”.

Em “Archivens Israelites” (Paris, 06 de julho de 1889):

“O ano de 1789 é um novo passo: a Revolução Francesa tem um surpreendente caráter hebreu”.

Elie Eberlin em seu livro “Judeus de hoje” (Paris, 1928):

“O ‘paleosionismo’ segue seu labor na Rússia, Palestina e em as todas partes; nesta hora aparece como o único partido proletário internacional. Uma de suas frações se une à internacional comunista, enquanto que a outra à internacional socialista”. Pg. 24

“Através de sua existência autônoma, o povo judeu experimentou muitas formas de governo. Porém, nem a ditadura paternal do grande Moisés, nem a Monarquia regida por uma constituição religiosa, nem a república dos fieis, sob presidência do sumo sacerdote, nem sequer o despotismo dos últimos reis de Roma podem satisfazer um povo sonhador. Os judeus sempre tiveram um governo, porém nunca o suportaram”. Pg. 134.

“Por certo, os judeus não puderam manter seu próprio Estado entre os Estados da Antiguidade e fatalmente tiveram de converter-se no fermento revolucionário do mundo”. Pg. 142

No bolchevismo existe a ideia judaica, tal como a renúncia unida à recompensa no outro mundo e a busca da felicidade neste. Porém, esta ideia, que marca o triunfo dos valores judaicos sobre os mistico-cristãos é, agora, comum a todos os povos”. Pg. 155

Bernard Lazare, em seu livro “Anti-semitismo e suas causas” (Paris, 1894.):

“Os judeus tomam parte nas revoluções e nelas mantêm-se como jogadores. Seu espírito é consciente e essencialmente revolucionário. Ou, de outro modo, pode-se dizer que o judeu é um revolucionário nato”.

Publicado originalmente em 6/9/2009.

Nota:

[1] Em 1905, quando a primeira Revolução judaica na Rússia aconteceu, o Comitê Central compôs-se dos bem conhecidos revolucionários: Lênin (Ulianov), Rykov, Krassin (Vinter), Bogdanov e Postalovski.

[2] O mesmo periódico publicou, em 10 de outubro de 1936, uma fotografia do cheque.

[3] O cientista judeu Einstein anunciou seu apoio ao governo vermelho espanhol, em fevereiro de 1937, assim como o judeu Charlie Chaplin (Levinsky).

Ver também:

Rabino Yosef Tzvi Ben Porat: A Questão de Hitler Com os Judeus

Êxodo recorrente: Identidade judaica e Formação da História

Nova Ordem Mundial – Communism by the Backdoor [Part 1 – A Nova Ordem Mundial]

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Andre Marques

Brasileiro, estudante de Direito e atuante na área de marketing é fundador e editor do site O Sentinela (abril de 2013).
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5 thoughts on “A relação entre judaísmo e comunismo”

  1. Fico me perguntando qual seria a relação entre a Coreia do norte (socialista) com o judaísmo ou pessoas judias, pq tipo, eles ultilizam armamento nuclear e isso é ruim tanto pra Israel como para os Estados unidos. Qual seria essa relação?? Espero uma resposta 😉

    1. Boa tarde, Francisco.

      Comentário interessante.
      Não acredito que haja influência interna e direta nas decisões da Coreia do Norte, bem como no Irã e no passado com a Síria e Líbia. Acredito que a questão seja bem simples: houve acordo a respeito do desarmamento e abertura comercial? Podes perceber que os países que tem boas relações com a judiaria raramente são citados na grande mídia como alguma “ditadura tirana”.

  2. https://2.bp.blogspot.com/-q7yJWWFv0XI/VeX1U7iUAWI/AAAAAAAANpA/9dNsxs9yt1s/s640/Direita%2Bversus%2Besquerda%2Bno%2Bsistema%2Bzog.PNG O comunismo não ameaça o controle monetário – porque é um instrumento do poder econômico https://fliegende-wahrheit.com/2019/07/30/es-geht-in-die-naechste-runde/#comment-2612

    A EXATAMENTE 100 ANOS

    “Esse relatório foi dirigido ao Secretário de Relações Exteriores da Grã-Bretanha, Lord Balfour, e o governo britânico deu a ele uma importância tão séria que eles o incluíram no Livro Branco sobre o Bolchevismo, publicado em ABRIL de 1919. Ele diz:

