1 em cada 5 alemães acha que o Holocausto recebe atenção desmedida, segundo pesquisas

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Pesquisas encomendadas pela DPA e Deutsche Welle, divulgadas convenientemente às vésperas do Dia da Memória do Holocausto, mostram aquilo que muitos pensam, mas que pouco, as vezes pressionados pela lei, tem medo de dizer, principalmente na Alemanha. Com isso, o lobby sionista pretende reunir dados e força para justificar mais intensificação da “cultura da culpa” na atualidade e tentar diminuir, seja com imposição do dogma do pensamento ou com a força da lei, qualquer pensamento ou expressão que questione a posição da narrativa do holocausto judaico, como é oficializado perante a história oficial, absoluto e inquestionável, mesmo sendo proibido sequer seu questionamento.

Duas novas pesquisas mostram que cerca de um em cada cinco alemães – e mais da metade dos ideologicamente conservadores patrióticos – acha que o Holocausto recebe atenção demasiada e desproporcional.

Punir-se, aquilo que os agentes do dogma do pensamento chamam de “reflexão” sobre o “holocausto judaico” era algo prioritário na Alemanha Ocidental [parte da Alemanha ocupada por EUA, França e Inglaterra no pós-guerra], mas isso está mudando, Josef Schuster, chefe do Conselho Central de Judeus na Alemanha, neste domingo (26), em comunicado antes do “dia da Memória do Holocausto” (sim, em países como a Alemanha isso chega a ser um dogma). Na Alemanha de hoje, marca-se esse dia no aniversário da libertação de Auschwitz – assim como outras datas significativas na história do Holocausto ao longo do ano – com uma ampla gama de programas, oficiais e privados.

Nas palavras de Schuster: “Se não tomarmos contramedidas agora, nossa democracia poderá ser seriamente ameaçada”. Ele reclama por maiores esforços “para ancorar novamente as lições da Shoah [Holocausto Judaico] na mente das pessoas. Não é apenas o futuro da comunidade judaica que está em jogo, mas o futuro da Europa”. Como sempre justificando qualquer opinião diversa com o “antissemitismo”.

Na pesquisa, 45% dos 2.052 alemães pesquisados ​​pelo Instituto Yougov os dias 22 e 23 de janeiro para a agência de notícias alemã dpa disseram que tais imposições são devidamente apropriadas, mas parece não ser o suficiente para o lobby sionista na Alemanha. Foi constatado que 24% dos entrevistados achavam que o tópico deveria receber mais atenção, 22% disseram que o tópico “holocausto” recebe atenção desproporcional e desmedida, ou não deveria receber tanta atenção.

A pesquisa procurou frisar aqueles que apoiam o partido AfD (Alternativa para a Alemanha), considerado de direita política conservadora, uma vez que este foi a associação política que mais recentemente tem criticado a imposição do holocausto como lobby absolutista e também se coloca contra a imigração em massa desmedida na Alemanha desde sua fundação, em 2013.

56% dos que se identificaram com o AfD concordaram que a imposição constante da lembrança do Holocausto é desmedida no país. Nos últimos anos, políticos proeminentes do AfD criticaram o memorial do Holocausto de Berlim como “um monumento da vergonha” e chamaram o Terceiro Reich de “um pequeno passado” em relação aos 1.000 anos de história dos alemães.

A pesquisa da divulgada na sexta-feira (24), com 1.018 pessoas encomendada ao Instituto de Pesquisas Infratest, da agência de notícias Deutsche Welle, 72% dos apoiadores do AfD concordaram que os alemães haviam cumprido seu dever de lembrança e deveriam parar de ficar obcecados com os alegados “crimes nazistas”. Os apoiantes do Partido Verde foram os menos propensos a apoiar essa opinião, 13%.

No geral, 37% de todos os entrevistados disseram que era hora de parar com essa massificação de lembranças do holocausto. Um aumento se levar em conta os 26% em 2018  e 33% em 2019.

Isso ainda assim é considerado pelo atual governo e o lobby sionista através de seus representantes como calamidade, mesmo que 55% concordarem que estavam bem com a atual cultura da lembrança, enquanto 17% considerarem que esforços maiores deveriam ser feitos e 75% disseram que uma visita a um memorial do campo de concentração deve ser exigida por todas as escolas!

Andre Marques
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