Alain Soral: O lobby da pedofilia e da perversão por trás do Poder

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O escritor, sociólogo, ensaísta, jornalista e boxeador Alain Soral, em 2013, fala sobre a pedofilia e de onde ela vem, assim como e quem a alimenta mundialmente e como combatê-la. Recentemente, alguns fatos fatos chocaram pessoas no Brasil e no mundo todo nos fazendo refletir sobre o fenômeno da “normalização” da pedofilia como narrativa da mídia mundial em todos os meios de informação e entretenimento (listamos alguns abaixo). Isso nos faz refletir sobre os motivos pelos quais a Elite Global tende a normalização da prática sexual predatória dentro das sociedades. Uma arma liberal globalista contra as comunidades humanas. 

29 de junho de 2020 – A imprensa alemã e brasileira divulgaram investigações de inteligência policial que confirmavam que autoridades alemãs disseram possuir provas de que milhares de pessoas poderiam estar envolvidas em uma rede que distribuía pornografia infantil na internet, descoberta no ano passado, cujos usuários trocavam conteúdos e informações e incentivavam a prática de abusos sexuais contra menores de idade… a dimensão das redes de pornografia infantil é bem maior do que se previa. Já a mídia brasileira divulgou que o esquema foi revelado após prisão de um homem de 42 anos em 2019. As autoridades alemãs estão investigando cerca de 30.000 pessoas suspeitas de pedofilia na internet.

14 de agosto de 2020 – A polícia brasileira – através dos agentes da 35ª DP (Departamento Policial) de Campo Grande -, descobriu um estúdio para produção de pornografia infantil, em Santíssimo, na Zona Oeste do Rio, gangorra, piscina de plástico e brinquedos se misturavam com objetos eróticos. O próprio delegado que conduz a investigação afirmou “Nunca havia visto uma coisa tão bizarra”. O esquema de pornografia infantil era realizado pelo alemão Klaus Berno Fischer, de 73 anos. Os policiais conseguiram chegar até o homem depois que uma das mulheres apontadas como aliciadoras do esquema revelar onde estava Fischer. A polícia vai investigar quem são os receptores do conteúdo. O material produzido era vendido para clientes do mundo todo na deep web. Crianças de diversas idades eram fotografadas e filmadas no estúdio.

23 de agosto de 2020 – A Netflix emitiu um pedido formal de desculpas pelo banner de lançamento do filme “Lindinhas” (Cuties), dirigido pela roteirista e cineasta de origem senegalesa e nacionalidade francesa Maïmouna Doucouré após duras críticas sobre o filme após apresentar seu marketing na estreia mundial no Festival de Cinema de Sundance, no qual obteve o Prêmio de Direção Dramática Mundial de Cinema. A trama conta a história de Amy, uma garota de 11 anos que se junta a um grupo infantil de dançarinas conhecidas como “As Fofas” na escola. O trabalho artístico da menina começa a despertar precocemente sua “feminilidade”, causando constrangimento em sua mãe, tida na trama como uma “mulher conservadora”. Frente às manifestações nas redes sociais, a Netflix afirmou estar “profundamente arrependida pela arte inadequada”, justificando que o pôster original não era uma “representação precisa” do filme.



INFORMAÇÕES TÉCNICAS:

Legendas: Nova Direita Cultural
Data original do vídeo: 2013
Apresentação: Alain Soral | ERTV


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