    ”A IMEDIATA SUPRESSÃO DO BOLCHEVISMO É A QUESTÃO MAIS IMPORTANTE QUE O O MUNDO ENFRENTA AGORA, NÃO EXCLUINDO ATÉ MESMO A GUERRA QUE TEM SIDO TRAVADA ATÉ AGORA. E, SE O BOLCHEVISMO NÃO FOR DESTRUÍDO NO EMBRIÃO, ELE SE ESPALHARÁ PELA EUROPA E PELO MUNDO, DE UMA FORMA OU DE OUTRA, JÁ QUE É ORGANIZADO POR JUDEUS QUE NÃO TEM SEU PRÓPRIO PAÍS E QUE TENTAM DESTRUIR O SISTEMA EXISTENTE NOS PAÍSES ONDE VIVEM. A única maneira de eliminar o perigo é que todos os países tomem medidas conjuntas ”
    Fonte: sexto parágrafo do 3ª capítulo -. A leitura completa do livro é ainda mais recomendável https://www.e-reading.club/book.php?book=1020095

    O COMUNISMO MUNDIAL
    https://horst-koch.de/weltkommunismus-k-koch/

    “SEM OS GRANDES BANCOS O COMUNISMO NÃO TERIA SIDO POSSÍVEL” – LENIN https://i0.wp.com/www.renegadetribune.com/wp-content/uploads/2016/07/Lenin-support-by-banks.jpg

    Se o comunismo foi comprovadamente bancado por Wall Street em 1914 https://www.voltairenet.org/IMG/pdf/Sutton_Wall_Street_and_the_bolshevik_revolution-5.pdf e fervorosamente defendido, sobretudo de 1939 a 1945 , http://shop.recentr.com/media/image/fc/f5/07/shutterstock_165109685-usa-russia-roots-800.jpg até cego consegue ver que esta ideologia genocida, anticristã e escravagista fora salvo para que pudesse expandir-se ao ocidente, pilhando e saqueando países, abolindo soberanias rumo ao governo único mundial. Mas a propaganda, convenceu o mundo a abdicar de suas tradições, sua cultura, decência, suas dignidades http://www.renegadetribune.com/?s=The+Beauty+of+National+Socialism

    Em 1922, a influência bolchevique na Rússia e, de fato, no mundo, pelo que Churchill descreveu como “essa mesma raça surpreendente” estava quase completa. Muitos viram os eventos como sendo a primeira etapa de uma conspiração internacional, principalmente por parte da raça judaica, para tomar o controle do mundo. Por explicação ou defesa desses fenômenos, alguns sugerirão que os judeus, intelectualmente inclinados a todas as formas de mudança social, pacífica ou não, deveriam naturalmente se encontrar desproporcionalmente representados em tal sublevação.

    https://faszinationmensch.files.wordpress.com/2014/10/wolf-im-schafspelz.jpg

    Seja como for OS FATOS TÃO CLAROS e, embora muitas vezes escondidos dos olhos dos gentios NUNCA SÃO CONTESTADOS. Pelo contrário, muitos dos judeus mais bem colocados e influentes do mundo se gabam abertamente de sua responsabilidade pelo comunismo; até seus crimes.”

    “Já escapamos de uma Pax Germanica para cair em uma Pax Judaica?” (The Times, 8 de maio de 1920)

    “Eu vislumbrei o inferno. Os judeus estão no controle. ”(Sir Percival Phillips)

    “OS COMUNISTAS SÃO JUDEUS e a Rússia é inteiramente administrada por eles. Eles estão em todos os escritórios do governo. Eles estão expulsando os russos. ”(Clare Sheriden, amiga íntima de Leon Trotsky, vulgo Lev Bronstein)
    PAPA PIUS XI: ”Para eles (os povos da União Soviética) nós apreciamos o carinho paternal mais caloroso. Estamos bem conscientes de que não poucos deles gemem sob o jugo imposto a eles por homens que são em grande parte estranhos aos reais interesses do país. Reconhecemos que muitos outros foram enganados por esperanças falaciosas. Nós culpamos apenas o sistema com seus autores e detentores que consideravam a Rússia o melhor campo para experimentar um PLANO ELABORADO ANOS ATRÁS, E QUE DE LÁ CONTINUAM A ESPALHÁ-LO DE UM EXTREMO DO MUNDO PARA OUTRO” (Papa Pio XI, Encíclica Carta, Divini Redemptoris)

    “A REVOLUÇÃO MUNDIAL que QUEREMOS experimentar será exclusivamente nosso assunto e estará em nossas mãos. Esta revolução AUMENTARÁ a dominação judaica sobre todas as outras pessoas. ”(Peuple Juif, 8 de fevereiro de 1919)

    “A realização (a REVOLUÇÃO RUSSA) destinada a figurar na história como o resultado ofuscante da guerra mundial, FOI EM GRANDE PARTE O RESULTADO DO PENSAMENTO JUDAICO – DO ESFORÇO JUDAICO DE CONSTRUIR – O MOVIMENTO BOLCHEVIQUE NÃO É POLIDO NEM TOLERANTE; em sua fase inicial, foi totalmente destrutivo. . . ”(Svetozar Tonjoroff. O Hebraico Americano, 10 de setembro de 1920)

    “A dominação judaica na Rússia é apoiada por certos russos. . . eles (os judeus) tendo DESTRUÍDO E SAQUEADO a Rússia apelando para a ignorância do povo trabalhador estão agora usando seus ingênuos para estabelecer uma nova TIRANIA PIOR DO QUE QUALQUER OUTRA QUE O MUNDO TENHA CONHECIDO” (Robert Wilton, ‘’OS ÚLTIMOS DIAS DOS ROMANOVS’’ )

    “Em 1936, provamos, por meio de toda uma série de estatísticas surpreendentes, que na Rússia de hoje mais de 98% das posições de liderança são ocupadas por judeus. . . Quem eram os líderes da nossa República dos Trabalhadores da Baviera? Quem eram os líderes do movimento espartaquista? Quem foram os verdadeiros líderes e financistas do Partido Comunista? Judeus, cada um deles. A posição era a mesma na Hungria e nas partes vermelhas da Espanha. ”(Adolf Hitler, setembro de 1937)

    “Há poucos russos entre os puxadores de cabos bolcheviques; ou seja, poucos homens imbuídos da cultura e interesses russos do povo russo. Nenhum deles foi de forma alguma proeminente em qualquer estágio da vida russa anterior. . .
    “Além dos estrangeiros óbvios, o bolchevismo recrutava muitos adeptos dentre os emigrados que haviam passado muitos anos no exterior. Alguns deles nunca tinham estado na Rússia antes. Eles numeraram especialmente muitos judeus. Eles falavam russo mal.”

    “A nação sobre a qual eles haviam tomado o poder era um estranho para eles e, além disso, eles se comportavam como invasores em um país conquistado. Ao longo da revolução em geral e do bolchevismo em particular, os judeus ocuparam uma posição muito influente. Este fenômeno é curioso e complexo. Mas permanece o fato de que tal era o caso no soviete primariamente eleito (o famoso trio – Lieber, Dahn, Gotz), e ainda mais no segundo. ”(Ariadna Tyrkova-Williams, Da Liberdade a Brest-Litovsk. MacMillan 1919)

    “Mais de um terço dos judeus na Rússia se tornaram oficiais.” (Jewish Chronicle, 6 de janeiro de 1933)
    “A grande revolução russa foi de fato realizada pelas mãos dos judeus. Não há judeus nas fileiras do Exército Vermelho no que diz respeito a privatas, mas nos Comitês e na organização soviética como comissários, os judeus lideram as massas de forma galante. O símbolo do judaísmo tornou-se o símbolo do proletariado russo, o que pode ser visto no fato da adoção da estrela de cinco pontas, que antigamente era o símbolo do sionismo e do judaísmo. ”(M. Cohen, The Communist 12 de abril de 1919)

    “O exclusivo Comintern. A pretensão do governo soviético de que o Comintern é um corpo completamente além do alcance de sua influência e autoridade, é uma obra-prima de fé ou audácia. ”(London Times, 10 de janeiro de 1936)
    “Há muito no fato do bolchevismo em si, no fato de que muitos judeus são bolcheviques, no fato de que os ideais do bolchevismo em muitos pontos são consonantes com os melhores ideais do judaísmo.” (Jewish Chronicle, 4 de abril, 1919)

    “Você vai dizer para mim aos presentes na reunião de hoje quão profundamente lamento minha incapacidade de celebrar com os Amigos da Liberdade Russa a recompensa real do que esperávamos e lutamos por esses longos anos! ”(Jacob Schiff dos banqueiros de Nova York, ‘Kuhn, Loeb & Co, New York Times, 24 de março de 1917)

    “Hoje, estima-se até pelo neto de Jacob Schiff, John Schiff, um membro proeminente da sociedade de Nova York, que o velho afundou cerca de US $ 20.000.000 para o triunfo final do bolchevismo na Rússia” (Cholly Knickerbocker, NY American Journal, 3 de fevereiro). 1949)
    OS GOVERNOS DO BOLSHEVIK RUSSIA – COMITÊ CENTRAL
    62 membros (42 judeus e 20 gentios)

    COMISSÃO EXTRAORDINÁRIA DE MOSCOU

    36 membros (23 judeus e 13 gentios)
    O COMITÊ DO CONSELHO DOS POVOS
    22 membros (17 judeus e 5 gentios)
    A imprensa soviética forneceu uma lista de 556 importantes funcionários do Estado soviético (1918-1919), que incluíam 17 russos, 2 ucranianos, 11 armênios, 35 letões, 15 alemães, 1 húngaro, 10 georgianos, 3 poloneses, 3 finlandeses, 1 Tcheca, 1 Karaim (seita judaica) – e 457 judeus.
    COMITÊ CENTRAL DO PARTIDO DE BOLSHEVIK
    Bronstein [Trotsky], Apfelbaum [Zinovieff], Lourie (Larine), Ouritski, Volodarski, Rosenfeldt [Kamenef], Smidovitch, Sverdov [Yankel], Nakhamkes [Steklov], Lênin [Ulyanov] * (Os nomes entre parênteses são os seus nomes reais ). Judeus 10, gentios 2 (Krylenko, Lounatcharski).

    * Há alguma controvérsia quanto às origens raciais de Lenin. Sabe-se que ele era casado com uma judia; falava iídiche como seus filhos.

    “Lenin participara de reuniões estudantis judaicas na Suíça, trinta e cinco anos antes. Ele é geralmente considerado como um russo, mas há dúvidas. ”(Jewish Chronicle, 16 de dezembro de 1932).

    “Embora Lênin fosse um monstro político, ele não era inimigo dos judeus. Ele estava ciente de sua origem parcialmente judaica, muitos de seus colaboradores próximos eram judeus, ele freqüentemente falava dos judeus em termos favoráveis e ele se opunha às atitudes anti-judaicas. ”(The London Times, 8 de dezembro de 1996, Seção 7, página 2 )

    COMISSÕES CENTRAIS

    MENSHEVIKS: 11 membros, todos judeus
    COMUNISTAS DO POVO: 6 membros, 5 judeus
    SR (direita): 15 membros, 13 judeus
    SR (LEFT WING): 12 membros, 10 judeus
    COMITÊ DOS ANARQUISTA: 5 membros, 4 judeus
    FESTA COMUNISTA POLONESA: 12 membros, todos judeus
    AS OUTRAS PARTES SOCIALISTAS DA RUSSA SÃO SEMELHANTES NA COMPOSIÇÃO
    MINISTÉRIO DA COMISSARIA
    22 membros: 17 judeus, 5 gentios
    COMITÊ EXECUTIVO CENTRAL
    61 membros: 41 judeus, 20 gentios

    Stalin não é judeu nem russo, mas sim caucasiano. Seu adjunto, no entanto, é seu sogro, que é judeu, Lazarus Mosessohn Kaganowitsch, que por decreto governamental goza de plenos direitos e privilégios e é, para todos os efeitos, o Supremo Governante. Kaganowitsch assegurou que os critérios para cargos-chave na Força Policial, no Exército Vermelho, no Departamento do Interior, no Ministério do Comércio Exterior e no Ministério das Relações Exteriores, fossem de raça judaica.

    Ilich Ulin (Vladimir Ilich Ulia-nov ou Nikolaus Lenin). Presidente do Soviete Supremo, judeu do lado das mães. Sua mãe se chamava Blank, uma judia de origem alemã.

    “TRÊS QUARTOS DA HUMANIDADE PODEM MORRER, SE NECESSÁRIO, PARA GARANTIR OUTRO TERÇO PARA O COMUNISMO. ” (VI Lenin).

    “Em princípio, nunca e nunca podemos renunciar ao terror.” (VI Lenin)

    “Nós odiamos o cristianismo e os cristãos. Até mesmo os melhores deles devem ser considerados nossos piores inimigos. Eles pregam o amor ao próximo e à misericórdia, o que é contrário aos nossos princípios. O amor cristão é um obstáculo ao desenvolvimento da revolução. Abaixo com amor do vizinho. O que precisamos é de ódio; só assim conquistaremos o universo. ”(A. Lunacharsky)

    “Em 1º de maio de 1937, não deveria haver uma única igreja dentro das fronteiras da Rússia Soviética, e a idéia de Deus teria sido banida da União Soviética como um remanescente da Idade Média, que tem sido usada para a objetivo de oprimir as classes trabalhadoras. ”(Joseph Stalin)

    “ NÓS, BOLCHEVIQUES, TRAREMOS A REVOLUÇÃO SOCIAL TANTO PARA A AMÉRICA QUANTO PARA A EUROPA. Está AVANÇANDO sistematicamente, passo a passo. A LUTA SERÁ LONGA C RUEL E SANGUINÁRIA . . O QUE IMPORTA A PERDA DE 90% POR EXECUÇÕES SE 10% DOS COMUNISTAS PERMANECEREM PARA PROSSEGUIR A REVOLUÇÃO? O BOLCHEVISMO NÃO É UM SEMINÁRIO PARA MOÇAS. TODAS AS CRIANÇAS DEVEM ESTAR PRESENTES NAS EXECUÇÕES E SE ALEGRAR COM A MORTE DOS INIMIGOS DO PROLETARIADO” (VI Lenin)

    Muitos livros excelentes contêm evidências conclusivas similares da verdadeira natureza do comunismo, mas os propósitos deste livro em particular são simples e adequadamente descrever o pano de fundo dos eventos mundiais da época em relação à ascensão e queda do Terceiro Reich.

    Em abril de 1937, o Sr. RA Butler, Subsecretário Parlamentar do Escritório da Índia, informou na Câmara dos Comuns que as aulas gratuitas estavam disponíveis para os estudantes indianos que retornavam à Índia como recrutadores e agitadores bolcheviques contra a Grã-Bretanha.

    https://verbotenesarchiv.files.wordpress.com/2016/04/treeofjudaism.png

    „O que os inimigos da Alemanha nos acusaram é daquilo que eles mesmos fizeram para o nosso prejuízo em uma escala muito maior, e com fundos sem dúvida mil vezes maior do que o orçamento do nosso Ministério da Propaganda.” https://www.wintersonnenwende.com/scriptorium/english/archives/dictator/dictator01.html

    “A tradição”, aponta Flavio R. Kothe em: ‘Cânone Colonial’ “guarda a versão que interessa aos dominadores e sufoca a fala dos vencidos, ou seja: A premissa já contém em si a conclusão.” http://inacreditavel.com.br/wp/odio-vivo/#comment-21961

    A RESISTÊNCIA DE HITLER AO BOLSHEVISMO:
    (Condensado do discurso de encerramento do Führer, Congresso de Honra de Nuremberg).

    “Não negamos a grave preocupação que sentimos ao pensar que outras nações se tornam vítimas do bolchevismo, contra as quais somos mortalmente antagônicos.”

    “Esta nossa inimizade mortal não se baseia numa obstinada recusa em reconhecer quaisquer ideias que possam ser contrárias às nossas. Mas esta inimizade é baseada em um sentimento natural de repulsa para uma doutrina diabólica que ameaça o mundo em geral e nós.”

    “A primeira fase da LUTA DO NACIONAL SOCIALISMO CONTRA O COMUNISMO não ocorreu na Rússia. O comunismo soviético já tentou envenenar a Alemanha entre os anos de 1918 e 1920, e seus métodos de penetração nesse país eram praticamente os mesmos que os atuais esforços militares para mover a máquina militar bolchevique cada vez mais perto de nossas fronteiras.”

    “Nós eliminamos o bolchevismo que os chefes de sangue de Moscou, como Lewin, Axelroth, Neumann, Bela-Kuhn, etc., tentaram introduzir na Alemanha. E é porque vemos dia após dia que esses esforços dos governantes soviéticos para se intrometer em nossos assuntos domésticos ainda não cessaram, que somos forçados a considerar o bolchevismo além de nossas fronteiras como nosso inimigo mortal.
    Temos lutado contra o bolchevismo na Alemanha como uma VISÃO DE MUNDO, isto é, como uma forma de filosofia que tentou envenenar e destruir nosso povo. E o bolchevismo continuará a ser combatido se tentar introduzir seus sórdidos métodos espanhóis na Alemanha”

    “O objetivo do bolchevismo não é libertar as nações de seus males, PORÉM, exterminar tudo o que é saudável e substituir o mesmo por depravação e elementos degenerados. https://verbotenesarchiv.files.wordpress.com/2015/04/sex-grooming-uk-1.jpg

    19 ETAPAS RECOMENDADAS POR KARL MARX PARA A ESCRAVIZAÇÃO DA HUMANIDADE https://germanenherz.files.wordpress.com/2017/03/germanenherz-cultural-marxismgross.jpg

    1. Corromper os jovens por falsos princípios
    2. Destruir as famílias.
    3. Dominar as pessoas através de seus próprios vícios ….
    4. Profanar a arte e sujar a literatura.
    5. Destrua o respeito pela religião.
    6. Envolva padres em histórias de escândalos.
    7. Introduzir luxo ilimitado e modas loucas.
    8. Semeie a desconfiança entre as classes sociais.
    9. Envenenar relações de empregador e empregado.
    10. Incitar as pessoas contra os “ricos”.
    11. Ruína da agricultura através da indústria.
    12. Aumentar os salários sem qualquer benefício para os trabalhadores.
    13. Invoque hostilidade entre os povos.
    14. Deixe o “não treinado” governar.
    15. chantagear funcionários do governo que foram espancados.
    16. Criar monopólios ativos de deglutição.
    17. Prepare-se para a falência mundial através de crises econômicas.
    18. Multidões se concentram em diversões folclóricas.
    19. Molestar as pessoas com vacinas.

    “. . .não queremos uma situação aqui na Alemanha, como na Rússia, na qual 98% DOS CARGOS CHAVE OFICIAIS SÃO OCUPADOS POR JUDEUS. Sob nenhuma circunstância queremos que nossa inteligência nacional seja degradada.

    “. . . O comunismo, porém, não pode negar que na Rússia de hoje 98% DE TODOS OS CARGOS OFICIAIS SÃO OCUPADOS POR JUDEUS que não apenas nunca podem ser classificados como membros do proletariado, mas que nunca ganharam um centavo honesto em suas vidas.

    ” . . Lutamos contra o bolchevismo porque seus líderes haviam planejado para nós um matadouro em linhas russas e espanholas. Tal é a diferença entre as revoluções bolchevique e nacional-socialista. Aquele transforma países prósperos e pacíficos em um desperdício de ruína e devastação, enquanto o outro reconstrói um sistema destruído e pobre em um estado economicamente sadio e próspero ”.

    “Acreditamos que é uma tarefa maior colocar 5 milhões de pessoas de volta ao trabalho do que INCENDIAR CASAS E IGREJAS e permitir que centenas de milhares de trabalhadores e camponeses e outros matem uns aos outros. Também combatemos o BOLCHEVISMO por motivos econômicos gerais. De tempos em tempos, o mundo ouve sobre a fome na Rússia. Desde 1917, isto é, DESDE A VITÓRIA DO BOLCHEVISMO, NÃO HÁ FIM PARA ESTA FORMA DE ANGÚSTIA …. https://pbs.twimg.com/media/CoW7wlcWEAAKMiN.jpg

    “ESSA MESMA RÚSSIA, HOJE MORRENDO DE FOME POR QUASE 20 ANOS, ERA UM DOS PAÍSES MAIS RICOS EM GRÃOS DO MUNDO.”

    “Quando comparada com a Alemanha, a Rússia possui 18 vezes mais terra por cabeça de população e, ainda assim, que forma de política econômica esse país deve ter para negar a seu povo uma forma decente de subsistência. Se o bolchevismo na Rússia, no entanto, não conseguir que nove agricultores produzam o suficiente para pelo menos apoiar um não agricultor, o que teria acontecido na Alemanha, onde dois agricultores e meio produzem o suficiente para sustentar sete agricultores e meio não-agricultores? O que teria acontecido à Alemanha e a toda a sua estrutura econômica se a negligência econômica judaico-bolchevique tivesse sido permitida criar raízes aqui?

    “Temos lutado contra o bolchevismo porque uma vitória deles na Alemanha teria causado fome para talvez 50% da nossa população. Se a Rússia é incapaz de sustentar nem oito pessoas por quilômetro quadrado, então na Alemanha sob o governo bolchevique, nem dez milhões teriam o padrão mínimo de vida necessário. Pois aqui na Alemanha nossos 68 milhões de pessoas ocupam a mesma área que na Rússia não suportaria mais de 5 milhões.

    “O bolchevismo prega a revolução mundial e usaria os trabalhadores alemães como bucha de canhão para a consecução de seu objetivo. Nós, nacional-socialistas, no entanto, não queremos que nossas forças militares sejam usadas para forçar a outras nações algo que elas não querem. Nosso Exército não faz um juramento de que levará nossa ideologia nacional-socialista a outras nações.

    “Os políticos britânicos na Inglaterra até agora não tiveram a oportunidade de aprender o que o comunismo em seu próprio país representa, mas nós temos. Como fui eu que lutei contra esse ensinamento judaico-soviético na Alemanha e o limpei, lamento a mim mesmo que possuo mais compreensão do verdadeiro caráter do bolchevismo do que os críticos de braço que, no máximo, leram um pouco sobre o assunto. Hoje, acompanho a disseminação do veneno bolchevique pelo mundo afora, tão assiduamente quanto eu segui sua trilha venenosa anos atrás na Alemanha e nunca perdi a oportunidade de advertir o país.

    “Os repugnantes assassinatos em massa de nacionalistas, a queima de esposas de oficiais nacionalistas depois de imergirem na gasolina – o assassinato revoltante de crianças em pais nacionalistas, como por exemplo na Espanha, deveriam servir como um aviso para ajudar a derrubar a resistência em outros países. . . . ”(Adolf Hitler)
    “Se meus opositores internacionais me acusarem hoje de recusar essa cooperação com a Rússia, faço a seguinte declaração: não rejeito nem rejeitei a cooperação com a Rússia, mas com O BOLCHEVISMO, QUE REINVINDICA O GOVERNO MUNDIAL.

    “A nação alemã não apenas chorou, mas riu durante toda a sua vida e eu não a verei mergulhar nas trevas do comunismo internacional e da ditadura do ódio. Temo pela Europa no próprio pensamento do que aconteceria com nosso continente antigo e excessivamente povoado, se esse conceito asiático de mundo, que é destrutivo de todos os nossos ideais, tivesse êxito em nos trazer o caos da revolução bolchevique. ”- Adolf Hitler, 7 de março de 1936
    “O bolchevismo transforma um campo florescente em um deserto sinistro de ruínas; http://www.renegadetribune.com/nazism-national-socialism/ O Nacional-Socialismo transforma um sistema de destruição e miséria em um estado saudável, com uma vida econômica florescente. ”- Adolf Hitler
    “Desde que lutei contra essas ideias soviéticas-judaicas na Alemanha, desde que conquistei e pus esse perigo, imagino possuir uma melhor compreensão de seu caráter do que aqueles homens que só têm de lidar com isso no campo da literatura. ”(Adolf Hitler) http://www.renegadetribune.com/wp-content/uploads/2017/05/hitler-sun-800×445.png
    Fonte https://witness2history.wordpress.com/chapter-2/

    “No final da Segunda Guerra Mundial, essa invasão secreta do aparato estatal americano em todas as suas formas violou tanto sua estrutura interna que, no caso da III Guerra Mundial, a aparição da república americana, familiar ao mundo nos últimos duzentos anos, inevitavelmente terá que sofrer mudanças significativas. A luta instintiva da população indígena do país para se preservar e as suas tradições de usurpação do poder por um elemento estranho, a verdadeira natureza da qual ele não é autorizado a reconhecer, sofreu uma derrota após a outra. Sua resistência se intensificou no final da histeria do tempo de guerra, e algumas das brechas nas paredes da democracia americana foram fechadas, mas ainda havia fraquezas perigosas que inevitavelmente afetariam o difícil período de uma nova guerra.
    Desde 1943, o principal perigo para a República Americana não tem sido tanto em aeronaves e frotas inimigas quanto nas fundações instáveis de sua vida nacional.” Douglas Reed http://rulibs.com/ru_zar/sci_history/rid/0/j40.html

    “A Primeira Guerra Mundial, mundial segundo o escritor britânico Douglas Reed em seu livro ‘A Controvérsia de Sião’, não foi apenas uma mera guerra das incontáveis guerras da história mundial.
    Agora que a segunda guerra denota ter sido encadeada a ela como a proposta de uma locomotiva – parece única. Ambas juntas são uma SÓ guerra. Isto foi articulado pela primeira vez na história para fins transnacionais, sim – internacionais – fins completamente diferentes dos objetivos dos povos no Crisol. Antes que o primeiro destes fins começasse (isso é claro), a semente desses planos subversivos já estava espalhada, e eles só puderam através destas duas guerras.
    É por isso que na primeira guerra começou algo novo na história do nosso planeta. Pela primeira vez, UM enorme mecanismo foi ACIONADO que levou pessoas de todos os cantos do mundo a lutar “pela liberdade“, TODAVIA, na realidade – para destruir a liberdade.

    Fonte pg 82 http://www.controversyofzion.info/Controversy_Book_German/Der_Grosse_Plan_der_Anonymen/Der_Grosse_Plan_der%20Anonymen_Erstes_Buch_7.htm

    Na Tailândia, a imagem positiva do nacional-socialismo causa mais uma agitação: os estudantes retratam Adolf Hitler como um super-herói.
    https://volksbetrugpunktnet.wordpress.com/2013/07/24/hitler-als-superheld/comment-page-1/#comment-68636

    ,, A civilização cristã pode sobreviver para sempre se este livro e sua mensagem forem lidos e divulgados”
    http://antimatrix.org/Convert/Books/Spiridovich/Secret_World_Government/Secret_World_Government_Spiridovich.htm

  3. https://pp.userapi.com/nINZwMoyuz2gl9hNa729hfzyffsAHx5dpl0s4Q/S229fFL7P5U.jpg

    Nossa Senhora previu para o Brasil uma guerra sangrenta promovida pelos comunistas > 00:31 https://www.youtube.com/watch?v=z6-IrZ-SSM4 porque o mundo saiu do eixo, combatendo os países do eixo Alemanha, Japão e Itália para salvar o comunismo. http://www.ihr.org/jhr/v08/v08p389_Hitler.html

    Franklin Roosevelt assumiu o controle de um país com uma economia que havia sido arruinada como resultado de influências democráticas, e eu assumi a liderança de um Reich que também estava à beira da completa ruína, obrigado para a democracia. COMPARE AQUI A AMÉRICA DE ROOSEVELT COM A ALEMANHA DE HITLER https://pridecomethbeforeafall.wordpress.com/2013/07/18/life-in-germany-1930s/ Havia 13 milhões de desempregados nos Estados Unidos, enquanto a Alemanha tinha sete milhões de desempregados e outros sete milhões de trabalhadores em part-time. Em ambos os países, as finanças públicas estavam em caos, e parecia que a depressão econômica em expansão não podia ser detida.

    Mas isso dificilmente é notável quando se percebe que os intelectos apontados por este homem, ou mais precisamente, que o designaram, são membros desse mesmo grupo que, como judeus, estão interessados apenas em desordem e nunca em ordem. Enquanto nós, na Alemanha Nacional Socialista, tomamos medidas contra a especulação financeira, ela floresceu tremendamente sob Roosevelt. A legislação do New Deal desse homem era espúria e, conseqüentemente, o maior erro já experimentado por qualquer pessoa. Se suas políticas econômicas continuaram indefinidamente durante o período de paz, não há dúvida de que, mais cedo ou mais tarde, teriam derrubado esse presidente, apesar de toda a sua esperteza dialética. Em um país europeu, sua carreira certamente teria terminado em frente a um tribunal nacional por desperdiçar de forma imprudente a riqueza do país.

    https://www.dhm.de/fileadmin/medien/lemo/Titelbilder/ba107527.jpg

    O círculo de judeus em torno de Roosevelt encorajou-o nisso. https://research.calvin.edu/german-propaganda-archive/ley1.htm Com a vingatividade do Antigo Testamento, eles consideravam os Estados Unidos como o instrumento que eles e ele poderiam usar para preparar um segundo Purim [matança de inimigos] contra as nações da Europa, que eram cada vez mais antijudaicas https://wearswar.wordpress.com/2018/10/02/how-the-nuremberg-show-trials-perverted-justice-then-american-law-schools-a-case-study-of-the-southern-methodist-universitys-nuremberg-attorneys/ Foi assim que os judeus, em toda a sua baixeza satânica, se reuniram em torno desse homem e confiaram neles. https://wearswar.wordpress.com/the-book-germanys-war/

    O saque e pilhagem da Alemanha pelos aliados http://www.renegadetribune.com/sacking-defeated-germany/

    “Por que diabos pessoas inteligentes, sabendo que seus governantes mentiram sobre cada conflito em que se envolveram, convencem-se de que lhes é dito a verdade sobre a Segunda Guerra Mundial? SERÁ porque a verdade é horrível demais para confrontar; que preferimos o conforto do auto engano?” Michael Walsh
    https://www.osentinela.org/theodore-j-o-keefe/a-libertacao-dos-campos-fatos-a-se-considerar/?unapproved=28264&moderation-hash=a75a77f10139b7210f65dfbb8a9bd473#comment-28264

    Uma nação de paz e trabalho http://die-heimkehr.info/geschichte/s-bahn-berlin-bauarbeiten-der-nord-sued-verbindung-1934/

    “Eu gostaria de ter sido qualquer outra coisa do que o tipo de carrasco da melhor raça europeia ” https://pbs.twimg.com/media/C-tiC6UXYAAaNmy.jpg

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